Mostrando postagens com marcador Greve. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Greve. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, novembro 14, 2012
Balanço da PSP dá conta de sete detidos por desobediência e 48 feridos
DN
MANIFESTAÇÃO DA GREVE GERAL
por Ana Meireles e Carlos Rodrigues Lima com Lusa
O balanço provisório feito pela PSP de Lisboa às 21:00 dá conta de sete manifestantes detidos pelo crime de desobediência, que serão presentes amanhã em tribunal. As autoridades registaram ainda 48 feridos - 21 elementos da PSP e 27 manifestantes. A polícia deteve também para identificação 15 jovens junto à estação dos comboios do Cais do Sodré, após a segunda carga de hoje sobre os manifestantes, que tinham sido repelidos da praça junto ao Parlamento.
Passavam poucos minutos das 19:30 quando agentes à paisana detiveram para identificação os jovens, de ambos os sexos, tendo alguns sido algemados.
A ação da polícia foi realizada com a cobertura de carrinhas do Corpo de Intervenção e de brigadas de intervenção rápida, que se encontravam na faixa destinada aos transportes públicos da avenida 24 de Julho, junto à estação de comboios da linha de Cascais, onde se refugiaram alguns manifestantes.
A polícia realizou revistas e sete ficaram algemados no passeio.
Nas ruas adjacentes à avenida D. Carlos I registaram-se pequenas escaramuças entre manifestantes e polícias, continuando o arremesso de pedras contra os agentes da PSP.
Os pequenos incêndios na via pública foram extintos pelos bombeiros com a proteção da polícia.
Numa fuga desordenada e perseguidos pelas forças de segurança, os manifestantes saíram da avenida D. Carlos I em direção à avenida 24 de julho correndo entre os carros que circulavam nas faixas de rodagem.
Os manifestantes acabaram por encontrar refúgio nas estações de comboios e do Metro no Cais do Sodré.
O corpo de intervenção da PSP fez vários disparos no final da Avenida D. Carlos I , em Lisboa, para dispersar os manifestantes que ai se tinha concentrado depois de terem sido afastados do largo junto ao Parlamento. Os manifestantes estavam cerca das 19:20 a dispersar pela Avenida de Ceuta em direção ao Cais do Sodré. Segundo o DN apurou, a polícia está à procura de manifestantes no Cais do Sodré e na zona da Avenida 24 de Julho.
Os disparos foram feitos pelo corpo de intervenção e ainda por outros agentes que se encontravam em dois carros policiais junto à avendia 24 de julho.
Depois de a polícia ter dispersado os manifestantes que se concentraram durante horas junto à escadaria da Assembleia da República, arremessando pedras e outros objetos contra os agentes, a multidão encaminhou-se para avenida D. Carlos I, artéria de Lisboa onde foram incendiados vários caixotes do lixo e vidrões.
Os sapadores de Bombeiros de Lisboa foram apagando os fogos ateados por manifestantes a vários vidrões e caixotes do lixo da avenida D. Carlos I, sob a proteção de elementos do corpo de intervenção da PSP.
Carga policial às 18:20
A polícia iniciou cerca das 18:20 uma carga contra os manifestantes que se encontram junto à Assembleia da República, utilizando bastões e cães para afastar as pessoas da escadaria. Os elementos do corpo de intervenção da PSP, depois de ter avisado por megafone os manifestantes para dispersarem, desceram as escadas e avançaram com bastões para os manifestantes que atiravam pedras da calçada contra as forças policiais desde as 17:00. Depois da carga policial, numa das ruas adjacentes ao Parlamento, foram incendiados contentores do lixo.
Em resultado dos confrontos houve várias detenções e vários feridos, entre polícias e manifestantes estando neste momento varias artérias daquela zona de Lisboa cortadas.
Segundo o subcomissário Jairo Campos, porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa, a carga policial sobre os manifestantes ocorreu devido ao constante arremesso de pedras contra os elementos do corpo de intervenção.
Adiantou que a carga policial foi "a medida mais adequada para poder por termo á integridade física dos agentes que estavam na primeira linha e que foram provocados durante 45 minutos"
A PSP ainda não tem o balanço do número de detidos e de feridos, estando ainda a apurar esses dados. Segundo a PSP, várias ambulâncias do INEM estão a caminho do hospital.
O subcomissário Jairo Campos disse que após a carga policial os ânimos ficaram mais calmos.
Ainda segundo o subcomissário antes da carga policial, a PSP advertiu os manifestantes que a carga ia acontecer e momentos depois lançou três bombas de indicação de desordem pública.
Os agentes policiais avançaram em direção aos manifestantes dispersando-os em poucos minutos. As pessoas fugiram para as ruas em redor do Parlamento.
Em algumas dessas ruas foi ateado fogo a contentores do lixo que continuam a arder. Na avenida D.Carlos I há vários caixotes do lixo e vidrões em chamas.
Os manifestantes concentraram-se no final da avenida já perto do largo de Santos, junto ao Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa.
Ânimos exaltaram-se às 17:00
Durante a tarde os manifestantes concentrados à frente da Assembleia da República derrubaram as barreiras de proteção colocadas junto à escadaria e arremessaram objetos, incluindo pedras da calçada e balões cheios de tinta, para a polícia.
Os ânimos exaltaram-se cerca das 17:00 depois de terminada a manifestação da CGTP, tendo os manifestantes escrito no chão palavras de ordem e gritado "os ladrões estão lá dentro, a polícia está cá fora".
Depois de derrubadas as barreiras os manifestantes conseguiram subir sete ou oito degraus da escadaria, mas a PSP reforçou de imediato o policiamento com elementos do corpo de Intervenção e do grupo cinotécnico (agente e cão), formando duas barreiras de proteção.
Contudo, os manifestantes tentaram furar o cordão policial ao mesmo tempo que eram arremessadas pedras e garrafas contra os elementos do corpo de intervenção.
Algumas das pedras arremessadas pelos manifestantes fizeram ricochete nos escudos da polícia acabando por atingir algumas das pessoas que se manifestam junto à Assembleia da República.
Durante estes incidentes foram ouvidos alguns petardos.
A polícia tem respondido com bastonadas para afastar os manifestantes que se encontram na primeira linha. A meio da escadaria está um elemento da polícia a filmar a manifestação, concentrando-se na zona de onde são atiradas as pedras e garrafas.
quarta-feira, novembro 07, 2012
ASAE admite greve se Governo não criar estatuto profissional
Executivo tem até 22 de novembro para responder às aspirações dos funcionários
A Associação Sindical dos Funcionários da ASAE admitiu hoje avançar para uma greve caso o Governo não dê, até ao dia 22 de novembro, uma resposta sobre o futuro destes trabalhadores, nomeadamente sobre a criação do estatuto profissional.
A direção nacional e os delgados sindicais da Associação Sindical dos Funcionários da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASF-ASAE) estiveram esta quarta-feira reunidos, em Almeirim, e decidiram realizar uma assembleia geral a 22 de novembro, na qual vai estar em cima da mesa a realização de uma greve e o estatuto profissional.
O presidente da ASF-ASAE, Luís Pires da Silva, disse à agência Lusa que a questão da greve não se coloca até à data da assembleia geral, uma vez que têm «grandes expectativas» de que o Governo dê uma resposta sobre o futuro dos inspetores.
«Até ao dia 22 de novembro é tempo suficiente para o Governo repensar a sua posição sobre os inspetores da ASAE», sublinhou.
Segundo a ASF-ASAE, é necessário «dotar o organismo de um estatuto profissional, que se encontra pendente desde a criação da ASAE, em 2006», e incorporar as regras de acesso, progressão e reforma dos funcionários.
Para a associação sindical, a falta de regulamentação da carreira tem contribuído para a desmotivação dos funcionários da ASAE.
Além da assembleia geral, a ASF-ASAE decidiu realizar uma semana de sensibilização para divulgar, junto da população, o que é a ASAE.
As ações de sensibilização vão realizar-se junto das delegações da ASAE do Porto, Coimbra e Lisboa, nos dias 12, 13 e 16 de novembro.
Apesar de não emitirem qualquer pré-aviso para a greve geral de 14 de novembro, a ASF-ASAE manifesta solidariedade com a paralisação e apela à participação dos associados.
Sobre o orçamento da ASAE para 2013, com valor idêntico ao deste ano, a associação sindical considera que este organismo vai ter mais despesa para o próximo ano, uma vez que integrou a Comissão de Aplicação de Coimas em Matéria Económica e Publicidade.
«Tal facto poderá refletir-se na diminuição das verbas destinadas aos inúmeros controlos que a ASAE está obrigada a efetuar, que visam a proteção dos consumidores, em matéria de saúde pública e segurança geral de produtos e equipamentos», adianta uma nota da ASF-ASAE.
A associação sindical diz ainda que o orçamento para 2013 deverá ter em consideração os seus funcionários, que «devem estar munidos dos meios necessários e motivação para a prossecução da sua atividade».
terça-feira, novembro 06, 2012
Milhares de polícias protestaram contra o OE junto à Assembleia da República - País - Notícias - RTP
Notícias - RTP
VIDEO
VIDEO
Milhares de policias estão em protesto junto à assembleia da Republica. Contestam o Orçamento do Estado para 2013.
Dizem que é injusto e penalizador para os profissionais de segurança pública.
A manifestação da polícia está neste momento em frente à Assembleia da República, onde se ouvem palavras de ordem que incluem «Passos, escuta, a polícia está em luta», ou «polícias unidos jamais serão vencidos».
O movimento de protesto da Polícia de Segurança Pública (PSP) partiu do Largo Camões, em Lisboa, pelas 17:30, rumo a São Bento, contando-se talvez mais de dois mil agentes em protesto.
Entre as principais críticas apontadas pelos manifestantes ao executivo de Passos Coelho estão «os cortes nos subsídios» e [os entraves à] «progressão na carreira», segundo sublinhou o agente Costa Gomes, da PSP do Porto, ao Diário Digital.
Já o agente Adelino Roque diz que está «contra as reformas», pronunciando-se também sobre «a questão das promoções e dos escalões». «Não tem pés nem cabeça. Só sei que vivia melhor há dez anos do que agora», comentou.
A manifestação tem sido acompanhada da entoação do hino nacional, bem como de outros temas habitualmente adoptados em protestos.
Quase 5 mil na «maior manifestação» de polícias de sempre
TVI
Polícias cantam hino nacional e «Grândola Vila Morena»
Entre 4.000 e 5.000 polícias de todo o país participam esta terça-feira na manifestação contra as restrições orçamentais previstas na proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2013. O número foi avançado à agência Lusa pelo presidente da ASPP/PSP.
Paulo Rodrigues disse que a adesão à manifestação convocada pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), iniciada com uma marcha desde a praça Camões até à Assembleia da República, superou as expectativas.
Os manifestantes começaram a chegar junto à Assembleia da República perto das 19:00, na altura em que soaram o Hino Nacional e «Grândola Vila Morena», de José Afonso.
Na escadaria em frente à fachada principal da Assembleia da República encontram-se elementos das equipas de intervenção rápida da PSP, em serviço.
Os polícias em protesto gritaram frases como «Gatunos, gatunos» e exibiram faixas com palavras de ordem «Pela colocação das novas posições remuneratórias», «Em defesa da segurança pública, contra o corte» e «Por um estatuto profissional digno».
No final da manifestação será entregue um documento a todos os grupos parlamentares em que são mencionadas as medidas que os agentes querem ver revistas no OE.
Paulo Rodrigues diz que esta é a maior manifestação de sempre organizada pela estrutura sindical e justifica a adesão com «a desmotivação» da classe.
Os profissionais da polícia criticam a suspensão da passagem à pré-aposentação, o fim da utilização gratuita dos transportes públicos e o aumento dos encargos com o subsistema.
MANIFESTAÇÃO NACIONAL DE POLICIAS 06-11-2012 17H30 Largo de Camões-Lisboa
Polícias invadem ruas de Lisboa em protesto
A Bola
É já nesta terça-feira que milhares de agentes policiais vão sair às ruas de Lisboa para,
numa manifestação pacífica, reivindicar os seus direitos.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Rodrigues,
explica as razões ...
Polícias protestam em Lisboa contra o Orçamento do Estado
RTP
A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia organiza esta tarde, em Lisboa, um protesto nacional
contra as medidas previstas no Orçamento do Estado.
Em causa está a suspensão da passagem à pré-aposentação, o fim dos transportes públicos ...
Polícias saem à rua em protesto contra o Orçamento
Diário Digital
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) realiza hoje, em Lisboa,
uma manifestação nacional de polícias para protestar contra as medidas previstas
no Orçamento de Estado (OE) para 2013. Em causa está a suspensão da passagem ...
ASPP/PSP: Concentração/manifestação em Lisboa…
Voz Da Planicie
A ASPP/PSP- Associação Sindical dos Profissionais da Polícia manifesta-se hoje,
em Lisboa, contra a política que o Governo está a implementar nas forças de segurança.
Francisco Passinha, delegado distrital da ASPP/PSP, identificou, igualmente, ...
Polícias manifestam-se em Lisboa
Rádio Pax
A ASPP/PSP-Associação Sindical dos Profissionais da Polícia convocou para estar tarde,
em Lisboa, uma manifestação nacional. Os polícias saem à rua para exigirem
o cumprimento do Estatuto Profissional, o desbloqueamento das promoções, ...
SEF também vai entrar em greve
Inspetores chamam OE2013 de «ilegítimo». Ainda não há datas
O Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização (SCIF) do SEF anunciou esta terça-feira que vai realizar uma greve e uma paralisação às horas extraordinárias por tempo indeterminado por considerarem o Orçamento de Estado «ilegítimo».
«Vamos de facto fazer greve, porque é isso que os associados nos pedem», disse à agência Lusa o presidente do sindicato, Acácio Pereira, após esta estrutura ter realizado plenários com os inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) em vários locais do país.
O presidente do SCIF adiantou que o dia da greve e as datas para a paralisação às horas extraordinárias por tempo indeterminado vão ser decididos em breve, após a realização dos plenários com os trabalhadores dos Açores e da Madeira, que se realizam, na quarta-feira na e quinta-feira.
Em causa estão as medidas que constam no Orçamento de Estado para 2013 e a não realização de admissões de inspetores no SEF desde 2004.
«Temos um Orçamento de Estado que do nosso ponto de vista é ilegítimo», disse Acácio Pereira, sublinhando que os inspetores do SEF sentem-se «duplamente penalizados» e «discriminados» em relação aos outros órgãos de polícia criminal tutelados pelo Ministério da Administração Interna.
O sindicalista sustentou que «há um tratamento discriminativo por parte do Governo em relação ao SEF face aos outros órgãos de polícia criminal», nomeadamente no que toca à admissões e promoções.
«Os outros têm possibilidade de admissões, o SEF não tem; os outros têm possibilidades de promoções, o SEF não tem; aos outros aplica-se a Lei 12/A, ao SEF não é aplicada. Nós não admitimos ser tratados desta maneira, que, do nosso ponto de vista, é indigna», frisou.
Acácio Pereira referiu também que desde 2004 «não há admissões de pessoal no SEF», numa altura em que o tráfego e o número de passageiros têm vindo a aumentar.
«Os inspetores do SEF não reivindicam dinheiro, não são questões monetárias que estão em cima da mesa. São fatores de gestão, que põem em causa a segurança do país e a soberania nacional», citado pela Lusa.
Segundo o presidente do sindicato, a greve às horas extraordinárias pode por em causa as operações de fiscalização do SEF e o trabalho de escolta, uma vez que a maioria destes serviços se realiza após o turno de trabalho e sem receberem qualquer tipo de remuneração, acrescenta à Lusa.
segunda-feira, outubro 01, 2012
Do "terreiro do povo" para a greve geral (COM VÍDEO)
Manifestação: Cem mil reclamam demissão do Governo em Lisboa
Cerca de cem mil pessoas estiveram ontem no Terreiro do Paço, em Lisboa, na manifestação da CGTP contra as medidas de austeridade previstas para o Orçamento do Estado. Frente à multidão que reclamava a demissão do Governo, o secretário-geral da estrutura sindical, Arménio Carlos, avançou que na quarta-feira haverá um Conselho Nacional Extraordinário para discutir uma greve geral. "Quase certo", respondeu o sindicalista quando interrogado sobre a possibilidade de a paralisação ocorrer até final do ano.
No "terreiro do povo", Arménio Carlos disse que "o povo está a perder o medo", acrescentando que, se o primeiro-ministro, Passos Coelho, "não ouvir a bem ouve a mal o povo, com a exigência da sua demissão e alteração política".
Arménio Carlos sublinhou que a "Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses-Intersindical Nacional (CGTP-IN) não aceitará medidas de redução dos salários e pensões em um cêntimo que seja". "Passos Coelho que se vá embora o mais depressa possível", exigiu Arménio Carlos, depois de afirmar que foi realizada "a maior jornada de luta dos últimos anos".
A manifestação concentrou nas avenidas 24 de Julho e Infante D. Henrique várias dezenas de autocarros provenientes de todo o País. Milhares de manifestantes recorreram ao Metro (que às 16h10 parou por 20 minutos) e também aos barcos da Margem Sul e comboios de Sintra, Cascais e Azambuja.
Num dia de sol, pelas 15h45, a praça contava já com alguns milhares de pessoas quando foi ouvido o hino nacional. Às 16h00, antes do discurso de Arménio Carlos, os manifestantes escutaram a canção de Abril ‘Grândola Vila Morena'.
FORÇAS DE SEGURANÇA EM PROTESTO
Largas dezenas de agentes de segurança, da PSP, GNR e Polícia Marítima, juntaram-se ontem à manifestação no Terreiro do Paço. No protesto, estiveram também representados, através da Comissão Coordenadora Permanente dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, elementos da Guarda Prisional, Autoridade de Segurança Alimentar e Económica e Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
A participação das forças de segurança e dos militares foi aplaudida pelos outros manifestantes. Os militares garantem que estão prontos para cumprir o juramento e fazer cumprir a Constituição da República.
segunda-feira, setembro 17, 2012
Inspetores do SEF fazem greve ao trabalho extraordinário
Diário Digital
O Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF (SCIF-SEF) anunciou hoje que vai fazer greve ao trabalho extraordinário para ...
|
quinta-feira, março 22, 2012
PSP agride jornalista da France Press em Lisboa
Jornal de Notícias
A PSP agrediu esta tarde a fotojornalista da France Press em Portugal, Patrícia Melo, quando esta cobria a manifestação da Plataforma 15 de Outubro, ...
Confrontos entre polícia e manifestantes no Chiado Diário de Notícias - LisboaConfrontos entre polícia e manifestantes no Largo do Chiado com ... RTP Greve geral: Polícia agride jornalista da AFP Jornal de Negócios - Portugal Em detido e três feridos em confrontos com a PSP
Diário de Notícias - Lisboa
Este é o balanço dos confrontos que ocorreram com a polícia numa manifestação que hoje à tarde decorreu em Lisboa, indicou a PSP. A porta-voz do comando ...
Lusa protesta por agressão da PSP a fotógrafo SolGreve geral: PSP regista maior afluência no trânsito Diário Digital Um detido e três feridos em confrontos entre manifestantes e polícia Público.pt |
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
terça-feira, janeiro 24, 2012
GNR: Mensagem apela à “greve à multa”
Acção “espontânea” e “anónima”
Uma mensagem de telemóvel começou esta segunda-feira a circular entre os militares da GNR a apelar à "greve à multa enquanto a tutela não se decide", em protesto por não terem sido colocados nos índices remuneratórios a que pertencem.
A iniciativa foi confirmada à agência Lusa por vários militares e pela Associação Socioprofissional Independente da Guarda (ASPIG), que se demarca da acção "espontânea e anónima" embora adiante que a mensagem está a circular "a nível nacional", sobretudo na "zona norte e na grande Lisboa".
"Não atribuímos grande importância a esta mensagem, mas mostra a indignação e o mau estar que se vive no seio da instituição. Há milhares de militares das classes mais baixas que ganham uma miséria, que já deviam ter sido promovidos e colocados nos respectivos escalões remuneratórios e ainda não foram", acusou o presidente da ASPIG, José Alho.
Também contactado pela agência Lusa, o presidente da Associação de Profissionais da Guarda (APG) disse "desconhecer" a mensagem que está a circular entre os militares da GNR, mas adiantou que não está "surpreendido" e "até compreende" este tipo de acções.
"Não nos queremos colar a estas iniciativas isoladas, mas isto só vem demonstrar o profundo mau estar e o sentimento de indignação e desagrado que existe neste momento entre os militares por causa desta situação", salientou José Manageiro.
"A maior parte dos militares da GNR encontra-se prejudicada. Não receberam os retroactivos a que têm direito e não foram colocados nos índices remuneratórios que lhes pertencem por lei. Vamos tentar junto da tutela, do comando da Guarda e dos tribunais para que esta situação se resolva", afirmou o responsável.
Segundo José Manageiro esta situação é uma "tremenda injustiça", que no seu entender tem "consequências negativas na moral do pessoal".
quarta-feira, novembro 23, 2011
GNR solidária com 'grande protesto dos trabalhadores'
SOL
A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) saudou hoje a greve geral de quinta-feira, salientando que estes profissionais, embora impedidos de fazer ...
Greve geral: todos os efeitos na segurança
Diário IOL
PSP, GNR e Polícia Marítima só não param porque não podem O controlo de ... A CCP vaticina ainda que, caso a PSP, GNR e Polícia Marítima tivessem direito à ...
Greve geral: todos os efeitos na segurança
Diário IOL
SEF,
polícias municipais, guardas prisionais aderem. PSP, GNR e Polícia
Marítima só não param porque não podem O controlo de passageiros nos
aeroportos e ...
...A CCP vaticina ainda que, caso a PSP, GNR e
Polícia Marítima tivessem direito à greve, também participavam na paralisação.
A Associação Sindical dos Funcionários da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASF-ASAE) também decidiu associar-se à greve geral de quinta-feira.
A PSP vai acompanhar a greve geral de quinta-feira com normalidade, existindo uma maior disponibilidade do efectivo, apesar de não se tratar de uma operação especial.
Um maior número de Equipas de Intervenção Rápida da PSP vai estar em alerta em Lisboa e Porto, principalmente nos locais onde se vão realizar manifestações e junto aos piquetes de greve de algumas áreas, como os transportes.
Também os operacionais do Corpo de Intervenção (CI) vão estar mobilizados como acontece em outras ocasiões de greve e manifestações.
Em Lisboa, vão estar de prevenção dois grupos do CI e um em alerta, ou seja, apto para intervir em caso de qualquer eventualidade. No Porto, estará um grupo do CI de prevenção e um em alerta.
A Associação Sindical dos Funcionários da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASF-ASAE) também decidiu associar-se à greve geral de quinta-feira.
A PSP vai acompanhar a greve geral de quinta-feira com normalidade, existindo uma maior disponibilidade do efectivo, apesar de não se tratar de uma operação especial.
Um maior número de Equipas de Intervenção Rápida da PSP vai estar em alerta em Lisboa e Porto, principalmente nos locais onde se vão realizar manifestações e junto aos piquetes de greve de algumas áreas, como os transportes.
Também os operacionais do Corpo de Intervenção (CI) vão estar mobilizados como acontece em outras ocasiões de greve e manifestações.
Em Lisboa, vão estar de prevenção dois grupos do CI e um em alerta, ou seja, apto para intervir em caso de qualquer eventualidade. No Porto, estará um grupo do CI de prevenção e um em alerta.
Etiquetas:
G Prisionais,
GNR,
Greve,
Polícia Municipal,
PSP,
SEF
sábado, abril 23, 2011
Polícias ameaçam fazer greve ao jogo com Benfica
A Bola
Agentes da PSP de Braga queixam-se de excesso de trabalho. Barricada nas esquadras prevista para o dia do segundo duelo europeu com as águias. Clube surpreendido. Bronca nas esquadras da PSP de Braga e com possíveis reflexos na operação de segurança do jogo com o Benfica (5 de Maio), relativo à segunda-mão das meias-finais da Liga Europa.
Descontentes com os horários instituídos pelo comando local, alegadamente sem consultar os sindicatos, e com queixas por excesso de trabalho, os polícias bracarenses invocam «mal-estar físico e psicológico» e ameaçam «fazer greve» ao segundo duelo europeu entre arsenalistas e águias.
Alguns agentes contactados por A BOLA, que solicitaram anonimato por «receio de represálias», confirmaram a veracidade da mensagem que circula nos vários postos de polícia da cidade dos arcebispos a solicitar o apoio massivo à ideia de se «barricarem o dia todo nas respectivas esquadras».
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
PSP: Pré-aviso de greve leva a proposta de demissão de sindicalista
Armando Ferreira recebido por Ministério da Administração Interna
O presidente do Sindicato Nacional da Polícia, Armando Ferreira, recebeu uma proposta de demissão da Polícia de Segurança Pública (PSP), na sequência do pré-aviso de greve que protagonizou em Setembro passado.
Recebido esta quinta-feira pelo Ministério da Administração Interna, em particular pelo secretário de Estado Conde Rodrigues, Armando Ferreira disse ao CM, à saída deste encontro, que a Direcção Nacional da PSP propôs a pena de demissão, alegando a prática de um ilícito que não foi especificado.
Na altura, em Setembro, a PSP dizia que lhe aplicava um processo disciplinar porque entendia que o pré-aviso de greve que tornou público era um “crime de apelo ilegal à greve”.
Nesse mesmo mês, em entrevista ao CM, Armando Ferreira sustentou que “a Constituição não proíbe a greve na PSP mas restringe direitos sindicais nas leis próprias de cada sector da sociedade”.
“Se é proibido fazer greve na PSP, então porquê criar serviços mínimos?”, interrogou-se na altura.
Sobre o pré-aviso de greve que tornou público após uma assembleia-geral do Sindicato Nacional da Polícia, o presidente deste estrutura justificou-o por ser inovador: “Havia a necessidade de mostrar o estado de desespero em que os polícias portugueses neste momento se encontram.”
sábado, janeiro 22, 2011
Greve na PJ prejudica investigações de BPN e BPP
A Bola
A greve ao trabalho extraordinário realizada pela Polícia Judiciária (PJ) está a prejudicar investigações ao BPP, BPN, corrupção nas autarquias e na ...
Greve na PJ paralisa investigações do BPN e BPP Agência Financeira
Assinar:
Postagens (Atom)