O Brasil é um dos destinos favoritos de bandidos que estão na lista vermelha de procurados da Interpol. O principal motivo é o impedimento da prisão imediata de foragidos que integram o banco de dados da organização.
A lei brasileira determina que o criminoso estrangeiro localizado em território nacional só pode ser detido após decisão do Supremo Tribunal Federal.
A Argentina e o Uruguai já dispensaram a autorização judicial alegando que a inclusão do nome na lista já é motivo suficiente para a detenção.
De acordo com o superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Leandro Coimbra, a dependência do Poder Judiciário dificulta a prisão de procurados neste caso. Um projeto de lei para permitir a detenção imediata destes criminosos está engavetado no Congresso Nacional.
Interpol tem cinco países a menos que a ONU
A Interpol é um organismo internacional de troca de informações criminais, que também atua na área humanitária, para identificação de cadáveres em tragédias. É da segunda maior entidade mundial, com 187 países filiados; 5 a menos do que a ONU.
O Brasil desembolsou 836 mil euros em 2009 para ter acesso ao sistema da organização.
Redator: Roberto Saraiva
A lei brasileira determina que o criminoso estrangeiro localizado em território nacional só pode ser detido após decisão do Supremo Tribunal Federal.
A Argentina e o Uruguai já dispensaram a autorização judicial alegando que a inclusão do nome na lista já é motivo suficiente para a detenção.
De acordo com o superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Leandro Coimbra, a dependência do Poder Judiciário dificulta a prisão de procurados neste caso. Um projeto de lei para permitir a detenção imediata destes criminosos está engavetado no Congresso Nacional.
Interpol tem cinco países a menos que a ONU
A Interpol é um organismo internacional de troca de informações criminais, que também atua na área humanitária, para identificação de cadáveres em tragédias. É da segunda maior entidade mundial, com 187 países filiados; 5 a menos do que a ONU.
O Brasil desembolsou 836 mil euros em 2009 para ter acesso ao sistema da organização.
Redator: Roberto Saraiva
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