terça-feira, maio 24, 2016

EM PORTUGAL ....


Polícia acompanhou retirada de contentores do Porto de Lisboa

Imagem da notícia sobre policia de TSF OnlineTSF Online-há 13 horas
A meio da manhã, o Subcomissário Hugo Abreu, relações públicas da PSP, esclareceu que a polícia está no local apenas para garantir a ...





Polícia
 colhido nos Açores

Correio da Manhã-23/05/2016
Um agente da polícia foi colhido por um touro na ilha Terceira, nos Açores. O incidente ocorreu numa tourada à corda no terreiro da freguesia ...


LÁ FORA .... lol

Os suíços vão votar: um rendimento fixo para todos, sim ou não?

Iniciativa popular defende prestação para todos os cidadãos, adultos e crianças, em nome da dignidade. Governo suíço diz que a medida convida as pessoas a deixarem de trabalhar e defende o voto no “não”.

A iniciativa cidadão propõe que cada adulto receba 2500 francos por mês (2247 euros) REUTERS/ARND WIEGMANN 
(...)

Já foram lançados projectos-piloto na Finlândia, Holanda, Namíbia. E em Portugal o debate foi lançado recentemente pelo PAN - Pessoas-Animais-Natureza. As sondagens não fazem prever que a medida venha a vingar na Suíça. Uma sondagem publicada a 29 de Abril pelo instituto Gfs.bern dá 72% ao “não”, outra, de 22 de Abril, do instituto Tamedia, recolheu 57% de respostas negativas.
Na Suíça, os salários mínimos são estabelecidos por acordos colectivos nos vários sectores de actividade e, em 2014, os cidadãos rejeitaram, em votação popular, a introdução de um salário mínimo de 4000 francos (3600 euros ao câmbio actual) para um trabalhador a tempo inteiro.

terça-feira, outubro 27, 2015

QUEM SE ENTENDE?...

ASPP/PSP 

INFORMAÇÃO - DL nº 243/2015- Pré-aposentação

SPP/PSP

Sindicato de Oficiais vive em clima de “guerrilha”

INFORMAÇÃO AOS POLICIAS PRÉ - APOSENTAÇÃO

ESTATUTO DA PSP PUBLICADO EM DIÁRIO DA REPÚBLICA


SINAPOL


Estatuto profissional do pessoal com funções policiais da PSP - Decreto-Lei n.º 243/2015, de 19 de outubro

Decreto-Lei n.º 243/2015, de 19 de outubro

Catarina Martins reafirma que o novo "Governo vai ser rejeitado na Assembleia"

David Santiago | dsantiago@negocios.pt
A porta-voz do BE considera "extraordinário" que o nome escolhido para a Administração Interna seja o da pessoa que defendeu Ricardo Salgado. Mas Catarina Martins não sobrevaloriza, porque este "Governo vai ser rejeitado na Assembleia da República".
Mais do que os nomes que irão integrar o próximo Executivo, é o próprio Governo que merece a reprovação da porta-voz do BE. Para Catarina Martins, o Presidente da República, Cavaco Silva, colocou o país numa situação "confrangedora" ao permitir a formação de um Governo que se sabe que será derrubado.

Esta terça-feira, 27 de Outubro, Catarina Martins não deixou de notar ser "extraordinário" que Passos Coelho e Paulo Portas tenham escolhido João Calvão da Silva para chefiar o Ministério da Administração Interna.

"Quem defendeu Ricardo Salgado no Banco de Portugal (BdP) foi o escolhido para a pasta da Administração Interna", criticou a líder bloquista. Em 2013, Calvão da Silva foi um dos três juristas a quem Ricardo Salgado recorreu para pedir um parecer que sustentasse a sua idoneidade para continuar à frente dos destinos do antigo BES.

Nessa altura, o agora futuro responsável pela tutela das polícias considerou que os 14 milhões de euros recebidos por Salgado da parte do construtor José Guilherme diziam respeito ao "bom princípio geral de uma sociedade que quer ser uma comunidade – comum unidade –, com espírito de entreajuda e solidariedade".

Já em resposta aos jornalistas, Catarina Martins fez questão de vincar que a prioridade para o Bloco no dia de hoje passa pela necessidade de "manter os olhos postos em Angola". A porta-voz do BE lembrou que o activista Luaty Beirão, que hoje terminou a sua greve de fome, conseguiu que os olhos fossem colocados sobre Angola, daí a importância de manter o tema vivo.

Um professor catedrático no Ministério das polícias

Economico
Inês David Bastos | ines.bastos@economico.pt

Calvão da Silva tem vasta experiência no mundo do Direito e da Justiça, mas também já passou pela política como secretário de Estado e deputado.
Calvão da Silva tornou-se mais conhecido do grande público quando em 2010 Passos Coelho subiu à liderança do PSD. Nesta altura, o professor catedrático da Universidade de Direito de Coimbra fazia parte da direcção do PSD e foi ele quem redigiu a polémica proposta de revisão constitucional que punha em causa o despedimento por justa causa.
Com vasta experiência como professor de direito em várias universidades portuguesas, e também como jurisconsulto e juíz-árbitro, Calvão da Silva deu a cara em 2010 pela revisão constitucional que Passos Coelho tentou introduzir e que mexia com direitos laborais. A polémica foi tanta que a proposta acabaria por cair e Calvão da Silva manteve-se até 2012 como vice-presidente do PSD. Sairia nesse ano mas manteve-se sempre ao lado do líder do PSD e, agora, naquele que pode vir a ser o mais pequeno governo de sempre sobe a ministro da Administração Interna (MAI), sucedendo a Anabela Rodrigues, também ela uma académica de Coimbra.
A diferença entre Calvão da Silva e Anabela Rodrigues, cujo curto mandato foi duramente criticado por ausência de perfil político, é que para o primeiro as lides políticas não são de todo desconhecidas. O professor catedrático foi no IX Governo Constitucional secretário de Estado-adjunto do então vice-primeiro-ministro Carlos Alberto de Mota Pinto. Isto ainda em 1985,altura em que já dava cartas como assistente nas faculdades. Anos depois, em 1995, entrou na Assembleia da República como deputado pelo PSD, onde ficou até 1999. Nascido a 20 de Fevereiro de 1952, Calvão da Silva fez ainda parte do Conselho Superior do Ministério Público, até 1995 e do Conselho Superior da Magistratura, até 1999.
É actualmente, além de professor catedrático, vice-presidente do Centro de Arbitragem Comercial da Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa.

PSP e GNR dizem que novo ministro não está ligado à segurança

DN 
ASPP e APG/GNR reagem a indigitação de João Calvão da Silva para novo ministro da Administração Interna

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) avisou hoje o novo ministro da Administração Interna, João Calvão da Silva, que tem um mês para criar as condições necessárias para a entrada em vigor do novo estatuto da PSP.
"O novo ministro vai entrar com um problema entre mãos, que é a entrada em vigor a 01 de dezembro do novo estatuto profissional da PSP", disse à agência Lusa o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, a propósito da nomeação do novo ministro da Administração Interna.
O presidente do maior sindicato da PSP adiantou que João Calvão da Silva tem que criar "as condições financeiras e logísticas para que a 01 de dezembro o novo estatuto entre em vigor de forma adequada".
Paulo Rodrigues disse ainda que o novo ministro nunca esteve ligado à área da segurança, sendo mais da justiça.

quinta-feira, março 06, 2014

Vários feridos na manifestação que decorreu junto ao Parlamento (vídeo)

TSF

Há o registo de vários feridos durante a manifestação de forças policiais, que decorreu hoje junto às escadarias da Assembleia da República. Foram ainda identificadas duas pessoas, segundo apurou a TSF.


Alta Tensão Polícias Manifestantes Invadem a Escadaria da Assembleia




Vários feridos na manifestação que decorreu junto ao Parlamento (vídeo)
Elementos das forças de segurança em protesto derrubaram, cerca das 20:25, as barreiras metálicas de segurança colocadas em frente à Assembleia da República, onde decorreu uma manifestação convocada pela Comissão Coordenadora Permanente, e subiram parte da escadaria.
TSF/António Pinto Rodrigues
Vários feridos na manifestação que decorreu junto ao Parlamento (vídeo)
Os elementos do Corpo de Intervenção da PSP, munidos de bastões, desceram as escadarias e foram ao encontro dos milhares de manifestantes de seis forças e serviços de segurança.
Pouco antes das 21:00, os coordenadores do cordão de segurança chamaram a Comissão Coordenadora dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança para que apelassem aos manifestantes para recuar, o que acabou por suceder.
Entretanto, a organização da manifestação dos profissionais de segurança deu por encerrado o protesto, cerca de duas horas depois de terem chegado à Assembleia da República.
«Esta organização dá por terminada a manifestação», disse um dos elementos dos sindicatos da polícia às 21:40, declaração que foi seguida por fortes assobios por parte dos manifestantes.

Manifestação das polícias termina após nova invasão da escadaria

06 Mar, 2014, 22:10 / atualizado em 06 Mar, 2014, 22:17

A manifestação que levou até à escadaria fronteira ao parlamento vários milhares de agentes das várias polícias terminou oficialmente por volta das 21h40, após apelo à desmobilização emitido pelas organizações sindicais convocantes. Uma delegação tinha acabado de ser recebida pela presidente da Assembleia da República. Durante a noite voltaram a repetir-se momentos de grande tensão entre os manifestantes e o contingente policial que lhes vedava a passagem.

Manifestação das polícias termina após nova invasão da escadariaÀ saída da reunião com Assunção Esteves, o secretário nacional da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, Paulo Rodrigues, não trazia qualquer compromisso da sua interlocutora e limitou-se a afirmar: "Esperamos neste momento uma atuação de quem tem poder de decisão para mudar a realidade das forças de segurança". Paulo Rodrigues disse ainda esperar que o resultado da manifestação tenha impacto e que o Governo não a desvalorize. 

Anteriormente tinha havido derrubamento de barreiras na base da escadaria de S. Bento e os manifestantes tinham subido parte dessa escadaria, mas sem chegarem ao topo. Também se tinha registado a utilização de meios pirotécnicos por parte dos manifestantes (vd. foto).

Um porta-voz da PSP, comissário Rui Costa, chegara a advertir os manifestantes de que, em caso de subirem a escadaria, a PSP tinha legitimidade para usar a força. O comissário afirmou também que "a PSP está a tentar resolver a situação pela via do diálogo".

A PSP já antes fizera várias advertências aos manifestantes para recuarem e para adotarem uma conduta pacífica à frente da Assembleia da República. As advertências da polícia para que fosse mantida a calma foram acompanhadas por um elemento sindical, e feitas por megafone.

No final da manifestação, havia registo de três membros do Corpo de Intervenção da PSP feridos, e posteriormente assistidos por equipas do INEM, bem como de dois manifestantes identificados.

Sindicatos esperam resolução rápida dos problemas dos profissionais de segurança

Diario Digital

O secretário nacional da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança disse hoje esperar uma rápida atuação do poder político para resolver os problemas destes profissionais.

Sindicatos esperam resolução rápida dos problemas dos profissionais de segurança
Paulo Rodrigues falava no final de uma reunião com a presidente da Assembleia da República, depois de uma marcha desde a praça Marquês de Pombal até ao parlamento.
«Esperamos neste momento uma atuação de quem tem poder de decisão para mudar a realidade das forças de segurança», disse.
Em frente às escadarias, já houve vários momentos de tensão, com grades de segurança a serem derrubadas e tentativas de furar o forte cordão de segurança feito por numerosos elementos do corpo de intervenção rápida da PSP.
Paulo Rodrigues disse ainda esperar que o resultado da manifestação tenha impacto e que o Governo não a desvalorize.
A presidente da Assembleia da República não prestou declarações.
Milhares de elementos das forças e serviços de segurança voltaram hoje a manifestar-se em Lisboa contra os cortes salariais e congelamento das carreiras, protesto que os organizadores estimam ser o maior de sempre.
O cortejo de protesto, que se realizou entre o Marquês de Pombal e a Assembleia da República, foi promovida pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, estrutura que congrega os sindicatos mais representativos da GNR, PSP, ASAE, SEF, Guarda Prisional e Polícia Marítima.
No espaço de três meses esta é a segunda manifestação dos elementos das forças e serviços de segurança, tendo a primeira, a 21 de novembro de 2013, terminado com a invasão da escadaria da Assembleia da República e com a consequente demissão do diretor nacional da PSP.
Na altura, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, classificou como «absolutamente inaceitáveis» os acontecimentos que motivaram a invasão da escadaria do parlamento, garantido que «foi uma exceção que não voltará a repetir-se».

Manifestantes derrubaram barreiras metálicas colocadas na AR

Protesto acontece três meses e meio depois de um outro, registado em Novembro, que ficou marcado pela invasão das escadarias do Parlamento.Elementos das forças de segurança derrubaram, cerca das 20:25, as barreiras metálicas de segurança colocadas em frente à Assembleia da República, onde decorre uma manifestação convocada pela Comissão Coordenadora Permanente.

Os elementos do Corpo de Intervenção da PSP, munidos de bastões, desceram as escadarias e foram ao encontro dos milhares de manifestantes de seis forças e serviços se segurança.
CC // NS

Milhares de polícias começam a subir a Rua Braancamp rumo ao Parlamento

Diario Digital

Mais de uma dezena de milhar de elementos das forças de segurança iniciaram cerca das 19:10 a marcha rumo ao Parlamento a partir do Marquês de Pombal.

Milhares de polícias começam a subir a Rua Braancamp rumo ao ParlamentoO arranque estava previsto para as 18:00, mas a coluna de manifestantes apenas partiu mais de uma hora depois por estarem à espera da chegada de elementos oriundos do Norte do país.
À espera dos manifestantes está um enorme aparato de segurança junto à Assembleia da República, com o objectivo de impedir que se registe uma nova invasão da escadaria, como ocorreu na manifestação de Novembro.
Elementos da PSP, GNR, SEF, ASAE e Polícia Marítima protestam contra os cortes salariais.
A marcha começou ao som de gritos como «Invasão», «Demissão» e «Vergonha».

Sete autocarros e 46 carrinhas da polícia mobilizados para o Parlamento

Sete autocarros e 46 carrinhas da polícia mobilizados para o ParlamentoAo longo das próximas horas, o site do Expresso vai acompanhar a manifestação das forças de segurança, que termina junto à Assembleia da República. Veja o que está a acontecer no terreno e participe no debate. Polícias de todo o país protestam em Lisboa contra os cortes orçamentais decretados pelo Governo.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/sete-au
tocarros-e-46-carrinhas-da-policia-mobilizados-para-o-parlamento=f859520#ixzz2vDD3YS4u




"Eles podem estar no poder, mas nós somos o poder"

Quatro polícias explicam na primeira pessoa por que motivo vão à manifestação de hoje. Milhares de agentes das forças de segurança vão protestar contra os cortes orçamentais decretados pelo Governo.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/eles-podem-estar-no-poder-mas-nos-somos-o-poder=f859360#ixzz2vDDYvQIW

Sindicato da PSP diz que "há polícias em situação limite e com grande revolta"

Lisboa, 06 mar (Lusa) - O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues, disse hoje, momentos antes do início da manifestação das forças de seguirança, que há agentes em situação limite, com "uma grande revolta".
Ressalvando que tudo será feito para que "corra bem", para que não se repita a invasão inédita da escadaria da Assembleia da República, a 21 de novembro do ano passado, Paulo Rodrigues manifestou o desejo de que "não haja qualquer incidente, para poder exigir do Governo outra atitude".
"É evidente que não ignoramos que há colegas que estão numa situação limite, estão muito revoltados, numa situação em que não conseguem assumir compromissos ou mesmo disponibilizar uma situação com dignidade à sua família. Isto revolta qualquer profissional", afirmou.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/sindicato-da-psp-diz-que-ha-policias-em-situacao-limite-e-com-grande-revolta=f859564#ixzz2vDCOx6nK

Milhares de polícias rumam a São Bento

Milhares de profissionais das forças e serviços de segurança estão hoje concentrados junto ao Marquês de Pombal, em Lisboa, para protestarem contra os cortes nos vencimentos, numa manifestação que conta com uma grande adesão de militares da GNR.
Os manifestantes vieram de autocarros de todo o país, prevendo que saiam da rotunda do Marquês de Pombal em direcção à Assembleia da República por volta das 19h00.
O presidente da associação dos profissionais da guarda APG/GNR, César Nogueira, disse à agência Lusa que a grande mobilização de militares da GNR se deve ao descontentamento, participando hoje no protesto maior número de elementos desta força de segurança do que em 21 de Novembro de 2013.
"Já existia um grande sentimento de revolta, mas com os cortes nos vencimentos, que se verificam desde Janeiro, a situação agravou-se", adiantou à Lusa César Nogueira.
Empunhando bandeiras dos respectivos sindicatos e associações profissionais, os manifestantes estão a ouvir declarações dos presidentes das estruturas que os representam.
Milhares de elementos das forças e serviços de segurança voltaram hoje a manifestar-se em Lisboa contra os cortes salariais e congelamento das carreiras, protesto que os organizadores estimam ser o maior de sempre.
O cortejo de protesto, que se realiza entre o Marquês de Pombal e a Assembleia da República, é promovida pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, estrutura que congrega os sindicatos mais representativos da GNR, PSP, ASAE, SEF, Guarda Prisional e Polícia Marítima.
No espaço de três meses esta é a segunda manifestação dos elementos das forças e serviços de segurança, tendo a primeira, a 21 de Novembro de 2013, terminado com a invasão da escadaria da Assembleia da República e com a consequente demissão do director nacional da PSP.
Na altura, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, classificou como "absolutamente inaceitáveis" os acontecimentos que motivaram a invasão da escadaria do parlamento, garantido que "foi uma excepção que não voltará a repetir-se".

Manifestação de polícias - AO MINUTO

TVI24
Manifestação de polícias


      • 22:30Duas pessoas foram identificadas devido a desacatos na Assembleia  
    • 22:10Momentos mais tensos já terão acontecido  Repórter da TVI diz que já não deverá haver invasão da Assembleia da República. Trabalho das forças de segurança parece estar feito.
    • 22:10Importante! Nas redes sociais  
    • Há gente que parece não compreender o que pode significar uma carga policial nestas circunstâncias: o risco de uma desgraça.
    • 22:09INEM leva dois manifestantes com ferimentos  
    • 22:05Organização deu por terminada a manifestação às 21:40  Alguns manifestantes começam a desmobilizar.
    • 21:57Manifestantes tentam furar cordão na zona lateral da Assembleia da República  Trata-se de uma área mais vulnerável, sem tantos efetivos de segurança e com o terreno mais acidentado.
    • 21:36Manifestantes voltam a empurrar corpo de intervenção  Centenas de homens tentam a todo o custo impedir nova tentativa de invasão da escadaria da Assembleia da República.
  • 21:30Paulo Rodrigues à TVI24:  «Esta manifestação tem que ter consequências»
  • 21:22Paulo Rodrigues à TVI24:  «Aqueles que têm poder de decisão têm de agir»
21:19
Assunção Esteves mostrou «abertura para o diálogo», diz Paulo Rodrigues  Secretário nacional da CCP diz ao repórter da TVI24 que a segunda magistrada da nação «está próxima dos problemas dos polícias».
21:18Manifestantes recuam até à base da escadaria da Assembleia da República  Alguns manifestantes tinham já empurrado o cordäo policial e conseguido subir alguns degraus da escadaria do Parlamento.
        • 21:13Termina reunião entre Assunção Esteves e representantes sindicais  O secretário nacional da CCP, Paulo Rodrigues, encabeçou o grupo para a audiência prevista com a segunda magistrada da nação, que deixa agora as instalações do Parlamento.
        • 21:07PSP adverte manifestantes que tem legitimidade para usar a força  O porta-voz do Cometlis (Comando Metropolitano de Lisboa) da PSP lançou um aviso aos manifestantes que, caso continuem com a intenção de subirem a escadaria, a PSP tem legitimidade para usar a força. Caso as advertências não resultem a PSP «terá toda a legitimidade para usar a força para garantir a segurança de todos os manifestantes», afirmou o comissário Rui Costa. A PSP já vez várias advertências aos manifestantes para recuarem e para adotarem uma conduta pacífica à frente da Assembleia da República, onde já conseguiram subir até metade da escadaria frontal do parlamento.
      • 21:02Manifestantes corpo-a-corpo com o Corpo de IntervençãoVIDEO Manifestantes corpo-a-corpo com o Corpo de Intervenção Segundo contingente desceu as escadas e manifestantes conseguem atingir segundo patamar da escadaria
      • 20:57Assunção Esteves está a receber representantes sindicais  Reunião no interior da Assembleia da República começou há 10 minutos.
      • 20:54Dois feridos na manifestação junto ao Parlamento  Pelo menos um manifestante detido.
      • 20:53VIDEO Veja o momento em que o Corpo de Intervenção desce a escadaria da Assembleia  
      • 20:51Assunção Esteves vai receber sindicatos  Presidente da Assembleia da República à espera de se reunir com representantes sindicais.
      • 20:41Manifestantes continuam a vencer o braço-de-ferro  Bandeiras são atiradas para o lado.
      • 20:40«Tiraram-nos tudo. Tiraram-nos a esperança, tiraram-nos o sonho»  «Eles deram cabo do povo português. O povo português está na miséria tanto em dinheiro como em tristeza, como em dignidade de vida», desabafou manifestante à TVI24
      • 20:39Manifestantes já ocupam parte das escadarias  Corpo de Intervenção recua mais uns degraus.
      • 20:38Unidade de Intervenção da GNR posiciona-se nas arcadas do Parlamento  Unidade de intervenção posicionada para entrar em ação.
      • 20:36Confrontos entre o corpo de intervenção e os manifestantes  Nova linha do Corpo de Intervenção desce a escadaria.
      • 20:35Ouve-se pela segunda vez o Hino Nacional  Corpo de intervenção está a recuar. Manifestantes ganham mais um patamar.
    • 20:30Manifestantes sentam-se na escadaria da Assembleia da República  Grita-se: «Polícia unida jamais será vencida!» e «Juntem-se a nós!».
    • 20:29Manifestantes ganham força própria  Elementos da organização pedem aos manifestantes que recuem.
    • 20:26Manifestantes sobem a escadaria corpo a corpo  Corpo de intervenção desce a escadaria.
    • 20:25Petardo atirado para o meio da escadaria  Barreiras de segurança foram derrubadas. Corpo de intervenção está a recuar.
    • 20:25Contingente policial superior ao normal esperou manifestantes na AR  Um contigente policial superior ao normal em circunstâncias anteriores, disposto num perímetro em torno da escadaria da Assembleia da República, esperou esta quinta-feira a manifestação das forças de segurança, em protesto contra os cortes salariais. O subintendente da Polícia de Segurança Pública, Paulo Flor, citado pela Lusa, não revelou o número de efetivos - entre elementos do Secção de Intervenção Rápida (SIR) e Corpo de Intervenção (CI) - destacados para a Assembleia da República, mas constata-se que estão mais agentes do que em manifestações anteriores, incluindo a de 21 de novembro de 2013.
    • 20:24Manifestantes derrubam grades frente ao Parlamento  A situação é muito semelhante à que se viveu em novembro, com a diferença que o contingente policial é muito maior.
    • 20:21Espaço frente à Assembleia da República é pequeno demais para acolher os 15 mil manifestantes  «Já chega do Governo espezinhar. Já chega!», diz uma manifestante à TVI24.
    • 20:16Importante! Nas redes sociais  
    • Manifestantes não querem falar para as câmaras de televisão  Polícias em protesto não querem ser identificados, como aconteceu na manifestação de novembro.
    • Ver imagem no Twitter
    • 20:08Comissão da Proteção de Dados autorizou que a manifestação seja filmada pelo Governo  O objetivo é proceder depois à identificação dos manifestantes.
    • 20:08Manifestantes já chegaram à AssembleiaFOTOS Manifestantes já chegaram à Assembleia  Forças de Segurança desfilam em Lisboa contra as políticas do Governo
    • 20:06Manifestantes chegam à Assembleia da República  Os primeiros a chegar são os elementos da organização da manifestação.
    • 20:04Mais de 600 elementos da polícia na Assembleia da República  PSP, GNR, Polícia Marítima, ASAE e guardas prisionais estão em protesto em Lisboa. Forte dispositivo quer impedir que os manifestantes subam a escadaria
    • 20:02Mais de 600 elementos reforçam segurança da Assembleia da República  Ordem para o policiamento é evitar que a escadaria seja invadida como aconteceu em novembro de 2013.
    • 20:01Corpo de Intervenção já está na Assembleia da RepúblicaVIDEO Corpo de Intervenção já está na Assembleia da República  
    • 19:57Manifestação das forças de segurança «é compreensível»  Deputado comunista António Filipe diz que forças de segurança «têm sido gravemente lesadas»
    • 19:56Assunção Esteves vai receber representantes das forças de segurançaAssunção Esteves vai receber representantes das forças de segurança A Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, vai receber esta quinta-feira uma comitiva da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, segundo fonte do gabinete de Assunção Esteves. O grupo de representantes das forças de segurança deverá ser encabeçado pelo secretário nacional, Paulo Rodrigues, e tem audiência prevista com a segunda magistrada da nação dependente da hora da chegada a São Bento, após o percurso desde o Marquês de Pombal.
    • 19:56Paulo Rodrigues à TVI24: «Espera-se que as coisas corram bem»  Presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia reconhece que há uma grande tensão, mas diz esperar que não haja invasão da escadaria da Assembleia da República.
    • 19:54Polícia marítima junta-se à manifestação das Forças de SegurançaVIDEO Polícia marítima junta-se à manifestação das Forças de Segurança  
    • 19:51Nada demove os manifestantes  Manifestantes de muletas e com colar cervical são vistos na manifestação
    • 19:49Elemento da Policia Marítima diz ao repórter da TVI24 que também tem ouvido os apelos à invasão da escadaria do Parlamento  
    • 19:49Cabeça da manifestação prestes a chegar à Assembleia da República  Repórter da TVI24 diz que faltam percorrer cerca de 400 a 500 metros.
    • 19:43Três perímetros de segurança estão montados junto à Assembleia da República  As grades habituais reforçadas por braçadeiras plásticas, duas linhas de intervenção rápida, e o corpo de intervenção perfeitamente alinhado no alto da escadaria do Parlamento e também o grupo operacional cinotécnico.
    • 19:39Grupo do corpo de guardas prisionais também participam do protesto  Manifestam-se pela entrada em vigor do próprio estatuto profissional.
    • 19:36Manifestantes chegam ao largo do Rato, em Lisboa  Manifestantes gritam palavras de ordem, dizem que «estão unidos e jamais serão vencidos».
    • 19:36«Temos todo o dispositivo policial montado, preparado, para garantir liberdade»  Comissário Rui Costa em declarações à TVI24
    • 19:33«Há polícias em situação limite e com grande revolta»«Há polícias em situação limite e com grande revolta»  O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues, disse esta quinta-feira, momentos antes do início da manifestação das forças de segurança, que há agentes em situação limite, com «uma grande revolta».
    • 19:32Efetivo policial na Assembleia com ordens para carregar  Tudo muito calmo na Assembleia da República. Manifestantes ainda não chegaram.
    • 19:31Milhares de manifestantes apelam à invasão da Assembleia da República  Na Assembleia da República, o efetivo policial é dos maiores que a repórter da TVI24 diz ter visto. No total, estão 34 equipas de intervenção rápida.
    • 19:28Alguns dos manifestantes que percorrem agora a rua Brancaamp poderão seguir para o Ministério da Administração Interna, diz repórter da TVI24  A informação não está ainda confirmada oficialmente.
    • 19:28Milhares de bandeira invadem Lisboa  Seis petardos já foram rebentados no desfile entre Marquês de Pombal e São Bento
    • 19:19Polícia tem ordens específicas para carga policialVIDEO Polícia tem ordens específicas para carga policial  Cerca de 600 homens estão no local para tentarem conter os manifestantes. ATVI24 teve acesso às ordens para carga policial, que serão comunicadas aos manifestantes caso se se verifique quebra efetiva do perímetro: «Senhores manifestantes, esta manifestação tornou-se violenta e ilegal e têm 15 minutos para dispersar de forma ordeira e pacífica, caso não dispersem, incorrem no crime de desobediência e a PSP irá usar a força para cumprir esta ordem»
    • 19:1815 mil manifestantes nas ruas de Lisboa, diz repórter da TVI  Ouvem-se gritos de invasão. Alguns manifestantes estão já de cara tapada. Os manifestantes estão a subir a rua Brancaamp, em direção ao largo do Rato. Já rebentaram cinco petardos.

    • 19:15
    • Manifestação de 70 polícias na Madeira  Mais de 70 elementos das várias forças de segurança na Madeira concentraram-se esta tarde na praça do Município, no Funchal, em solidariedade com a manifestação de Lisboa. O grupo, composto por elementos afetos às várias estruturas representativas das forças de segurança, percorreu várias ruas da cidade até ao Palácio de São Lourenço, residência oficial do Representante da República, ao som de apitos. «Polícia unida jamais será vencida» foi a palavra de ordem dos manifestantes que exigiram ainda «respeito pelos polícias e pelo povo português». Os manifestantes cantaram o «Grândola, Vila Morena» e o hino nacional na entrada do palácio. «Esta manifestação é uma concentração de diversos sindicatos de polícia, entidades e órgãos de polícia criminal representados na ilha da Madeira e o objetivo é prestar solidariedade aos camaradas no continente», disse aos jornalistas Luis Costa, dirigente regional do Sindicato Nacional de Polícia. O polícia criticou os «cortes exacerbados nos vencimentos» que colocaram os elementos das forças policiais em situações económicas de «carência” familiar.
    • 19:12VIDEO Subida do subsídio de fardamento é «manobra de diversão do Governo»  Deputado António Filipe (PCP) diz à TVI24 que as reivindicações dos profissionais de segurança são muito mais profundas.
  • 19:06Feirantes manifestam-se frente ao parlamento  Empresários dos carrosséis mostram-se indignados antes da chegada da manifestação das Forças de Segurança
  • 19:00«Se com esta manifestação as coisas não mudarem, significa que temos que ir para recursos mais radicais»  
  • 18:50Sindicato acusa IGAI de «tentativa de intimidação» a inspetores do SEF  O presidente do sindicato que representa os inspetores do SEF disse que inspetores da IGAI visitaram esta quinta-feira de manhã uma delegação daquele serviço para identificar elementos que participaram na manifestação de 21 de novembro de 2013.
  • 18:41«Não se pode exigir cada vez mais a profissionais que defrontam qualquer tipo de risco e recebem 800 euros»VIDEO «Não se pode exigir cada vez mais a profissionais que defrontam qualquer tipo de risco e recebem 800 euros»  Paulo Rodrigues, presidente da associação sindical dos profissionais da polícia, diz que «não nos podemos esquecer que os profissionais de polícia são profissionais que por facto de serem polícias não têm os mesmos direitos que tem qualquer cidadão e não têm compensação nenhuma».
  • 18:39«Acha que o Governo fez alguma coisa desde novembro?»VIDEO «Acha que o Governo fez alguma coisa desde novembro?» Manifestante à TVI24
  • 18:24Ministra Justiça deixa apelo a polícias em protestoImportante! Ministra Justiça deixa apelo a polícias em protesto  Paula Teixeira da Cruz: tenham «presente o momento que o país atravessa», observando que Portugal está «quase a sair de um programa de ajustamento»

  • 18:17
  • Pode haver infiltrados na manifestação  Os organizadores do protesto temem que a presença de infiltrados perturbe a manifestação de hoje. Aqui na TVI24, Paulo Rodrigues disse que recebeu informação de que outros grupos estão a mobilizar-se para o protesto. «Há informações de que a manifestação pode ser usada para outros fins».
  • 18:17Esperados 15 mil manifestantes  Milhares de elementos das forças de segurança estão nas ruas em protesto. O SIS alerta para a hipótese de infiltrados tentarem causar distúrbios. A Comissão de Proteção de Dados autorizou o Ministério da Administração Interna a filmar a manifestação.
  • 18:03Milhares de polícias no Marquês de PombalImportante! Milhares de polícias no Marquês de Pombal  Estão mobilizados centenas de polícias para garantir que o protestos das forças de segurança não termina da mesma forma do anterior. O protesto vai ser filmado. MAI diz, no entanto, que manifestação «não é problema de segurança»
  • 18:02Recorde a invasão de polícias da escadaria do ParlamentoVIDEO Recorde a invasão de polícias da escadaria do Parlamento Aconteceu a 21 de novembro de 2013
  • 18:01VIDEO Conheça o trajeto da manifestação das polícias  Segurança vai ser reforçada em todo o percurso. Protesto tem inicio às seis da tarde no Marquês de Pombal
  • 18:00Milhares de polícias voltam hoje à escadaria do ParlamentoVIDEO Milhares de polícias voltam hoje à escadaria do Parlamento Sindicatos estimam que será o maior protesto de sempre