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terça-feira, dezembro 14, 2010

Lisboa: 150 polícias manifestam-se frente à residência de Sócrates

 
Protesto para que o Governo "cumpra a lei"
Cerca de 150 dirigentes e delegados sindicais das forças de segurança estavam esta terça-feira às 17h00 concentrados em frente à residência oficial do primeiro-ministro, num protesto para que o Governo "cumpra a lei" e o que prometeu aos polícias.
O presidente da Associação Socio-Profissional da Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues, afirmou que os sindicalistas querem que o Governo ponha em prática as regras que o próprio executivo definiu nos novos estatutos profissionais da PSP, nomadamente que actualize as promoções e novas posições remuneratórias dos agentes.
Paulo Rodrigues salientou ainda que, depois de vários pedidos de reunião, quer com os ministérios da Administração Interna e das Finanças, quer com o próprio primeiro-ministro, nenhum dos pedidos foi ainda atendido.
O dirigente sindical reiterou que as forças de segurança vão continuar a fazer protestos até serem recebidas pela tutela e as suas exigências atendidas.
Além dos sindicalistas da PSP marcaram presença na manifestação representantes da GNR, do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, da Polícia Marítima e da Guarda Prisional.

segunda-feira, dezembro 13, 2010

Sindicatos da PSP reuniram-se numa vígilia em frente ao MAI

SIC

Sete sindicatos da PSP exigiram hoje ao Governo que cumpra o Estatuto Profissional da polícia, reclamando que há promoções e transições de escalão que estão por cumprir, bem como a atualização do suplemento das forças de segurança e o do fardamento(....)

quarta-feira, outubro 06, 2010

Confederação Europeia de Polícia acusa PSP de perseguição

Diário IOL

Representantes da EuroCop estiveram em Portugal, mas ministro não os recebeu. Sindicalistas consideram «indigno de uma república democrática» a suspensão do presidente do SINAPOL

A Confederação Europeia de Polícia (EuroCop) pediu ao ministro da Administração Interna de Portugal para garantir os direitos fundamentais dos representantes sindicais da polícia, avança a agência Lusa.
Dois representantes da EuroCop estiveram esta quarta-feira em Lisboa, onde mantiveram reuniões com representantes de todos os partidos políticos, à excepção do PS, para abordar a questão da liberdade sindical na polícia e da recente suspensão preventiva do presidente do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL), Armando Ferreira.
A Confederação Europeia de Polícia pediu também uma reunião ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira, mas, segundo a EuroCop, este recusou o encontro.
Numa conferência de imprensa, realizada na sede do SINAPOL, em Lisboa, Jan Schonkeren, membro do comité executivo da EuroCop, considerou «indigno de uma república democrática» a suspensão de um presidente de um sindicato de polícia, sublinhando que Armando Ferreira está a ser «vítima de perseguição».
Jan Schonkeren adiantou que a confederação está «desapontada» com o ministro Rui Pereira por ter «recusado» discutir a suspensão do presidente do SINAPOL.
«É da responsabilidade de qualquer ministro de um estado democrático garantir que os direitos substantivos e processuais sejam respeitados na polícia, mesmo em Portugal», afirmou.
O membro do comité executivo da EuroCop sublinhou ainda que o ministro português «deu a impressão que não estava interessado» em dialogar sobre o assunto.
A Direcção Nacional da PSP anunciou a 08 de Setembro a instauração de um processo disciplinar e «a suspensão preventiva» da Polícia ao presidente do Sindicato Nacional da Polícia, Armando Ferreira, pela difusão de um pré-aviso de greve e «posteriores declarações» à comunicação social.
A suspensão, de 90 dias, foi resultado da difusão de um pré-aviso de greve do SINAPOL para o período entre 19 e 21 de Novembro, durante a realização da cimeira da NATO em Lisboa.
 
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segunda-feira, outubro 04, 2010

Sindicato da polícia pondera levar Estado a tribunal

TVI24

Sinapol diz que agirá se houver cortes salariais na PSP

O Sindicato Nacional de Polícia (Sinapol) garantiu este domingo que agirá em tribunal contra o Estado se se concretizarem quaisquer cortes de vencimentos nos agentes da PSP, considerando que são ilegais, escreve a Lusa.
Em declarações à Lusa, o presidente do Sinapol, Armando Ferreira, afirmou que «a confirmar-se qualquer tipo de medidas contra os profissionais da PSP», o sindicato «entrará de imediato com uma providência cautelar» para impedir quaisquer cortes de salários e interporá «uma acção especial administrativa» contra o Estado português.
No seguimento das medidas de austeridade anunciadas na semana passada pelo primeiro-ministro, José Sócrates, que incluem cortes salariais no sector público, o Sinapol consultou «especialistas em direito laboral» e concluiu que «os cortes, a serem feitos, não tem sustentação legal, porque em Portugal não é permitido fazer cortes nos vencimentos sem mais nem menos».
«O Sinapol e a Federação Nacional dos Sindicatos de Polícia em que se insere não vão permitir cortes de vencimentos nas forças de segurança», assegurou.
Armando Ferreira afirmou ainda que «é estranho que o governo adiante medidas para 2011 sem nunca ter falado com os sindicatos, que têm uma palavra a dizer sobre estas matérias». 

domingo, outubro 03, 2010

Sindicatos processam polícias

Correio da Manhã‎


O Sindicato Unificado de Polícia (SUP) e o Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL) vão apresentar queixas--crime contra os responsáveis da PSP e da Polícia Municipal (PM) de Lisboa que autuaram os sindicatos por ocupação ilegal da via pública. Recorde--se que ambas as entidades estão em vigília, desde quinta-feira, no Terreiro do Paço, em Lisboa. 

Segundo Peixoto Rodrigues, presidente do SUP, a vigília foi anteontem fotografada por elementos da PSP de Lisboa. "Posteriormente, a PM tentou reduzir o número de pórticos com faixas", explicou o dirigente sindical.
Os manifestantes viriam a ser autuados pela PM por ocupação ilegal da via pública. "Por tudo isto vamos avançar com processo-crime contra as pessoas da PSP e PM por atentado ao direito de manifestação", concretizou Armando Ferreira, presidente do SINAPOL.
Polícia Municipal identifica PSP‎ - Correio da Manhã

Sindicato da PSP começa greve de fome no dia 11‎ - Correio da Manhã

Dois sindicatos da PSP em vigília no Terreiro do Paço ameaçam ...‎ - LUSA

Diário IOL - Fábrica de Conteúdos

sábado, outubro 02, 2010

Polícia Municipal identifica PSP

CM
A Polícia Municipal de Lisboa esteve ontem na praça do Comércio a identificar os agentes da PSP que desde quinta-feira participam numa vigília silenciosa, frente ao Ministério da Administração Interna, organizada pelo Sindicato Nacional de Polícia (Sinapol) e pelo Sindicato Unificado da PSP (SUP).

A situação foi denunciada ontem, em comunicado enviado às redacções, pelo Sinapol, que diz que a identificação serve "para a abertura de processo contra-ordenacional (...) por não existir autorização para qualquer exibição de faixas com mensagens". Armando Ferreira, presidente do Sinapol, disse ao CM que a vigília, que está autorizada pelo Governo Civil de Lisboa, "se vai manter por tempo indeterminado".
Para dia 11 de Outubro, quatro elementos do SUP prometem fazer uma greve de fome, a partir das 09h00, à porta do Ministério da Administração Interna.

TODAS AS NOTÍCIAS DEPOIS DA APRESENTAÇÃO DO PRÉ AVISO DE GREVE


OS SINDICATOS DA PSP UNIDOS EM NOVAS FORMAS DE LUTAS,
NO ENTANTO  MANTÊM-SE PRÉ-AVISO DE GREVE
SIC


Presidente do SINAPOL diz discordar da PSP mas cumpre decisão




quinta-feira, setembro 30, 2010

Dois sindicatos da PSP em vigília no Terreiro do Paço ameaçam fazer greve de fome

LUSA


Lisboa, 30 set (Lusa) -- O Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL) e o Sindicato Unificado da Polícia (SUP) que iniciaram hoje uma vigília diária junto do Ministério da Administração Interna ameaçam avançar para uma greve de fome caso não sejam recebidos pelo Governo.
"Iremos permanecer aqui o tempo que for preciso. E se na próxima semana a situação não estiver resolvida haverá elementos policiais a fazer greve de fome como forma de protesto contra esta situação de instabilidade interna provocada pela Direção Nacional da PSP", afirmou à agência Lusa o presidente do SUP, Peixoto Rodrigues, que se juntou aos cerca de 50 agentes da PSP em vigília no Terreiro do Paço.
Para o SINAPOL e SUP, os mais pequenos sindicatos dos profissionais da PSP, é preciso "continuar a lutar pelos direitos dos polícias", sublinhando que "não havia razões para desmobilizar" a vigília promovida na semana passada por sete estruturas sindicais.

Dois sindicatos da PSP voltam a manifestar-se‎ - Fábrica de Conteúdos

Sindicatos voltam à vigília em nome da "luta pelos direitos" dos ...‎ - SIC Notícias

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Agentes da PSP em vigília no Terreiro do Paço

RTP

Agentes da PSP iniciaram esta quinta-feira uma vigília no Terreiro do Paço, em Lisboa, junto ao Ministério da Administração Interna. Ameaçam até avançar com uma greve da fome se não forem recebidos pelos responsáveis do Ministério.

segunda-feira, setembro 27, 2010

ASPP/PSP: Satisfeita com as reivindicações alcançadas

Voz Da Planicie


A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) já conseguiu chegar a acordo com a tutela. Os profissionais da Guarda Nacional Republicana (GNR) manifestam-se agradados com a vitória da ASPP/PSP.
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) já conseguiu chegar a acordo com a tutela, depois da acção de protesto que levou a efeito, na passada quinta-feira, em frente ao Ministério da Administação Interna (MAI). A Associação exigiu da tutela a garantia de "disponibilidade da verba para a efectivação das promoções em todas as categorias profissionais e para a colocação nas novas posições remuneratórias" e conseguiu.
Francisco Passinha, da ASPP/PSP de Beja, disse à Voz da Planície que “quando as reivindicações são justas, o poder político acaba por ceder” e que “foi isso que aconteceu”.
Francisco Passinha frisou também que “os profissionais da polícia ficaram satisfeitos com a atitude de tolerância e diálogo demonstrada pelo ministro da Administração Interna, fundamental na resolução deste processo”.
Os profissionais da Guarda Nacional Republicana (GNR) manifestam-se agradados com a vitória da ASPP/PSP e a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) fez saber, através de nota de imprensa, que “esta vitória demonstra que a luta quando é justa vale a pena”.

sábado, setembro 25, 2010

PSP já está na rua e GNR prepara-se para seguir o exemplo

O presidente da maior organização associativa da GNR, a Associação de Profissionais da Guarda (APG), entende que só há "uma lição a tirar" da cedência do ...

Guardas sem progressões

Os representantes dos guardas prisionais admitem juntar-se ao protesto dos sindicatos da PSP por também se sentirem lesados com o atraso da progressão na ...

NOVA VIGÍLIA SINAPOL e SUP

O SINAPOL e o SUP (sindicatos fundadores da FENPOL), decidiram hoje, que vão continuar a lutar pelos direitos dos polícias, porque ao contrário de outros, acham que os problemas dos polícias ainda não estão todos resolvidos, por isso irá começar uma NOVA VIGÍLIA NO PRÓXIMO DIA 30 DE SETEMBRO pelas 09h00 à porta do MAI

SINAPOL sublinha que o Governo não fez "favor" nenhum aos polícias

Antena1

Estando confirmado que o Governo já desbloqueou a verba necessária para o pagamento das promoções dos polícias, o presidente do SINAPOL (Sindicato Nacional da Polícia), Armando Ferreira, garante que "é uma batalha ganha mas não é a guerra ganha". Na opinião do sindicalista, aquilo que o Governo garantiu hoje já deveria ter sido feito há mais tempo, não se tratando de nenhum "favor". O presidente do SINAPOL comenta também que ainda existem muitas questões por resolver, algo que justifica a continuação da vigília.

2010-09-23 16:23:19

Sinapol e SUP sentem-se discriminados e vão manter a greve de Novembro e a vigília junto ao MAI

Antena1

Peixoto Rodrigues, membro do Sindicato Unificado da Polícia, diz que nem todas as exigências da classe profissional receberam uma resposta satisfatória, referindo, como exemplo, a questão dos horários. Já o Sinapol, de acordo com a repórter da Antena 1, Paula Véran, pediu a exoneração do Director Nacional da PSP e deixou avisos quanto a futuras iniciativas de protesto.

Sindicatos da Polícia marcam nova vigília e admitem greve de fome

I

Os sindicatos SUP e o SINAPOL marcaram hoje uma nova vigília para dia 30 de Setembro, em frente ao Ministério da Administração Interna (MAI), em Lisboa, e afirmam que há “polícias dispostos a se sacrificarem, realizando de uma greve de fome”. Em comunicado interno, os dois sindicatos afirmam que “vão continuar a lutar pelos direitos dos polícias, porque ao contrário de outros, acham que os problemas dos polícias ainda não estão todos resolvidos”.
Os sindicatos querem que os horários de serviço, que consideram ilegais, sejam anulados; avaliações de serviço anuladas; graduações anuladas ou que as centenas de agentes e chefes que estão na mesmas condições de serem graduados, o sejam. Querem ainda o  reposicionamento nos indicies remuneratórios; o pagamento dos serviços remunerados desportivos (desde Janeiro) e pagos pelo MAI. A lista termina com o pedido de uma tabela única dos remunerados na classe de agentes.

Este comunicado surge após o anúncio do presidente da ASPP/PSP, Paulo Rodrigues, ter anunciado o fim do protesto dos agentes da Polícia de Segurança Pública frente ao Ministério da Administração Interna.

Polícias dizem "até já" aos protestos no Terreiro do Paço

A Direcção Nacional da PSP comprometeu-se ontem de manhã a publicar, já na segunda-feira, a lista dos polícias a promover ea Associação Sindical dos ...
MAI cede a reivindicações dos polícias Diário de Notícias - Lisboa
Expresso - Jornal de Notícias

Sindicatos voltam ao Terreiro do Paço

CM
A Direcção-Nacional da PSP reuniu ontem de manhã com a ASPP e o SPP (os dois maiores sindicatos), garantindo a ambos o desbloqueio das promoções de 1500 elementos policiais.
Satisfeita esta reivindicação, os sindicatos retiraram-se do protesto iniciado ao final da tarde de quinta-feira, sendo seguidos por outras três estruturas sindicais (os dois da classe de oficiais e um representativo dos agentes). À margem deste entendimento ficaram o SUP e o Sinapol, que, apesar de saudarem o esforço da tutela e da PSP para o desbloqueio das promoções, vão voltar em conjunto ao Terreiro do Paço, já na quinta-feira, 30 de Setembro, para retomar os protestos.
"A vigília do Sindicato Unificado de Polícia (SUP) e do Sindicato Nacional de Polícia (Sinapol) começará pelas 09h00 de quinta-feira e estender-se-á, nesse dia, até às 18h00 e no mesmo horário nos dias úteis seguintes", explicou ao CM Peixoto Rodrigues, presidente do SUP.
Apesar de "reconhecido" à tutela e à PSP pelo comprometimento em mandar publicar, já na segunda-feira, uma lista com os nomes dos 1500 polícias que vão ser promovidos, Peixoto Rodrigues enumerou o que falta ainda resolver. "Queremos agentes e chefes também graduados, novas regras nos remunerados e pagamento da dívida dos gratificados desportivos desde Janeiro deste ano, que seja eliminado o actual mapa de horários e que haja um reposicionamento efectivo nos escalões criados pelo novo estatuto da PSP", explicou.
Em simultâneo à vigília, que decorrerá por tempo indeterminado, Peixoto Rodrigues assegurou que o SUP terá elementos a "fazer greve de fome à porta do MAI na 1ª semana de Outubro". Associado ao protesto está o Sinapol, cujo presidente, Armando Ferreira, ligou o sindicato a que preside à lista das entidades que "pedem a exoneração imediata do director-nacional da PSP, Oliveira Pereira". "Todos os problemas da PSP estão longe de estar resolvidos", opinou.
Entretanto, na quinta-feira à noite, os oficiais do instituto da PSP reuniram-se num restaurante de Lisboa. Apesar de terem também abandonado o protesto marcado e dissolvido pela ASPP, mostraram-se "preocupados" pela continuação da aplicação da lei 12-A (vínculos da Função Pública), na actividade diária da PSP.

Polícias acabaram com protesto na Praça do Comércio após reunião com direcção da PSP

RTP

A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia e o Sindicato dos Profissionais de Polícia dizem que as principais reinvindicações foram atendidas. Os dois sindicatos que ficaram fora da reunião, SINAPOL e Sindicato Unificado da Polícia, discordam e convocaram nova manifestação.