Oficiais e associações estão indignados e querem explicações do actual chefe máximo da GNR, Nelson Santos, que autorizou.
O anterior Comandante-geral da GNR, tenente-general Mourato Nunes, tem um militar pago por esta força de segurança ao seu serviço como motorista particular. Mourato Nunes, oficial superior do Exército que esteve à frente da GNR durante cinco anos, tendo saído em Maio de 2008, não vê "qual é o problema" e acha que o caso devia ser "motivo de orgulho para a GNR" (ver caixa).
Em Janeiro deste ano, Mourato tomou posse como director--geral do Instituto Geográfico Português (IGP) e foi nesta qualidade que requereu ao actual comandante-geral, General Nelson Santos, que lhe cedesse um militar para seu condutor. De acordo com um despacho de Nelson Santos, ao que o DN teve acesso, datado de Fevereiro de 2010, "foi autorizado o exercício de funções, em regime de mobilidade interna, do cabo José António Mendes Matos Alves, no IGP (...) com data reportada a Janeiro de 2010, mantendo-se a responsabilidade da Guarda pelo pagamento do militar".
O despacho enquadra legalmente a situação na Lei 12/A, que estabelece os regimes de vinculação dos funcionários públicos, segundo a qual estas autorizações podem ser concedidas por "conveniência para o interesse público", que deve estar "devidamente fundamentado", mas as associações da GNR desconhecem e duvidam que possa haver qualquer justificação para esta cedência...
Em Janeiro deste ano, Mourato tomou posse como director--geral do Instituto Geográfico Português (IGP) e foi nesta qualidade que requereu ao actual comandante-geral, General Nelson Santos, que lhe cedesse um militar para seu condutor. De acordo com um despacho de Nelson Santos, ao que o DN teve acesso, datado de Fevereiro de 2010, "foi autorizado o exercício de funções, em regime de mobilidade interna, do cabo José António Mendes Matos Alves, no IGP (...) com data reportada a Janeiro de 2010, mantendo-se a responsabilidade da Guarda pelo pagamento do militar".
O despacho enquadra legalmente a situação na Lei 12/A, que estabelece os regimes de vinculação dos funcionários públicos, segundo a qual estas autorizações podem ser concedidas por "conveniência para o interesse público", que deve estar "devidamente fundamentado", mas as associações da GNR desconhecem e duvidam que possa haver qualquer justificação para esta cedência...
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