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segunda-feira, outubro 01, 2012

Comandante de Cascais passa a chefiar GOE

CM


Elite da Polícia
O subintendente Rafael Marques, comandante da PSP de Cascais, foi o escolhido pela Direcção Nacional da PSP para substituir brevemente o subintendente Carlos Anastácio no comando do Grupo de Operações Especiais (GOE), apurou o Correio da Manhã. 
Tal como o CM noticiou, as cinco subunidades da Unidade Especial de Polícia – chefiada pelo superintendente Farinha – vão sofrer alterações na sua liderança nos próximos meses. A primeira mudança vai ocorrer no GOE, seguindo-se o Corpo de Intervenção.
Neste caso, um novo oficial só tomará o lugar da liderança quando terminar o actual curso de novos efectivos, até ao final deste ano.

quarta-feira, agosto 01, 2012

Passos corta nas chefias da PSP

CM

Primeiro-ministro visitou Unidade Especial de Polícia
O Governo vai eliminar cargos e reorganizar as categorias necessárias nos lugares de chefia da PSP de forma a reduzir significativamente a despesa desta força de segurança, revelou ontem o primeiro--ministro, Passos Coelho, em visita à Unidade Especial de Polícia, em Belas, Sintra. Perto de 500 cargos podem ser cortados.



No final de uma visita de mais de três horas, entre duras críticas ao anterior Executivo, Passos revelou que o actual Governo se "deparou com um Ministério da Administração Interna com graves insuficiências financeiras e orçamentais e atrasos na aplicação de legislação aprovada".
Acompanhado pelo ministro Miguel Macedo, que tutela a PSP, o líder do Executivo assistiu a vários exercícios, entre os quais uma invasão de uma embaixada e um atentado contra "alta entidade", com fogo real.
O primeiro-ministro congratulou-se ainda com o facto de Portugal ter "uma taxa de cobertura de 488 polícias por 100 mil habitantes", valor só ultrapassado pelo Chipre e pela Itália. "A média nos países europeus é de 352, situando-se assim Portugal bastante acima", afirmou. Passos reiterou ser importante terminar com a "conflitualidade" entre forças de segurança.

PSP: Governo corta nas chefias para reduzir custos (TVI)



Garante Passos Coelho que salienta que reorganização da PSP «determinará uma significativa redução de despesa»

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou hoje que a proposta de reorganização da PSP «determinará uma significativa redução de despesa», implicando eliminação de cargos, num sistema que se revelou «dispendioso, mal dimensionado e pouco racional».

«A recente proposta de reorganização da PSP determinará uma significativa redução da despesa. Está prevista a eliminação de cargos e um downgrading das categorias e postos necessários ao preenchimento dos lugares de chefia, de acordo com os desígnios e objetivos do PREMAC [Programa de Redução e Melhoramento da Administração Central]», afirmou Passos Coelho.

O chefe de Governo visitou a Unidade Especial de Polícia, em Belas, no concelho de Sintra, onde assistiu a vários exercícios, como um assalto terrorista a uma embaixada, uma tomada de reféns num edifício urbano e um «atentado contra alta entidade», envolvendo uma manifestação, entre outros.

Passos Coelho disse que «o Governo, ao iniciar funções, deparou com um Ministério da Administração Interna com graves insuficiências financeiras e orçamentais e atrasos na legislação aprovada».

O primeiro-ministro considerou no domínio da segurança interna «a multiplicidade de intervenientes, conjugada com uma manifesta confusão conceptual do modelo existente conduziram a concorrências e a conflitos indesejáveis, que se traduzem num sistema dispendioso, mal dimensionado e pouco racional».

«Para obviar às disfunções detetadas, preconizamos uma clarificação do sistema policial português, através da evolução, programada e gradual, do mesmo para um modelo dual puro», afirmou.

Segundo Passos Coelho, «o princípio da complementaridade permite explorar as sinergias das componentes, com a consequente redução de custos, em simultâneo com a eliminação da conflitualidade entre aquelas, conjugada com uma clara distinção na distribuição de competências e alicerçada em princípios doutrinários e em exemplos testados noutros países».

O primeiro-ministro disse ser seu «desejo» que Portugal «mantenha o perfil de que goza hoje em dia na comunidade internacional e também na União Europeia, de um país em que os níveis de criminalidade geral são relativamente mais baixos do que várias outras nações europeias e em que a criminalidade mais grave e violenta está dentro de limites que tornam Portugal um país atrativo para o Turismo, atrativo para o investimento».

Passos Coelho sublinhou que o país tem «uma taxa de cobertura de 488 polícias por 100 mil habitantes», um valor que «só é ultrapassado, na Europa, pelo Chipre e pela Itália».

«A média nos países europeus é de 352, situando-se assim Portugal bastante acima», afirmou.

Assim, para o chefe de Governo, a segurança deve construir-se «em função das necessidades e não em função de hábitos ou de certezas absolutas e pré-estabelecidas».

A FORTIORI - Por maioria de razão (Corpo de Intervenção)

quinta-feira, novembro 03, 2011

PSP divulga vídeo da operação em Frielas

JN

O Comando de Lisboa da Polícia de Segurança Pública divulgou um vídeo da operação em Frielas em que procedeu à detenção de dois suspeitos de um assalto no carregado, Alenquer, e em que foram retiradas do local duas crianças. Veja o vídeo.
As imagens mostram agentes da PSP a retirarem as crianças da residência. Foram preservadas as identidades e face das crianças e as imagens não editadas correspondem à recolha efectuada pela PSP no Incidente.

quinta-feira, junho 23, 2011

GOE 'trava' sequestro na Portela

CM

Foi desta forma que a PSP realizou um exercício com o objectivo de preparar a intervenção táctico-policial em casos deste género. O exercício, que contou com cerca de cem elementos operacionais, foi organizado pelo Comando Metropolitano de Lisboa e ...

quarta-feira, março 23, 2011

Julgamento do PSP acusado de matar MC Snake entra na recta final


Falta ouvir uma testemunha O depoimento do comandante da Unidade Especial de Polícia (UEP), Magina da Silva, deverá ser o último na próxima sessão de julgamento de Nuno Moreira, o agente da PSP que matou o rapper MC Snake. Na sessão, marcada para o ...

quinta-feira, janeiro 20, 2011

terça-feira, janeiro 18, 2011

POR MAIORIA DA RAZÃO!

Levantamento de rancho no Corpo de Intervenção da PSP Público


Os 120 efectivos do Corpo de Intervenção (CI) da PSP estacionados na Ajuda, em Lisboa, efectuaram ontem um levantamento de rancho ao almoço. Os membros daquela subunidade da Unidade Especial de Polícia (UEP) recusaram a comida da messe como forma de protesto contra os cortes nos vencimentos, a redução do período de descanso e o atraso de um ano no pagamento de retroactivos.
Até final da semana mais três grupos do CI, instalados no mesmo local, deverão voltar a não comparecer às refeições.

O levantamento de rancho, inédito naquela unidade especial da PSP, foi decidido ontem de manhã e contou com a adesão de todo o efectivo do CI (os 120 homens dos 3º e 6º grupos que ontem se manifestaram, e também os cerca de 200 dos 1º, 4º e 5º, que vão tomar idênticas decisões até final da semana). O 2º grupo foi extinto há cerca de três anos por falta de efectivos.

Na segunda-feira, após estarem disponíveis informaticamente os recibos de vencimento, onde já estão descontados valores mínimos de 3,5 por cento nos ordenados mensais, começaram a escutar-se as vozes discordantes. É que, de acordo com um agente do CI contactado pelo PÚBLICO, o efectivo ainda tem a receber, há um ano, os retroactivos devidos devido ao reposicionamento nos escalões.

A juntar a estas duas razões existe ainda um descontentamento crescente pelo facto de estar prevista uma redução dos períodos de descanso nas várias unidades da PSP. No CI os polícias já foram informados que terão de se apresentar ao serviço com antecedência na sequência dos dias de licença gozados. Ontem, conforme apurou o PÚBLICO, a direcção nacional estava a tentar dialogar com algumas estruturas sindicais no sentido de se chegar a um acordo.

A decisão de não comparecerem ao almoço colheu de surpresa as chefias do CI, tendo as mesmas sugerido que as divergências existentes fossem ultrapassadas através de negociações com os sindicatos. A ideia não foi, no entanto, aceite, tendo os polícias contestatários lembrado que são cada vez mais escassas as oportunidades dos sindicalistas debaterem os seus problemas com os comandos.

Os polícias que ontem não comeram chocos grelhados na Ajuda optaram, na sua maioria, por encomendar comida do exterior. “A porta [do quartel] parece um estacionamento de motos. É só pizzas”, ironizou um dos polícias contactados.

Os Negociadores

TVI

Repórter TVI - 17 Jan 11

(clique na imagem para ver a reportagem)

Os Negociadores

domingo, janeiro 16, 2011

PSP foi à fábrica acelerar a vinda dos blindados

DN


Antes de o contrato ser assinado, a PSP mandou um oficial à fábrica dos blindados, no Canadá, para apressar a conclusão das viaturas. Na segunda-feira a empresa avança para tribunal. Este é apenas um dos casos de compras atribuladas na área da segurança e defesa.
Ainda o contrato para aquisição dos seis blindados estava por assinar e a PSP já tinha enviado à fábrica, no Canadá, um seu oficial para apressar a vinda dos veículos. O contrato entre o Governo Civil de Lisboa e a empresa Milícia foi firmado no dia 15 de Novembro. Dois dias antes, a 13, um oficial da Unidade Especial de Polícia (UEP) foi destacado pelo comandante Magina da Silva, com conhecimento do Direcção Nacional desta força de segurança, para se deslocar à fábrica das...

Unidade Especial de Polícia já está a trabalhar nos Açores

Destak


A Força Destacada da Unidade Especial de Polícia do Comando Regional dos Açores já está a desenvolver actividades nas áreas da segurança pessoal, inativação de explosivos e segurança no subsolo, revelou o Ministério da Administração Interna (MAI).

A actividade desta unidade especial da PSP/Açores, que deverá ser em breve alargada à valência cinotécnica, consta da resposta dada pelo MAI às questões colocadas pelos deputados social democratas Mota Amaral e Joaquim Ponte, eleitos pelo círculo dos Açores para a Assembleia da República.
O MAI salienta que a unidade especial a valência cinotécnica está apenas dependente da “disponibilização de infraestruturas e da conclusão do processo de formação”.
O documento hoje divulgado refere ainda que a Força Destacada do Comando Regional dos Açores da PSP integra “um comandante (subcomissário), um adjunto (chefe principal), quatro chefes e oito agentes no Corpo de Segurança
Pessoal, três chefes

segunda-feira, janeiro 03, 2011

Aeroporto de Faro com nova esquadra de Unidade Especial de Polícia em 2012

aeroporto-policia.jpg... prevista "a abertura de uma nova esquadra para a Unidade Especial de Polícia, que integra o Corpo de Intervenção, no aeroporto Internacional de Faro, ...
 
Algarve: Segurança e Prevenção com balanço positivo em 2010 Observatório do Algarve

terça-feira, dezembro 28, 2010

Governo desmente operação de resgate na Costa do Marfim

Rádio Renascença

Portugal aconselhou, na última semana, os cidadãos lusos a saírem deste país africano.
Governo e polícia garantem desconhecer a alegada operação com vista à retirada dos 12 portugueses na Costa do Marfim. Em causa, a notícia do “Correio da Manhã”. Segundo este jornal, os portugueses terão sido retirados do país por seis polícias do Grupo de Operações Especiais da PSP (GOE), numa missão secreta.

A operação teria sido ordenada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, para evitar que os 12 portugueses fossem envolvidos na guerra civil que ameaça o país.

Ainda de acordo com aquele jornal, que cita fonte policial, os elementos do GOE que partiram para a Costa do Marfim estavam de prevenção, nas instalações da Unidade Especial de Polícia, em Sintra. Partiram apenas com armas pessoais e terão recebido mais equipamento na embaixada de França, onde fizeram escala....

segunda-feira, dezembro 27, 2010

Polícias do GOE já regressaram da Costa do Marfim

CM

Os seis polícias do Grupo de Operações Especiais (GOE) da PSP que partiram na sexta-feira de madrugada para a Costa do Marfim, para resgatar os 12 portugueses que se encontravam no país africano, regressaram ontem à noite a Portugal.
Fonte policial disse ao CM que a operação decorreu com êxito e que ontem, perto da meia-noite, o avião militar disponibilizado pelas Nações Unidas trouxe os portugueses.

Desconhece-se ainda onde os 12 portugueses resgatados pelo GOE estão instalados. No entanto, o CM sabe que foram entregues ao cuidado do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Recorde-se que a Costa do Marfim está a viver uma situação de grande instabilidade, com a iminência de uma guerra civil, desde o passado dia 16 de Dezembro, altura em que começaram os confrontos entre apoiantes da oposição e do ainda presidente, Laurent Gbagdo, que recusa aceitar a vitória de Alassane Ouattara, presidente eleito a 28 de Novembro. 

GOE na Costa do Marfim em missão secreta

CM

Doze portugueses resgatados por seis polícias do Grupo de Operações Especiais da PSP que partiram na sexta-feira de madrugada num avião militar das Nações Unidas.

A situação de grande instabilidade na Costa do Marfim mantinha até ontem doze portugueses sob a ameaça de uma guerra civil e o estalar da violência naquele país africano. Ao que o CM apurou, numa tentativa de evitar que o banho de sangue se alastrasse a cidadãos portugueses, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) lançou, na sexta-feira de madrugada, um pedido de resgate. Seis polícias do Grupo de Operações Especiais (GOE) da PSP partiram poucas horas depois e devem aterrar hoje em Lisboa, já com os 12 portugueses.
A missão de alto risco está envolta em enorme secretismo por parte das autoridades portuguesas. Contactada pelo CM, fonte oficial da Direcção Nacional da PSP não reconheceu a partida dos agentes. No entanto, ao que o CM apurou, os polícias partiram da base militar de Figo Maduro, na Portela, num avião militar das Nações Unidas e fizeram escala em França e no Senegal. De acordo com fonte policial, os agentes que partiram para a Costa do Marfim eram os que se encontravam de prevenção naquela madrugada nas instalações da Unidade Especial de Polícia (UEP), em Belas, Sintra. Os polícias partiram apenas com as armas de defesa pessoal, sendo o resto do armamento assegurado pela embaixada de França, com a qual Portugal tem acordos.
Recorde-se que poucos dias antes, França, Alemanha e Portugal aconselharam os seus cidadãos a sair ou a não viajar para aquele país. Eduardo Saraiva, porta-voz da secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, disse ao CM que até ontem não havia por parte dos portugueses a residir na Costa do Marfim qualquer pedido para sair do país. "Até agora ainda ninguém manifestou essa vontade, mas todos os portugueses estão alertados para, no caso de evacuação, se deslocarem à embaixada de França em Abidjan", referiu. Portugal não tem representação diplomática no país, sendo representado por Espanha.
De acordo com a ONU, entre 16 e 21 de Dezembro, dos confrontos entre apoiantes da oposição e do presidente Laurent Gbagbo, que recusa aceitar a vitória do rival Alassane Ouattara nas presidenciais, resultaram 173 mortos. Apoiantes de Ouattara asseguram que o conflito pós-eleitoral já provocou 745 vítimas mortais.
"RISCO É MENOR SENDO POLÍCIAS": General Loureiro dos Santos, ex-CEME (r)
Correio da Manhã – Como interpreta o facto desta missão ser feita por polícias e não militares?
Loureiro dos Santos – A ser verdade, se fossem militares isso poderia ser entendido como uma acção armada, como um conflito. Sendo polícias, esse risco é muito mais atenuado, é visto como alguém que intervém num cenário de insegurança.
– Quais são os riscos de uma missão deste género?
– Não conheço bem a situação, não sei se houve contactos com as autoridades. Se houve, os riscos são bem menores, não é visto como uma intrusão.
– Em condições destas o melhor é prevenir?
– É muito melhor prevenir que remediar. Um Estado tem a obrigação de zelar pelo interesse e segurança dos seus cidadãos. É preferível agir agora do que chegar a um cenário indesejável.
PORTUGAL RECOMENDA SAÍDA
O governo português aconselhou na semana passada os cidadãos nacionais residentes na Costa do Marfim a saírem quanto antes e desaconselhou as viagens para aquele país, face ao cenário de instabilidade e violência que se vive desde as presidenciais de Novembro.
O presidente cessante, Laurent Gbagbo, recusou-se a aceitar a vitória do seu opositor Alassane Ouattara, já reconhecida internacionalmente, dando origem a violentos confrontos entre apoiantes de ambos os candidatos. Só na última semana, segundo uma estimativa da ONU, terão sido mortas em Abidjan pelo menos 173 pessoas, na sua maioria apoiantes de Ouattara, que, por seu lado, fala em mais de 700 mortes.
Além de Portugal, também a França e a Alemanha apelaram na semana passada à saída dos seus cidadãos da Costa do Marfim devido ao risco de uma guerra civil.
GOE ESTEVE TRÊS ANOS NO IRAQUE
Vários operacionais do Grupo de Operações Especiais (GOE) da PSP estiveram em missão de paz no Iraque durante três anos. A missão considerada de "alto risco" começou em 2004 e terminou em 2007. Actualmente estão em missão 70 agentes da PSP, espalhados por vários países.
SEQUESTRO NO BES
Em Agosto de 2008 operacionais do Grupo de Operações Especiais (GOE) terminaram com o sequestro no BES de Campolide, Lisboa. Dois homens tomaram de assalto a dependência bancária durante mais de oito horas. Um dos assaltantes foi morto pelos agentes.

Membros do GOE resgatam portugueses


Conflito na Costa do Marfim
Seis membros do Grupo de Operações Especiais (GOE) da PSP partiram na madrugada de sexta-feira para a Costa do Marfim a fim de resgatar os portugueses residentes naquele país africano, que pode estar em vias de uma guerra civil.
Os elementos do GOE avançaram para esta operação pouco depois de o Governo português ter aconselhado os cidadãos nacionais na Costa do Marfim a abandonarem o país, numa altura em que se adensam os confrontos entre apoiantes da oposição e do presidente Laurent Gbagbo, que recusa aceitar a vitória do rival Alassane Ouattara nas presidenciais. De acordo com a ONU, entre 16 e 21 de Dezembro já resultaram desta onda de violência que se instalou no país perto de 173 mortos. Apoiantes de Ouattara asseguraram, porém, que o conflito pós-eleitoral já provocou 745 mortes. Os últimos dados oficiais dão conta do registo de cerca de seis portugueses a residir na Costa do Marfim. O CM sabe que deverão chegar a Portugal a partir de hoje.