terça-feira, julho 17, 2012

Programa de localização de crianças pode ser alargado à UE


Programa 'Estou Aqui!'
O Programa 'Estou Aqui!' (EA) da PSP, que está em funcionamento desde 9 de Julho,"superou as expectativas" e levantou-se a hipótese de alargar o programa à escala europeia, de acordo com o comunicado da PSP divulgado esta segunda-feira em Lisboa.
Já foram distribuídas gratuitamente 1250 pulseiras do Programa EA nas esquadras de todo o país, com o objectivo de ajudar os pais a encontrar as crianças que desaparecem.
A iniciativa "superou as expectativas" e a PSP levantou a hipótese de se alargar o programa à escala europeia, para que "crianças com esta pulseira" possam ser "convenientemente identificadas no estrangeiro, na rede de países que funcionam com o serviço 112".
Assim, através da rede EUROPOL, a informação sobre desaparecimentos permitiria "serem identificados os pais de uma criança reaparecida num país da União Europeia", através da Linha PSP para este programa.
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Duas vezes o treinamento para os investigadores de homicídio



Perto de 100 investigadores de homicídios superiores que representam as nações de todo o continente europeu participaram da conferência organizada dedicada a Europol HQ em Haia, Países Baixos, em 25 e 27 junho de 2012.
A conferência de peritos de alto nível foi co-organizado pela Europol e da AEP e recebeu o apoio da Assistência Técnica e instrumento de Intercâmbio de Informações da Comissão Europeia [TAIEX] e da Associação dos Delegados de Polícia [ACPO].
Como o evento foi iniciado pelo Grupo de Trabalho de Homicídios Europol, o seu Presidente comandante Simon Foy presidiu a conferência. Os apresentadores incluídos especialistas seniores de NCIS Noruega, Oslo Polícia HQ, Polícia Helsínquia Departamento de Polícia Metropolitana de Londres Service, Canterbury Christ Church University e da Europol por último mas não menos importante.
Os participantes discutiram ativamente e contribuiu para temas extremamente atuais, como o assassinato em massa Utoya, tiroteio nas escolas e os crimes de honra baseados em conhecimento; foi informada sobre a troca de dados forenses e de cooperação JIT.
Para capitalizar ainda mais sobre os benefícios de reunir um grupo tão grande de investigadores de homicídios, todos os participantes foram convidados para as comunidades de especialistas on-line da AEP e da Europol. Para tal, a troca de conhecimento e experiência supera o benefício deste evento único.

Mega operação em 141 países identificou centenas de pedófilos‎


Visão

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Uma operação policial contra a pedofilia na Internet foi levada a cabo em 141 países e permitiu identificar centenas de pedófilos, anunciou hoje a Polícia Judiciária federal austríaca



A operação "Carole" arrancou há cerca de um ano e permitiu, só na Áustria, a identificação de 272 indivíduos que divulgaram na Internet vídeos com conteúdos pedófilos.
Trata-se da maior operação policial de sempre no país contra a pedofilia online e também uma das maiores do mundo, levando à apreensão de uma grande quantidade de vídeos e outro material, que estão agora a ser analisados pela polícia.
Em março do ano passado, a Europol indentificou 670 suspeitos e fez 184 detenções também no âmbito da luta contra à pedofilia online. 


Ler mais: http://visao.sapo.pt/mega-operacao-em-141-paises-identificou-centenas-de-pedofilos=f673484#ixzz20vFGsdXW

Interpol anuncia detenção de 200 pessoas por tráfico de marfim em África


Público

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Mais de 200 pessoas foram detidas e cerca de duas toneladas de marfim apreendidas entre Março e Maio deste ano em 14 países africanos, ...

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TAMANHO DA LETRA‎


Diário de Pernambuco (Assinatura)

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Polícia internacional investigará o esquema usado por brasileiros que vivem na Europa para regularizar a situação nos países estrangeiros,


O esquema ilegal de brasileiros adultos que pagam a estrangeiros para serem adotados com o objetivo de conseguir a cidadania europeia, revelado ontem pelo Correio, será alvo de uma investigação da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). Delegado da Polícia Federal e chefe da Interpol no Brasil, Luiz Eduardo Navajas anunciou que abriu ontem investigação para apurar a fraude denunciada, bem como alertar as autoridades da União Europeia.

“Com base na reportagem, já solicitei aos países parceiros informações dos últimos seis meses sobre requisições de cidadania por parte de brasileiros. Cruzaremos esses dados com os processos que estão tramitando no Brasil”, afirma Navajas. Ele explica que a representação da Interpol em Goiás fará contato com as autoridades do interior do estado para terem acesso às informações. “Vamos verificar com promotores e juízes a melhor maneira de trabalharmos, já que as ações em questão envolvem segredo de Justiça.”

Depois de um levantamento nos registros da Interpol, Navajas confirma que nunca houve denúncia semelhante. “Realmente, é uma coisa muito nova para nós. Mas é notória a necessidade de averiguação, porque embora o prejuízo seja maior para o país europeu, que terá sobrecarregado o seu sistema social com a chegada de novos cidadãos, a fraude também está ocorrendo aqui”, destaca.

Tráfico de pessoas

O chefe da Interpol não descarta ainda alguma relação das falsas adoções homologadas pelo Judiciário brasileiro a alguma rede de tráfico de pessoas. “Sabemos que Goiás é um ponto problemático desse tipo de crime. Então precisamos investigar. Quando falamos em tráfico de pessoas, muita gente pensa em prostituição apenas. Mas não é só prostituição, há tráfico para outros fins, como trabalho escravo”, diz Navajas. Ele considera fundamental a colaboração das autoridades britânicas. “Vamos contatar a Interpol de Londres para que levante informações.”
Londres é considerado um ponto estratégico na apuração da Interpol porque, segundo a reportagem publicada ontem, é lá onde está centralizado o esquema. Da capital inglesa, brasileiros oferecem a seus conterrâneos ilegais no Reino Unido o serviço da adoção para obtenção de visto. Eles fazem o contato com o estrangeiro que topa vender o nome, orienta sobre a papelada a ser enviada e também contrata os advogados para atuarem nos processos no Brasil.

«MONTE BRANCO» ORIGINA INVESTIGAÇÃO ÀS PRIVATIZAÇÕES DA EDP E REN

TVI24DCIAP quer esclarecer e investigar conduta de alguns dos assessores financeiros do Estado
O processo «Monte Branco», que investiga suspeitas de branqueamento de capitais e fuga ao fisco na privatização da EDP e da REN, esteve na origem das buscas do Departamento de Investigação e Ação Penal (DCIAP) a vários bancos.

As buscas ao Caixa BI e BESI - bancos de investimento - bem como à Parpública «foram levadas a cabo no âmbito do processo conhecido por Monte Branco», esclareceu fonte oficial do DCIAP em resposta por email à TVI24.

Depois de questionado, o DCIAP explicou que quer agora «esclarecer e investigar a intervenção e conduta de alguns dos assessores financeiros do Estado nos processos de privatização da REN e EDP».

Ainda assim, adiantou, que «não está em causa o sentido da decisão final assumida naquelas privatizações, mas tão-só a investigação criminal de condutas concretas de alguns intervenientes naqueles dossiers».

Detidos suspeitos de rapto por causa de dívida‎


Diário IOL

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A Polícia Judiciária (PJ) anunciou esta terça-feira a detenção de dois homens de 27 e 38 anos por alegada coautoria de um rapto ocorrido no início do mês, ...
Quatro homens foram identificados e dois deles detidos pela ...‎ Campeão das Províncias

Vão desaparecer 120 cargos de chefia na PSP


Expresso

Redução foi anunciada hoje pelo ministro Miguel Macedo.

O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, anunciou hoje a redução de mais de 120 cargos de chefia na PSP e de 412 núcleos e secções nos diversos comandos desta força de segurança.

"Pretende-se assim introduzir mecanismos mais flexíveis ao nível dos cargos de direção intermédia, e reduzir o peso burocrático na organização da Polícia numa lógica de otimização dos recursos e de maior eficiência nos procedimentos", disse Miguel Macedo na cerimónia que assinalou o 145.º aniversário da PSP.
Nesse sentido, adiantou uma redução de mais de 120 cargos de chefia da PSP e a passagem dos núcleos e secções, nos diversos comandos distritais, dos atuais 592 para 180.
Estas propostas constam das alterações à lei orgânica da PSP e ao estatuto da Polícia de Segurança Pública, projetos que já foram entregues aos sindicatos da Polícia.
Em declarações aos jornalistas, o diretor nacional da PSP, superintendente Paulo Gomes, explicou que a redução dos cargos de chefia será ao nível dos oficiais e vai acontecer nos comandos regionais, distritais e metropolitanos da Polícia.
Paulo Gomes disse que os números resultam de uma proposta da direção nacional da PSP, tendo o projeto da lei orgânica, como objetivos, "maior racionalização, otimização dos recursos e meios e uma maior flexibilização na gestão dos recursos humanos e nas estruturas da PSP.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/vao-desaparecer-120-cargos-de-chefia-na-psp=f737054#ixzz20phU1DZz

Nova lei gera tensão na Polícia

SOL

Os oficiais da PSP temem que a proposta de redução de cargos de chefia e de vagas para esta classe, que acaba de ser apresentada pelo ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, no âmbito da nova lei orgânica da PSP, comprometa o funcionamento da instituição.
Carlos Ferreira, presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais de Polícia (SNOP), disse ao SOL que os cortes anunciados é «muito mais do que uma racionalização»: «Não se pode olhar para a PSP, com 23 mil polícias, do mesmo modo que se olha para um serviço administrativo. As exigências são diferentes e a estrutura de comando é crucial».
Além disso, muitos cargos passarão a ser desempenhados por oficiais de patente inferior (caso dos comandantes territoriais, que passam a ser intendentes e já não superintendentes) – alteração que o sindicato, que vai apresentar uma proposta alternativa à tutela, também não vê com bons olhos.
Em contrapartida, o campo de competências da PSP vai alargar-se, segundo o projecto de lei do Governo. Uma das principais será a gestão dos eixos rodoviários das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, que passam a ser fiscalizados apenas pela PSP.
Lembrando que a sinistralidade baixou na área de Lisboa desde 2010, Carlos Ferreira defende que «o complexo sistema de acessos a Lisboa e ao Porto deve ser controlado pela Polícia que gere a cidade», razão pela qual «seria contraproducente retirar competências nesta área à PSP para justificar a reactivação da Brigada de Trânsito» da GNR.
Posição contrária tem José Dias, presidente da Associação Nacional de Oficiais da Guarda, garantindo que o ministro já tinha anunciado que muitas vias de Lisboa (casos do Eixo Norte-Sul, 2.ª Circular e até ponte 25 de Abril) passariam para a alçada da GNR. «O que está em causa é garantir que a BT terá uma acção continuada em toda a rede viária. Não faz sentido, por exemplo, que a GNR fiscalize quem vem do Porto pela A1 e deixe de o fazer em Alenquer, quando a A1 só termina em Sacavém».
Esta não é a única competência exclusiva que a PSP ganha no projecto de nova lei orgânica: a segurança pessoal dos órgãos de soberania e também dos aeroportos internacionais passa a ser garantida em exclusivo por esta força – considerada doravante uma «polícia integral». A expressão levanta dúvidas ao major José Dias, da GNR: «Se o Governo defende um sistema dual, como é possível surgir uma polícia que se arroga ‘integral’, ou seja, com missões de todas as outras?». Mas não só. Para aquele oficial, não faz sentido que a PSP possa utilizar armamento de qualquer tipo, modelo e calibre, como se prevê no projecto: «Vão comprar carros de combate, bazucas? Tenho muitas dúvidas sobre a constitucionalidade disto».

GNR fora das Ilhas

José Dias questiona ainda outras alterações, garantindo que muitas funções atribuídas à PSP já são asseguradas pela GNR. É o caso da segurança nas zonas portuárias e em praias, e da intervenção em situações de emergência.
Se este projecto for aprovado, outra mudança irá ocorrer: «Há uma tentativa clara de expulsar a GNR das regiões autónomas», diz o oficial, referindo-se ao 4.º artigo – que atribui à PSP a exclusividade destas funções. «É certo que os dois comandos na Madeira e Açores só têm praticamente missões de controlo costeiro e fiscal, mas em algumas ilhas, como no Corvo, é a GNR que recebe queixas e as encaminha para a PSP».

Ex-responsáveis da Brigada de Trânsito criticam passagem de competências da GNR para a PSP

Publico
Comemoração dos 42 anos da Brigada de Trânsito decorreu neste domingo em Fátima

Ex-responsáveis da extinta Brigada de Trânsito (BT) criticaram neste domingo a proposta do Governo de transferir competências da Guarda Nacional Republicana (GNR) para a Polícia de Segurança Pública (PSP). “Do que sabemos sobre a proposta que está em cima da mesa, estas alterações não fazem sentido”, considerou o antigo comandante da BT a nível nacional, coronel Lourenço da Silva.
Em causa está a passagem para a PSP do controlo do trânsito a nível nacional e da segurança do Palácio de Belém e do Parlamento, noticiada pelo Diário de Notícias. 

O antigo responsável, agora na reforma, acredita que “o ministro irá cumprir o que foi prometido sobre a reactivação da BT”, mas sublinhou que se esta ideia for avante “vêm aí tempos muito amargos para o ministro” [da Administração Interna, Manuel Macedo]. Na fiscalização rodoviária, explicou, “é preciso garantir uma unidade de comando nacional”, acrescentando que, após 40 anos de serviço prestado na GNR, não consegue vislumbrar quaisquer benefícios nesta reorganização. 

Durante a comemoração dos 42 anos da criação da BT, que reuniu neste domingo em Fátima os militares no activo, na reserva ou na reforma, o antigo segundo comandante daquela unidade, o coronel Gomes Maia, disse à Lusa que esta proposta “é uma má surpresa”. 

Afinal, frisou, “a reactivar-se a BT, só faz sentido que a unidade possua uma estratégia de fiscalização e um conceito operacional nacional”. 

Gomes Maia garantiu que só assim se acautela “a prevenção e a segurança rodoviária”, algo que não é possível, acrescentou, “com o actual modelo regional, que está esgotado”. O antigo responsável da BT frisou que “este é um sentimento que está generalizado, não só no seio da GNR, mas entre as pessoas que estão ligadas à prevenção e segurança rodoviária e que reconheceram ter sido um erro a extinção da BT”. 

Já o antigo comandante do destacamento de Lisboa e do Grupo Regional de Trânsito de Lisboa, França de Sousa, reforçou a ideia de que a reactivação da BT só faz sentido se forem recuperadas todas as competências anteriormente detidas pela GNR. 

“Evidentemente que quando a unidade foi extinta o policiamento das principais estradas da Área Metropolitana de Lisboa passaram para a GNR, como foi o caso da marginal, da estrada Lisboa-Sintra e Sacavém-Vila Franca de Xira”, lembrou. Contudo, sustentou, com o regresso da BT, “o território nacional, mesmo com regiões demarcadas, deve passar para a responsabilidade da GNR”.



GNR "perplexa" com entrega do trânsito à PSP RTP

O governo vai transferir o controlo do trânsito da GNR para a PSP. A intenção está numa proposta do governo para a reorganização policia e já está a causar descontentamento entre os militares. Ao contrário do que tinha sido prometido pelo governo o ...

Revista de imprensa: 30 de Junho Sol

Protestos ao ministro da Economia, mudanças no controlo do trânsito, da GNR para a PSP, e as suspeitas sobre médicos em todo o país, no âmbito da chamada «máfia dos remédios», estão hoje em destaque nos jornais nacionais.

Sindicatos e associações das forças de segurança admitem avançar com ações de luta

RTP

Os Sindicatos e associações representativas das forças de segurança admitem avançar com ações de luta contra algumas políticas governamentais, por considerarem que põem em causa os direitos dos profissionais e a segurança dos cidadãos.
A Comissão Coordenadora Permanente dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança - que reúne organizações representativas da GNR (APG/GNR), da PSP (ASPP/PSP), do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SCIF/SEF), Polícia Marítima (ASPPM) e Guardas Prisionais (SNCGP) -- decidiu na quinta-feira agendar "para breve" uma reunião para debater as questões que envolvem o sector.
Os profissionais estão "preocupados com os efeitos do plano de austeridade apresentado recentemente pelo Governo, porque poderá ter reflexos graves a nível socioprofissional e da qualidade do serviço prestado aos cidadãos", contou à Lusa o secretário nacional da comissão coordenadora permanente(CCP), Paulo Rodrigues. A CCP decidiu agendar "para breve" um novo encontro para "analisar o impacto das medidas governamentais na área de segurança interna, não estando descartada a possibilidade de ações de luta a levar a cabo contra o constante ataque governamental efetuado a estes Funcionários Públicos". Paulo Rodrigues sublinhou que o Governo tem "mostrado dificuldades em refletir sobre o sector", dando como exemplo dessa dificuldade o "discurso pouco uniforme" dos vários responsáveis políticos. "Ouvimos o grande plano do Governo durante a campanha eleitoral em que se apresentava uma alteração à segurança interna. Depois a ministra Justiça veio dizer que não ia haver qualquer alteração ao modelo, entretanto veio o ministro dizer que havia duplicação de serviços e que isso teria de acabar. Mas já outro ministro veio dizer que seriam feitas apenas pequenas modificações", resumiu Paulo Rodrigues. Os discursos "contraditórios", defende o secretário da confederação, "refletem que não há um rumo para a questão da segurança interna e isso é preocupante porque vai acabar por se refletir de forma negativa nas questões sócio-profissionais e na qualidade da segurança interna". A CPP espera que o executivo esclareça o que pretende fazer na área da segurança e que as "posições dos ministros comecem a ir todas no mesmo sentido".

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segunda-feira, julho 16, 2012

Número de seguranças privados já supera forças policiais

DN

Há mais de 58 mil seguranças privados em Portugal.
São mais sete mil que o quadro total de forças policiais.
Sector está na mira da IGAI para fiscalização.
O "Díário Económico" escreve que o número de seguranças privados em Portugal é já superior ao total de 51 mil efectivos das várias forças policiais que inclui, GNR, PSP, PJ, Polícia Marítima, SEF e ASAE. São mais de 58 mil que exercem já a actividade privada. Os dados vão ser hoje revelados na reunião do Conselho de Segurança Privada. Em causa está um sector que conta com mais de uma centena de empresas e que é alvo da atenção do Governo que quer reforçar a sua regulamentação, numa altura em que a Inspecção Geral da Administração Interna (IGAI) prepara novos raides inspectivos para este ano.

ASAE apreendeu 1,5 milhões de euros de material contrafeito em Vila do Conde

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ASAE encerra oito estabelecimentos por falta de higiene‎ A Bola

Porto: Associação de Bares satisfeita com ações da ASAE e com a "evolução da higienização"


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Porto, 11 jul (Lusa) - A Associação de Bares da Zona Histórica do Porto (ABZHP) mostrou-se hoje satisfeita com as ações da ASAE e revelou ...