RTP
No dia em que os corpos dirigentes do sindicato mais representativo da Polícia tomam posse pretendem igualmente perceber quais os planos do MAI para a PSP, ...
|
quinta-feira, março 22, 2012
Polícias ameaçam com novos protestos
Detido carteiro dos CTT que desviava correspondência
Público
Um homem de 59 anos, que trabalhava nos CTT há 37 anos, foi anteontem detido pela PSP de Lisboa pela prática dos crimes de peculato e violação do segredo de ...
Detido carteiro que violava e roubava correspondência A BolaCarteiro caçado a desviar cartas Correio da Manhã |
Fecho de esquadras da PSP "não tem nada a ver" com a "troika", revela Miguel Macedo
RTP
O encerramento de esquadras da PSP na capital, cuja proposta foi hoje apresentada ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) pelo ministro da ...
PSP: Operação "Portugal é Segurança" sexta-feira em todo o país
SIC Notícias
Lisboa, 22 mar (Lusa) -- A PSP anunciou hoje que vai desenvolver na sexta-feira uma operação nacional junto aos centros comerciais, escolas, ...
|
Bombeiro conduzia ambulâncias sem carta, foi despedido e queixa-se de injustiça
Público
Chamada ao local, a GNR constatou que o bombeiro não tinha carta de condução, pelo que foi constituído arguido, estando a decorrer um processo no tribunal ...
Cabo da GNR suicida-se com tiro na cabeça

CM
Um militar da GNR de Sines, de 49 anos, suicidou-se ontem, com um tiro na cabeça, na praia da Costa do Norte. O corpo do cabo Rui Luz foi descoberto por um ...
Sines: Militar da GNR suicidou-se na Costa do Norte Rádio Sines |
Idoso de 91 anos morto à pancada (COM VÍDEO)
GNR processa colega envolvido em acidente
CM
Albufeira: Comando-geral da GNR abriu inquérito interno
O Ministério Público (MP) de Albufeira está a investigar uma queixa de um militar da GNR contra um colega envolvido no atropelamento de duas jovens, na madrugada da Passagem de Ano, em Albufeira. Ao que o CM apurou, o processo em curso em tribunal é relativo aos crimes de injúrias e abuso de poder.
O caso polémico, tal como o CM noticiou na altura, deu origem a uma averiguação interna do Comando-Geral da GNR. No carro envolvido no acidente seguiam dois GNR e sobre um deles, alcoolizado, surgiram suspeitas de que ia a conduzir o carro. Teria depois trocado de lugar com uma mulher.
Os dois guardas estavam fora de serviço e seguiam no carro que atropelou Bianca Pinto e Ana Filipa Brito. Esta continua hoje a sofrer com as lesões (ver apoios). O automóvel só parou cerca de 60 metros à frente do local do acidente. Ao que o CM apurou, os militares na viatura acusaram 1,65 g/l e 0,41 g/l de álcool no sangue.
A queixa surge depois de um deles, H.R., que estaria muito exaltado, ter ofendido várias vezes os colegas que tomavam conta da ocorrência. "Espero que não vos encontre numa situação destas, aí a conversa é outra. Assim é que se vê a camaradagem", terá dito o militar, à civil, aos colegas de serviço, em tom de ameaça. O segundo guarda que ia no carro tentou acalmar o colega, mas em vão. Quando um dos GNR em serviço se preparava para transportar a alegada condutora ao centro de saúde , para fazer testes psicotrópicos e de álcool, com recolha de sangue, o militar à civil voltou a insultar os colegas. "Vocês são uns filhos da p..., vão para o c..., cab...", terá dito.
Questionado pelo CM, o Comando-Geral da GNR não esclareceu se o inquérito interno já foi concluído.
Dirigente sindical detido em Penafiel

CM
Um dirigente sindical que integrava um piquete de greve foi esta quinta-feira detido pela GNR, na estação ferroviária de Penafiel, alegadamente por tentar ...
Dirigente sindical detido quando tentava impedir substituição ... A BolaDireito à (não) greve? Educare |
Furto de cobre e material eléctrico em Idanha-a-Nova
CM
A GNR anunciou esta quinta-feira que está a investigar um furto de cobre e ... Segundo a queixa apresentada na GNR, foi furtado cobre no valor de 1920 euros ...
Ação de sensibilização da GNR com alunos do jardim de infância

Jornal das Caldas
Em vez dos militares da Guarda Nacional Republicana, os condutores que passaram pelo centro da vila bombarralense foram abordados pelas crianças do jardim ...
|
Incêndio: operacional do GIPS atropelado com gravidade
Diário IOL
Um elemento do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR de Viseu foi hoje atropelado quando se preparava para combater um incêndio, ...
Viseu: Elemento do GIPS atropelado quando se preparava para ... Jornal do Centro
Dois homens detidos a roubar cobre
Diário IOL
A GNR deteve hoje, em flagrante, dois homens que furtavam cobre junto ao campo de futebol de Praia do Ribatejo, em Vila Nova da Barquinha.
|
Homem detido após disparar contra agentes da PSP
CM
O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP anunciou esta quinta-feira a detenção de um homem, com 52 anos, suspeito de ameaças com recurso a arma de fogo e tentativa de homicídio no âmbito uma perseguição policial.
Lisboa: SEF trava iranianos
CM
Sete cidadãos iranianos foram ontem de manhã impedidos, pelo Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, de entrar em Portugal. Os sete homens ficaram retidos no ...
|
Rede de tráfico de mulheres começa a ser julgada em Albufeira
Sol
De acordo com o SEF, esta investigação revelou-se complexa, «dada a sua organização pouco convencional ea extrema mobilidade dos seus membros e das próprias ...
Rede de tráfico de mulheres começa a ser julgada segunda-feira no ... Público.pt
GNR e SEF em bairro perigoso de Almada
CM
Uma acção conjunta da GNR e do SEF, juntou ontem mais de cem elementos numa operação no Bairro do Torrão, Trafaria, Almada, considerado um dos mais ...
Operação da GNR controla zona de conflitos armados em Almada Jornal de Notícias |
Operação conjunta da PSP e do SEF faz 8 detenções
Porto24
Estrangeiros e Fronteiras (SEF), de prevenção e combate à criminalidade nos interfaces de transportes públicos do Grande Porto, resultou, esta terça-feira, ...
segunda-feira, março 12, 2012
"Missão Cavaco Silva": jogue online e ajude o Presidente a ter dinheiro
Expresso
Depois das polémicas declarações de Cavaco Silva sobre as dificuldades em conseguir pagar as suas despesas, um jogo online já permite ajudar o Presidente da República a juntar mais uns trocos.
Um jogo online para ajudar o Presidente da República a reunir dinheiro. Esta é a mais recente paródia resultante das polémicas declarações de Cavaco Silva sobre as alegadas dificuldades que confessou ter para fazer face à despesas.
No jogo, intitulado "Missão Cavaco Silva", o objetivo é fazer o Presidente da República apanhar o máximo de dinheiro que vai caindo do céu. Isto no espaço de um minuto. No entanto, se em vez de notas (ou objetos valiosos) forem recolhidas moedas, o jogador é penalizado: Cavaco Silva fica imobilizado durante alguns segundos, de rosto vermelho, furioso.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/missao-cavaco-silva-jogue-ionlinei-e-ajude-o-presidente-a-ter-dinheiro=f702846#ixzz1owiuJrwa
Gatuno?
Por José António Saraiva
Assisti, atónito, a uma tentativa de invasão do Ministério da Administração Interna por parte de guardas da GNR que gritavam «gatuno» referindo-se ao ministro.Foi um sinal gravíssimo – mas previsível.
A partir do momento em que se abriu o campo à existência de associações sindicais na PSP e na GNR, este tipo de acontecimentos era quase inevitável.
Na altura, mesmo alguns comentadores do centro e da direita aceitaram o princípio da criação de associações sindicais nas forças de segurança, argumentando que esse era um direito de todos os trabalhadores.
Ora isso sempre me pareceu um tremendo erro, passível de gerar situações explosivas.
EM PRIMEIRO lugar, os sindicatos e as associações sindicais são, regra geral, muito permeáveis à influência dos partidos políticos, em especial do PCP.
Em segundo lugar, a constituição de sindicatos ou associações sindicais pressupõe a existência de dois campos com interesses opostos e potencialmente em conflito.
Ora, a PSP e a GNR não podem estar em conflito com o Governo – nem ter, em relação a ele, uma atitude de desconfiança.
A PSP e a GNR são as forças que asseguram o exercício da autoridade do Estado – e, nessa medida, são ‘extensões do Governo’, são como os braços em relação ao corpo, têm de lhe obedecer.
IMAGINEMOS que, em determinada altura, os sindicalistas da GNR (ou da PSP) estão envolvidos num braço-de-ferro com o Governo, exigindo determinadas regalias ou melhores condições de trabalho.
Imaginemos ainda que, a meio desse braço-de-ferro, ocorre uma perturbação grave da ordem pública por outra razão qualquer – e o Governo manda a GNR (ou a PSP) avançar.
Imaginemos, ainda, que a GNR (ou a PSP) responde que só cumprirá as ordens do Governo se as suas reivindicações forem satisfeitas.
Ora, se assim for, estará criada uma situação de ruptura.
Das duas, uma: ou o Governo cede à chantagem das forças de segurança, aceitando as suas condições mesmo discordando frontalmente delas, ou não cede – e, nesse caso, ficará sem meios para repor a ordem pública, não lhe restando outra alternativa senão demitir-se.
Este exemplo dá a medida do perigo que representa a existência de sindicatos ou associações sindicais dentro da GNR e da PSP.
SENDO forças da ordem, a Polícia e a Guarda deveriam reger-se por normas próprias, não podendo ter os mesmos direitos de outros trabalhadores.
Dispondo de armamento, têm de funcionar de forma muito hierarquizada – pelo que os mecanismos de ‘reivindicação’ deveriam fazer-se através das chefias (e nunca através de associações de base que saltam por cima das chefias e se confrontam directamente com o Governo).
Todas as profissões têm as suas limitações – e os guardas da PSP e da GNR deveriam ter limitações no campo associativo.
HAVER associações ou sindicatos dentro das forças de segurança representa um risco grave para o Estado democrático.
Sendo infiltráveis pelos partidos políticos, acabam por estar à mercê dos jogos político-partidários.
Podem ocorrer situações em que as ordens dos líderes sindicais se sobreponham às da própria cadeia de comando, subvertendo a hierarquia.
Uma coisa é certa: a autoridade do Estado está hoje à mercê das associações sindicais da Polícia ou da Guarda Nacional Republicana.
O Governo, para impor a ordem, está dependente de decisões de sindicalistas que têm a sua agenda própria.
E que chegam ao ponto de chamar «gatuno» ao ministro do qual dependem e a quem deviam respeito e obediência.
A partir do momento em que se abriu o campo à existência de associações sindicais na PSP e na GNR, este tipo de acontecimentos era quase inevitável.
Na altura, mesmo alguns comentadores do centro e da direita aceitaram o princípio da criação de associações sindicais nas forças de segurança, argumentando que esse era um direito de todos os trabalhadores.
Ora isso sempre me pareceu um tremendo erro, passível de gerar situações explosivas.
EM PRIMEIRO lugar, os sindicatos e as associações sindicais são, regra geral, muito permeáveis à influência dos partidos políticos, em especial do PCP.
Em segundo lugar, a constituição de sindicatos ou associações sindicais pressupõe a existência de dois campos com interesses opostos e potencialmente em conflito.
Ora, a PSP e a GNR não podem estar em conflito com o Governo – nem ter, em relação a ele, uma atitude de desconfiança.
A PSP e a GNR são as forças que asseguram o exercício da autoridade do Estado – e, nessa medida, são ‘extensões do Governo’, são como os braços em relação ao corpo, têm de lhe obedecer.
IMAGINEMOS que, em determinada altura, os sindicalistas da GNR (ou da PSP) estão envolvidos num braço-de-ferro com o Governo, exigindo determinadas regalias ou melhores condições de trabalho.
Imaginemos ainda que, a meio desse braço-de-ferro, ocorre uma perturbação grave da ordem pública por outra razão qualquer – e o Governo manda a GNR (ou a PSP) avançar.
Imaginemos, ainda, que a GNR (ou a PSP) responde que só cumprirá as ordens do Governo se as suas reivindicações forem satisfeitas.
Ora, se assim for, estará criada uma situação de ruptura.
Das duas, uma: ou o Governo cede à chantagem das forças de segurança, aceitando as suas condições mesmo discordando frontalmente delas, ou não cede – e, nesse caso, ficará sem meios para repor a ordem pública, não lhe restando outra alternativa senão demitir-se.
Este exemplo dá a medida do perigo que representa a existência de sindicatos ou associações sindicais dentro da GNR e da PSP.
SENDO forças da ordem, a Polícia e a Guarda deveriam reger-se por normas próprias, não podendo ter os mesmos direitos de outros trabalhadores.
Dispondo de armamento, têm de funcionar de forma muito hierarquizada – pelo que os mecanismos de ‘reivindicação’ deveriam fazer-se através das chefias (e nunca através de associações de base que saltam por cima das chefias e se confrontam directamente com o Governo).
Todas as profissões têm as suas limitações – e os guardas da PSP e da GNR deveriam ter limitações no campo associativo.HAVER associações ou sindicatos dentro das forças de segurança representa um risco grave para o Estado democrático.
Sendo infiltráveis pelos partidos políticos, acabam por estar à mercê dos jogos político-partidários.
Podem ocorrer situações em que as ordens dos líderes sindicais se sobreponham às da própria cadeia de comando, subvertendo a hierarquia.
Uma coisa é certa: a autoridade do Estado está hoje à mercê das associações sindicais da Polícia ou da Guarda Nacional Republicana.
O Governo, para impor a ordem, está dependente de decisões de sindicalistas que têm a sua agenda própria.
E que chegam ao ponto de chamar «gatuno» ao ministro do qual dependem e a quem deviam respeito e obediência.
Dignificação na GNR

|
Autoridades não conseguem falar com mulher fechada em casa

Sol |
felicia.cabrita@sol.pt
Director da PSP admite “descontentamento” por falta de meios
Paulo Valente Gomes esteve em Belém
O novo director nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP), Paulo Valente Gomes, admitiu esta segunda-feira que a falta de meios na PSP pode ser uma fonte de "descontentamento" para os agentes que andam na rua.
Paulo Valente Gomes, que falava aos jornalistas após ter apresentando cumprimentos ao Presidente da República, no Palácio de Belém, em Lisboa, disse ainda que essa situação o preocupa apesar de se tratar de uma situação a que estão "atentos e a tentar resolver".
"É óbvio que é, mas nós estamos preocupados, estamos atentos e, volto a frisar, estamos a resolver as situações que vão surgindo de acordo com os mecanismos que a lei permite", disse o novo director da PSP quando questionado pelos jornalistas sobre se a falta de meios existente na Polícia era geradora de descontentamento nos agentes.
"Sabemos que a lei da contratação pública tem os seus procedimentos próprios mas tem também mecanismos que permitem atalhar a resolução de situações mais prementes e é isso que estamos a fazer", sublinhou.
Segundo o responsável máximo da PSP, as situações estão a ser resolvidas "de acordo com os meios legais e as situações mais prementes que vão surgindo" , assim como estão a resolver, dentro do que a lei permite, "tudo o que tem carácter de urgência".
Novo Diretor Nacional da PSP recebido em Belém
SIC NotíciasO Presidente da República recebeu esta tarde o novo Diretor Nacional da Polícia de Segurança Pública que tomou posse no mês passado. À saída da audiência em Belém, o super-intendente Paulo Gomes disse esperar que o problema da falta de meios na PSP seja resolvido em breve, mas admitiu que está preocupado com a situação. |
Prepara banquete ao lado dos corpos (COM VÍDEO)
‘Monstro de Beja’ - O processo: Mulher, filha e neta mortas há quatro dias
Triplo homicida jantou junto dos cadáveres.
AS IMAGENS QUE SEGUEM PODEM FERIR SUSCEPTIBILIDADES
PSP dá golpe no tráfico

CM
O outro, de 45, que foi apanhado pela PSP a vender 'muchas' de coca (doses individuais, em invólucros plastificados) numa esquina do estádio do Portimonense ...
|
Incêndio fere mulher e agente da PSP em Alverca
Diário IOL
O agente da PSP que a resgatou também ficou com escoriações no membro superior, segundo informação do 2º Comandante Vasco Martins, dos Bombeiros Voluntários ...
Dois feridos ligeiros em incêndio no segundo andar de um prédio Diário DigitalIncêndio em prédio em Alverca causa dois feridos ligeiros Público.pt Explosão e incêndio em Alverca Expresso O Mirante |
PJ do Porto e Scotland Yard retomam caso Maddie
Público
De acordo com declarações do director nacional adjunto da Polícia Judiciária (PJ), Pedro Carmo, do lado português o caso passou agora para as mãos da PJ do ...
|
Nove meses de gravidez em 90 segundos
JN
Um jovem casal norte-americano decidiu registar os nove meses de gravidez, até ao nascimento da filha Amelie, através de um vídeo "stop motion" que revela o crescimento da barriga materna em 90 segundos. Está a ser um sucesso no Youtube. Veja o vídeo.
Um jovem casal norte-americano decidiu registar os nove meses de gravidez, até ao nascimento da filha Amelie, através de um vídeo "stop motion" que revela o crescimento da barriga materna em 90 segundos. Está a ser um sucesso no Youtube. Veja o vídeo.
O "pequeno projeto de nove meses" começa com o jovem a beijar a barriga da companheira, como se do beijo da vida de tratasse, simbolizando o momento da conceção. E ali começa a odisseia de mudanças, da barriga materna e de todo o ambiente que envolve o casal, até ao nascimento da pequena Amelie Amaya.
O vídeo "stop motion" (técnica que utiliza a disposição sequencial de fotografias) foi a maneira escolhida pelo jovem casal para revelar ao mundo a alegria de serem pais.
Quando chega "a hora", a mãe aponta para o relógio e, após mais um beijo do pai na barriga, surge a bebé nos braços dos pais com a mensagem "Apresentando Amelie Amaya".
Publicado no Youtube no passado dia 7, o vídeo já tem perto de 700 mil visualizações, acompanhado de vários comentários que elogiam a iniciativa do casal, pela simplicidade como partilharam a sua felicidade em serem pais.
Rede de tráfico de droga intercontinental travada pela PJ e polícia espanhola
PTJornal
A polícia espanhola e a Polícia Judiciária (PJ) desmantelaram uma rede de tráfico de cocaína que operava em Portugal, Espanha e América do Sul. A operação levada a cabo pela PJ provocou a detenção de cinco suspeitos de pertencerem à organização, cujo líder foi detido em Espanha. O líder do grupo também foi detido em Barcelona.
Através de um comunicado a PJ tornou pública a detenção de cinco pessoas, alegados membros de uma rede altamente organizada, que se dedicava ao tráfico de droga, com ligações à América do Sul, que usava Portugal e Espanha como plataforma para distribuição de droga para outros países europeus.
Numa ação em parceria com as autoridades espanholas, a PJ pôs termo ao grupo criminoso sul-americano, que revelava grande organização, “com forte hierarquia”, além de um modo de operar apenas visível nas grandes redes criminosas.
A cocaína era proveniente da Argentina e trazida para solo europeu, escondida em materiais que eram transportados de forma legal. Uma vez em Portugal ou Espanha, a droga era presumivelmente distribuída para outros países europeus, segundo suspeita a PJ.
Os detidos são sul-americanos, que estavam a ser investigados há seis meses e que se encontravam em Portugal. Alguns tinham identidade falsa. As autoridades portuguesas apreenderam ainda 393 quilos de cocaína, um automóvel e 13 mil euros, além de outros objetos utilizados para a prática de crimes.
Ao mesmo tempo que em Portugal membros da redes de tráfico de cocaína estavam a ser detidos, em Espanha foi capturado o presumível líder do grupo. Tinha residência em Barcelona e foi apanhado pelas autoridades políciais espanholas.
A polícia espanhola e a Polícia Judiciária (PJ) desmantelaram uma rede de tráfico de cocaína que operava em Portugal, Espanha e América do Sul. A operação levada a cabo pela PJ provocou a detenção de cinco suspeitos de pertencerem à organização, cujo líder foi detido em Espanha. O líder do grupo também foi detido em Barcelona.
Através de um comunicado a PJ tornou pública a detenção de cinco pessoas, alegados membros de uma rede altamente organizada, que se dedicava ao tráfico de droga, com ligações à América do Sul, que usava Portugal e Espanha como plataforma para distribuição de droga para outros países europeus.
Numa ação em parceria com as autoridades espanholas, a PJ pôs termo ao grupo criminoso sul-americano, que revelava grande organização, “com forte hierarquia”, além de um modo de operar apenas visível nas grandes redes criminosas.
A cocaína era proveniente da Argentina e trazida para solo europeu, escondida em materiais que eram transportados de forma legal. Uma vez em Portugal ou Espanha, a droga era presumivelmente distribuída para outros países europeus, segundo suspeita a PJ.
Os detidos são sul-americanos, que estavam a ser investigados há seis meses e que se encontravam em Portugal. Alguns tinham identidade falsa. As autoridades portuguesas apreenderam ainda 393 quilos de cocaína, um automóvel e 13 mil euros, além de outros objetos utilizados para a prática de crimes.
Ao mesmo tempo que em Portugal membros da redes de tráfico de cocaína estavam a ser detidos, em Espanha foi capturado o presumível líder do grupo. Tinha residência em Barcelona e foi apanhado pelas autoridades políciais espanholas.
sexta-feira, março 09, 2012
PSP com recorde de candidaturas
CM
A PSP registou o maior número de inscrições de sempre a um concurso, com 10 686 pessoas a candidatarem-se aos 300 lugares disponíveis para ingressar nesta ...
Candidaturas recorde na PSP RecordNunca houve tanta gente a querer entrar na PSP TVI24 |
MAI vai reunir-se “em breve” com associações sindicais da GNR e da PSP
Público
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, disse nesta terça-feira que, “em breve”, vai reunir-se com as organizações sindicais das forças de segurança, considerando que estes encontros devem acontecer quando “quando há coisas” para apresentar ...
PSP e GNR com sete milhões para carros
CM
"Em face do volume de viaturas que cada uma dessas forças tem, mais de cinco mil cada, no início do ano foi aberto, no caso concreto da PSP, um concurso ...
PSP e GNR vão ter carros novos TSF MobileMAI vai reunir-se “em breve” com associações sindicais da GNR e da PSP Público.pt Verba antecipada a bombeiros terá de ser reposta TVI24 |
PSP: Esquadras da Grande Lisboa sem tinteiros para emitir certidões de acidentes, diz sindicato
Diário Digital
|
Ministro autoriza PSP a fazer ajustes diretos
TSF Mobile
O ministro da Administração Interna reiterou hoje que não há falta de dinheiro para a reparação de veículos da PSP, acrescentando que autoriza a polícia a ...
Viaturas da PSP: Aval para resolver "situações urgentes" Correio da ManhãPSP vai destruir 4300 armas no Seixal Público.pt criminalidade diminuiu em 2011 Diário IOL A Bola - TVI24 |
Assinar:
Postagens (Atom)







