domingo, março 10, 2013

Proteção e à assistência das suas vítimas


Assembleia da República
29.ª alteração ao Código Penal, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 400/82, de 23 de setembro, e primeira alteração à Lei n.º 112/2009, de 16 de setembro, que estabelece o regime jurídico aplicável à prevenção da violência doméstica, à proteção e à assistência das suas vítimas.

Acidente de trabalho


Supremo Tribunal de Justiça
A responsabilidade pela reparação de acidente de trabalho prevista na Base XVII da Lei n.º 2127, de 3 de Agosto de 1965, e no artigo 18.º, n.º 1, da Lei n.º 100/97, de 13 de Setembro, resultante da violação de normas relativas à segurança, higiene e saúde no trabalho, por parte de empresa utilizadora, e de que seja vítima trabalhador contratado em regime de trabalho temporário, recai sobre a empresa de trabalho temporário, na qualidade de entidade empregadora, sem prejuízo do direito de regresso, nos termos gerais.

Regime jurídico do processo de inventário


Assembleia da República
Aprova o regime jurídico do processo de inventário, altera o Código Civil, o Código do Registo Predial, o Código do Registo Civil e o Código de Processo Civil.

Mudar a Polícia ou mudar os Polícias?

Bnomics

Este livro dirige-se a um mercado potencial de 150 mil pessoas. Em Portugal existem atualmente 3 grandes Polícias (GNR, PSP e PJ), um universo com mais de 55 mil profissionais. Se a este somarmos o universo das forças de protecção civil, dos guardas prisionais e da segurança privada, então percebemos que estamos a falar de um universo de mais de 150.000 pessoas. 
Este livro é um contributo para a mudança no universo da PSP e para se repensar como é que esta e a PJ poderão ser revalorizadas no seu papel de utilidade social, interrogando-se o papel da GNR. 
Um livro muito oportuno e polémico.

Nuno Poiares - €14.85

Explosivos

Ministério da Administração Interna

Procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 265/2009, de 29 de setembro, que transpôs a Diretiva n.º 2008/43/CE, de 4 de abril de 2008, relativa à harmonização das disposições respeitantes à colocação no mercado e ao controlo dos explosivos para utilização civil, estabelecendo um sistema harmonizado para a sua identificação única e rastreabilidade, transpondo a Diretiva n.º 2012/4/UE, de 22 de fevereiro de 2012 - Decreto-Lei n.º 33/2013

domingo, março 03, 2013

Investigadores bloqueiam infeção da sida e do ébola

CM

Técnica encontra-se na primeira fase de estudo
A equipa de investigadores do Serviço de Microbiologia do Hospital 12 de Octubre de Madrid conseguiu bloquear a entrada dos vírus VIH e ébola nas células do sistema imunitário para impedir que se espalhem por todo o corpo.

O trabalho, em colaboração com a Universidade de Oxford e com o Centro Superior de Investigações Científicas em Sevilha, foi apresentado na terça-feira pelo investigador do 12 de Octubre Rafael Delgado.
O vírus VIH, responsável pela sida, infetou dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo, e o ébola, embora centrado nalgumas zonas de África, já afetou milhares de pessoas e é o patogénico humano "mais virulento" conhecido, com uma elevada taxa de mortalidade.
A investigação, na qual os cientistas estão a trabalhar há 10 anos, encontra-se na primeira fase, sendo o passo seguinte o estudo com pequenos animais.
A criação de um "falso vírus" do VIH e do ébola a partir de um vírus inofensivo permitiu o avanço deste estudo, referiu Rafael Delgado, explicando que apenas meia dúzia de laboratórios em todo o mundo têm instalações adequadas para trabalhar com o ébola, o que torna a investigação muito cara.
Aplicando ao vírus inócuo as partículas de açúcares que se encontram na camada externa do VIH ou do ébola e que lhes permite entrar nas células conseguem-se enganar estas, fazendo-as crer que foram contagiadas pelo vírus original, adiantou o cientista à agência noticiosa EFE.
Depois do "falso vírus", criado através de técnicas de nanotecnologia, entrar na célula, consegue-se bloquear a entrada do VIH e do ébola nas células do sistema imunitário e impedir que se espalhem pelo organismo.
Este avanço pode ter aplicações não só em tratamentos antivirais, como também na vacinação ou em quimioterapias.

Povo "ordena" demissão

CM

Manifestação: De Norte a Sul do País cantou-se ‘Grândola, Vila Morena’
Mais de um milhão e meio de portugueses foram ontem para as ruas de norte a sul do País exigir a demissão do Governo e o fim das medidas de austeridade. Em Lisboa, segundo os números da organização Que se Lixe a Troika, terão sido cerca de 500 mil a marcar presença no Terreiro do Paço, onde se cantou ‘Grândola, Vila Morena’.
Sob o lema ‘o povo é quem mais ordena’, o protesto juntou médicos, enfermeiros, professores, jovens precários, reformados e muitos outros portugueses, todos com críticas, que acenaram com lenços brancos ao Governo de Passos Coelho. Ao Correio da Manhã, Judite Reis, desempregada de 45 anos, queixa-se de já não saber como pagar as contas. "Tenho uma filha na faculdade e dizem-me que sou muito velha para trabalhar, mas muito nova para a reforma. O que vou fazer?", questiona, enquanto exibe um cartaz onde se lê: "O Governo vive acima das minhas possibilidades."

André Almeida, médico de 28 anos, queixa-se que o salário líquido já passou para metade desde que começou a exercer. Daniel Almeida, aos 60 anos, teme não vir a ter reforma, mas não é isso que o preocupa. "Tenho uma filha de 25 anos desempregada. Já devia ter a vida feita, filhos, mas nem pensa em viver, só sobreviver", desabafa o gestor da CP.

Às 18h30, cantou-se a uma só voz a música de Zeca Afonso, não só em Lisboa, mas em mais de 30 cidades pelo País. No Porto, terá sido uma das maiores manifestações de sempre, com 400 mil na rua, o que gerou alguns confrontos com a polícia (ver págs. 8 e 9). Coimbra somou 20 mil, segundo as primeiras estimativas, e Setúbal juntou sete mil pessoas, tal como Braga. 

O movimento Que se Lixe a Troika quer uma confluência de iniciativas para o "derrube deste Governo", mas não especificou novas medidas.

Fusão de polícias permite poupar 624 milhões




Fusão de PSP, GNR e SEF dá poupança de 624 milhões
Estudo. Os oficiais da PSP desafiam o Governo e a ‘troika’ a olhar para um estudo em que, pela primeira vez, são indicadas as grandes vantagens de juntar as duas maiores polícias nacionais
VALENTINA MARCELINO
Uma redução de despesa da ordem dos 624 milhões de euros, no final do sexto ano de execução, seria o impacte mínimo financeiro que resultaria da fusão da GNR, da PSP e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) numa só polícia nacional civilista. As contas foram feitas num estudo para o Sindicato dos Oficiais de Polícia (SOP/PSP) e defende pela primeira vez que se prescinda do presente sistema dual, com uma estrutura de natureza militar e várias civilistas, apostando na poupança e no aumento de eficácia operacional. Frise-se, no entanto, que nunca nenhum partido do arco governativo – PS, PSD e CDS – pôs sequer a hipótese de acabar com o modelo dual e com a GNR.
O relatório a que o DN teve acesso – e que será entregue hoje ao Governo, aos grupos parlamentares e às instituições que integram a troika – demonstra que a criação de uma polícia nacional “aliviaria as contas do Estado no mínimo em 81 milhões de euros no primeiro ano. No sexto ano, atingida a velocidade cruzeiro em termos financeiros, a poupança acumulada seria acima dos 624 milhões de euros, ou seja, uma média de 104 milhões de euros ao ano.”
A fusão das três organizações produziria, de acordo com este estudo, “uma redução para metade do número de dirigentes, menos 194 cargos, passando para um número próximo dos 190″. Paralelamente, as estruturas superiores ou intermédias (comandos distritais, direções regionais e destacamentos/divisões) teriam uma diminuição de 47%. “Obviamente”, é sublinhado, “as atuais três estruturas de topo (direções nacionais/comando geral) passariam para uma única, libertando cerca de 995 elementos), um único estabelecimento de formação profissional (libertando 404 efetivos), uma unidade especial (menos 723 elementos, entre operacionais, 472, e administrativos, 251″.
Esta reforma, que numa segunda fase exclui o alargamento a outras entidades fora do MAI, como a PJ, a ASAE e a Polícia Marítima, teria, na ótica dos autores, outra vantagem: aumentaria em 11% o pessoal exclusivamente afeto atarefas operacionais, com as unidades territoriais, de maior contacto e visibilidade com a população a terem um reforço de 3377 polícias, fruto da integração das unidades especializadas e da fusão das unidades especiais.
Os valores apresentados neste trabalho assumido pelos oficiais da PSP não ultrapassam, porém, a redução de despesas que resultaria de uma fusão da PSP, da PJ e do SEF, defendida num estudo do PSD. Este modelo, que não chegou a ser implementado, mantinha o sistema dual, com a GNR e uma polícia nacional civilista, embora se ficasse por uma redução de 30% em cargos de chefias e serviços de apoio, prometia, segundo dados já publicados pelo DN, uma redução no total dos orçamentos destas três forças de 270 milhões de euros/ano, quando a reforma estivesse totalmente em vigor. Não foram, no entanto, definidos os prazos para atingir esta poupança. No recente relatório do FMI foram dados exemplos de países onde criaram polícias nacionais como forma de reduzir as despesas com as forças de segurança, cujo pessoal constitui um dos maiores pesos remuneratórios da administração pública.
MUDANÇAS
Rejuvenescimento do efetivo policial
Segundo foi calculado neste estudo apresentado pelo Sindicato de Oficiais de Polícia da PSP (SOP), a criação de uma polícia única nacional permitiria “uma apreciável dinâmica de rejuvenescimento do efetivo policial”. Os efetivos globais agora distribuídos pelas três forças seriam reduzidos, logo na primeira etapa, dos atuais 49 303 (valores de 2011) para 44 692, com a passagem deste excedente à pré-aposentação. Seriam admitidos em média 800 novos elementos por ano, mantendo o saldo líquido com as saldas.
Rácios mais perto da média europeia
A GNR, a PSP e o SEF conseguem assegurar um rácio de um polícia para 225 por cidadãos (dados de 2011), o que está muito longe da média europeia de 1 /276. No que diz respeito apenas aos dispositivos territoriais, a GNR tem um rácio de 1 /414 e a PSP de 1 /309. Cada esquadra da PSP tem em média 39 polícias e cada posto da GNR 27 militares. Com a reforma proposta e a libertação de 4611 efetivos com funções policiais, o rácio passaria de 1 /225 para 1 /250, mais próximo dos valores da União Europeia.
Melhor controlo e coordenação
O estudo sublinha que não foram contabilizadas as vantagens em temos operacionais para o combate à criminalidade, que poderiam resultar desta fusão. Considera, no entanto, que se trata de “benefícios imensuráveis” os obtidos com este modelo de polícia nacional única, nomeadamente “ao nível da coordenação, do controlo, da partilha da informação, da mitigação dos atuais conflitos positivos e negativos das competências, na uniformidade da doutrina de atuação, entre outros”.
“É um ponto de partida para análise e reflexão”
- Qual o objetivo dos oficiais ao fazer este estudo para fundir a PSP e a GNR numa polícia única civilista?
- Os oficiais da PSP e o seu sindicato têm responsabilidades acrescidas no que ao direito de participação nos assuntos de segurança interna diz respeito. Disso nunca se esqueceram, muito embora gente de responsabilidade, no passado, por vezes, as não tenha levado este pressuposto em linha de conta. Arrasta-se há anos uma discussão “pública” sobre o atual “sistema policial”, mas, no nosso entender, só se deve poder emitir uma opinião assertiva e fiável se estivermos escorados por estudos científicos, como é o caso. O objetivo da realização do estudo foi criar um documento de trabalho que possa ser ponto de partida de análise e reflexão para a criação de um hodierno e melhor serviço de segurança interna. A atual conjuntura económica de exigência de redução de despesas parece-nos um bom pretexto.
- O Governo, tal como os anteriores, assumiu sempre a opção por um modelo dual e nunca nenhum partido do arco governativo admitiu acabar com a nossa GNR, de natureza militar. Esta proposta não estará condenada à partida?
- Este documento, a ser entendido como proposta, sempre sujeita a ajustes e melhoramentos, só estará condenado à partida se não houver capacidade de diálogo ou coragem política para inovar e melhorar a existente organização das policias. O que agora se está a apresentar é equivalente ao modelo vigente nos países mais desenvolvidos.
- Reduzir uma decisão destas a aspetos meramente económicos seria aceitável?
- Quem for estudar com atenção este documento verifica que a operacionalidade das forças de segurança sai reforçada e com um aumento de melhores condições para os seus profissionais, o que redunda sempre num melhor serviço prestado ao cidadão. Se do ponto de vista económico ainda é mais favorável, tanto melhor!
Diário Notícias | Sexta Feira, 22 Fevereiro 2013

GNR “parece patinho feio das forças de segurança e dos militares” diz José Alho

Rádio Pax

GNR “parece patinho feio das forças de segurança e dos militares” diz José Alho
A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG) refere em comunicado que “não se conforma com as indefinições politicas” no que toca “à certeza e segurança das normas estatutárias e orgânicas, que 'regem' a 'vida' dos militares da GNR
A ASPIG afirma que “os regimes de passagem à reserva/reforma não são uniformes” nas diferentes forças de segurança e, por isso, “têm merecido, por parte da Caixa Geral de Aposentações, 'tratamentos' diferentes com desvantagem para os militares da GNR”.
Para a ASPIG, numa altura em que o Governo se prepara para apresentar uma nova reestruturação da GNR, é necessário definir “um novo 'perfil' de GNR”, tendo em conta as “actuais necessidades funcionais e de organização, procurando, assim, dar resposta às novas realidades impostas por uma sociedade em constante evolução”.
José Alho, presidente da ASPIG, afirma que o Governo tem que “definir o que quer da GNR”. O mesmo responsável diz que “já chega” do Ministro da Administração Interna “não ouvir” as Associações da Guarda Nacional Republicana.
Na opinião de José Alho a GNR “parece o patinho feio das forças de segurança e dos militares”.

sábado, março 02, 2013

Questionário - A Polícia que os Policias querem.

Este questionário de 26 questões é dirigido a elementos:

  • Guarda Nacional Republicana (GNR); 
  • Policia Judiciária (PJ); 
  • Polícia de Segurança Pública (PSP); 
  • Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF);

Com este questionário pretende-se conhecer a opinião dos polícias portugueses sobre a sua situação profissional, condições de trabalho e posição acerca das reformas. 
Este questionário é parte importante de uma tese de mestrado na área da gestão pública no Instituto Politécnico da Guarda com o título “A Polícia que os Policias querem”. Pretende-se recolher o maior número possível de respostas que serão analisadas de forma agregada e estão protegidas pelo anonimato.
Obrigado pela colaboração.
António Cruz

Este estudo pretende ser uma mais valia. De referir que se garante a confidencialidade do estudo! 
Não serão divulgados quaisquer dados pessoais ou profissionais dos participantes.

Participa! 
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Entrega de IRS arranca hoje. Saiba o que deduzir

TVI24 (VÍDEO)


Ajudamo-lo a saber quais as deduções e os tetos para este ano

Arranca hoje, dia 1 de março, a entrega da declaração de rendimentos (IRS) relativa a 2012. Durante o mês de março, os contribuintes da primeira fase, com rendimentos das categorias A e H (de pensões e trabalho por conta de outrem) poderão entregar as declarações em papel. 

Os contribuintes desta fase que queiram entregar a declaração pela Internet terão de esperar por abril.

Já os da segunda fase (com rendimentos de outras categorias) poderão fazer a entrega em papel em abril e pela Internet em maio.

Este ano pode contar com alterações significativas no que toca às deduções. Vai poder deduzir menos despesas, o que significa que terá direito a menos reembolso, ou terá mais a pagar.

Para o ajudar, a TVI24.pt reuniu as alterações e novos limites, para saber que faturas pode deduzir.

SAÚDE: Até aqui, os portugueses podiam deduzir 30% das despesas com saúde sem qualquer limite. Agora apenas podem deduzir 10% dos gastos, com o limite de
838,44 euros. Para as faturas com IVA a 23%, é preciso receita médica e pode deduzir 10% das despesas com o limite
de 65 euros ou de 2,5% do total das despesas de saúde, se
ele for superior.

EDUCAÇÃO: Pode deduzir 30% dos gastos em educação e formação profissional, com o limite de 760 euros. Há majoração de 142,5 euros por dependente se tiver 3 ou mais filhos.

HABITAÇÃO: Até aqui eram dedutíveis 30% dos juros e amortizações do crédito à habitação, com limite de 591 euros. Este limite podia ser majorado até 945 euros, dependendo dos rendimentos do contribuinte e da classificação energética do imóvel. Estas majorações deixaram de existir e agora os contribuintes podem apenas deduzir 15% dos juros (deixa de poder deduzir amortização), e o teto máximo baixa para 591 euros. Mas nem todos têm direito a esta dedução: ela é válida apenas para contratos celebrados até 31 de dezembro de 2011. Quem comprou casa depois dessa data já não tem direito. Se tem casa arrendada também pode deduzir 15% das rendas, se o contrato foi celebrado ao abrigo do RAU ou do NRAU. Se é proprietário de um imóvel, pode deduzir 30% dos encargos com recuperação ou reabilitação (aplicável a imóveis localizados em áreas de reabilitação urbana ou arrendados passíveis de atualização ao abrigo do NRAU) com limite de 500 euros.

LARES: 25% dos gastos com lares do sujeito passivo ou ascendentes ou colaterais até 3º grau, com o limite de 403,75 euros.

PRÉMIOS DE SEGUROS DE SAÚDE: Até aqui podia deduzir 30% do valor pago até ao limite de 85 euros por titular, que podia ser majorado 43 euros por dependente. Agora, apenas pode deduzir 10% dos prémios de seguros que cubram exclusivamente riscos de saúde, com o limite de 50 euros por titular. O valor acresce 25 euros por dependente. 

PENSÕES DE ALIMENTOS: Até aqui, os pais divorciados podiam deduzir 20% dos gastos com pensões de alimentos, até ao limite de 1.048,05 euros. Agora podem deduzir 20%, com o limite mensal de 419,22 euros, e um máximo de 5.030,64 euros por beneficiário.

PPR: Pode deduzir 20% do valor aplicado. Se tem menos de 35 anos, o limite é de 400 euros. Se tem entre 35 e 50 anos, o limite é 350 euros e a partir dos 50, o teto máximo é 300 euros.

DONATIVOS: 25% dos donativos ao Estado e 25% dos donativos a outras entidades com o limite de 15% da coleta.

DEDUÇÕES TÊM NOVOS TETOS GLOBAIS: Além dos limites impostos em cada categoria (educação, saúde, habitação, etc.), os contribuintes estão sujeitos a tetos globais de deduções, consoante o rendimento anual. Até 2011, apenas os dois escalões mais elevados de rendimento estavam sujeitos mas em 2012, o terceiro escalão também é abrangido: os contribuintes com rendimentos anuais entre 7.410 e 18.375 euros já são afetados.

PENSIONISTAS: Este ano os reformados com rendimento superior a 293 euros/mês têm de entregar declaração, quando antes estavam dispensados se o seu rendimento fosse inferior a 428 euros.