domingo, maio 13, 2012

Madeira: Inquérito conclui que GNR criou 'alarme social'

Sol

O inquérito instaurado pelo Governo da Madeira à actuação da GNR no decurso da operação «Cuba Livre», no âmbito da investigação sobre a alegada ocultação de dívida da região, conclui que houve «alarme social» que «prejudicou gravemente» a sua imagem.
«Não se pode, contudo, deixar de pôr em causa a dimensão, o aparato e o ‘modus operandi’ do dispositivo policial que a GNR colocou no terreno, que causou alarme social», lê-se na conclusão do inquérito – a que hoje a agência Lusa teve acesso -, dirigido pelo director regional de Administração Pública, cujo teor foi dado à tutela daquela força policial.
Reconhecendo que a Procuradoria-Geral da República «pretendeu evitar» a situação de alarme social, o inquérito sublinha que a acção ocorreu «numa cidade pacata e serena como é o Funchal, relativamente a um edifício público sob administração directa do Governo Regional, e considerando até a proximidade das sedes da PSP e da GNR em relação ao edifício buscado (escassas centenas de metros)».
Alarme social esse «rapidamente transmitido pela comunicação social e que prejudicou gravemente a imagem da região a nível nacional e internacional, considerando as repercussões negativas que este tipo de notícias costuma causar nos países emissores de turismo para a região», refere o documento.
No dia 23 de Abril, a GNR interditou o edifício da antiga Secretaria Regional do Equipamento Social para a realização de diligências de busca e apreensão no âmbito do inquérito dirigido pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) às contas da Madeira.
Num comunicado emitido nesse dia, o DCIAP informou que «após diversas diligências de investigação, mostrou-se necessária a realização de outras a levar a cabo na cidade do Funchal», adiantando que «as diligências realizar-se-ão com a maior discrição possível, procurando evitar alarme social».
Nesse mesmo dia, o presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, determinou a instauração de um inquérito para apurar aspectos legais relacionados com as buscas efectuadas pela GNR, nomeadamente «se os agentes intervenientes estavam munidos de mandato legal para o sucedido e se houve alguma situação que possa ser configurada com sequestro».
A sua conclusão sustenta que «os agentes da GNR estavam munidos de mandado legal para proceder à operação», assinalando, contudo, não parecer «correcta a forma de notificação efectuada pelo sr. comandante da GNR», dado «apenas» ter notificado o «director regional do Planeamento, Recursos e Gestão de Obras Públicas» quando este «não era o responsável pelo edifício, nem de todos os outros serviços» alvos de buscas.
«A busca e apreensão de documentos em formato papel e digital teve lugar relativamente a, pelo menos, três direcções regionais e uma sociedade anónima, sem que todos os dirigentes máximos desses serviços tenham tido conhecimento do respectivo mandado e demais despachos judiciais», acrescenta o documento, que entende não ter ocorrido uma «situação de eventual sequestro».
O inquérito, que realça o «elevado» número de militares da GNR envolvidos na operação – «entre 20 a 25» -, situação que contradiz o auto de busca, onde se lê «apenas oito», conclui ainda que «os documentos apreendidos, em suporte papel ou digital, poderiam ter sido pedidos pelas autoridades competentes, sem necessidade de cerco policial com agentes armados, e teriam sido fornecidos pela região, que sempre colaborou com todas as autoridades e tribunais do Estado português».
Lusa/SOL

MAI defende policiamento de proximidade

CM

Insegurança das populações
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, destacou hoje a importância da segurança para o desenvolvimento do país, defendendo a necessidade de combater o sentimento de insegurança das populações com um policiamento de proximidade.


"Portugal é o terceiro melhor país da União Europeia em termos de taxa de criminalidade, mas quando se fazem inquéritos às pessoas sobre se sentem segurança, descemos posições e somos ultrapassados por países com situações piores do que a nossa em termos de criminalidade", afirmou Miguel Macedo, numa intervenção nas comemorações do 13.º aniversário do Comando Regional da PSP dos Açores, em Vila Franca do Campo.
Para Miguel Macedo, "é estratégico para o desenvolvimento do país garantir a segurança", destacando a acção que tem sido desenvolvida pela PSP nos Açores, onde nos últimos cinco anos se registou uma "tendência de decréscimo constante da criminalidade geral, da criminalidade violenta e grave e dos crimes de proatividade policial".
"Todos os indicadores recentes expressam valores de decréscimo da criminalidade superiores à média nacional em todas as Divisões que compõem o Comando Regional dos Açores", frisou, acrescentando estar consciente de que "há muito por fazer", já que os números "não expressam na íntegra a realidade".
Na sua intervenção na cerimónia, em que também participou o director nacional da PSP, superintendente Paulo Gomes, o ministro destacou o trabalho desenvolvido pelos elementos das forças de segurança e reafirmou que, em 2013, existirão "os meios financeiros necessários para repor justiça na questão do sistema remuneratório", o que envolverá um investimento de cerca de 60 milhões de euros.
"Não é um tratamento de excepção para as forças de segurança, é a reposição justa de uma situação que já foi aplicada à restante administração pública, mas que ainda não tinha sido aplicada na íntegra às forças de segurança", afirmou.
Relativamente aos Açores, Miguel Macedo frisou que é necessário encontrar "soluções criativas" para resolver alguns dos problemas de instalações, adiantando que a situação será ultrapassada em colaboração com as autarquias locais, através da reabilitação de espaços como antigas escolas.
Quanto ao reforço de pessoal, admitiu apenas que "se for possível" ocorrerá algum ajustamento ainda este ano, mas garantiu que no final do curso de formação de novos agentes, em 2013, será dada prioridade aos Açores.
Miguel Macedo rejeitou ainda que existam viaturas policiais paradas por falta de dinheiro para manutenção, frisando que o problema reside nos procedimentos administrativos demasiado demorados.
O ministro da Administração Interna assegurou ainda que o governo português "assume" as suas responsabilidades em termos de formação dos agentes policiais nos Açores.
A falta de meios humanos foi um dos problemas levantados pelo comandante regional da PSP/Açores, Barros Correia, salientando que se registou nos últimos anos uma redução de efeitos que, apesar de ser pouco significativa, "faz toda a diferença".
Apesar das dificuldades existentes, frisou que a PSP nos Açores "soube estar à altura dos desafios que lhe foram colocados".

GNR faz balanço positivo de operação em Fátima‎


SOL

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O comandante da GNR de Santarém disse hoje à Lusa que a Operação Fénix 2012, montada para a peregrinação do 12 e 13 de Maio em Fátima, foi um êxito na ...
Sucesso nas operações de segurança‎ Fátima Missionária

40 mil PSP e GNR sem retroactivos‎


CM

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Segurança: 57 milhões para reposicionamentos remuneratórios
Os 57 milhões de euros que o Ministério da Administração Interna (MAI) vai disponibilizar no orçamento de 2013 para conseguir reposicionar nos devidos escalões remuneratórios cerca de 20 mil militares da GNR e 20 mil profissionais da PSP não contemplam o pagamento de retroactivos.
Recorde-se que as novas leis orgânicas de ambas as forças de segurança entraram em vigor em 2010, introduzindo os novos escalões remuneratórios. Sindicatos da PSP e associações da GNR reivindicam há muito que a tutela não se limite a posicionar o efectivo nas novas posições, exigindo também o pagamento dos retroactivos que remontem ao início de 2010.
O MAI, no entanto, terá usado o argumento da falta de dinheiro para dizer às associações da GNR, já esta semana, que não irá haver qualquer retroactividade no reposicionamento dos escalões remuneratórios, a cumprir no princípio de 2013.
Contactada ontem pelo CM, fonte do gabinete de Miguel Macedo não quis confirmar oficialmente esta informação. José O’Neill, presidente da Associação de Sargentos da GNR, regista a "boa-vontade do MAI no posicionamento de 22 mil militares da GNR", mas lamenta "o não pagamento de retroactivos".
Já César Nogueira, presidente da APG/GNR, recorda que esta associação tem em tribunal acções contra o Estado exigindo "não só o pagamento dos retroactivos, como também a promoção de cerca de 2500 guardas a guardas principais".
Os sindicatos da PSP só serão recebidos na próxima semana. No entanto, Peixoto Rodrigues, presidente do SUP/PSP, estima que "apenas 3500 polícias, de um efectivo de 22 700, foram já posicionados nos novos escalões remuneratórios sem, no entanto, pagamento de retroactivos".
PSP deverá fazer segurança do Aeroporto de Beja‎ Rádio Pax
Miguel Macedo confirma atualização da tabela salarial das forças ...‎ RTP
Associação da Guarda contra reorganização da GNR‎ TVI24
Diário de Notícias - Lisboa 

PSP: Direção nacional quer plano gradual de rejuvenescimento da frota‎


Diário Digital

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A PSP quer desenvolver um plano gradual de rejuvenescimento da frota automóvel, que "se encontra extremamente envelhecida e fragilizada em termos de ...
Direcção da PSP propõe 500 novos polícias por ano até 2016‎ Público.pt

PSP quer mais 20 mil polícias até 2016‎


Expresso

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A Polícia de Segurança Pública (PSP) sugere que saiam para a pré-aposentação 300 efetivos por ano até 2016. A direção nacional da PSP propõe que até 2016 ...
PSP propõe 500 novos polícias por ano até 2016‎ TSF Online
PSP propõe entrada de 500 novos efetivos por ano até 2016‎ RTP
PSP: Direção nacional propõe 500 novos polícias por ano até 2016‎ SIC Notícias

Dador americano salva Gustavo

CM


Dador americano pode salvar filho de Carlos Martins

Portimão: SEF captura violador‎


CM

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Oxalá o SEF e as autoridades portuguesas não cometam a imbecilidade de o deixarem entrar de novo.A proibição deveria ser definitiva e não de apenas sete ...
Portimão: SEF captura homem indiciado de vários crimes‎ Região Sul

Secretas


Secretas: há mais um nome do Governo

TVI24 
Há mais um nome envolvido no caso das secretas: Marco António Costa,
secretário de Estado da Segurança Social e homem forte do aparelho partidário no PSD.
O jornal Expresso diz hoje que Marco António, tal como Miguel Relvas são os dirigentes ...

Dois governantes na lista do ex-espião

Expresso 
Jorge Silva Carvalho contactou Miguel Relvas e Marco António Costa
para garantir a sua nomeação para secretário-geral das secretas. Em maio e junho de 2011,
na transição entre as eleições antecipadas ea tomada de posse do governo do PSD, ...

Presidente recusa comentar caso das secretas que está a ser ...

SIC Notícias 
Cavaco Silva recusou hoje comentar o caso das secretas. O Presidente da República considera que,
estando o assunto a ser investigado pelo Ministério Público, os dirigentes politicos não devem pronunciar-se.
 "É uma matéria que está a ser objeto de ...

Secretas: Miguel Relvas deve ser ouvido no Parlamento na terça-feira

Jornal de Negócios - Portugal 
O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, deve ser ouvido
na terça-feira no Parlamento sobre as "secretas", na sequência de um pedido de audição BE
que o próprio quis que se realizasse com urgência. O presidente da Comissão de ...

Secretas: BE diz que Relvas está em «contradição» com gabinete do ...

Diário Digital 
O BE anunciou hoje que vai requerer a audição parlamentar do ministro dos Assuntos Parlamentares,
Miguel Relvas, sobre o caso das 'secretas', defendendo que o governante está em «contradição»
com afirmações «taxativas» do gabinete do primeiro-ministro.

Secretas: Miguel Relvas deve ser ouvido no Parlamento

Expresso 
O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares deve ser ouvido na terça-feira na Comissão de
Assuntos Constitucionais sobre as "secretas." O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares,
Miguel Relvas, deve ser ouvido na terça-feira no Parlamento ...

Secretas: Passos mantém confiança em Relvas

Sol 
O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, deve ser ouvido na terça-feira
no Parlamento sobre as "secretas", na sequência de um pedido de audição do Bloco de Esquerda
que o próprio quis que se realizasse com urgência.

Secretas: Bloco quer ouvir Miguel Relvas no Parlamento

TSF Online 
O Bloco quer esclarecimentos sobre as demissões nas secretas e por alegadamente o ministro adjunto
ter recebido por parte de Silva Carvalho uma proposta de reestruturação dos serviços secretos.
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Secretas: Miguel Relvas vai ser ouvido na 1ª Comissão

Correio da Manhã 
Em causa estão as notícias que referem o envio de emails pelo superespião Silva Carvalho para o ministro dos
Assuntos Parlamentares, incluindo um documento com a possível futura orgânica das secretas.

Secretas: PCP questiona primeiro-ministro se mantém confiança ...

Expresso ‎
O deputado do PCP, que apresentava no Parlamento um documento com 12 perguntas dirigida ao
primeiro-ministro sobre o caso das 'secretas, considerou que esta "é uma questão que deve ser
cabalmente esclarecida".

Silva Carvalho enviou proposta sobre reforma das secretas a ministro

A Bola ‎
Jorge Silva Carvalho, antigo diretor do Sistema de Informações Estratégicas e de Defesa (SIED),
enviou uma proposta sobre a reforma das secretas ao ministro Miguel Relvas, numa altura em
que já trabalhava na Ongoing. A notícia faz hoje manchete no ...

Líder do PS exige transparência no "caso das secretas"

Jornal de Notícias 
Segundo o secretário-geral do PS, desde o início da presente legislatura que o atual Governo "não tem possuído
uma relação muito clara e transparente com as secretas". "Aliás, logo no primeiro debate quinzenal no
Parlamento chamei a atenção sobre este ...

Secretas: Seguro exige transparência e diz que presença de Miguel ...

Expresso 
... situação dos serviços de informações nacionais foi transmitida em entrevista à TVI. Segundo o
secretário-geral do PS, desde o início da presente legislatura que o atual Governo "não tem possuído
uma relação muito clara e transparente com as secretas".

Secretas: Miguel Relvas pediu para ser ouvido no Parlamento

Diário Digital
O ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, pediu para ser ouvido na
Assembleia da República devido às notícias que o envolvem na investigação criminal ao antigo
espião, Jorge Silva Carvalho. Segundo o jornal «i», Miguel Relvas será ...

Secretas: «Relvas deve vir a terreiro explicar-se»

Diário IOL 
O Partido Socialista exige esclarecimentos sobre possíveis envolvimentos políticos nas secretas.
Os socialistas consideram que o ministro Miguel Relvas deve vir a terreiro explicar o que se passa.
«É necessário esclarecer o envolvimento político neste ...

PS pede esclarecimentos a Miguel Relvas sobre caso das secretas

RTP
O PS defende que o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, deve esclarecer o
caso das secretas. A vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS Isabel Oneto afirma que é necessário
clarificar o envolvimento político no processo em ...

Relvas debaixo de fogo da oposição por causa das secretas

Económico‎
O deputado do PCP António Filipe disse ontem que o partido enviou 12 perguntas a
Passos Coelho, entre elas se mantém confiança política de Relvas. PCP quer saber se
Passos mantém confiança no ministro. BE e PS exigem explicações.

Miguel Relvas não recorda correspondência com antigo chefe das ...

RTP‎
O Ministério Público acusa o antigo chefe dos serviços de informações de ter enviado um plano de reforma das
secretas a Miguel Relvas. O relatório detalhado foi remetido por Jorge Silva Carvalho por e-mail, um documento
que faz parte do processo das ...

Jorge Silva Carvalho informou Miguel Relvas sobre serviços ...

RTP‎
Há mais duas demissões no serviço de informações do Estado por causa do caso das secretas. João Bicho,
 diretor adjunto, foi afastado na passada terça-feira pelo secretário-geral Júlio Pereira, e Francisco Rodrigues,
diretor de segurança, ...

BE quer explicações de Miguel Relvas na AR sobre as secretas

RTP
O bloco quer ouvir o governante sobre o caso das secretas, defendendo que Miguel Relvas está em contradição
com afirmações "taxativas" do gabinete do primeiro-ministro. A deputada bloquista Cecília Honório apresentou
também uma pergunta dirigida ao ...

Relvas será ouvido no Parlamento por caso das secretas

A Bola
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, deverá ser ouvido na próxima terça-feira
no Parlamento sobre o caso das secretas. O Bloco de Esquerda anunciou esta quinta-feira que ia
pedir a audição parlamentar de Miguel Relvas, por entender que ...

Silva Carvalho enviou plano de reforma das secretas a Miguel Relvas

Público
Na resposta enviada ao PÚBLICO, os assessores de Passos Coelho escreveram que o chefe do Governo, que
tutela as secretas, só iria comentar “matérias de facto”, recusando “alimentar mais folhetins a este respeito”.

Artigo de áudioPCP questiona PM se ainda mantém confiança política ...

RTP 
O PCP quer saber de Pedro Passos Coelho se Miguel Relvas tem ou não condições para continuar como
ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, na sequência das últimas revelações do chamado caso das
"secretas". Pelo que conta o jornal Público, ...

Relvas deve 'poupar' Passos e esclarecer tudo

Diário de Notícias - Lisboa 
Em causa está a notícia do jornal "Público" que confirma que o ministro Adjunto e dos
Assuntos Parlamentares recebeu das mãos de Jorge Silva Carvalho - antigo espião,
hoje quadro da Ongoing -, o plano de reforma das secretas, pouco tempo depois das ...

Trabalho: Ministro Miguel Relvas ouvido no Parlamento a 30 de maio ...

Expresso 
Lisboa, 09 mai (Lusa) - O ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, vai ao Parlamento
no dia 30 de maio para responder às questões dos deputados sobre o desemprego jovem, disse hoje
o presidente da comissão parlamentar de Economia.

A justiça, essa incompetente

NUNO SARAIVADN


Ontem, o País ficou a saber que o julgamento de Isaltino Morais, mandado repetir pelo Tribunal da Relação de Lisboa, por um caso de corrupção relacionado com o processo das contas na Suíça, já não vai realizar-se. Tudo porque, mais uma vez, a justiça exibiu publicamente a sua incompetência ao permitir a prescrição do suposto crime de que estava acusado o autarca de Oeiras.
As prescrições existem para que os processos não se eternizem. Os prazos fixados na lei fizeram-se para que a justiça, nas suas diferentes dimensões, atue da forma mais rápida possível. Os factos imputados a Isaltino Morais - o alegado favorecimento de um empreiteiro a troco de dinheiro - datam de 1996. Têm, portanto, mais de 15 anos. Bem sei que a corrupção é um crime de especial complexidade, de produção de prova difícil. Mas não será este tempo mais do que suficiente para investigar, instruir, acusar, julgar, condenar ou absolver, à luz do Estado de direito, permitir ainda aos arguidos todos os recursos a que têm direito e, findo este calvário, se cumpra a pena se a esta houver lugar? Ou será este mais um exemplo de que a justiça não é igual para todos? Isto é, quem é influente e tem dinheiro para pagar a bons advogados consegue aproveitar todos os buracos que o Código de Processo Penal oferece. Já a desgraçada, passe o populismo, que rouba uma lata de conservas num supermercado para não morrer de fome é apanhada e engavetada sem apelo nem agravo.
Mas, descontada a caricatura, o caso é demasiado grave para passar em claro e ser resumido apenas a esta interpretação inicial. Questionada sobre as responsabilidades do Ministério Público em mais esta chocante prescrição, Cândida Almeida, a procuradora--geral adjunta responsável pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), tratou de iniciar o tradicional jogo de "passa culpas" em que é pródiga a justiça portuguesa. "O nosso sistema é muito bom, agora o abuso que dele é feito é que é muito mau", sentenciou condenando explicitamente as defesas e, implicitamente, os juízes que permitem o dito abuso. Ora, não ignorará certamente a dra. Cândida Almeida que, hoje, os únicos atores da justiça que estão obrigados a cumprir escrupulosamente os prazos que a lei determina são, precisamente, os advogados. Juízes, Ministério Público e até a Polícia Judiciária, a quem compete investigar, gozam de prazos meramente indicativos. Valeria aliás a pena verificar quanto tempo demorou este processo nas suas fases de inquérito, instrução e julgamento e, quem sabe, não chegaremos a conclusões, no mínimo, curiosas.
Os agentes da justiça, magistrados do Ministério Público e juízes são das profissões mais bem remuneradas da administração pública, professores catedráticos incluídos. Nos últimos tempos, mais do que fazerem com competência aquilo para que são pagos com o dinheiro de todos nós, têm-se entretido a fazer política ativa, o que, aliás, lhes está vedado nos respetivos estatutos profissionais. Ninguém duvidará, por exemplo, que pedir aos ministérios as faturas das despesas dos membros do anterior Governo, se trata, tão-só, de um ajuste de contas políticas com o passado recente. Ninguém porá em causa que investigar e processar opinadores por pretensas declarações difamatórias, e depois julgar e condenar em causa própria com uma rapidez alucinante, se trata de um ato político. Não quero com isto dizer que, em caso de suspeitas fundadas da prática de crimes, não se investigue. Pelo contrário.
Mas a conclusão é óbvia: quando se trata da defesa da corporação, ultrapassam-se todos os limites de velocidade. Quando se trata de fazer aquilo para que realmente são pagos, os agentes a quem compete fazer e aplicar a justiça são incompetentes.

Tribunal Constitucional contraria defesa de Isaltino

SOL


O Tribunal Constitucional (TC) garante que não se pronunciou sobre o efeito suspensivo do recurso de Isaltino Morais ainda pendente.Veja aqui o dossier Isaltino Morais
«O Tribunal não se pronunciou nem tem que se pronunciar sobre o efeito suspensivo do recurso apresentado», afirma fonte oficial do TC.
O recurso em causa está relacionado com o facto de Isaltino não ter sido julgado por um tribunal de júri em Oeiras.
A mesma fonte assegura que um segundo recurso de Isaltino (relacionado com a ausência de uma perícia de personalidade do edil de Oeiras) já foi decidido, não tendo sido dado provimento aos argumentos do autarca. Esta decisão transitou em julgado no passado dia 19 de Setembro.
Esta afirmação contraria em absoluto as acusações dos advogados Carlos Pinto Abreu e Rui Elói Ferreira do autarca de Oeiras. «Há um recurso pendente ao qual foi dado efeitos suspensivos no TC, logo a decisão não transitou em julgado. Isto é claro, factual e objectivo», afirmou Pinto Abreu após ter visitado Isaltino Morais no estabelecimento prisional da Polícia Judiciária (PJ). Este é o principal argumento da defesa para alegar a ilegalidade da detenção.
Isaltino foi ontem detido pela PJ no âmbito da execução de um mandato de detenção emitido pelo Tribunal Judicial de Oeiras. O juiz que deu essa ordem interpreta que o recurso negado pelo TC já transitou em julgado no passado dia 19 de Setembro, logo o Supremo Tribunal de Justiça confirmou a pena de prisão aplicada pela Relação de Lisboa pela prática dos crimes de branqueamento de capitais e fraude fiscal. Sendo por isso obrigatória a condução de Isaltino Morais a um estabelecimento prisional para que a pena seja cumprida.
A defesa do autarca de Oeiras requereu uma certidão urgente do processo que se encontra no TC, tendo a mesma sido entregue ao final desta manhã no Tribunal de Oeiras.
Rui Elói Ferreira exige a libertação imediata de Isaltino, sob pena de apresentar um habeas corpus que será apreciado no Supremo Tribunal de Justiça

domingo, maio 06, 2012

Gisele Bündchen sensual e em grande estilo

VIDAS



Mãe policial e mãe de polícia - Uma homenagem ao Dia das Mães

Uma singela homenagem ao dia das mães a essa guerreira que nos ama mais do que nós e a ela própria junto.

Lux - Vídeo: Dia da Mãe - as doçuras que só os filhos dizem


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Sexo oral faz aumentar o cancro nos jovens

CM


Alerta do Instituto Português de Oncologia.

A prática de sexo oral de forma desprotegida pode ser um risco para a saúde do homem e da mulher

Militares em hotel do Sal

CM


Cabo Verde
Contingente destacado para intervir na Guiné está alojado em resort de quatro estrelas em Cabo Verde.