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terça-feira, março 12, 2013

GNR pede alterações nos tempos de serviço

GNRTVI24


Ministro da Administração Interna e o Comandante-geral da GNR receberam nova proposta

A Associação nacional de Guardas (ANAG-GNR) apresentou, esta terça-feira, uma proposta para regularizar os tempos mínimos de serviço e de folga dos agentes. 

Atualmente, os militares dispõe do sistema de f
olga ao oitavo dia, depois de sete dias de trabalho, segundo a regulamentação feira em 2010. A associação quer que os profissionais consigam ter a sua folga semanal depois de cinco dias consecutivos de trabalho.

De acordo com a agência Lusa, a proposta da ANAG foi entregue a Miguel Macedo, ministro da Administração Interna e ao general Newton Parreira, comandante-geral da GNR. 

Para a associação, esta proposta vai ajudar a «conciliar as necessidades de serviço com o bem-estar profissional e familiar dos militares». Com o novo sistema, os militares poderão gozar um fim-de-semana, de cinco em cinco semanas. 

A ANAG propõe ainda que os militares tenham direto a gozar, no mínimo, 48 horas de folga, depois de cumprirem 24 horas seguidas de serviço. A associação quer, também, que as alterações à escala de serviço sejam afixadas com a antecedência mínima de 48 horas e deverão ser «só admissíveis por motivos excecionais e imperiosos de serviço».

Na nota, a ANAG afirma que a proposta tem «um caráter provisório», até haver um horário de referência regulamentado, conforme está previsto no estatuto militar da Guarda. 

sábado, fevereiro 16, 2013

Novos horários abrem guerra no comando

CM

Os agentes da PSP de Santarém estão revoltados com a entrada em vigor dos novos horários naquele comando já a partir de amanhã. É que este novo modelo descarta a possibilidade de se folgar dois dias seguidos, impedindo assim os agentes da polícia de continuarem a aproveitar um fim de semana seguido.
António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia, confirmou ao CM que tem recebido várias queixas. "Realmente, os polícias não estão minimamente satisfeitos. É que os agentes na sua grande maioria habitam fora das grandes cidades e, como tal, aproveitam precisamente esses dois dias para estar com as famílias. Com este horário, não há essa possibilidade", disse.

O MIRANTE
PSP de Santarém altera horários para cumprimento de 36 horas semanais 
O Comando Distrital da PSP de Santarém está a aplicar horários de oito horas para os efectivos com funções de supervisão e a fazer ajustamentos nos turnos diários para sejam cumpridas as 36 horas semanais.

“Estão desde o início da semana a ser implementados turnos de oito horas para quem tem funções de supervisão ou coordenação em todas as esquadras do comando distrital,”, disse esta quarta-feira, 13 de Fevereiro, à Lusa Jorge Soares, responsável pelas relações públicas no Comando Distrital da PSP de Santarém.

Os turnos de oito horas para os supervisores “eram uma aspiração dos próprios agentes” a que o comando deu agora resposta no âmbito de um reajustamento de horários.

Os ajustes incidem “sobretudo nos horários de entrada e saída” dos agentes que cumprem turnos de seis horas. Devido à rotação de equipas, “ficavam por cumprir cerca de 15 minutos por dia, o que fazia com que esses agentes tivessem que, algumas vezes por mês, fazer mais duas ou três horas para compensar”.

O desfasamento foi resolvido com o alargamento da maioria dos turnos por mais 15 minutos, alteração que na esquadra de Santarém está a ser introduzida esta semana, “incidindo sobre os agentes que gozaram as folgas há menos tempos, e “faseadamente chegará a todos”.

Nas restantes seis esquadras (Ourém, Abrantes, Tomar, Fátima, Torres Novas, Entroncamento e Cartaxo) o ajustamento está a ser feito “de acordo com as datas que forem mais adequadas em termos de serviço”, afirmou o comissário.

Num comunicado enviado à imprensa, o Comando Distrital da PSP de Santarém negou que os ajustamentos de horários tenham causado “revolta” junto dos agentes, segundo notícias da imprensa na semana passada.

Citando António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia, o Correio da Manhã afirmava que a aplicação dos novos horários teria aberto “guerra” entre os comando e agentes, estes últimos insatisfeitos pelo facto de o novo modelo alegadamente inviabilizar folgas de dois dias seguidos.

A comandante distrital da PSP, a superintendente Paula Peneda, negou em comunicado que tenha sido recebido algum pedido de horário diferente do implementado e reafirmou que o comando se limitou a “efectuar os ajustamentos necessários para que [os horários] coincidam com as matrizes do despacho, adequando-se ao horário de referência”, ou seja, as 36 horas semanais.

De acordo com a comandante, “o processo dos horários, tal como outros, não está encerrado e a todo o momento poderá ser reavaliado e eventualmente melhorado”.

Porém, “até à data não houve qualquer reclamação sobre os horários, que até dão mais estabilidade aos agentes que assim deixam de ter que fazer as horas de compensação”, concluiu Jorge Soares.
 
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quarta-feira, janeiro 09, 2013

? "Tribunal suspende novos horários da PSP" ?

PSP - Facebook

A PSP informa que não recebeu qualquer intimação oficial judicial que confirme o teor desta notícia! Assim, os novos horários da PSP mantêm-se nos moldes definidos no Despacho e que, recorde-se, tiveram a participação e anuência de todas as plataformas sindicais da PSP!

terça-feira, janeiro 08, 2013

Tribunal suspende novos horários da PSP

Público

Direcção Nacional da polícia queria agentes a trabalhar mais de 36 horas por semana. Sindicato avançou com providência cautelar.

A acção judicial foi interposta pelo Sindicato Nacional da Polícia DANIEL ROCHA


Contestados pelo Sindicato Nacional da Polícia (Sinapol), os novos horários da PSP, em vigor desde o passado dia 3 de Janeiro, foram suspensos pelo Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, até ser averiguada a sua legalidade.
A suspensão dos horários, considerados excessivos pelos representantes dos trabalhadores, tem origem numa providência cautelar interposta pelo Sinapol na passada semana.
Segundo a direcção do sindicato, ao estabelecerem mais do que as 36 horas de trabalho semanais previstas no estatuto da PSP, estes horários comprometem a saúde física e psíquica dos agentes da autoridade, além de violarem a lei.
A PSP terá agora de voltar a aplicar os horários de 2012, considera o Sinapol.
Contactado pelo PÚBLICO, um porta-voz da direcção nacional da polícia, Fábio Castro, escusou-se a prestar informações sobre o caso, alegando desconhecer a decisão judicial.

Sindicato diz que tribunal mandou suspender novos horários na PSP

TVI 24


Após ter admitido a providência cautelar interposta pelo SINAPOL

O Sindicato Nacional da Polícia disse hoje que o tribunal mandou suspender os horários de trabalho em vigor desde o início do mês na PSP, após ter admitido a providência cautelar interposta pelo SINAPOL.

Em comunicado, o SINAPOL adianta que o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa admitiu a providência cautelar interposta na semana passada para impedir a entrada em vigor dos novos horários de trabalho para o pessoal policial da PSP.

Segundo a interpretação do sindicato, a decisão judicial, datada de hoje, manda suspender «de imediato» os horários de trabalho na PSP, em vigor desde o dia 03 de janeiro.

Contactada pela agência Lusa, a direção nacional da PSP afirmou que ainda não recebeu qualquer notificação.

Para o SINAPOL, o novo horário de trabalho na PSP é ilegal, uma vez que os polícias vão trabalhar semanalmente mais do que as 36 horas previstas na lei, e foi aprovado sem ter sido submetido à discussão entre os representantes do sindicato e do Ministério da Administração Interna.

O SINAPOL estima que muitos polícias passem a trabalhar 48 horas por semana.
O Sindicato Nacional da Polícia defende que os novos horários na PSP sejam negociados, não ultrapassem as 36 horas semanais e que sejam publicados em Diário da República.

quinta-feira, julho 19, 2012

A guerra dos horários de serviço


Faixa publicitáriaO SPP-PSP reafirma a sua profunda indignação com a arrogância e a prepotência manifestada por alguns comandantes em todo o processo relacionado com as mudanças de horários na instituição. por Mário Andrade Secretário-Geral do SPP-PSP Em reunião mantida com a anterior Direcção Nacional, onde foi debatido o tema “Horários”, foi acordado e transcrito para acta que seriam analisados casuisticamente e ajustados pontualmente, mas sempre depois de ouvidos os sindicatos. De facto foi publicada o Despacho regulador dos horários na PSP onde mais uma vez consta a figura de bolsa de horas em débito, contrariando a lei geral, por esta apenas fazer referencia a Crédito de Horas. Perante esta ilegalidade, existem Comandantes de Comandos Metropolitanos e de Polícia que de forma prepotente impuseram alterações horárias e determinaram a aplicação de Bolsa de Horas,causando grandes alterações da vida pessoal dos elementos policiais. O SPP-PSP sempre defendeu e defende que para o efetivo policial desempenhar o serviço de forma correcta é necessário encontrar-se bem fisicamente, mental e psicologicamente, com as consecutivas alterações horárias assim não acontece. O trabalho por turnos, por si só...

domingo, agosto 21, 2011

Direcção nacional da PSP abdica da “bolsa de horas” na nova proposta de horários

Público

A PSP abdicou da “bolsa de horas” que gerou contestação em alguns comandos, segundo a nova proposta de alteração aos horários de trabalho na Polícia que hoje começou a ser discutida com os sindicatos.
O estatuto profissional, que entrou vigor em Janeiro do ano passado, estabelece que os polícias passem a trabalhar 36 horas por semana, ou seja, mais uma hora por dia.

Esta nova fórmula altera “a rotatividade dos horários”, principalmente nas esquadras, onde os polícias trabalham por turnos, explicou à agência Lusa o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Rodrigues, primeira estrutura sindical a ser recebida na direcção nacional da PSP.

Os principais sindicatos da Polícia alegam que os novos horários estão a obrigar os polícias a trabalhar mais horas por semana e, em alguns comandos, como no de Setúbal, em dias de folga. A PSP tentou criar a “bolsa de horas”, mas devido “à resistência” dos agentes, principalmente nos comandos de Braga e Faro, tal não aconteceu.

A contestação dos polícias nestes comandos passou pela apresentação de baixas ou atestados médicos.

O Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL) chegou a apresentar uma queixa no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

A proposta da direcção nacional da PSP que hoje começou a ser discutida com os sindicatos pretende “rever alguns procedimentos”, um ano após a aprovação dos novos horários.

Segundo a proposta, a PSP pretende com as alterações uma “harmonização e racionalização compassadas dos regimes de trabalho a nível nacional”, conciliar e adequar as “necessidades operacionais da PSP ao bem-estar profissional, familiar, social e motivacional de todos os polícias”, além de adequar o regime de trabalho da Polícia à legislação em vigor.

A direcção nacional refere que “o número de horas de prestação de serviço efetivo é contabilizado e monitorizado a 26 semanas” (seis meses), correspondendo o horário de referência a 936 horas.

O presidente da ASPP defende um modelo de horário que responda às necessidades dos polícias e da própria PSP, além de estar de acordo com a lei.

A direcção nacional está a ouvir os sindicatos da PSP, podendo a proposta inicial sofrer alterações, após as negociações com as estruturas sindicais. 

segunda-feira, julho 25, 2011

Comando de Braga ainda tem 24 polícias de baixa

DN

Os agentes da PSP de Braga foram pioneiros no uso da baixa médica como forma de protesto, no final de Abril. Muitos ainda estão 'doentes' A revolta instalou-se nas esquadras bracarenses no final de Abril devido aos novos horários e ainda se mantém com ...

quinta-feira, julho 14, 2011

PSP: «Horários têm de ser cumpridos»

Diário IOL

Director nacional diz que vai «agilizar formas» para cumprir novas ordens

O director nacional da PSP disse hoje que não vai alterar o despacho dos novos horários dos polícias por ser uma «imposição legal», mas vai «agilizar formas» para o cumprir através da conciliação das necessidades operacionais com as pessoas, escreve a Lusa.
«Eu não tenho que alterar o despacho, tenho que agilizar formas de o cumprir, porque o despacho o que diz é que os polícias têm que cumprir 936 horas, isto é uma questão de ordem legal, não foi invenção do director nacional ou de qualquer comandante», disse aos jornalistas o superintendente chefe Guilherme Guedes da Silva, no final da cerimónia que assinalou os 144 anos da Polícia de Segurança Pública (PSP), em Lisboa.
O director nacional da PSP adiantou que os novos horários são «uma imposição legal» que tem que ser cumprida.
Como tal, Guedes da Silva afirmou que vão ser encontradas maneiras para os «agilizar de forma mais expedita», tendo em conta «as necessidades operacionais com as pessoas».
Os novos horários de trabalho têm estado na origem de vários protestos dos profissionais da polícia, nomeadamente em Braga e Faro, onde agentes que deveriam estar de serviço não compareceram ao trabalho, apresentando todos baixa ou atestado médicos.
Os sindicatos afirmam que desde o início do ano a direcção nacional tentou criar o novo sistema de horários em vários comandos, como Guarda, Castelo Branco e Aveiro, mas devido à «resistência» de alguns polícias tal ainda não foi possível.
Por outro lado, o director nacional da PSP congratulou-se com a promessa do Governo de reforço e renovação dos efectivos das forças de segurança, tendo em conta que vai garantir «um saldo positivo» às necessidades de aposentação na Polícia.
«Fico contente» com a proposta de abertura regular de concurso para novos agentes, disse o superintendente chefe Guilherme Guedes da Silva. «É uma pretensão antiga da PSP fazer recrutamentos menores, mas contínuos, garantindo sempre um saldo positivo relativamente às necessidades de pré-aposentação e aposentação».

Esta notícia no seu telemóvel

terça-feira, julho 05, 2011

"Polémica com os horários vai ter o seu fim", afirmou o director da PSP

i Informação


A Bola
 O diretor nacional da PSP rejeita a hipótese de alterar o despacho dos novos horários dos polícias, mas está confiante que "a polémica vai ter o seu fim". Guedes da Silva, que é o autor do despacho que levantou polémica em Faro e Braga (onde foi aplicado), explica que é uma “imposição legal” que tem cumprir. O superintendente chefe da PSP prometeu que vai “agilizar formas” para o cumprir. Em Braga e Faro, onde os novos horários deviam ser cumpridos, os agentes faltaram metendo baixa ou atestados médicos.

Já o novo ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, afirmou hoje que, "apesar das dificuldades financeiras, não vão diminuir as exigências de segurança que são pedidas à PSP". Esta garantia foi dada no seu primeiro discurso público como ministro, no decorrer das celebrações do 144.º aniversário da PSP. O ministro disse ainda "a escassez de recursos não vai diminuir, alienar ou alterar as missões da PSP", como o reforço de controlo de fronteiras, entre outras, tal como constam no programa do Governo.

Macedo garantiu ainda que "este ministro estará sempre ao lado da PSP", explicando que faz esta afirmação "não por corporativismo, mas sim por resposnsabilidade". Miguel Macedo fez questão de dizer ainda "esta não é a polícia deste ou daquele ministro, deste ou daquele governo, é a polícia do Estado português".

Minutos antes, o director nacional da PSP, Guedes da Silva, referiu o novo Estatuto de Pessoal da PSP, que tem levantado polémica junto dos sindicatos, dizendo que "a PSP tem-se adaptado a esta nova ferramenta legislativa, a qual ainda não está integralmente implementada por clara insuficência orçamental no que afecta ao posicionamento remuneratório de alguns dos seus profissionais, facto que tem sido objecto de pública discussão".

Nota para o facto de boa parte do discurso do director nacional da PSP ter sido dedicado às muheres, que há 40 aintegram os quadros da instituição. "Têm contribuido de forma significativa para uma imagem de modernidade e de inovação, dado o carácter e sensibilidade que caracterizam as mulheres".

Guedes da Silva elencou ainda os resultados das acções da PSP, e dos seus 22 mil elementos, obtidos em 2010:

26 mil operações policiais
25 mil detenções
6500 acções de fiscalização, apurando um valor de coimas superior aos 3,7 milhões de euros
200 mil processos-crime
3900 detenções em operações de investigação criminal
aprendidas 8800 armas de fogo e 16 toneladas de explosivos
600 manifestações e concentrações
27 mil eventos desportivos
63 milhões de quilómetros percorridos
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OS POLÍCIAS NÃO DEVEM NADA, ANTES PELO CONTRÁRIO!

SPP/PSP

segunda-feira, julho 04, 2011

COMUNICADO

SINAPOL


O SINAPOL teve acesso a informações que apontam para a recepção nas sedes de comando, de um documento da Direcção Nacional da PSP que manda suspender a realização de horas a mais pelos profissionais da PSP.   
 
Já em 25 de Maio de 2011 

sábado, junho 11, 2011

Faro: Policias da 1ª Esquadra da PSP regressaram ao trabalho

SIC Notícias‎

Faro, 06 jun (Lusa) -- Os elementos da 1ª Esquadra de Faro da PSP que recorreram no fim de semana à baixa médica como forma de protesto contra o novo regime de horários regressaram hoje ao trabalho, disse à Lusa o comandante Vítor Rodrigues.
Faro, 06 jun (Lusa) -- Os elementos da 1ª Esquadra de Faro da PSP que recorreram no fim de semana à baixa médica como forma de protesto contra o novo regime de horários regressaram hoje ao trabalho, disse à Lusa o comandante Vítor Rodrigues.
"Hoje ninguém meteu baixa. Os elementos policiais já se apresentaram ao serviço", declarou o comandante.
Alguns elementos já regressaram da baixa médica às 02:00 de hoje, estando prevista para breve uma reunião com o comandante Vítor Rodrigues.
A maioria dos policias desta esquadra de Faro recorreram no fim de semana passado à baixa médica, férias e assistência à família para protestar contra o novo regime de horários, mas o comandante Vítor Rodrigues disse que o serviço esteve assegurado.
"Os horários que nos são propostos não permitem conciliar a vida profissional com a familiar. Estão a obrigar-nos a trabalhar oito dias seguidos e a descansar dois e só temos um fim de semana de quatro em quatro meses", disse à Lusa um dos agentes da esquadra de Faro que pediu o anonimato.
O protesto de agentes da PSP de Faro foi marcado após uma convocatória afixada num 'placard' da esquadra de Faro com o título "reunião de chá".
Dessa reunião foi decidido avançar para um protesto recorrendo a baixas médicas, à semelhança do que fizeram recentemente agentes da PSP de Braga.
CCM.
Lusa/FIM

domingo, junho 05, 2011

Polícias metem baixa para protestar contra horários

Jornal do Algarve

A esquadra de Faro conta com 37 agentes da PSP, sendo que a maioria meteu baixa, assistência à família ou dias de férias como forma de protesto contra os horários propostos pela Direção Nacional da PSP. Ainda assim, os responsáveis pelo Comando de Faro ...

Elementos da PSP metem baixa em protesto contra horários Jornal de Notícias

Elementos policiais da esquadra da PSP em Faro recorreram à baixa médica, férias e assistência à família para protestar contra o novo regime de horários, mas o comandante Vítor Rodrigues garante que o serviço está assegurado. Dos 37 elementos policiais ...

Polícias metem baixa para protestar contra horários Jornal do Algarve

Recorrer à baixa médica ou ir de férias foi a forma encontrada pelos polícias da esquadra de Faro para protestarem este sábado contra o novo regime de horários. A esquadra de Faro conta com 37 agentes da PSP, sendo que a maioria meteu baixa, ...

Algarve: Elementos da PSP metem baixa em protesto contra horários

Expresso


Faro, 04 jun (Lusa) -- Elementos policiais da esquadra da PSP em Faro recorreram à baixa médica, férias e assistência à família para protestar contra o novo regime de horários, mas o comandante Vítor Rodrigues garante que o serviço está assegurado.
Dos 37 elementos policiais da 1.ª Esquadra Sede da PSP de Faro, "a maioria meteu baixa, assistência à família ou dias de férias como forma de protesto contra os horários propostos pela Direção Nacional da PSP", disse hoje o presidente do Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP), António Ramos, à Agência Lusa.
Entrevistado telefonicamente, o intendente Vítor Rodrigues, responsável pelo Comando de Faro, garantiu que "o serviço está assegurado por elementos da esquadra" e que "não há elementos de outras esquadras a tapar buracos".

Polícias à parte

CM

A DN/PSP lembrou-se de alterar os horários de trabalho. Não podemos esquecer que esta é uma matéria sensível e que interfere, directa e indirectamente, com a vida privada de cada profissional. Sabe-se que a missão da polícia é exigente, de risco e de desgaste rápido.
Apesar disto, os polícias não querem trabalhar menos do que aquilo a que estão obrigados, mas também não podem admitir trabalhar mais do que qualquer outro funcionário público. Sabemos que a legislação recente prevê que um polícia trabalhe uma hora semanal a mais do que qualquer outro funcionário público. No entanto, apesar de considerarmos injusto e de não percebermos o motivo de o MAI, com a concordância da DN/PSP, ter criado esta discriminação, causa-nos ainda mais estranheza que as duas entidades não tenham em conta que os polícias são os únicos cidadãos que trabalham aos feriados sem qualquer compensação, nem monetária nem em tempo. É nesse sentido que a ASPP/PSP espera que a petição que pretende instituir a compensação por trabalho em dia feriado, admitida já pela AR, seja agendada com a maior brevidade. Até lá a ASPP/PSP defenderá qualquer proposta de horário que surja por iniciativa dos profissionais de cada local de trabalho.

segunda-feira, maio 16, 2011

Esquadra da PSP de Braga meteu baixa para protestar contra sobrecarga horária

Esta foi a segunda vez que os polícias de uma só esquadra meteram baixa médica em simultâneoPúblico


O efectivo policial da 2ª esquadra da PSP de Braga não se apresentou ontem ao serviço. Todos os polícias ali destacados meteram baixa, por um período que ...

sábado, abril 23, 2011

Polícias ameaçam fazer greve ao jogo com Benfica

A Bola

Agentes da PSP de Braga queixam-se de excesso de trabalho. Barricada nas esquadras prevista para o dia do segundo duelo europeu com as águias. Clube surpreendido.

Bronca nas esquadras da PSP de Braga e com possíveis reflexos na operação de segurança do jogo com o Benfica (5 de Maio), relativo à segunda-mão das meias-finais da Liga Europa.

Descontentes com os horários instituídos pelo comando local, alegadamente sem consultar os sindicatos, e com queixas por excesso de trabalho, os polícias bracarenses invocam «mal-estar físico e psicológico» e ameaçam «fazer greve» ao segundo duelo europeu entre arsenalistas e águias.

Alguns agentes contactados por A BOLA, que solicitaram anonimato por «receio de represálias», confirmaram a veracidade da mensagem que circula nos vários postos de polícia da cidade dos arcebispos a solicitar o apoio massivo à ideia de se «barricarem o dia todo nas respectivas esquadras».

Polícias ameaçam invadir esquadras em protesto

DN


Polícias ameaçam invadir esquadras em protesto
São 250 agentes de Braga e Famalicão que se queixam de excesso de horas de trabalho: 42 por semana. Já há 16 polícias de baixa.
O aviso é feito em nome de cerca de 250 agentes de Braga e Famalicão numa altura em que já há 16 polícias de baixa: Ou o Comando acaba com o banco de horas, que estará a obrigar os efectivos da investigação criminal e de trânsito a trabalharem 42 horas por semana (em lugar das 36), ou os agentes barricam-se nas esquadras até que a situação seja resolvida. O sindicato garante que a acção de protesto é legal e já avisou a Direcção Nacional da PSP das intenções dos profissionais.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Mais denúncias de Escalas Desumanas no 31 BPM - Conselheiro Lafaiete - 65 Cia PM

Bog da Renata
 
" Solicito ajuda para os militares do 31º/65ª
,pois nossas escalas são um inferno,não temos lazer, não temos folga, estamos perdendo até nossas famílias. Ele inventou várias escalas especiais na escala de 12x48 Hs,nunca folgamos nas 48 HORAS,e quando esta folga cai no único fim de semana mensal este "comandante inventa sobre-aviso,nos impedindo de sair sa cidade. Agora ele inventou um cartão programa exclusivo no "BANCO DO BRASIL",mas nesta cidade existem outros locais de risco,...