A porta-voz do BE considera "extraordinário" que o
nome escolhido para a Administração Interna seja o da pessoa que
defendeu Ricardo Salgado. Mas Catarina Martins não sobrevaloriza, porque
este "Governo vai ser rejeitado na Assembleia da República".
Mais do que os nomes que irão integrar
o próximo Executivo, é o próprio Governo que merece a reprovação da
porta-voz do BE. Para Catarina Martins, o Presidente da República,
Cavaco Silva, colocou o país numa situação "confrangedora" ao permitir a
formação de um Governo que se sabe que será derrubado.
Esta terça-feira, 27 de Outubro, Catarina Martins não deixou de notar ser "extraordinário" que Passos Coelho e Paulo Portas tenham escolhido João Calvão da Silva para chefiar o Ministério da Administração Interna.
"Quem defendeu Ricardo Salgado no Banco de Portugal (BdP) foi o
escolhido para a pasta da Administração Interna", criticou a líder
bloquista. Em 2013, Calvão da Silva foi um dos três juristas a quem
Ricardo Salgado recorreu para pedir um parecer que sustentasse a sua
idoneidade para continuar à frente dos destinos do antigo BES.
Nessa altura, o agora futuro responsável pela tutela das
polícias considerou que os 14 milhões de euros recebidos por Salgado da
parte do construtor José Guilherme diziam respeito ao "bom princípio
geral de uma sociedade que quer ser uma comunidade – comum unidade –,
com espírito de entreajuda e solidariedade".
Já em resposta aos jornalistas, Catarina Martins fez questão de
vincar que a prioridade para o Bloco no dia de hoje passa pela
necessidade de "manter os olhos postos em Angola". A porta-voz do BE
lembrou que o activista Luaty Beirão, que hoje terminou a sua greve de fome, conseguiu que os olhos fossem colocados sobre Angola, daí a importância de manter o tema vivo.
Economico Inês David Bastos | ines.bastos@economico.pt
Calvão da Silva tem vasta experiência no mundo do Direito e da Justiça,
mas também já passou pela política como secretário de Estado e deputado.
Calvão da Silva tornou-se mais conhecido do grande público quando em
2010 Passos Coelho subiu à liderança do PSD. Nesta altura, o professor
catedrático da Universidade de Direito de Coimbra fazia parte da
direcção do PSD e foi ele quem redigiu a polémica proposta de revisão
constitucional que punha em causa o despedimento por justa causa.
Com vasta experiência como professor de direito em várias
universidades portuguesas, e também como jurisconsulto e juíz-árbitro,
Calvão da Silva deu a cara em 2010 pela revisão constitucional que
Passos Coelho tentou introduzir e que mexia com direitos laborais. A
polémica foi tanta que a proposta acabaria por cair e Calvão da Silva
manteve-se até 2012 como vice-presidente do PSD. Sairia nesse ano mas
manteve-se sempre ao lado do líder do PSD e, agora, naquele que pode vir
a ser o mais pequeno governo de sempre sobe a ministro da Administração
Interna (MAI), sucedendo a Anabela Rodrigues, também ela uma académica
de Coimbra.
A diferença entre Calvão da Silva e Anabela Rodrigues, cujo curto
mandato foi duramente criticado por ausência de perfil político, é que
para o primeiro as lides políticas não são de todo desconhecidas. O
professor catedrático foi no IX Governo Constitucional secretário de
Estado-adjunto do então vice-primeiro-ministro Carlos Alberto de Mota
Pinto. Isto ainda em 1985,altura em que já dava cartas como assistente nas faculdades.
Anos depois, em 1995, entrou na Assembleia da República como deputado
pelo PSD, onde ficou até 1999. Nascido a 20 de Fevereiro de 1952,
Calvão da Silva fez ainda parte do Conselho Superior do Ministério
Público, até 1995 e do Conselho Superior da Magistratura, até 1999.
É actualmente, além de professor catedrático, vice-presidente do
Centro de Arbitragem Comercial da Câmara do Comércio e Indústria
Portuguesa.
DN ASPP e APG/GNR reagem a indigitação de João Calvão da Silva para novo ministro da Administração Interna
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) avisou
hoje o novo ministro da Administração Interna, João Calvão da Silva, que
tem um mês para criar as condições necessárias para a entrada em vigor
do novo estatuto da PSP.
"O novo ministro vai entrar com um
problema entre mãos, que é a entrada em vigor a 01 de dezembro do novo
estatuto profissional da PSP", disse à agência Lusa o presidente da
ASPP, Paulo Rodrigues, a propósito da nomeação do novo ministro da
Administração Interna.
O presidente do maior sindicato da PSP
adiantou que João Calvão da Silva tem que criar "as condições
financeiras e logísticas para que a 01 de dezembro o novo estatuto entre
em vigor de forma adequada".
Paulo Rodrigues disse ainda que o novo ministro nunca esteve ligado à área da segurança, sendo mais da justiça.
Há o registo de vários feridos durante a manifestação de forças policiais, que decorreu hoje junto às escadarias da Assembleia da República. Foram ainda identificadas duas pessoas, segundo apurou a TSF.
Alta Tensão Polícias Manifestantes Invadem a Escadaria da Assembleia
Elementos das forças de segurança em protesto derrubaram, cerca das 20:25, as barreiras metálicas de segurança colocadas em frente à Assembleia da República, onde decorreu uma manifestação convocada pela Comissão Coordenadora Permanente, e subiram parte da escadaria.
TSF/António Pinto Rodrigues
Os elementos do Corpo de Intervenção da PSP, munidos de bastões, desceram as escadarias e foram ao encontro dos milhares de manifestantes de seis forças e serviços de segurança.
Pouco antes das 21:00, os coordenadores do cordão de segurança chamaram a Comissão Coordenadora dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança para que apelassem aos manifestantes para recuar, o que acabou por suceder.
Entretanto, a organização da manifestação dos profissionais de segurança deu por encerrado o protesto, cerca de duas horas depois de terem chegado à Assembleia da República.
«Esta organização dá por terminada a manifestação», disse um dos elementos dos sindicatos da polícia às 21:40, declaração que foi seguida por fortes assobios por parte dos manifestantes.
RTP com Lusa06 Mar, 2014, 22:10 / atualizado em 06 Mar, 2014, 22:17
A manifestação que levou até à escadaria fronteira ao parlamento vários milhares de agentes das várias polícias terminou oficialmente por volta das 21h40, após apelo à desmobilização emitido pelas organizações sindicais convocantes. Uma delegação tinha acabado de ser recebida pela presidente da Assembleia da República. Durante a noite voltaram a repetir-se momentos de grande tensão entre os manifestantes e o contingente policial que lhes vedava a passagem.
À saída da reunião com Assunção Esteves, o secretário nacional da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, Paulo Rodrigues, não trazia qualquer compromisso da sua interlocutora e limitou-se a afirmar: "Esperamos neste momento uma atuação de quem tem poder de decisão para mudar a realidade das forças de segurança". Paulo Rodrigues disse ainda esperar que o resultado da manifestação tenha impacto e que o Governo não a desvalorize.
Anteriormente tinha havido derrubamento de barreiras na base da escadaria de S. Bento e os manifestantes tinham subido parte dessa escadaria, mas sem chegarem ao topo. Também se tinha registado a utilização de meios pirotécnicos por parte dos manifestantes (vd. foto).
Um porta-voz da PSP, comissário Rui Costa, chegara a advertir os manifestantes de que, em caso de subirem a escadaria, a PSP tinha legitimidade para usar a força. O comissário afirmou também que "a PSP está a tentar resolver a situação pela via do diálogo".
A PSP já antes fizera várias advertências aos manifestantes para recuarem e para adotarem uma conduta pacífica à frente da Assembleia da República. As advertências da polícia para que fosse mantida a calma foram acompanhadas por um elemento sindical, e feitas por megafone.
No final da manifestação, havia registo de três membros do Corpo de Intervenção da PSP feridos, e posteriormente assistidos por equipas do INEM, bem como de dois manifestantes identificados.
O secretário nacional da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança disse hoje esperar uma rápida atuação do poder político para resolver os problemas destes profissionais.
Paulo Rodrigues falava no final de uma reunião com a presidente da Assembleia da República, depois de uma marcha desde a praça Marquês de Pombal até ao parlamento.
«Esperamos neste momento uma atuação de quem tem poder de decisão para mudar a realidade das forças de segurança», disse.
Em frente às escadarias, já houve vários momentos de tensão, com grades de segurança a serem derrubadas e tentativas de furar o forte cordão de segurança feito por numerosos elementos do corpo de intervenção rápida da PSP.
Paulo Rodrigues disse ainda esperar que o resultado da manifestação tenha impacto e que o Governo não a desvalorize.
A presidente da Assembleia da República não prestou declarações.
Milhares de elementos das forças e serviços de segurança voltaram hoje a manifestar-se em Lisboa contra os cortes salariais e congelamento das carreiras, protesto que os organizadores estimam ser o maior de sempre.
O cortejo de protesto, que se realizou entre o Marquês de Pombal e a Assembleia da República, foi promovida pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, estrutura que congrega os sindicatos mais representativos da GNR, PSP, ASAE, SEF, Guarda Prisional e Polícia Marítima.
No espaço de três meses esta é a segunda manifestação dos elementos das forças e serviços de segurança, tendo a primeira, a 21 de novembro de 2013, terminado com a invasão da escadaria da Assembleia da República e com a consequente demissão do diretor nacional da PSP.
Na altura, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, classificou como «absolutamente inaceitáveis» os acontecimentos que motivaram a invasão da escadaria do parlamento, garantido que «foi uma exceção que não voltará a repetir-se».
Elementos das forças de segurança derrubaram, cerca das 20:25, as barreiras metálicas de segurança colocadas em frente à Assembleia da República, onde decorre uma manifestação convocada pela Comissão Coordenadora Permanente.
Os elementos do Corpo de Intervenção da PSP, munidos de bastões, desceram as escadarias e foram ao encontro dos milhares de manifestantes de seis forças e serviços se segurança.
Mais de uma dezena de milhar de elementos das forças de segurança iniciaram cerca das 19:10 a marcha rumo ao Parlamento a partir do Marquês de Pombal.
O arranque estava previsto para as 18:00, mas a coluna de manifestantes apenas partiu mais de uma hora depois por estarem à espera da chegada de elementos oriundos do Norte do país.
À espera dos manifestantes está um enorme aparato de segurança junto à Assembleia da República, com o objectivo de impedir que se registe uma nova invasão da escadaria, como ocorreu na manifestação de Novembro.
Elementos da PSP, GNR, SEF, ASAE e Polícia Marítima protestam contra os cortes salariais.
A marcha começou ao som de gritos como «Invasão», «Demissão» e «Vergonha».
Ao longo das próximas horas, o site do Expresso vai acompanhar a manifestação das forças de segurança, que termina junto à Assembleia da República. Veja o que está a acontecer no terreno e participe no debate. Polícias de todo o país protestam em Lisboa contra os cortes orçamentais decretados pelo Governo.
"Eles podem estar no poder, mas nós somos o poder"
Quatro polícias explicam na primeira pessoa por que motivo vão à manifestação de hoje. Milhares de agentes das forças de segurança vão protestar contra os cortes orçamentais decretados pelo Governo.
Lisboa, 06 mar (Lusa) - O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues, disse hoje, momentos antes do início da manifestação das forças de seguirança, que há agentes em situação limite, com "uma grande revolta".
Ressalvando que tudo será feito para que "corra bem", para que não se repita a invasão inédita da escadaria da Assembleia da República, a 21 de novembro do ano passado, Paulo Rodrigues manifestou o desejo de que "não haja qualquer incidente, para poder exigir do Governo outra atitude".
"É evidente que não ignoramos que há colegas que estão numa situação limite, estão muito revoltados, numa situação em que não conseguem assumir compromissos ou mesmo disponibilizar uma situação com dignidade à sua família. Isto revolta qualquer profissional", afirmou.
Milhares de profissionais das forças e serviços de segurança estão hoje concentrados junto ao Marquês de Pombal, em Lisboa, para protestarem contra os cortes nos vencimentos, numa manifestação que conta com uma grande adesão de militares da GNR.
Os manifestantes vieram de autocarros de todo o país, prevendo que saiam da rotunda do Marquês de Pombal em direcção à Assembleia da República por volta das 19h00.
O presidente da associação dos profissionais da guarda APG/GNR, César Nogueira, disse à agência Lusa que a grande mobilização de militares da GNR se deve ao descontentamento, participando hoje no protesto maior número de elementos desta força de segurança do que em 21 de Novembro de 2013.
"Já existia um grande sentimento de revolta, mas com os cortes nos vencimentos, que se verificam desde Janeiro, a situação agravou-se", adiantou à Lusa César Nogueira.
Empunhando bandeiras dos respectivos sindicatos e associações profissionais, os manifestantes estão a ouvir declarações dos presidentes das estruturas que os representam.
Milhares de elementos das forças e serviços de segurança voltaram hoje a manifestar-se em Lisboa contra os cortes salariais e congelamento das carreiras, protesto que os organizadores estimam ser o maior de sempre.
O cortejo de protesto, que se realiza entre o Marquês de Pombal e a Assembleia da República, é promovida pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, estrutura que congrega os sindicatos mais representativos da GNR, PSP, ASAE, SEF, Guarda Prisional e Polícia Marítima.
No espaço de três meses esta é a segunda manifestação dos elementos das forças e serviços de segurança, tendo a primeira, a 21 de Novembro de 2013, terminado com a invasão da escadaria da Assembleia da República e com a consequente demissão do director nacional da PSP.
Na altura, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, classificou como "absolutamente inaceitáveis" os acontecimentos que motivaram a invasão da escadaria do parlamento, garantido que "foi uma excepção que não voltará a repetir-se".
22:30Duas pessoas foram identificadas devido a desacatos na Assembleia
22:10Momentos mais tensos já terão acontecido Repórter da TVI diz que já não deverá haver invasão da Assembleia da República. Trabalho das forças de segurança parece estar feito.
22:10 Nas redes sociais
Há gente que parece não compreender o que pode significar uma carga policial nestas circunstâncias: o risco de uma desgraça.
22:09INEM leva dois manifestantes com ferimentos
22:05Organização deu por terminada a manifestação às 21:40 Alguns manifestantes começam a desmobilizar.
21:57Manifestantes tentam furar cordão na zona lateral da Assembleia da República Trata-se de uma área mais vulnerável, sem tantos efetivos de segurança e com o terreno mais acidentado.
21:36Manifestantes voltam a empurrar corpo de intervenção Centenas de homens tentam a todo o custo impedir nova tentativa de invasão da escadaria da Assembleia da República.
21:30Paulo Rodrigues à TVI24: «Esta manifestação tem que ter consequências»
21:22Paulo Rodrigues à TVI24: «Aqueles que têm poder de decisão têm de agir»
21:19 Assunção Esteves mostrou «abertura para o diálogo», diz Paulo Rodrigues Secretário nacional da CCP diz ao repórter da TVI24 que a segunda magistrada da nação «está próxima dos problemas dos polícias». 21:18Manifestantes recuam até à base da escadaria da Assembleia da República Alguns manifestantes tinham já empurrado o cordäo policial e conseguido subir alguns degraus da escadaria do Parlamento.
21:13Termina reunião entre Assunção Esteves e representantes sindicais O secretário nacional da CCP, Paulo Rodrigues, encabeçou o grupo para a audiência prevista com a segunda magistrada da nação, que deixa agora as instalações do Parlamento.
21:07PSP adverte manifestantes que tem legitimidade para usar a força O porta-voz do Cometlis (Comando Metropolitano de Lisboa) da PSP lançou um aviso aos manifestantes que, caso continuem com a intenção de subirem a escadaria, a PSP tem legitimidade para usar a força. Caso as advertências não resultem a PSP «terá toda a legitimidade para usar a força para garantir a segurança de todos os manifestantes», afirmou o comissário Rui Costa. A PSP já vez várias advertências aos manifestantes para recuarem e para adotarem uma conduta pacífica à frente da Assembleia da República, onde já conseguiram subir até metade da escadaria frontal do parlamento.
20:51Assunção Esteves vai receber sindicatos Presidente da Assembleia da República à espera de se reunir com representantes sindicais.
20:41Manifestantes continuam a vencer o braço-de-ferro Bandeiras são atiradas para o lado.
20:40«Tiraram-nos tudo. Tiraram-nos a esperança, tiraram-nos o sonho» «Eles deram cabo do povo português. O povo português está na miséria tanto em dinheiro como em tristeza, como em dignidade de vida», desabafou manifestante à TVI24
20:39Manifestantes já ocupam parte das escadarias Corpo de Intervenção recua mais uns degraus.
20:38Unidade de Intervenção da GNR posiciona-se nas arcadas do Parlamento Unidade de intervenção posicionada para entrar em ação.
20:36Confrontos entre o corpo de intervenção e os manifestantes Nova linha do Corpo de Intervenção desce a escadaria.
20:35Ouve-se pela segunda vez o Hino Nacional Corpo de intervenção está a recuar. Manifestantes ganham mais um patamar.
20:30Manifestantes sentam-se na escadaria da Assembleia da República Grita-se: «Polícia unida jamais será vencida!» e «Juntem-se a nós!».
20:29Manifestantes ganham força própria Elementos da organização pedem aos manifestantes que recuem.
20:26Manifestantes sobem a escadaria corpo a corpo Corpo de intervenção desce a escadaria.
20:25Petardo atirado para o meio da escadaria Barreiras de segurança foram derrubadas. Corpo de intervenção está a recuar.
20:25Contingente policial superior ao normal esperou manifestantes na AR Um contigente policial superior ao normal em circunstâncias anteriores, disposto num perímetro em torno da escadaria da Assembleia da República, esperou esta quinta-feira a manifestação das forças de segurança, em protesto contra os cortes salariais. O subintendente da Polícia de Segurança Pública, Paulo Flor, citado pela Lusa, não revelou o número de efetivos - entre elementos do Secção de Intervenção Rápida (SIR) e Corpo de Intervenção (CI) - destacados para a Assembleia da República, mas constata-se que estão mais agentes do que em manifestações anteriores, incluindo a de 21 de novembro de 2013.
20:24Manifestantes derrubam grades frente ao Parlamento A situação é muito semelhante à que se viveu em novembro, com a diferença que o contingente policial é muito maior.
20:21Espaço frente à Assembleia da República é pequeno demais para acolher os 15 mil manifestantes «Já chega do Governo espezinhar. Já chega!», diz uma manifestante à TVI24.
20:16 Nas redes sociais
Manifestantes não querem falar para as câmaras de televisão Polícias em protesto não querem ser identificados, como aconteceu na manifestação de novembro.
20:08Comissão da Proteção de Dados autorizou que a manifestação seja filmada pelo Governo O objetivo é proceder depois à identificação dos manifestantes.
20:06Manifestantes chegam à Assembleia da República Os primeiros a chegar são os elementos da organização da manifestação.
20:04Mais de 600 elementos da polícia na Assembleia da República PSP, GNR, Polícia Marítima, ASAE e guardas prisionais estão em protesto em Lisboa. Forte dispositivo quer impedir que os manifestantes subam a escadaria
20:02Mais de 600 elementos reforçam segurança da Assembleia da República Ordem para o policiamento é evitar que a escadaria seja invadida como aconteceu em novembro de 2013.
19:56Assunção Esteves vai receber representantes das forças de segurança A Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, vai receber esta quinta-feira uma comitiva da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, segundo fonte do gabinete de Assunção Esteves. O grupo de representantes das forças de segurança deverá ser encabeçado pelo secretário nacional, Paulo Rodrigues, e tem audiência prevista com a segunda magistrada da nação dependente da hora da chegada a São Bento, após o percurso desde o Marquês de Pombal.
19:56Paulo Rodrigues à TVI24: «Espera-se que as coisas corram bem» Presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia reconhece que há uma grande tensão, mas diz esperar que não haja invasão da escadaria da Assembleia da República.
19:51Nada demove os manifestantes Manifestantes de muletas e com colar cervical são vistos na manifestação
19:49Elemento da Policia Marítima diz ao repórter da TVI24 que também tem ouvido os apelos à invasão da escadaria do Parlamento
19:49Cabeça da manifestação prestes a chegar à Assembleia da República Repórter da TVI24 diz que faltam percorrer cerca de 400 a 500 metros.
19:43Três perímetros de segurança estão montados junto à Assembleia da República As grades habituais reforçadas por braçadeiras plásticas, duas linhas de intervenção rápida, e o corpo de intervenção perfeitamente alinhado no alto da escadaria do Parlamento e também o grupo operacional cinotécnico.
19:39Grupo do corpo de guardas prisionais também participam do protesto Manifestam-se pela entrada em vigor do próprio estatuto profissional.
19:36Manifestantes chegam ao largo do Rato, em Lisboa Manifestantes gritam palavras de ordem, dizem que «estão unidos e jamais serão vencidos».
19:36«Temos todo o dispositivo policial montado, preparado, para garantir liberdade» Comissário Rui Costa em declarações à TVI24
19:33«Há polícias em situação limite e com grande revolta» O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues, disse esta quinta-feira, momentos antes do início da manifestação das forças de segurança, que há agentes em situação limite, com «uma grande revolta».
19:32Efetivo policial na Assembleia com ordens para carregar Tudo muito calmo na Assembleia da República. Manifestantes ainda não chegaram.
19:31Milhares de manifestantes apelam à invasão da Assembleia da República Na Assembleia da República, o efetivo policial é dos maiores que a repórter da TVI24 diz ter visto. No total, estão 34 equipas de intervenção rápida.
19:28Alguns dos manifestantes que percorrem agora a rua Brancaamp poderão seguir para o Ministério da Administração Interna, diz repórter da TVI24 A informação não está ainda confirmada oficialmente.
19:28Milhares de bandeira invadem Lisboa Seis petardos já foram rebentados no desfile entre Marquês de Pombal e São Bento
19:19VIDEOPolícia tem ordens específicas para carga policial Cerca de 600 homens estão no local para tentarem conter os manifestantes. ATVI24 teve acesso às ordens para carga policial, que serão comunicadas aos manifestantes caso se se verifique quebra efetiva do perímetro: «Senhores manifestantes, esta manifestação tornou-se violenta e ilegal e têm 15 minutos para dispersar de forma ordeira e pacífica, caso não dispersem, incorrem no crime de desobediência e a PSP irá usar a força para cumprir esta ordem»
19:1815 mil manifestantes nas ruas de Lisboa, diz repórter da TVI Ouvem-se gritos de invasão. Alguns manifestantes estão já de cara tapada. Os manifestantes estão a subir a rua Brancaamp, em direção ao largo do Rato. Já rebentaram cinco petardos.
19:15
Manifestação de 70 polícias na Madeira Mais de 70 elementos das várias forças de segurança na Madeira concentraram-se esta tarde na praça do Município, no Funchal, em solidariedade com a manifestação de Lisboa. O grupo, composto por elementos afetos às várias estruturas representativas das forças de segurança, percorreu várias ruas da cidade até ao Palácio de São Lourenço, residência oficial do Representante da República, ao som de apitos. «Polícia unida jamais será vencida» foi a palavra de ordem dos manifestantes que exigiram ainda «respeito pelos polícias e pelo povo português». Os manifestantes cantaram o «Grândola, Vila Morena» e o hino nacional na entrada do palácio. «Esta manifestação é uma concentração de diversos sindicatos de polícia, entidades e órgãos de polícia criminal representados na ilha da Madeira e o objetivo é prestar solidariedade aos camaradas no continente», disse aos jornalistas Luis Costa, dirigente regional do Sindicato Nacional de Polícia. O polícia criticou os «cortes exacerbados nos vencimentos» que colocaram os elementos das forças policiais em situações económicas de «carência familiar.
19:06Feirantes manifestam-se frente ao parlamento Empresários dos carrosséis mostram-se indignados antes da chegada da manifestação das Forças de Segurança
18:50Sindicato acusa IGAI de «tentativa de intimidação» a inspetores do SEF O presidente do sindicato que representa os inspetores do SEF disse que inspetores da IGAI visitaram esta quinta-feira de manhã uma delegação daquele serviço para identificar elementos que participaram na manifestação de 21 de novembro de 2013.
18:24Ministra Justiça deixa apelo a polícias em protesto Paula Teixeira da Cruz: tenham «presente o momento que o país atravessa», observando que Portugal está «quase a sair de um programa de ajustamento»
18:17
Pode haver infiltrados na manifestação Os organizadores do protesto temem que a presença de infiltrados perturbe a manifestação de hoje. Aqui na TVI24, Paulo Rodrigues disse que recebeu informação de que outros grupos estão a mobilizar-se para o protesto. «Há informações de que a manifestação pode ser usada para outros fins».
18:17Esperados 15 mil manifestantes Milhares de elementos das forças de segurança estão nas ruas em protesto. O SIS alerta para a hipótese de infiltrados tentarem causar distúrbios. A Comissão de Proteção de Dados autorizou o Ministério da Administração Interna a filmar a manifestação.
18:03Milhares de polícias no Marquês de Pombal Estão mobilizados centenas de polícias para garantir que o protestos das forças de segurança não termina da mesma forma do anterior. O protesto vai ser filmado. MAI diz, no entanto, que manifestação «não é problema de segurança»