
As redes sociais estão a assumir um papel cada vez mais importante na disseminação de malware. No segundo trimestre de 2010, registaram-se mais de 157 milhões de ataques a PC
As redes sociais estão na moda e apesar de terem uma utilidade inquestionável em acções como o reforço da sociedade civil, a verdade é que são um manancial de perigos que a maioria dos seus utilizadores desconhece. Empresas analistas do mercado tecnológico, como a IDC, a Gartner ou a Forrester alertam para a quantidade de ameaças que se verificam nas redes sociais assim como todos os fabricantes de soluções de segurança informática.
Mas, afinal, o que são as redes sociais?... ...seus utilizadores e não apenas os países de grande dimensão.
Rápida ascensão do malware nas redes sociais
A empresa de soluções de segurança Kaspersky refere que só entre os meses de Abril e Junho de 2010 foram neutralizadas 540 milhões de tentativas de infecção a computadores de utilizadores, o que representa um aumento de quase 100 por cento face ao primeiro trimestre do corrente. A maioria dos acontecimentos mais importantes esteve relacionada com as botnets (redes piratas criadas para a distribuição massiva de malware), mas uma conclusão clara que cabe extrair do relatório sobre este segundo trimestre de 2010 é a consolidação das redes sociais como novo alvo preferido para as suas actividades. ...
...delinquentes não foi assim tão pequena.
Aplicações de jogos aumentam o spam e o phishing em mais de 50%
Não é de estranhar que no último relatório de malware emitido pela BitDefender, empresa de segurança informática, relativo ao primeiro semestre de 2010, a detentora do Facebook seja a quarta empresa com mais ataques de phishing, tendo apenas pela frente companhias que estão por trás de serviços como o PayPal, eBay e HSBC....
...pontuação ou a sua situação num jogo».
As implicações em matéria de segurança são inúmeras, e vão desde a consolidação e aumento do poder do spam no roubo de dados privados ao sequestro de perfis sociais, difusão de malware, etc. Por exemplo, um URL publicado em cada um dos perfis falsos criados por BitDefender foi seguido por 24% dos amigos das três contas, mesmo não sabendo a origem, nem para onde eram direccionados. Isto significa que se esta tivesse sido uma acção de malware, 24% dos utilizadores teriam ficado infectados.
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