sexta-feira, novembro 22, 2013

PS quer ouvir MAI e diretor-nacional da PSP no parlamento

Açoriano Oriental

O grupo parlamentar do PS requereu esta sexta-feira, ao presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, a "audição, com caráter de urgência" do ministro da Administração Interna e do diretor-nacional da PSP.
"Considerando a gravidade e excecionalidade dos acontecimentos" e "o consequente pedido de demissão do diretor-nacional da PSP", os deputados socialistas pretendem assim obter esclarecimentos sobre os incidentes de quinta-feira, na escadaria da Assembleia da República, lê-se no documento assinado pelos parlamentares Pita Ameixa e Marcos Perestrello.
Milhares de polícias manifestaram-se em Lisboa e, derrubando uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal do Palácio de São Bento, onde cantaram o hino nacional e depois desmobilizaram voluntariamente.
O ministério da Administração Interna divulgou hoje que o diretor Nacional da PSP colocou o seu lugar à disposição na sequência dos protestos de quinta-feira e que o ministro "entendeu aceitar a disponibilidade para a cessação de funções".

MAI falará hoje sobre manifestação de forças de segurança

SIC

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, remeteu para o ministro da Administração Interna um comentário do Governo sobre a manifestação de quinta-feira das forças de segurança, afirmando que Miguel Macedo falará à comunicação social ainda hoje.

"O sr. ministro da Administração Interna, tenho a certeza, falará hoje  convosco", afirmou Pedro Passos Coelho aos jornalistas, depois de questionado  sobre a manifestação de membros das forças de segurança, que subiram a escadaria  da Assembleia da República sem serem travados pelo corpo de intervenção,  que se encontrava no local. 
O primeiro-ministro fez esta afirmação enquanto saía da sessão de abertura  de um seminário sobre serviços de informações, na reitoria da Universidade  Nova de Lisboa. 

SPP recusa magistrado para diretor da PSP

TVI

Segundo António Ramos, os magistrados não estão preparados para comandar a PSP, nem têm conhecimento do funcionamento da instituição

Paulo Valente GomesO Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP) manifestou-se esta sexta-feira solidário com o diretor nacional da PSP demissionário e recusa que o próximo chefe máximo da Polícia seja um magistrado.

«Ficámos surpreendidos com a saída do diretor nacional da PSP», disse à agência Lusa o presidente do SPP, António Ramos, destacando que foi o primeiro oficial da escola superior de polícia a chegar ao topo da hierarquia na corporação.

Diretor Nacional da PSP demite-se

O sindicalista adiantou que os polícias depositavam «muita esperança» no diretor nacional da PSP, superintendente Paulo Valente Gomes, que colocou esta sexta-feira o seu lugar à disposição, na sequência dos acontecimentos de quinta-feira, em frente à Assembleia da República, tendo a sua disponibilidade sido aceite pelo ministro da Administração Interna.

O presidente do SPP afirmou também que o próximo diretor nacional da PSP «nunca» poderá ser um magistrado, tendo em conta que já passaram dois pela Polícia e deixaram «uma marca altamente negativa», cita a Lusa.

Segundo António Ramos, os magistrados não estão preparados para comandar a PSP, nem têm conhecimento do funcionamento da instituição.

Numa nota divulgada esta sexta-feira, o Ministério da Administração Interna refere que o ministro Miguel Macedo vai «iniciar o processo tendo em vista a designação do novo diretor nacional da Polícia de Segurança Pública».

Milhares de profissionaiss de forças e serviços policiais e de segurança - PSP, GNR, SEF, ASAE, polícia marítima, guardas prisionais, polícia municipal e PJ - manifestaram-se na quinta-feira em Lisboa e, depois de derrubarem uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal da Assembleia da República, onde cantaram o hino nacional, tendo a seguir desmobilizado voluntariamente.

Associação Sindical de Polícia surpreendida com saída de diretor PSP

RTP

O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) manifestou-se hoje surpreendido com a saída do diretor nacional da PSP, considerando que a atuação policial na quinta-feira foi "a mais adequada".

"Surpreende-me a demissão, porque as razões da manifestação não visavam o diretor nacional da PSP, mas eram uma reposta clara ao Governo relativamente às medidas que tem implementado nas forças de segurança", disse à agência Lusa Paulo Rodrigues.
O diretor Nacional da PSP, superintendente Paulo Valente Gomes, colocou hoje o seu lugar à disposição, na sequência dos acontecimentos de quinta-feira frente à Assembleia da República, tendo a sua disponibilidade sido aceite pelo ministro da Administração Interna.
Milhares de profissionais de forças e serviços policiais e de segurança - PSP, GNR, SEF, ASAE, polícia marítima, guardas prisionais, polícia municipal e PJ - manifestaram-se na quinta-feira em Lisboa e, depois de derrubarem uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal da Assembleia da República, onde cantaram o hino nacional, tendo depois desmobilizado voluntariamente.
Paulo Rodrigues, que é também o secretário nacional da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, que organizou o protesto, adiantou que os elementos da PSP que fizeram a segurança da manifestação agiram "com profissionalismo e bom senso", evitando o "caos total".
"Se os polícias tivessem proibido que os manifestantes subissem a escadaria da Assembleia da Republica, ia haver confrontos e ia repetir-se os secos e molhados", sublinhou, acrescentando que a atuação policial permitiu que não tivesse existido confrontos.
O sindicalista afirmou ainda que caso a atitude da PSP "não tivesse sido aquela, hoje estaríamos a falar que tinha havido confrontos de polícias contra polícias".

Invasão das escadarias do Parlamento pelas 'polícias' foi "simbólica"

Expresso
Nuno Botelho (fotografias tiradas com telemóvel)

As forças de segurança foram do Camões ao Parlamento, gritando contra o Governo. Pelo meio, rebentaram petardos. No final, nas escadarias, por pouco não houve confrontos.

21h35 César Nogueira, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda, faz um balanço positivo da manifestação e justifica os ânimos exaltados que se viveram nas escadarias do Parlamento com "a situação de desespero pela qual os profissionais das forças de segurança estão a passar, muitos deles já sem dinheiro para dar de comer aos filhos. São cidadãos como os outros".
21h29 Paulo Rodrigues, da ASPP, considera que a invasão da escadaria foi simbólica. "Não estava à espera disto, mas reflete a revolta dos polícias".
21h27 Já restam poucas dezenas de manifestantes em frente ao Parlamento. Ouvem-se mais aplausos. A manifestação acabou.
21h19 Polícias manifestantes aplaudem polícias de serviço.
21h06 Ouvem-se aplausos. "O vosso futuro está em nós", dizem alguns manifestantes para os colegas que fazem a barreira de proteção junto à entrada.
21h05 Um grupo de polícias que invadiu a escadaria cumprimenta os colegas de serviço. "Desculpem e obrigado".
21h01 "Esta é a única forma de chamar a atenção. Já era altura", diz um agente da PSP que prefere não ser identificado, ao Expresso.
20h57 "Polícia unida, jamais será vencida.
20h57 Polícias estão junto à entrada do Parlamento.
20h40 Manifestante de cara tapada foi insultar Paulo Rodrigues, da ASPP, e envolveram-se numa luta, com o dirigente sindical a tirar-lhe a máscara.
20h39 "Passos escuta, és um filho da puta".
20h35 Um polícia tirou o telemóvel a um jornalista do Expresso, que o seguiu e conseguiu que este o devolvesse, mas o agente de autoridade obrigou-o a apagar um vídeo que o jornalista acabara de fazer.
20h34 Polícias sentam-se na escadaria da Assembleia da República.
20h32 "É a primeira vez que venho a uma manifestação. Antes de vir disse aos meus filhos que estavfa pronto para morrer", disse um manifestante ao Expresso.
20h31 Um grupo de polícias deitou a grade de segurança abaixo e invadiu a escadaria.
20h16 Confrontos juntos à Assembleia.
20h10 Membros da organização pedem calma. "Ivasão" ouve-se.
20h07 Rebenta mais um petardo em frente à Assembleia.
20h06 Gritos de invasão, enquanto as grades são abanadas.
20h05 Junto à grades que separam a manifestação da escadaria da Assembleia, um grupo de polícias acendeu uma tocha.
20h02
20h01 Acaba de rebentar um petardo na Avenida D. Carlos I, a 200 metros do Parlamento.
19h59 Na cauda da manifestação, cada vez mais próxima do Parlamento, canta-se: "Já cheira a merda".
19h53 Os últimos manifestantes entram na Avenida D. Carlos I.
19h51 "Juntem-se a nós", pedem os polícias da manifestação ao que estão de serviço.
19h49 Pedro, que prefere não dizer o apelido e é agente da PSP há 22 anos: "A polícia é equiparada ao escarro da sociedade. Somos literalmente enxovalhados em tribunal e nem o tempo que perdemos nos julgamentos é compensado".
19h47 A direção da PSP não avança com dados de participação, de acordo com Paulo Flor, da direção de comunicação.
19h46 Membros da organização saúdam os colegas que estão de serviço em frente à AR, mas estes não respondem.
19h43 A cabeça da manifestação chegou à Assembleia. No local estão oito carrinhas da polícia de choque.
19h41 Há polícias em frente ao Parlamento, que vieram aqui ter diretamente.
19h40 "Cavaco escuta, os polícias estão em luta", ouve-se à chegada à Assembleia.
19h37 A manifestação estende-se por um quilómetro.
19h32 Acácio Vicente, reformado, antigo agente de seguros, aplaude os manifestantes: "Os polícias estão a fazer o que é correto e digno. Os políticos manifestam-se nos corredores do poder e quem trabalha manifesta-se na rua".
19h28 A cabeça da manifestação está a entrar na Avenida D. Carlos I em direção ao Parlamento.
19h26 A cauda da manifestação desce a Rua do Alecrim. Ouve-se gritar: "Gatunos, gatunos".
19h16
19h15 Um agente da GNR de Abrantes, que prefere não ser identificado, diz ao Expresso que "como o Presidente da República e a ministra das Finanças, já não tenho cêntimos para pôr de lado.
19h13 A cauda da manifestação está agora a sair do Largo de Camões.
19h10 "Estou aqui também para poder interceder pelos polícias portugueses nas instâncias europeias", diz ao Expresso Gerard Grenon, enquanto segura a faixa que abre a manifestação, na qual se lê: "Pela dignificação profissional em prol da segurança dos cidadãos.
19h02 Segundo a organização, há entre 9 a 10 mil polícias na manifestação.
19h00 Ainda há nesta altura uma grande concentração de manifestantes no Largo de Camões.
18h59 A cabeça da manifestação está a entrar na Avenida 24 de Julho.
18h57 Muitos polícias abordados pelo Expresso não estão disponíveis para falarem à imprensa, com medo de represálias.
18h55 "A luta continua, os polícias estão na rua.
18h51 "Macedo escuta, as forças de segurança estão em luta", ouve-se na frenbte da manifestação.
18h49 À cabeça da manifestação estão os dirigentes nacionais e Gerard Grenon, secretário-geral do Conselho Europeu de Polícia.
18h48 A cauda da manifestação está ainda no Largo de Camões, onde continuam a chegar mais manifestantes.
18h45 Os polícias começam a manifestação a cantar o hino nacional.
18h40 A manifestação começou.
18h36 Começam a formar-se grupos na Rua do Alecrim para dar início à manifestação. 
18h30 Os polícias começam a posicionar-se para a manifestação ao som da "Grândola". 
18h28 A manifestação deverá começar às 18h45, anunciara ao microfone responsáveis da organização.
18h27 O sindicalista francês justificava assim a sua presença na manifestação, sublinhando que os cortes orçamentais em Portugal vão afetar também a segurança na UE. 
18h26 "Estamos preocupados com a segurança em Portugal", diz ao Expresso Gerard Grenon, secretário-geral do Conselho Europeu dos Sindicatos de Polícia. 
18h19 Começa a tocar a "Grândola, Vila Morena" e os polícias acompanham. 
18h17 "Polícias unidos, jamais serão vencidos". 
18h14 Começou a tocar a música "Os Vampiros" de Zeca Afonso. Perto da estátua do Largo de Camões há polícias a entoar o refrão "eles comem tudo". 
18h11 "Passos escuta, os polícias estão em luta", voltam a gritar em coro. 
18h09 "Ao manifestarmo-nos devemos fazê-lo de forma ordeira, caso contrário não seremos compreendidos pela população", pede um membro da organização ao megafone. 
18h07 A organização pede que "estes incidentes", que não são feitos pelas forças de segurança, sejam ignorados. 
18h05 Ouviu-se um petardo na zona da manifestação. 
17h59 Nos Largo de Camões estão cerca de 4 mil polícias, de acordo com a organização. Continuam a chegar autocarros. 
17h53 Ao todo são 50 autocarros de fora de Lisboa. O protesto só deverá arrancar depois de chegarem os 15 autocarros do Porto. 
17h50 "Passos escuta, os polícias estão em luta", continua a ouvir-se no Largo de Camões. A organização espera que se ultrapassem os 8 mil manifestantes, tornando o protesto no maior de sempre. 
17h48 Continuam a chegar polícias. A organização do protesto pede-lhes que vão buscar uma bandeira para agitar na manifestação. 
17h48

17h45 "Estamos aqui em solidariedade e saudação com as forças de segurança", disse Arménio Carlos da CGTP. 
17h40 "É cada vez mais difícil fazer o nosso trabalho em segurança", diz Júlio Rebelo da associação dos guardas prisionais. 
17h30 "Temos o direito à indignação", dizem. José Mendes, da direção da ASP, pede aos polícias para manterem a ordem durante a manifestação. 
17h28 "Passos escuta, os polícias estão em luta". Começam os agentes a gritar incentivados por José Mendes, da direção da ASP, que ao megafone avisa que ainda estão à espera que cheguem mais policias para começar a manifestação.
17h13
17h09
17h08 "Espero que gritem bastante alto o vosso descontentamento. Esta será uma das maiores manifestações de sempre", disse Carlos Oliveira, secretário geral das ASP 
17h08 Paulo Rodrigues diz que depende do Governo que se repita a manifestação dos "secos contra molhados". "Penso que o Governo aprendeu e que não irá reagir da mesma forma, mas só depende do Governo" 
17h07 "Vimos aqui lutar pelos nossos direitos. Todos os dias arriscamos a vida e estes cortes são injustos", diz o agente da PSP João Prates, que veio de Évora para o protesto. 
17h06 O líder sindical afirmou que bastou uma reunião entre todas as forças de segurança para se chegar à conclusão que o problema e o descontentamento eram comuns e que teria de ser dada uma resposta comum. "Queremos dizer ao Governo que está a seguir uma política errada".
17h05 "Não foi dificil fazer esta manifestaçao conjunta com todas as forças de segurança", diz ao Expresso Paulo Rodrigues, líder da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia 
17h04 Meia hora antes da manifestação começar, já estão no Largo do Camões cerca de 600 pessoas.
As forças de segurança manifestam-se hoje contra os cortes previstos no Orçamento de Estado. A concentração estava marcada para o Largo de Camões e os manifestantes irão até à Assembleia da República.

Veja as imagens da manifestação
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/invasao-das-escadarias-do-parlamento-pelas-policias-foi-simbolica=f842238#ixzz2lPriq9Kn

Diretor Nacional da PSP demite-se após manifestação na Assembleia

Visão

Os profissionais das forças de segurança subiram quinta-feira à noite, sem grande oposição das forças presentes, a escadaria da Assembleia da República e concentraram-se junto à entrada, exigindo a demissão do Governo. VEJA AS FOTOS

Imagens dos polícias na invadir as escadarias da Assembleia da República

Publico
Um grupo de polícias que participa na manifestação acabou por fazer também uma barreira, para que os restantes manifestantes não subam as escadas da Assembleia.

GNR diz que é cedo para saber se houve militares a infringir a lei na manifestação dos polícias

RR
GNR sublinha que é necessário esperar que a PSP reporte eventuais situações que envolvam militares da Guarda.

Manifestação dos polícias provoca demissão do director nacional da PSP

RR

Ministério da Administração Interna já confirmou que vai iniciar o processo de substituição do actual director.

  • Está escolhido o novo director nacional da PSP
  • Passos descontente com o que viu na manifestação dos polícias
  • Militares estão solidários com os polícias e também admitem sair à rua
  • Ministro da Defesa confia no “sentido de serviço e patriotismo” dos militares
  • Deputado do PSD diz que invasão da escadaria do Parlamento foi "episódio lamentável"
  • Sindicato da polícia estranha demissão de director nacional
  • Assunção Esteves satisfeita com "forma pacífica" com que acabou manifestação
  • GNR diz que é cedo para saber se houve militares a infringir a lei na manifestação dos polícias
  • Manifestantes das forças de segurança romperam o cordão policial junto ao Parlamento

    SIC

    Milhares de profissionais das forças de segurança manifestaram-se, em Lisboa, contra os cortes previstos no Orçamento do Estado para o próximo ano. Os manifestantes romperam o cordão de segurança e conseguiram chegar ao topo das escadas da Assembleia da República. Os organizadores dizem que o protesto, que começou no Chiado, juntou mais de 10 mil pessoas.

    Sindicato de Carreiras de Investigação e Fiscalização do SEF fala numa forte adesão à greve

    SECOS E MOLHADOS,POLICIA CONTRA POLICIA,

    MANIFESTAÇÃO DA CCP A 21 DE NOVEMBRO

    ASPP/PSP

     Não aceitamos que nos tirem a dignidade profissional


     Colegas:

                  É do conhecimento público que a Comissão Coordenadora Permanente dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança-CCP agendou uma manifestação para dia 21 de Novembro.
                    A ASPP/PSP, integrante deste organismo, realça que, numa altura de fortes ataques aos direitos, aos salários e mesmo à dignidade de todos aqueles que não são pagos pelo risco que correm, pelas horas extraordinárias ou pelo trabalho em dias feriados é fundamental que a nossa presença nesta iniciativa seja em massa para que possamos ter legitimidade para exigir ao Governo a alteração das medidas anunciadas e um garantido reconhecimento da especificidade da função policial.
                    Este Orçamento de Estado vai agravar as dificuldades que todos sentimos tanto a nível pessoal como profissional, com reduções na verba destinada à PSP que poderão ter consequências não só no serviço que prestamos às populações, como também à nossa própria segurança para o desempenho da nossa missão, sem esquecer os colegas reformados, que sofrerão na pele a aplicação cega da austeridade imposta aos trabalhadores do Estado.
                     É por isso necessário que todos nos mobilizemos em torno desta jornada de luta, que servirá de alerta para toda a sociedade portuguesa, mas também para o Conselho da Europa, uma vez que o secretário-geral do CESP estará presente com a finalidade de intervir junto das entidades Europeias para a realidade com que os polícias se confrontam diariamente.
                     É por isso que, no dia 21 de Novembro, contamos com todos os Profissionais da PSP.


     15 de Novembro de 2013


     A DIRECÇÃO NACIONAL DA ASPP/PSP

    domingo, maio 26, 2013

    Estudo sobre fusão de forças de segurança é um «embuste»

    TVI24


    Sindicato do SEF considera que se trata de «uma manobra de baixo nível» e de «terrorismo informativo»

    O Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF classificou de «embuste» o estudo que defende a fusão das forças de segurança do Ministério da Administração Interna, considerando tratar-se de «um terrorismo informativo».

    «O estudo não passa de um fraco rascunho que parte de premissas erradas e que, como é natural nestes casos, não consegue ir além de conclusões medíocres, as quais, por seu turno, não fundamenta. Em síntese, é um embuste», refere um comunicado do sindicato enviado à agência Lusa.

    A reação do sindicato dos investigadores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) surge após um estudo do Sindicato dos Oficias da PSP (SOP/PSP), já entregue ao ministro da Administração Interna, defender a criação de uma polícia única através da fusão da PSP, GNR e SEF.

    O estudo dos oficiais da PSP demonstra que a fusão da PSP, GNR e SEF numa polícia nacional civilista resultaria numa redução de despesa da ordem dos 624 milhões de euros, no final do sexto ano de execução, e que «aliviaria as contas do Estado no mínimo em 81 milhões de euros no primeiro ano».

    Na nota, o Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF (SCIF-SEF) refere que o estudo não contou com a colaboração de elementos do SEF, adiantando que o documento tem «a total ausência de rigor técnico ou científico».

    Para o SCIF-SEF, trata-se de «uma prática típica de quem, não só não possui categoria para discutir com limpezas argumentos na praça pública, como esconde uma agenda que não se sabe ao serviço de quem».

    O sindicato acrescenta igualmente que a apresentação do documento é «uma manobra de baixo nível» e «terrorismo informativo».

    «Criar ruído num momento particularmente delicado para a sociedade portuguesa, em geral, e para os profissionais das forças e serviços de segurança, em particular, é um comportamento não só inoportuno, como incompreensível, lançando a confusão, causa instabilidade ao sistema de segurança e prejudica o país», diz ainda a nota do sindicato.

    Num seminário realizado, em março, pela direção nacional da PSP e o Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ISCPSI), foi também defendida a criação de uma polícia única e demonstrado que a fusão da PSP, GNR e SEF representaria uma poupança de pelo menos 145 milhões de euros por ano.

    O Governo já afirmou que não tenciona fazer mudanças na segurança interna, uma vez que o atual modelo está estabilizado.

    Petição Polícia Única

    PARA : ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
    Petição Polícia Única

    Fusão das Várias Policias que daria origem à Policia Nacional 
    --- Esta petição visa à extinção dos seguintes OPC´s: PSP; GNR; Policia Marítima e SEF.
    --- Todos nos sabemos que Portugal vive uma situação económica bastante complicada, a extinção dos referidos OPC`s levaria a uma poupança enorme em termos financeiros bem como uma rentabilização dos meios, tanto material como Humanos.
    --- A extinção dos referidos OPC´s seria faseada, extinguindo-se numa primeira fase a PSP e GNR, passando a chamar-se Policia Nacional , a razão pela qual estas duas forças seriam as primeiras a ser extintas tem a ver com as suas competências e funções que são maioritariamente iguais.
    --- Numa fase posterior, e após a base da Policia Nacional se encontrar consolidada, seriam extintas a Policia Marítima e SEF.
    --- Com a criação da Policia Nacional iriam deixar de existir serviços que para a maioria dos cidadãos não faz muito sentido tal como o GIPS, serviços meramente administrativos que podem ser executados por Funcionários Públicos que actualmente se encontram na Lista de mobilidade Especial da Função Publica, e outros serviços que actualmente são desempenhados por Elementos Policiais, tais como serviços de restauração, mecânica, carpintaria, electricidade e tantos outros serviços, ficando desta forma tudo o que fosse matéria relacionada com o serviço operacional de Policia a cargo de elementos Policiais.
    --- A medida atrás referida, visa a que efectivamente, os Policias estejam presentes e possam servir o cidadão, em vez de estarem presos em serviços burocráticos, que de Policia pouco ou nada têm.
    --- Um pequeno exemplo do atrás referidos são os cerca de 7000 GNR´s existentes na cidade de Lisboa, estando a maioria deles em serviços burocráticos, e em serviços de cafetaria e restauração, bem como os restante elementos Policiais dos diverso OPC´s acima referidos, que estão nos comandos em secretarias e afins.
    --- A Policia Nacional iria funcionar com apenas um sistema operativo, facilitando assim o acesso á informação e uniformizando de procedimentos, teria as seguintes unidades especializadas:
    • Trânsito
    • Investigação Criminal
    • Informações
    • Serviço de Estrangeiros e Fronteiras
    • Unidade Costeira
    • Segurança Privada
    • Armas e Explosivos
    • Protecção do Ambiente / Guardas Florestais
    • Segurança a Instalações
    • Segurança em Transportes Públicos (dêem a opinião a ver se fica ou não)
    • Honras de Estado (dêem a opinião a ver se fica ou não).
    • Núcleo de Deontologia e Disciplina

    Teria também a sua unidade Especial com as seguintes valências

    • Grupo de Operações Especiais
    • Corpo de Intervenção
    • Cinotecnica
    • Corpo de Segurança Pessoal
    • Corpo de Inactivação de Explosivos.
    Ficando a cargo de Funcionários Públicos serviços tais como.

    • Recursos Humanos
    • Vencimentos
    • Logística
    • Messes e Bares.
    • Serviços de Secretariado


    Abaixo pode-se visualizar a estrutura da PSP e GNR que demonstra bem a duplicação de funções e o despesismo que actualmente acontece nas Forças de Segurança..

    PSP
    Estrutura geral
    • A PSP compreende:
    • a) A Direcção Nacional;
    • b) As unidades de polícia;
    • c) Os estabelecimentos de ensino policial.
    • Artigo 18.º
    • Direcção Nacional
    • 1 - A Direcção Nacional compreende:
    • a) O director nacional;
    • b) Os directores nacionais-adjuntos;
    • c) O Conselho Superior de Polícia, o Conselho de Deontologia e Disciplina e a Junta Superior de Saúde;
    • d) A Inspecção;
    • e) As unidades orgânicas de operações e segurança, de recursos humanos e de logística e finanças.
    • 2 - Funcionam, ainda, na dependência do director nacional, o Departamento de Apoio Geral e serviços para as áreas de estudos e planeamento, consultadoria jurídica, deontologia e disciplina, relações públicas e assistência religiosa.
    • Artigo 19.º
    • Unidades de polícia
    • 1 - Na PSP existem as seguintes unidades de polícia:
    • a) Unidade Especial de Polícia;
    • b) Os comandos territoriais de polícia.
    • 2 - São comandos territoriais de polícia:
    • a) Os comandos regionais de polícia;
    • b) Os Comandos Metropolitanos de Polícia de Lisboa e do Porto;
    • c) Os comandos distritais de polícia.
    • 3 - Podem ser constituídas unidades de polícia para cumprimento de missões fora do território nacional, nos termos da lei.
    • Artigo 20.º
    • Estabelecimentos de ensino policial
    • São estabelecimentos de ensino policial:
    • a) O Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna;
    • b) A Escola Prática de Polícia.


    GNR

    • Estrutura geral
    • A Guarda compreende:
    • a) A estrutura de comando;
    • b) As unidades;
    • c) Os estabelecimentos de ensinos
    • Estrutura de comando
    • 1- A estrutura de comando compreende:
    • O Comando da Guarda;
    • Os órgãos superiores de comando e direcção.
    • O Comando da Guarda compreende:
    • O comandante-geral;
    • O 2.º comandante-geral;
    • O órgão de inspecção;
    • Os órgãos de conselho;
    • A Secretaria-Geral.
    • São órgãos superiores de comando e direcção:
    • O Comando Operacional (CO);
    • O Comando da Administração dos Recursos Internos (CARI);
    • O Comando da Doutrina e Formação (CDF).
    • Unidades e estabelecimento de ensino
    • Na Guarda existem as seguintes unidades:
    • O Comando-Geral;
    • 1- Territoriais, os comandos territoriais;
    • Especializadas, a Unidade de Controlo Costeiro (UCC), a Unidade de Acção Fiscal (UAF) e a Unidade Nacional de Trânsito (UNT);
    • De representação, a Unidade de Segurança e Honras de Estado (USHE);
    • De intervenção e reserva, a Unidade de Intervenção (UI).
    • Estabelecimento de ensino:
    • Escola da Guarda:
    • A EG é uma unidade especialmente vocacionada para a formação moral, cultural, física, militar e técnico-profissional dos militares da Guarda e ainda para a actualização, especialização e valorização dos seus conhecimentos.


    --- Se pensarmos que em cada Distrito do Pais, existe um Comando da PSP e um Comando da GNR, havendo uma total duplicação de meios, instalações e homens, levando a um enorme despesismo.

    --- O mesmo acontece ao nível de Esquadras e Postos por todo o Pais, um exemplo disso é a Esquadra da PSP e o Posto da GNR em Alcobaça que, ficam exactamente no mesmo edifício. Se pensarmos que cada esquadra e posto tem pelo menos um comandante um adjunto e um escriturário, logo aqui haveria uma poupança de pelo menos 3 elementos.

    Abaixo um exemplo mais especifico que são as unidades especiais


    PSP--------------------------------------------------------------------------------------------?GNR

    Corpo de Intervenção ----------------------------------------------? Batalhão Operacional
    Grupo de Operações Especiais -----------------------------------? COE
    Cinotecnica ----------------------------? Cinotecnica (desconheço a designação na GNR )
    CIEX –(Corpo de Inactivação de Explosivos)-----? CIEX ((desconheço a designação na GNR ).

    --- Um exemplo flagrante também da Duplicação de meios, são os respectivos estabelecimentos de Ensino tanto da PSP como da GNR, acarretando um enorme esforço financeiro no lançamento e execução de concursos, para o preenchimentos das vagas, bem como novamente uma duplicação de funções no que trata, a instrutores coordenadores, formadores e toda a logística que acarreta a execução de tais cursos.

    --- Com vista a tornar a Carreira Policial atractiva, a única forma de entrada na Policia Nacional, seria como agente, que poderia ter sempre hipótese de progredir até ao topo, podendo concorrer a Oficial somente ao fim de 2 anos como Agente em Funções Operacionais, sendo as provas de conhecimento meramente a nível Policial.

    --- Uma outra questão que é exemplo da duplicação de meios, vai ser a aquisição por parte da PSP de 6 Blindados para a cimeira da Nato, onde se vão gastar 5 Milhões de euros, quando a GNR tem 13 Blindados disponíveis e não está a fazer uso dos mesmos.

    --- Por toda a Europa, e por todo o mundo, cada vez mais se caminha para o sistema de uma só Policia, aqui ficam alguns exemplos de Países onde já existe uma só Policia : Suécia; Irlanda; Grécia; Finlândia; Dinamarca;
    Ficam aqui também a descrição dos Países acima referidos:
    http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10055&p=1
    Suécia
    Na Suécia existe uma única força policial, descentralizada a um nível local, regional e nacional.
    - "Polisen" - polícia Sueca, que depende do Ministro da Justiça. De facto a polícia é administrada por um conselho nacional da polícia (que é supervisionado pelo Ministro da Justiça), que tem determinadas funções policiais mas que estão limitadas a casos de crimes que, pela sua gravidade, tenham alcance nacional ou internacional, supervisão de trânsito a nível nacional, patrulhas aéreas e marítimas, crimes contra a segurança nacional, segurança e protecção de visitas estrangeiras, investigação de tráfico de drogas, crimes económicos, crimes com conexões internacionais. Noutros domínios, este conselho pode apenas dar indicações quanto ao modo de actuar.
    - Unidades Especiais - A polícia de intervenção "Omradespolis" é uma unidade que tem funções de resgatar reféns e controlo de motins.
    - Serviços Secretos - "Sakerhetsavdelningen" que depende do Ministro da Justiça
    Irlanda
    Na Irlanda existe apenas uma força policial, sendo depois distribuída por 23 divisões territoriais.
    - "Garda Siochana" - depende do Ministro da Justiça e tem âmbito nacional. Uma parte desta força policial é constituída por polícias armados apenas com bastões. Além das tradicionais funções policiais que desempenha existe a "Central Detective Unit" que trata de crimes de maior gravidade, prevenção de acções do IRA, nomeadamente através de protecção aos ministros, juizes, diplomatas, etc..
    - Unidades Especiais - "Emergency Response Unit" que é uma força especializada em raides anti-terroristas, prisão de pessoas suspeitas de pertencerem ao IRA, raptos e sequestros.


    Grécia
    Na Grécia existe apenas uma força policial nacional.
    - Existe uma força policial nacional, que resultou da fusão em 1985 da polícia municipal e da gendarmaria, e depende do Ministro da Ordem Pública. Os seus deveres são os de assegurar a segurança e ordem pública, protecção do estado e da democracia, prevenção e eliminação do crime e fazer cumprir as leis.
    - A um nível regional existe, no entanto, uma força policial especializada que visa assegurar a ordem pública, o combate aos narcóticos e faz investigação criminal em casos mais graves.
    Existe também uma polícia especializada no combate anti-terrorista (EKAM), uma polícia de portos dependente do Ministro da Marinha Mercante, uma polícia alfandegária e uma polícia das florestas e a Direcção Geral de Serviços Criminais que é o Serviço Nacional Central para a Interpol.
    - Unidades Especiais - o Grupo Especial de Segurança, tem por funções a protecção de objectos e pessoas vulneráveis.
    - Serviços Secretos - O EYP, através das suas 6 direcções gerais, desempenha as funções de serviços secretos

    Finlândia
    Neste estado existe uma única força policial actuando em diversos níveis.
    - "Soumem Poliisi" - a polícia finlandesa está organizada em três níveis. A um nível nacional, a um nível provincial e a um nível local, sempre dependentes do Ministro do Interior, e existem três forças policiais que actuam em todo o território nacional, que são:
    - KRP - "Keskusrikospoliisi" - que é a polícia criminal central, responsável pela investigação de casos de maior gravidade e pelos Serviços Nacionais Centrais da Interpol.
    - LP - "Liikkuva poliisi" - tem funções de assistência ao trânsito, manutenção da ordem pública e combate a motins.
    - SUPO - "Suojelupoliisi" é a polícia de segurança do estado, responsável por combater crimes que ameacem segurança interna ou externa.
    - Guarda Fronteiriça - força paramilitar que é responsável pela manutenção da ordem e segurança nas fronteiras e zonas costeiras. Tem também funções de unidade auxiliar da polícia.
    - Unidades Especiais - A "OsastoKarhu" tem funções anti-terroristas
    - Serviços Secretos - A SUPO desempenha estas funções e não tem poderes de detenção ou prisão nem pode fazer buscas domiciliárias.

    Dinamarca
    Na Dinamarca, existe uma força policial única, dividida e distribuída por 54 distritos.
    - "Rigspolitiet" - é um corpo nacional único, dependente do Ministro da Justiça. Não existe uma legislação especial sobre poderes das forças policiais, estando estes dispersos por diversa legislação, sendo essencialmente responsáveis pela manutenção da ordem e segurança, por fazer cumprir as leis, prevenção de crimes e investigação e acusação criminal, e também pela emissão de cartas de condução.
    - Unidades especiais - a "Politiets Efterretningstjenestre" é a força anti-terrorista oficial. O exército tem também forças anti-terroristas, mas não são reconhecidas oficialmente. Existe ainda o "Udrykningstjenesten" que é responsável pela cooperação entre as diferentes regiões policiais; "Faerdselspolitiet" que tem funções de controlo nacional de trânsito e segurança rodoviária; "Rejseafdelinden", responsável pela investigação de casos mais complexos; "Narkotikainformmation", que desempenha funções de combate anti-droga; e "Afedeling for saerlig okonomist Kriminalitet", que é um grupo de combate aos crimes de natureza económica.
    - Serviços Secretos - a "Politiets Efterretningstjeneste" (PET) além das funções de força anti-terrorista, desempenha as funções de serviço secreto e tem poderes executivos, nomeadamente de interrogatório, busca e detenção. Existe também a "Forsvarets Efterretningstjeneste" que é o serviço secreto militar.
    --- Tirando a Grécia todos os restantes Países atrás referidos têm maior capacidade financeira que Portugal, sendo também mais desenvolvidos.
    --- O que se pretende com esta Petição é que o cidadão, possa ter mais e melhor segurança, e ao mesmo tempo, o estado possa poupar, e utilizar melhor os meios já existentes tanto a nível Humano como Material.
    --- Basta pensar na quantidades de imóveis da GNR na cidade de Lisboa, alguns até já degradados, com a Criação de uma Policia Nacional poderia fazer –se um levantamento de todo o Património que as forças actuais possuem e até mesmo fazer a alienação de algum desse património. Numa filosofia de menos Edifícios mas maiores e melhores e com as condições adequadas tanto para servir o cidadão bem como para os elementos policiais.
    --- A Policia Nacional seria de Cariz Civil podendo ficar em vigor o sistema de patentes utilizado na PSP ou uma outra que se venha a revelar mais indicada.
    --- De referir que nunca os Profissionais de qualquer uma das forças acima referidas poderia ser prejudicado a nível de vencimento, não podendo auferir menos do que actualmente recebe, pelo exposto a tabela de remunerações seria sempre nivelada por cima, ao seja seria sempre equivalente a força que mais aufere.
    --- Nos seguintes Links poderá ver opiniões de figuras Publicas e com conhecimentos a nível da segurança Interna que vão de encontro ao que esta petição visa.
    Director Nacional da PSP em entrevista ao Correio da Manhã
    http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&contentid=6F884308-3538-4F79-9634-3B763A903B0D&h=8
    Fernando Negrão deputado do PSD:
    http://www.inverbis.net/opiniao/paulopereiraalmeida-policia-unica.html
    SINDICATO PROFISSIONAIS DE POLICIA
    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=473590]http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=473590

    --- Muitos dos leitores desta petição devem estar a perguntar a si mesmos, onde se encaixa a PJ no meio de tudo isto, bem a PJ continuaria independente visto ser uma Policia de Elite no que toca á Investigação, e nos largos anos de experiencia e bons resultados alcançados.
    --- Espero que esta iniciativa venha a ter repercussões, o nosso País e os nossos cidadãos merecem.

    Os signatários

    http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N3683

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