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domingo, maio 26, 2013
sábado, maio 25, 2013
PJ tem funcionários completamente desanimados e descrentes no futuro
Diario digital
O presidente da ASFIC considera que a Polícia Judiciária "tem funcionários completamente desanimados e descrentes no futuro" daquele órgão de polícia criminal e "uma direção sem visão estratégica e sem uma intervenção mínima em defesa da PJ".
quarta-feira, março 20, 2013
PJ e polícias inglesa e espanhola apreendem duas toneladas de droga que iria servir a Europa
Uma operação da Polícia Judiciária (PJ) na região do Porto resultou na apreensão de duas toneladas de cocaína, droga que tinha como origem a América do Sul e como destino a Europa. Três pessoas foram detidas, em resultado de uma parceria com as autoridades britânica e espanhola.
PJ da Guarda desmantela rede que furtava cartões de débito na Covilhã e Castelo Branco
Expresso
Covilhã, 20 mar (Lusa) - A Polícia Judiciária anunciou hoje o desmantelamento de uma alegada rede criminosa que furtava cartões de débito a clientes de casas de diversão noturna na Covilhã e Castelo Branco e os usava em compras ilícitas de milhares de euros.
Seis pessoas foram detidas, com idades entre 19 e 54 anos: dois homens ficaram em prisão preventiva, duas mulheres e um outro homem estão em prisão domiciliária (com vigilância eletrónica) e há ainda uma pessoa sujeita a apresentações periódicas às autoridades.
Sobre o grupo recaem ainda indícios da prática de crimes de lenocínio, associação criminosa, tráfico de estupefacientes e posse de ama ilegal, explicou fonte policial à agência Lusa.
terça-feira, março 19, 2013
Suspeito de furto de chifres de rinoceronte foi detido pela PJ
Público
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou, nesta segunda-feira, a detenção de um homem suspeito de ter participado no furto de dois chifres do Museu de Ciência da Universidade de Coimbra, em Abril de 2011.
O suspeito, de 44 anos, é de nacionalidade irlandesa e foi detido, a 15 de Fevereiro, na Alemanha, no “âmbito da investigação ao furto de dois chifres de rinoceronte, de elevado valor”, diz um comunicado da PJ. Após a sua identificação pela Directoria do Centro da PJ, procedeu-se à detenção e extradição do homem irlandês para Portugal, a 3 de Março.
"Tendo sido emitido um mandado de detenção europeu, pela autoridade judiciária competente, contra esse suspeito, este viria a ser localizado e ...
sábado, março 16, 2013
PJ investiga morte de homem nas escadas de uma casa em Montalegre
Público


A Polícia Judiciária de Vila Real está a investigar o caso de um homem de 45 anos que foi encontrado morto, na madrugada desta sexta-feira, nas escadas de uma residência de Montalegre.
Fonte policial disse à Lusa que a morte do homem terá sido causada por uma queda nas escadas exteriores da residência de um seu conhecido, de 38 anos, no centro da vila de Montalegre. Porém, a polícia não sabe se a queda foi acidental ou provocada. Por esse motivo, a Polícia Judiciária está a investigar o caso.
Cinfães Judiciária deteve homem que terá matado o pai
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou esta sexta-feira a detenção de um homem, de 33 anos, que alegadamente terá assassinado o seu pai com uma roda de ferro, no concelho de Cinfães.
terça-feira, março 12, 2013
PJ captura casal que incendiou cinco automóveis
DN
A Polícia Judiciária (PJ), através do Departamento de Investigação Criminal de Setúbal, identificou e deteve um homem e uma mulher, pela presumível autoria material de crimes de incêndio em cinco veículos automóveis, ocorridos entre finais de março de 2011 e junho de 2012, na margem sul do Tejo.
A Polícia Judiciária (PJ), através do Departamento de Investigação Criminal de Setúbal, identificou e deteve um homem e uma mulher, pela presumível autoria material de crimes de incêndio em cinco veículos automóveis, ocorridos entre finais de março de 2011 e junho de 2012, na margem sul do Tejo.
Europol ajudou Polícia Judiciária na descoberta de 1.901 notas falsas de 200 euros
RTP
As 1.901 notas de 200 euros falsas apreendidas no Grande Porto são de "excecional qualidade" e só foi possível descobri-las após uma investigação internacional que juntou Judiciária e Europol, disse hoje a coordenadora de Investigação Criminal da PJ/Porto.
"Esta falsificação é muito boa, tem uma ótima qualidade, não só pelo papel, mas também por ter na sua execução um conjunto de elementos de segurança que fazem com que a nota pudesse passar mesmo naquelas máquinas de infravermelhos", explicou a coordenadora de Investigação Criminal Damiana Neves, acrescentando que a marca de água é o elemento com pior qualidade.
As notas falsas de 200 euros, cuja contrafação foi feita no estrangeiro, foram apreendidas na posse de um indivíduo de 46 anos, que circulava com o valor total de 380.200 euros, explicou Damiana Neves, numa conferência de imprensa realizada hoje à tarde, referindo que a investigação se prolongou por cerca de um mês.
Já depois da conferência de imprensa, fonte ligada à investigação adiantou à Lusa que o homem alegadamente envolvido nesta falsificação foi colocado, por um juiz de instrução, em prisão preventiva.
De acordo com os elementos da Europol (serviço europeu de polícia) que foram dados à PJ, as notas apreendidas nesta operação já circulam desde 2002, praticamente desde que o Euro se iniciou, referiu Damiana Neves, explicando que toda a falsificação que perdura "vai sendo melhorada".
"Esta é uma variante de uma nota já feita em 2002 e, segundo os especialistas (...) da Europol, é extremamente boa e muito melhorada", acrescentou.
As 1.901 notas contrafeitas foram assinaladas em maiores quantidades sobretudo em Espanha, Itália, Alemanha, Bulgária e em Portugal.
Estavam na posse de um único homem e seriam para entregar a "terceiros" que, "objetivamente, as iriam colocar em circulação no sistema fiduciário português", informou ainda Damiana Neves.
Num comunicado oficial emitido antes desta conferência de imprensa, a PJ considerou que esta foi a "maior apreensão de euros efetuada a nível mundial", informação que fonte da corporação manteve, mas com uma `nuance`: foi a "maior apreensão a nível mundial" envolvendo falsificação de notas com nível qualitativo elevado.
Esta foi a segunda apreensão de moeda falsa feita este mês, no Porto, pela Polícia Judiciária, a seguir ao desmantelamento de um grupo de cinco pessoas, de nacionalidade portuguesa, responsável pela contrafação e passagem de notas de 50 euros e 20 euros, a quem também foram apreendidos 30 mil euros de moeda falsa e todo o equipamento e material relacionado com esta atividade criminosa.
sábado, fevereiro 16, 2013
PJ, PSP, GNR, SEF e Polícia Marítima vão ter sistema de dados de investigação criminal conjunto
SIC Notícias
O primeiro sistema que junta os dados de investigação criminal das cinco polícias portuguesas está pronto a entrar em funcionamento. A plataforma, projetada há 12 anos, estará ao serviço de PJ, PSP, GNR, SEF e Polícia Marítima e permite a troca de informações de forma rápida e mais segura. O sistema tem como principal objectivo melhorar os resultados das investigações e tem mecanismos de auditoria e de preservação do segredo de justiça. O secretário-geral do Sistema de Segurança Interna, Antero Luís, afirma que se está a viver um "momento histórico".
Juízes também vão ter acesso a dados da polícia
Os juízes de instrução criminal também vão ter acesso à plataforma que liga as bases de dados de cinco polícias. Novo sistema estará operacional em Março e disponível para forças de segurança e MP.
Foi apresentada na semana passada pelo primeiro-ministro e daqui a um mês vai estar ao serviço de polícias e magistrados do Ministério Público (MP). Mas não só: também os juízes de instrução criminal vão poder fazer pesquisas na plataforma de intercâmbio de informação criminal (PIIC), um motor de busca que vai ligar as bases de dados da Polícia Judiciária, da PSP, da GNR, do SEF e da Polícia Marítima.«Um juiz de instrução pode, no âmbito de um processo de que é titular, ter de fazer uma pesquisa sobre um indivíduo, um local ou um objecto, para complementar a informação que recebeu da polícia ou para auxílio na sua tomada de decisão» – explicou ao SOL fonte oficial do Sistema de Segurança Interna (SSI), adiantando que nos próximos dias o secretário-geral, Antero Luís – responsável pela PIIC e respectiva construção – irá reunir com o presidente do Conselho Superior da Magistratura para definir que juízes poderão ter acesso e em que termos.
Rui Cardoso, presidente do Sindicato dos Magistrados do MP, tem reservas sobre esta possibilidade: «Na fase de inquérito, o juiz de instrução deve estar numa posição passiva e garantir apenas que não há atropelo aos direitos dos arguidos. Mesmo para aplicar uma medida de coacção, deve apoiar-se apenas na prova que a Polícia ou o MP recolhem», sublinha o magistrado, admitindo que este acesso só será legítimo na fase de instrução: «Admito que, para pronunciar ou não um arguido, o juiz possa fazer alguma investigação».
‘Economia de tempoe recursos’
Para já, apenas polícias e procuradores vão aceder à plataforma – que custou 2,5 milhões de euros, financiados em 80% pela Comissão Europeia – que ainda está em fase de testes. Numa primeira fase, só 300 analistas daquelas cinco Polícias vão aceder ao sistema, que será progressivamente aberto, até um máximo de três mil utilizadores em simultâneo. O gabinete de Antero Luís já está a preparar a formação de polícias e magistrados do MP (cerca de 500 ligados à investigação criminal).
A partilha de informação vai ser feita em tempo real. «Imagine que um agente da PSP investiga um assalto num ATM, cujo autor fugiu do local, deixando para trás apenas uma arma: ele pode pesquisar na plataforma introduzindo o número de série dessa arma, e o sistema percorre as cinco bases de dados e verifica que a arma está registada no sistema da PJ, associada a determinada pessoa. A partir deste momento, o agente da PSP, que não tinha mais pistas, passou a ter um suspeito» – exemplifica fonte oficial do SSI, sublinhando «a economia de tempo e recursos» que o sistema permite.
As informações em segredo de justiça só poderão ser fornecidas com autorização judiciária. Por exemplo: para aceder a dados de um processo da PJ que foram obtidos através de escutas telefónicas, a PSP terá de fazer um pedido fundamentado, que a Judiciária submete ao juiz. Diz a lei que este circuito deve demorar oito horas, no máximo.
Todos os acessos e pedidos feitos através da plataforma deixarão um rasto e serão auditados pela Comissão Nacional de Protecção de Dados e pelo Conselho de Fiscalização da Plataforma.
Rui Cardoso, presidente do Sindicato dos Magistrados do MP, tem reservas sobre esta possibilidade: «Na fase de inquérito, o juiz de instrução deve estar numa posição passiva e garantir apenas que não há atropelo aos direitos dos arguidos. Mesmo para aplicar uma medida de coacção, deve apoiar-se apenas na prova que a Polícia ou o MP recolhem», sublinha o magistrado, admitindo que este acesso só será legítimo na fase de instrução: «Admito que, para pronunciar ou não um arguido, o juiz possa fazer alguma investigação».
‘Economia de tempoe recursos’
Para já, apenas polícias e procuradores vão aceder à plataforma – que custou 2,5 milhões de euros, financiados em 80% pela Comissão Europeia – que ainda está em fase de testes. Numa primeira fase, só 300 analistas daquelas cinco Polícias vão aceder ao sistema, que será progressivamente aberto, até um máximo de três mil utilizadores em simultâneo. O gabinete de Antero Luís já está a preparar a formação de polícias e magistrados do MP (cerca de 500 ligados à investigação criminal).
A partilha de informação vai ser feita em tempo real. «Imagine que um agente da PSP investiga um assalto num ATM, cujo autor fugiu do local, deixando para trás apenas uma arma: ele pode pesquisar na plataforma introduzindo o número de série dessa arma, e o sistema percorre as cinco bases de dados e verifica que a arma está registada no sistema da PJ, associada a determinada pessoa. A partir deste momento, o agente da PSP, que não tinha mais pistas, passou a ter um suspeito» – exemplifica fonte oficial do SSI, sublinhando «a economia de tempo e recursos» que o sistema permite.
As informações em segredo de justiça só poderão ser fornecidas com autorização judiciária. Por exemplo: para aceder a dados de um processo da PJ que foram obtidos através de escutas telefónicas, a PSP terá de fazer um pedido fundamentado, que a Judiciária submete ao juiz. Diz a lei que este circuito deve demorar oito horas, no máximo.
Todos os acessos e pedidos feitos através da plataforma deixarão um rasto e serão auditados pela Comissão Nacional de Protecção de Dados e pelo Conselho de Fiscalização da Plataforma.
PJ investigou 1300 casos de fraude bancária via Net
DN
Sete pessoas foram detidas por se terem apropriado de 150 mil euros. PJ revela que em 2012 mais de 1,4 milhões foram desviados. Este é um dos temas do DN de hoje.
Passos diz que vai confrontar troika com agravamento da crise - Págs. 2-3
Mudança de discurso no Governo. Primeiro-ministro admite pela primeira a possibilidade de uma "espiral recessiva". E diz que quebra nas exportações poderão fazer o Executivo a renegociar previsões com a troika.
Potência do meteoro superior à de Hiroxima - Págs. 4-5
Meteoro explodiu sobre a região de Cheliabinsk, a sudeste de Moscovo, feriu mais de mil pessoas e deixou rasto de destruição, no mesmo dia em que um asteroide passou a rasar a Terra. Astrónomos dizem que não houve relação entre as duas coisas .
terça-feira, janeiro 15, 2013
PJ e Guardia Civil dão golpe no tráfico de cocaína
TVI24
Nove detenções e 17,5 quilos de cocaína apreendidos em operação
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou hoje a apreensão de 17,5 quilogramas de cocaína numa operação de combate ao tráfico internacional de estupefacientes, realizada em conjunto com as autoridades espanholas e que terminou ainda com nove detenções.
Funcionária da PJ em rede de assaltos
DN
Os assaltos a residências na zona de chaves alarmaram a PSP há semanas. A investigação cerrou fileiras em torno de um grupo - dois homens e uma mulher - observando e fotografado inúmeras vezes a entrar e a sair de urbanizações, parecendo estudar os alvos.
Os assaltos a residências na zona de chaves alarmaram a PSP há semanas. A investigação cerrou fileiras em torno de um grupo - dois homens e uma mulher - observando e fotografado inúmeras vezes a entrar e a sair de urbanizações, parecendo estudar os alvos.
Quando se apercebeu de que o grupo se preparava para abandonar a cidade, a PSP avançou - deparando-se com uma técnica administrativa da Polícia Judiciária, que agia acompanhada por um georgiano e um polaco, referenciados internacionalmente por assaltos a casas.
Esta operação policial costa de um relatório do Comando Operacional da GNR, a que o "Correio da Manhã" teve acesso e que se debruça sobre a evolução do "fenómeno criminal itinerante" em Portugal durante o ano passado.
terça-feira, dezembro 25, 2012
Mãe homicida sem arrependimento
Brasileira foi apanhada em Castanheira do Ribatejo e é hoje presente a tribunal.
Keli deambulava pelas ruas em Castanheira do Ribatejo. Descalça, suja e sem qualquer agasalho, a mulher que matou os dois filhos bebés pediu a um morador que lhe desse boleia. Disse apenas que precisava que a levasse à GNR. O homem - que imediatamente a reconheceu - aceitou transportá-la. Keli esteve sempre em silêncio, postura que manteve no posto daquela força de segurança, enquanto aguardava a chegada da PJ. Não chorou, nunca mostrou qualquer arrependimento, dava apenas mostras de cansaço e sinais de fome.
Pouco passava das 15h00 quando Keli foi levada para as instalações da Directoria de Lisboa da Polícia Judiciária. Hoje, vai a Vila Franca de Xira, por ser ali que funciona o tribunal de turno, e será ouvida por um juiz de instrução criminal. Deverá ficar em prisão preventiva até que sejam realizados exames médicos que possam determinar se é ou não imputável. E se teve consciência dos seus actos quando incendiou o sofá do quarto onde trancou as crianças.
"Quando o homem entrou na rua onde fica a GNR local, um militar pôs--se à frente e mandou parar o carro", relatou ao CM Maria José David, funcionária de um café a 50 metros do posto, contando que Keli foi interceptada no percurso por um militar que a reconheceu e alertou os colegas.
"Mal a vi. Levaram-na logo para dentro. Nem houve aparato quase nenhum", acrescenta Maria José David, que confirma ter visto Keli descalça e suja.
Imediatamente detida - por haver mandados de detenção contra si -, a mulher já não foi interrogada. Mas a sua aparente calma desconcertou os elementos da GNR, que, ao CM, também realçaram não haver sinais de emoção. "Não parecia arrependida", disse um militar.
Na Polícia Judiciária, Keli também nada explicou. Disse apenas que tinha dormido num casebre abandonado, após ter confessado o crime ao marido e à sogra. A casa onde se refugiou dista pouco mais de dois quilómetros do local onde foi vista pela última vez - após dizer ao marido que matou os filhos - e tudo indica que terá chegado a pé até ao casebre. O marido - que ainda pensou que podia salvar as crianças e correu para Alenquer - deixou-a fugir.
86 tribunais vão ter obras em 2013
Ao longo do próximo ano 86 tribunais vão receber obras de requalificação devido ao mau estado de conservação das instalações. Destes, 48 representam pequenas intervenções e deverão terminar no primeiro semestre de 2013.
As restantes 38 são consideradas médias e grandes obras. O objectivo é que apenas em dez tribunais os trabalhos se prolonguem para 2014, uma vez que se trata de remodelações profundas. O investimento vai rondar os 29 milhões de euros.
"São obras já identificadas, devido ao estado de degradação dos tribunais. Temos orçamento, apesar das dificuldades", afirmou ontem a ministra Paula Teixeira da Cruz, durante a sessão de encerramento das 'Jornadas para a transparência na Justiça', no Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa.
A ministra sublinhou a importância das obras para contrariar a política de "desperdício de dinheiros na construção de tribunais em locais onde não se justificam", dando o exemplo do tribunal de Vila Nova de Famalicão, um tribunal moderno "que não espelha as dificuldades do País".
Paula Teixeira da Cruz comentou também as negociações com os autarcas sobre o número de tribunais a fechar, revelando "que não existe ainda um número fixo de tribunais a encerrar". "No final do processo vamos ter uma gestão muito mais flexível, pois vai permitir instalar tribunais quando houver maior procura e desinstalar quando não se justificar", afirmou a ministra.
O combate ao enriquecimento ilícito também foi abordado por Paula Teixeira da Cruz, que vai procurar "catequizar" Mouraz Lopes, presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, um dos críticos à lei que o Tribunal Constitucional considerou inconstitucional. Em resposta à ministra, Mouraz Lopes respondeu que "será difícil ser catequizado", considerando existirem "outros meios para resolver, como a nível fiscal".
Escutas abrem polémica com Cândida Almeida
"Há muitas entidades administrativas com funções de órgão criminal. Isso pode criar disfuncionalidades. Há demasiados órgãos a poderem fazer escutas", afirmou a ministra Paula Teixeira da Cruz, comentando as declarações da Procuradora-Geral adjunta. Cândida Almeida afirmara que "a lei prevê escutas telefónicas num catálogo de crimes, embora não seja só a PJ a fazer essa investigação". A ministra pondera alterar a lei para reduzir o número de órgãos com esse poder.
quinta-feira, dezembro 06, 2012
PJ detém líder de grupo de assaltantes
A Polícia Judiciária (PJ) do Centro, em articulação com a Unidade Nacional Contra-Terrorismo, desencadeou uma operação na Margem Sul do Tejo que levou “à detenção de um homem, de nacionalidade estrangeira, presumível líder de um grupo organizado que levou a cabo diversos assaltos a ourivesarias, perfumarias e outros estabelecimentos instalados em centros comerciais, situados em vários pontos do País”.
Inspectora da PJ detida por suspeita de homicídio da avó do marido
Foi hoje detida uma mulher de 36 anos, suspeita de ter assassinado uma idosa de 80 na passada quarta-feira, em Coimbra. Segundo avança a SIC, a homicida terá sido uma inspectora da PJ que matou a avó do marido com 14 tiros.O crime teve lugar numa residência da rua António José de Almeida, zona de Celas, disse, na ocasião, fonte da PSP. Segundo a mesma fonte, a vítima "tinha acabado de morrer" quando elementos da PSP chegaram ao local, onde já estava também uma equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), tendo a investigação passado para a alçada da PJ.
A Judiciária já divulgou entretanto um comunicado no qual revela que a investigação que culminou agora na detenção da suspeita foi realizada em coordenação pelas directorias do Centro e Norte daquela força policial e que a detida vai ser presente a tribunal para aplicação de eventuais medidas de coacção.
A Judiciária já divulgou entretanto um comunicado no qual revela que a investigação que culminou agora na detenção da suspeita foi realizada em coordenação pelas directorias do Centro e Norte daquela força policial e que a detida vai ser presente a tribunal para aplicação de eventuais medidas de coacção.
SOL com Lusa
terça-feira, novembro 13, 2012
Indiciados pela PJ 10 suspeitos de clonar cartões de crédito
DN
A Policia Judiciária enviou para o Ministério Público a conclusão de uma investigação em que estão envolvidas 10 pessoas suspeitas de crimes praticados no Algarve, entre os quais clonagem de cartões de crédito e branqueamento de capitais.
Em comunicado, a Polícia Judiaicária (PJ) refere que os oito homens e duas mulheres foram indiciados no âmbito de uma investigação, a qual foi enviada para o Ministério Público (MP) com proposta de acusação de todos os suspeitos.
Os arguidos, dos quais dois homens e uma mulher que se encontram em prisão preventiva desde abril passado, são suspeitos dos crimes de associação criminosa, clonagem de cartões de crédito, branqueamento de capitais, falsificação de documento, burla qualificada, tráfico de estupefacientes e posse de arma proibida.
De acordo com a PJ, em abril de 2011, no Algarve, alguns dos arguidos terão, alegadamente, clonado cartões de crédito com dados obtidos através da internet, tendo realizado cerca de 100 supostas transações comerciais, no valor aproximado de 240.000 euros, o qual creditaram na conta bancária de uma empresa constituída por eles através de um terminal Multibanco.
"Depois, com recurso a cheques bancários, os restantes arguidos dissimularam a origem do dinheiro que reintegraram nos respetivos patrimónios", lê-se no comunicado.
Acrescenta que em outubro de 2001 parte dos arguidos terá alugado cinco automóveis a uma empresa, tendo, alegadamente, falsificado as matrículas e documentos, "vendendo uma por 8.500 euros e colocado as outras no mercado pelo preço de 2.000,00 cada".
A Policia Judiciária enviou para o Ministério Público a conclusão de uma investigação em que estão envolvidas 10 pessoas suspeitas de crimes praticados no Algarve, entre os quais clonagem de cartões de crédito e branqueamento de capitais.
«Diretor da PJ manda averiguar apoios a Vieira» - Diário de Notícias
A Bola

O diretor nacional da Polícia Judiciária, Almeida Rodrigues, pediu ao responsável pela Unidade Disciplinar da PJ um parecer sobre o apoio dado por 12 inspetores da polícia à candidatura de Luís Filipe Vieira à presidência do Benfica.
O caso foi comunicado ao diretor nacional pelo juiz Rui Rangel, opositor de Vieira nas eleições. Rangel fez chegar a Almeida Rodrigues uma lista com os nomes dos inspetores e o diretor, por o assunto não ser à partida de óbvia decisão, pediu parecer a André Vaz, diretor da Unidade de Ispeção e Disciplina da PJ.
Fonte da Direção Nacional confirmou que o assunto está a ser analisado. Do lado da candidatura de Rui Rangel, o apoio dado pelos inspetores da Judiciária suscitou dúvidas. «Algum deles teve ou tem nas mãos investigação que possa envolver Vieira?», questionou uma fonte ouvida pelo DN.
Entre os 12 estava pelo menos um que chegou a integrar a equipa especial para a investigação do processo «Apito Dourado».
O diretor nacional da Polícia Judiciária, Almeida Rodrigues, pediu ao responsável pela Unidade Disciplinar da PJ um parecer sobre o apoio dado por 12 inspetores da polícia à candidatura de Luís Filipe Vieira à presidência do Benfica.
O caso foi comunicado ao diretor nacional pelo juiz Rui Rangel, opositor de Vieira nas eleições. Rangel fez chegar a Almeida Rodrigues uma lista com os nomes dos inspetores e o diretor, por o assunto não ser à partida de óbvia decisão, pediu parecer a André Vaz, diretor da Unidade de Ispeção e Disciplina da PJ.
Fonte da Direção Nacional confirmou que o assunto está a ser analisado. Do lado da candidatura de Rui Rangel, o apoio dado pelos inspetores da Judiciária suscitou dúvidas. «Algum deles teve ou tem nas mãos investigação que possa envolver Vieira?», questionou uma fonte ouvida pelo DN.
Entre os 12 estava pelo menos um que chegou a integrar a equipa especial para a investigação do processo «Apito Dourado».
quarta-feira, novembro 07, 2012
Máfia corrompe militares da GNR
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