terça-feira, março 19, 2013

Quase um terço dos condutores já transportou crianças sem cinto

Público

Prática é pontual, mas tem riscos, alerta estudo sobre a segurança infantil do Automóvel Clube de Portugal.

Um estudo que é apresentado nesta segunda-feira pelo Automóvel Clube de Portugal (ACP) indica que 30% dos condutores portugueses já transportaram pontualmente crianças sem qualquer sistema de retenção, ou seja, sem que estivessem sentadas numa cadeira apropriada. Um dado que, só por si, afirma o presidente do ACP, Carlos Barbosa, justifica o lançamento de uma campanha sobre a importância da segurança infantil dentro do automóvel.
De acordo com a direcção de comunicação do ACP, o estudo foi feito pela própria organização, com base nas respostas a um inquérito online estruturado e realizado no mês de Dezembro através da sua página na Internet, aberto a não-sócios.

sábado, março 16, 2013

Foge da polícia e morre em despiste

CM


Jovem de 18 anos morreu após despistar-se de mota, na Bela Vista, Setúbal. Tinha a polícia no seu encalço.
Um jovem morreu este sábado à tarde na sequência de um despiste de um motociclo, quando ia a ser perseguido pela polícia, no bairro da Bela Vista, em Setúbal.
Fonte da PSP adiantou à agência Lusa que o jovem, de 18 anos, estava a circular num motociclo, sem utilizar capacete, quando foi avistado pela polícia, tendo-se posto em fuga e acabando por se despistar.
Segundo a fonte policial, em consequência deste acidente, a esquadra da PSP no bairro da Bela Vista chegou a estar cercada por populares.
O corpo da vítima foi encaminhado para a morgue do Hospital de Setúbal.

Porto: Polícias com "milhares de euros" gratificados atrasados

CM


PSP tenta cobrar dívidas a empresas públicas e privadas que não pagaram gratificados.

Milhares de euros gratificados prestados pela PSP do Porto em 2012 estão ainda por pagar, mas estão a realizar-se as "diligências" necessárias junto das entidades devedoras para resolver a situação, disse este sábado à Lusa o comandante da PSP do Porto.
"São alguns milhares de euros", essencialmente referentes a 2012, que estão por pagar à PSP do Porto, admitiu o comandante da PSP do Porto, numa entrevista à Lusa no âmbito de um balanço de 2012 no Comando Metropolitano da PSP do Porto.
Segundo Francisco Bagina, o valor total ainda não está calculado, porque ainda se está a proceder ao levantamento das dívidas, tanto na cidade do Porto, como noutros concelhos em redor.
O comandante da PSP do Porto escusou-se a identificar as empresas devedoras, mas referiu que as entidades que solicitaram os serviços de segurança daquela força policial em 2012 são tanto "empresas públicas", como "empresas privadas", e que as devedoras estão a ser contactadas e sensibilizadas para procederem ao pagamento da prestação dos chamados gratificados.
"Estamos a fazer um forcing para que todos, e na senda do que está definido, paguem dentro do prazo", declarou, explicando que os gratificados devem ser pagos pelas entidades que os requisitam na altura da sua prestação.
"Este dinheiro destina-se exclusivamente aos agentes que prestam aquele serviço fora das suas horas normais de serviço, não recebendo a polícia qualquer parte dessa verba, assinalou ainda o comandante da PSP do Porto.

Carro capota frente ao Colombo (com vídeo)

CM
Um acidente aparatoso frente ao Centro Comercial Colombo, em Lisboa, causou algum condicionamento do trânsito na hora de ponta.

Seminário PSP: Actual modelo de polícia deve ser repensado

PSP: Actual modelo de polícia deve ser repensadoNoticias ao minuto

Oficiais da PSP consideraram, esta quinta-feira, que o actual modelo de organização das polícias em Portugal deve ser repensado, tendo em conta a actual situação financeira do País, mas as mudanças não devem prejudicar a Polícia.

A direcção nacional da PSP e o Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ISCPSI) organizam hoje e na sexta-feira o seminário “Desafios da segurança em Portugal”, na qual académicos do ISCPSI e oficiais da PSP debatem o modelo de organização das polícias.
“O modelo dual (duas polícias) está esgotado face à realidade portuguesa e europeia. É preciso mudar de paradigma”, disse no seminário o subintendente Manuel Guedes Valente, director do Centro de Investigação e de Professor do ISCPSI.
Por sua vez, o superintendente José de Oliveira, director nacional-adjunto da PSP para área dos recursos humanos, falou sobre os custos da segurança em Portugal, avançando que Portugal gasta anualmente um por cento do Produto Interno Bruto (PIB) com as forças e serviços de segurança, enquanto, na França e Espanha, esse custo se situa entre os 0,8 e 0,6 por cento, respectivamente.
“Os problemas dos baixos salários e das faltas de condições na Polícia não estão relacionados com a falta de investimento, mas sim como a forma como Portugal está organizado em termos de segurança pública”, salientou.
Nesse sentido, defendeu que é importante “a definição de uma política pública de segurança sistémica que a médio e curto prazo se procure a eficiência e a equidade”.
Também o presidente do Sindicato dos Oficiais de Polícia (SOP/PSP), Hélder Andrade, considerou que o actual modelo de polícias é “oneroso”, considerando necessário estudá-lo e repensá-lo.
Hélder Andrade destacou também o estudo que o sindicato entregou recentemente ao ministro da Administração Interna o qual demonstra que a fusão da PSP, GNR e Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) numa polícia nacional civilista resultaria numa redução de despesa da ordem dos 624 milhões de euros, no final do sexto ano de execução
Já o intendente Luís Elias, segundo comandante da PSP de Lisboa, considerou que deve ser feita “uma verdadeira avaliação do sistema”, além de questionar se devem existir no país duas polícias integrais e duplicação de meios nas forças de segurança.
O intendente Luís Elias lamentou que o debate em Portugal tenha sido “muito pouco virado para a avaliação da relação custo-benefício e para a quantificação de uma eventual mudança”, sublinhando que o modelo policial em Portugal tem evoluído para uma sucessiva “criação ou autonomização de diversos órgãos de polícia administrativa e de órgãos de polícia criminal”.
O oficial da PSP destacou as diversas valências da PSP, destacando que “é imprescindível” que o Corpo de Intervenção e o Grupo de Operações Especiais continuem na Polícia de Segurança Pública.
O Intendente Luís Elias abordou ainda os casos de países europeus que adoptaram o modelo de polícias integrais, como a Áustria e Bélgica.
Também presente no seminário, o secretário-geral do Sistema de Segurança Interna, Antero Luís, considerou que se deve aproveitar o actual momento de crise em Portugal para reflectir sobre o modelo de segurança e defesa, sublinhando que o “desafio é imenso”.
Antero Luís disse ainda que a articulação entre as Forças Armadas e as forças de segurança “merece uma reflexão”, existindo “uma potencialidade grande”.
Como exemplo, referiu que os militares têm meios que os polícias podem utilizar.
Noticias ao minuto
PSP Polícia militar e civil custa aos contribuintes 145 milhões
O actual modelo de organização das polícias em Portugal, uma polícia civil e outra de cariz militar, custa 145 milhões de euros por ano aos contribuintes, segundo dados avançados esta sexta-feira num seminário organizado pela PSP.

Nas conclusões do seminário ‘Desafios da Segurança em Portugal’, onde foi defendida uma polícia única civilista, o superintende José Torres, director nacional adjunto da PSP, disse que o custo mínimo anual da opção corrente pelo sistema dual (PSP e GNR) é de 145 milhões de euros.
A direcção nacional da PSP e o Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ISCPSI) organizaram um seminário de dois dias em Lisboa para debater o actual modelo de segurança interna.
O director nacional adjunto da PSP apresentou as conclusões dos trabalhos, sublinhando que um sistema de polícia única implicaria “ganhos operacionais e económicos” e que “a abolição do sistema dual será uma inevitabilidade”.
O superintendente José Torres falou também de um estudo recentemente entregue ao ministro da Administração Interna, o qual defende que a fusão da PSP, GNR e Serviços de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) representaria “ganhos relevantes no plano económico e financeiro”.
Segundo o estudo, um processo dessa natureza permitiria uma redução de 50% do número de quadros dirigentes, a eliminação de 47% das estruturas superiores e intermédias e a diminuição de cerca de 40% do pessoal policial afecto ao apoio operacional.
O director nacional adjunto da PSP disse igualmente que no seminário foi defendido que há uma tendência para desmilitarizar a segurança interna em todo o mundo ocidental.
Por outro lado, adiantou, se a opção for sempre no modelo dual, "as forças de segurança terão que deter todas as valências necessárias".
Na abertura dos trabalhos, na quinta-feira, o secretário de Estado Adjunto do ministro da Administração Interna disse que o actual modelo de organização das polícias está estabilizado e “mudanças radicais neste sector são sempre garantia de resultados desastrosos”.
“Temos um modelo que está estabilizado, naturalmente que este modelo deve e terá que ter ajustes, mas não será de maneira nenhuma posto em causa nos seus fundamentos”, afirmou Juvenal Silva Peneda.
Durante o seminário foram ainda apresentados os casos da Áustria e Bélgica, onde existe uma polícia única integral, e da França e Espanha, que têm o sistema dual de polícias.


Beja Perdão de multa carimba passaporte para prisão a GNR

Noticias ao minuto

Um antigo comandante do destacamento da Brigada de Trânsito (BT) de Beja da GNR – Guarda Nacional Republicana – foi condenado a 15 meses de prisão com pena suspensa por igual período. Em causa está o facto de, em 2004, ter pedido a um subordinado seu que perdoasse uma multa.Perdão de multa carimba passaporte para prisão a GNR
O antigo comandante da BT de Beja, João Bruno, foi condenado a 15 meses de prisão com pena suspensa pelo crime de denegação da justiça e prevaricação. O caso remonta a 2004 e o arguido já havia sido absolvido há dois anos, escreve o Jornal de Notícias
Em causa está o facto de, em 2004, ter pedido a um subordinado seu, o furriel Fernando Reis, que perdoasse uma multa de 300 euros à empresa FVMC, de Moura.
A sentença declarou que o arguido, o comandante João Bruno, actuou “voluntariamente” para “beneficiar a empresa”, afirmando que o antigo comandante agiu de forma “livre, deliberada e consciente”, determinou a juíza Estela Vieira, citada pelo Jornal de Notícias.
Apesar da condenação, a juíza optou pela pena suspensa, em virtude de o caso ter ocorrido “há nove anos” e também pelo facto de o antigo comandante João Bruno já “não estar no activo”.

Ninguém lhe responde? Saiba como escrever e-mails que ninguém poderá ignorar

Dinheiro vivo

correio electrónicoSer breve, ir direto ao assunto e escolher as pessoas certas para receber a sua mensagem são alguns conselhos da HBR

Os seus clientes e colegas não têm tempo para ler atentamente todos os e-mails que recebem. Alguns recebem centenas de mensagens por dia, e começam por aquelas com que podem lidar rapidamente. Assim, há algumas a que talvez nunca cheguem a responder, ou mesmo a ler.
Como conquistar, então, a sua atenção? Experimente estas sugestões:
Cumpra as regras de uso de maiúsculas e de pontuação. As convenções da escrita correta podem parecer uma perda de tempo num e-mail, especialmente se estiver a escrevê-lo num dispositivo portátil. Mas é uma questão de fazer as coisas bem, incluindo as pequenas coisas. Mesmo que as pessoas no seu grupo não usem maiúsculas nem pontuação nas suas mensagens, destaque-se como alguém que o faz. E-mails apressados, que violem as normas básicas da linguagem escrita, revelam falta de cuidado. E o estilo abreviado pode confundir. Demora menos escrever uma mensagem clara da primeira vez do que depois ter de explicar o que queria dizer.

Vá direto ao assunto (educadamente, claro). Seja direto quando fizer um pedido. Não se ponha a dar graxa ao destinatário, embora um breve elogio possa ajudar (“Grande entrevista. Obrigado por ma ter mandado. Posso pedir um favor?"). Explique prazos e outros pormenores de que o destinatário possa precisar para fazer as coisas bem e a tempo.
Seja breve, mas não em excesso. Quando os e-mails são longos, as pessoas acham- nos aborrecidos e consumidores de energia. Quanto mais têm de andar com o cursor para baixo ou para os lados, menos recetivos serão à mensagem. Provavelmente, apenas a lerão na diagonal e perderão pormenores importantes – ou nem chegarão a lê-la. Por isso, tente não compor texto maior que um ecrã de leitura. Concentre o seu conteúdo e comprima a linguagem.

Desemprego vai ultrapassar um milhão: Conheça todos os apoios a que os desempregados podem recorrer


Subsídios para empresas que contratem desempregados As empresas que contratem desempregados ao abrigo do programa Estímulo 2013 podem receber uma ajuda para pagar os salários dos novos contratados. No ano passado, esta possibilidade já existia, mas agora abre-se o leque de pessoas a contratar e aumenta o tempo do apoio.
Segundo a portaria hoje publicada (veja aqui), as empresas que contratem desempregados inscritos em centros de emprego há pelo menos seis meses podem receber apoio estatal durante seis (contrato a termo) ou 18 meses (sem termo). Na prática, o programa paga 50% do salário mensal do trabalhador. 
60% de apoio para maiores de 50 anos Mas, se forem contratados jovens até 25 anos, pessoas com 50 ou mais anos, ou beneficiários do Rendimento Social de Inserção, o valor da ajuda sobe para 60% da remuneração mensal. A única condição é que o montante do apoio não ultrapasse de uma só vez o valor do Indexante de Apoio Social (419,22 euros) para o caso de um contrato a termo, com duração mínima obrigatória de 12 meses, e 1,3 vezes o IAS (544,98 euros) para um contrato sem termo. 
Inscritos há 3 meses também podem beneficiar É ainda alargado o conjunto de categorias de desempregados potencialmente abrangidos: poderão também utilizar o programa pessoas inscritas há 3 meses no centro de emprego, desde que não tenham concluído o ensino básico ou tenham 45 ou mais anos; bem como pessoas que não estejam inscritas na segurança social como trabalhadores nos 12 meses anteriores à data da candidatura.
Desconto nos impostos para quem contrate jovens ou desempregados de longa duração O governo criou um programa de incentivos fiscais para as empresas que contratem jovens ou desempregados de longa duração, com descontos no IRS e IRC pagos. Assim, até ao final deste ano, as empresas que aumentem o número de empregados através da contratação de jovens (16 a 35 anos) - com excepção dos jovens com menos de 23 anos, que não tenham concluído o ensino secundário, e não frequentem nenhuma formação que permita elevar o nível de escolaridade - ou de pessoas em situação de desemprego há mais de 9 meses, poderão majorar em 50% o custo fiscal relativo aos encargos que essas contratações geram.
Majoração até 5 anos A majoração poderá durar 5 anos e o montante máximo da majoração anual, por posto de trabalho, é de 14 vezes a retribuição mínima mensal garantida. Os trabalhadores independentes não podem incluir para estes benefícios a contratação de familiares, nem eles podem ser acumulados com outros benefícios fiscais aplicados ao mesmo trabalhador ou posto de trabalho.
Reembolso da TSU para maiores de 45 anos Para o próximo ano, e já a contar com o programa de combate ao desemprego levado a cabo pelo Ministério da Economia, as empresas que contratem desempregados com mais de 45 anos também terão benefícios, com o reembolso de 100% da TSU.
Estágios remunerados para jovens Os jovens entre 18 e 34 anos, que estejam inscritos nos centros de emprego há pelo menos quatro meses, podem candidatar-se aos estágios do Impulso Jovem, mesmo que não tenham o ensino secundário completo, desde que nunca tenham trabalhado ou estagiado. De fora ficam os licenciados em Enfermagem ou Medicina. Os salários previstos variam entre 419,22 euros e 943,24 euros mensais.
Retribuição entre 400 e 700 euros Aqui, inserem-se os passaportes emprego Industrialização, Internacionalização e Inovação. Os dois primeiros destinam-se a jovens entre os 18 e os 30 anos, com ou sem o secundário completo, licenciatura ou mestrado e visam projetos de investimento destinados à especialização da produção através da introdução de novos produtos e o reforço da componente tecnológica; e projetos para implementar e consolidar estratégias de internacionalização, de forma a potenciar a exportação. Para estes dois passaportes a remuneração prevista é de 419,22 euros para o estagiário sem ensino secundário completo, de 524,02 euros para o que completou este grau de ensino e de 691,7 euros para os licenciados e mestres.
O Passaporte Emprego Inovação abrange jovens entre os 23 e os 34 anos, com mestrado ou doutoramento, que integrem projetos de investimento que visem reforçar a capacidade inovadora das empresas e integrar recursos humanos altamente qualificados. A remuneração é entre os 691,7 euros e os 943,2 euros.
Contrato Emprego-Inserção e Contrato Emprego Inserção+ Estes programas visam melhorar as competências socioprofissionais dos desempregados e proporcionar uma aproximação ao mercado de trabalho, mantendo-os em contacto com outros trabalhadores e outras atividades. Estes programas destinam-se a desempregados, beneficiários de subsídio de desemprego ou social de desemprego e ainda de Rendimento Social de Inseção.
Bolsas de ocupação até 400 euros No caso do Emprego Inserção mais, é entregue uma bolsa mensal complementar no valor de 20% do IAS (83 euros) para desempregados beneficiários de subsídio de desemprego ou de subsídio social de desemprego. No caso do Inserção+ que se destina a beneficiários do RSI, os destinatários passam a receber uma bolsa de ocupação mensal no valor do IAS (419,22 euros). Ambos os programas cobrem despesas de transporte, alimentação e um seguro de acidentes pessoais. O programa tem por base a realização de atividades socialmente úteis que satisfaçam necessidades locais e regionais, em entidades coletivas, públicas ou privadas sem fins lucrativos, durante um período máximo de 12 meses.

PJ investiga morte de homem nas escadas de uma casa em Montalegre

Público


A Polícia Judiciária de Vila Real está a investigar o caso de um homem de 45 anos que foi encontrado morto, na madrugada desta sexta-feira, nas escadas de uma residência de Montalegre.
Fonte policial disse à Lusa que a morte do homem terá sido causada por uma queda nas escadas exteriores da residência de um seu conhecido, de 38 anos, no centro da vila de Montalegre. Porém, a polícia não sabe se a queda foi acidental ou provocada. Por esse motivo, a Polícia Judiciária está a investigar o caso.

PSP Dois detidos por furto em caixa multibanco

Noticias ao minuto

A PSP anunciou esta quinta que deteve, em flagrante delito, dois homens pela prática de furto numa caixa multibanco, em Lisboa, através da técnica ‘cash trapping’ que retém o dinheiro levantado pelos clientes.Dois detidos por furto em caixa multibanco

Cinfães Judiciária deteve homem que terá matado o pai

Judiciária deteve homem que terá matado o pai Noticias ao minuto
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou esta sexta-feira a detenção de um homem, de 33 anos, que alegadamente terá assassinado o seu pai com uma roda de ferro, no concelho de Cinfães.

Bispo Francisco levará "muita esperança" à Igreja Católica

Francisco levará muita esperança à Igreja CatólicaNoticias ao minuto
O bispo de Angra (Açores), António de Sousa Braga, considerou esta sexta-feira que o Papa Francisco vai levar "muita esperança à Igreja", admitindo ter ficado "surpreendido" com a escolha.

Polícia PSP nega ter metade da frota à espera de reparação

PSP nega ter metade da frota à espera de reparaçãoNoticias ao Minuto
A PSP emitiu um comunicado onde afirma que “é falso que o Comando Metropolitano da PSP do Porto esteja com metade da sua frota automóvel avariada ou à espera de reparação”, como tem sido veiculado em algumas notícias.

Alcoentre Recluso em greve de fome há 24 dias pede repetição do julgamento

Recluso em greve de fome há 24 dias pede repetição do julgamentoNoticias ao minuto
Um recluso do Estabelecimento Prisional de Vale de Judeus, em Alcoentre, está em greve de fome há 24 dias, tendo perdido 21 quilos, por entender que foi preso injustamente e querer a repetição do julgamento, disse o seu advogado.

Aeroporto SEF detém criminoso procurado no Brasil

Notícias ao Minuto
SEF detém criminoso procurado no Brasil


O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) deteve, no aeroporto de Lisboa, um cidadão estrangeiro procurado pelas autoridades brasileiras devido a vários processos, um dos quais por condenação a cinco anos de prisão por roubo.

ADN: ASAE vai passar a fazer os seus próprios testes

TVI24


Laboratório passa a fazer os testes no âmbito das investigações desta autoridade

...O subinspetor da ASAE, Jorge Reis, admitiu que a «grande dificuldade desde o início» tem sido o facto de «em Portugal só haver um laboratório acreditado para este tipo de atividade» (análises ao ADN).

«A ASAE já está a adquirir meios para implementar este método no seu laboratório», afirmou o responsável da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica.

Não se comprometendo com datas, o subinspetor da ASAE adiantou contudo que já foram adquiridos todos os equipamentos e reagentes necessários para este método.

Farmacêuticas juntam-se à Interpol para combater medicamentos falsificados


rcm pharma
Diversas empresas farmacêuticas e a Interpol assinaram um contrato de três anos para resolver a questão da prescrição de medicamentos falsificados, anunciou a organização policial internacional na terça-feira, avança o site FirstWord. Sob os termos do acordo, 29 companhias farmacêuticas, incluindo a AstraZeneca, a GlaxoSmithKline, a Eli Lilly, a MSD e a Sanofi, contribuirão com 4,5 milhões de euros (5,9 milhões de dólares) para a criação do Programa de Crime Farmacêutico da Interpol.

John Lechleiter, CEO da Eli Lilly e presidente da PhRMA, disse que o novo programa vai complementar os esforços já existentes da Interpol num momento em que "a actividade de falsificação está a evoluir muito rapidamente" e está a tornar-se cada vez mais comum. Lechleiter referiu que um dos objectivos da iniciativa será o de tentar identificar mais rapidamente as novas tendências em que os medicamentos estão a ser falsificados, onde os focos de criminalidade são baseados e onde estão a ser distribuidos os medicamentos falsificados. "Esta iniciativa serve para cimentar alguns desses esforços conjuntos", comentou, acrescentando que, após o período inicial de três anos, “dependendo dos resultados, poderemos certamente estender o acordo".

quarta-feira, março 13, 2013

Roubou leite para alimentar os filhos; Agente da PSP pagou a conta e mandou-o embora

ptjornal


É a última história portuguesa que se tornou viral nas redes sociais. Polícia de Segurança Pública partilhou online, embora não identifique o autor do testemunho nem os agentes envolvidos neste caso dramático.
Aconteceu no Porto, onde um homem foi apanhado a roubar num supermercado. O vigilante do espaço, que não é referido por quem testemunha, deteve o indivíduo que tinha na sua posse quatro iogurtes, seis pães e dois pacotes de leite.
O testemunho afirma que a polícia foi de imediato chamada pela gerência do estabelecimento. Chegados ao local, os agentes da PSP acabaram por ouvir a razão do homem que, em lágrimas, informou-os que tinha roubado os produtos para dar de comer aos dois filhos, visto que tanto ele como a esposa se encontram atualmente desempregados.
Até aqui uma história infelizmente já várias vezes vista neste país, o incrível e comovente veio depois.
Segundo relata o testemunho, partilhado pela própria Polícia de Segurança Pública através da sua página no Facebook, o polícia acabou por pagar a conta, de cerca de quatro euros. Depois, chamou o homem à parte e aconselhou-o a não voltar a fazê-lo: “Pedir não é crime”, terá dito o agente, que mandou o indivíduo embora de seguida.
A história tornou-se viral no Facebook esta quinta-feira, veja de seguida o relato divulgado pela PSP:
“Tive conhecimento de uma situação que merece ser divulgada!
Em determinado momento durante a semana que está a terminar, foi a policia solicitada para um supermercado sito na cidade do Porto. Chegados ao dito supermercado, foram os elementos policiais informados pelo vigilante do estabelecimento que determinada pessoa tinha sido travada à saída na posse de artigos furtados.
Questionado sobre a tipologia dos artigos furtados, a gerente do supermercado e o vigilante referiram tratar-se de 4 iogurtes, 6 pães e 2 pacotes de leite. Os agentes, dirigiram-se então ao autor do ilícito e este, a chorar compulsivamente, lá foi dizendo que tanto ele como a esposa, estão desempregados, têm 2 crianças em casa e nem leite tinha para lhes dar. Este ato, visava apenas levar pão à boca dos seus filhos que ainda não tinham comido nada durante todo o dia.
De volta à gerente, esta, depois de passar os artigos pela caixa lá mostrou o talão, com um valor monetário pouco acima dos 4 euros.
Nesse momento, o agente, tirou dinheiro do bolso, perguntou se a casa aceitava o pagamento e após este ter sido efetuado ainda questionou se pretendiam procedimento criminal.
Uma vez que os artigos estavam pagos e nada mais restava a fazer, foi o autor do furto chamado à parte, onde lavado em lágrimas, ouviu o conselho de que pedir não é crime, pedir é ser humilde e que se for detido, com toda a certeza, não vai conseguir levar seja o que for para a boca dos filhos. Não volte a furtar mais nada pois para a próxima pode não ter a sorte que teve hoje. De seguida mandou-o embora com os iogurtes, o pão e o leite.
Existem Homens assim nestas fileiras que dia após dia, noite após noite presenciam homens, mulheres e crianças com fome, sem nada para comer, que o último recurso é pedir ou furtar.
Note-se que não estou a falar de criminosos, de delinquentes que passam os seus dias a mandriar, a viver à custa de RSI, estou a falar de pessoas de bem, que sempre trabalharam, sempre pagaram os seus impostos e que agora se veem privados de tudo e incapazes sequer de alimentar os seus filhos.”
Fonte: Facebook Polícia Segurança Pública

terça-feira, março 12, 2013

2300 forçam saídas da Polícia e Guarda

CM

Segurança: Governo quer aumentar para 57 a idade da pré-reforma

Dois mil e trezentos elementos querem sair da PSP e GNR, respetivamente 1000 e 1300.
E, por isso, já se candidataram à pré-reforma - reserva no caso da GNR - à espera que o Ministério da Administração Interna lhes dê autorização para deixarem o trabalho operacional. Para já as condições passam por ter pelo menos 55 anos de idade ou 36 de serviço. A lista, segundo o Sindicato dos Profissionais de Polícia, é grande, porque todos os anos são "muito poucos" os que recebem autorização para a pré-reforma. 

No entanto, no final do ano passado, o Governo apresentou uma proposta, já a aplicar no decorrer de 2013, no sentido de que os papéis para a pré-reforma possam ser só metidos quando os polícias tiverem 57 anos. "Vamos ficar com uma polícia muito envelhecida. Aos 55 anos, os polícias já não têm os reflexos apurados como se devia ter nesta profissão. Não é fácil trabalhar por turnos, à chuva, ao vento, ao calor. Cada ano que passa é pior. O Governo deve apostar em novos elementos, mais jovens e que possam dar respostas
 ao trabalho", afirma António Ramos, presidente do SPP/PSP.

Esta opinião é partilhada por César Nogueira, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda, que também considera que os postos territoriais da GNR vão sair afetados. "Estamos atualmente com défice de militares. Não podemos comparar estes homens e mulheres com os funcionários públicos, uma vez que estamos a falar de muitas mais horas que eles prestam de serviço a cada dia", refere o sindicalista ao CM

Por decidir está também o ingresso de agentes e militares nas duas forças de segurança neste ano. Está prevista a entrada de 500 novos elementos para a PSP e de 300 para a GNR, mas o MAI ainda não garantiu às forças de segurança as novas entradas.

GNR pede alterações nos tempos de serviço

GNRTVI24


Ministro da Administração Interna e o Comandante-geral da GNR receberam nova proposta

A Associação nacional de Guardas (ANAG-GNR) apresentou, esta terça-feira, uma proposta para regularizar os tempos mínimos de serviço e de folga dos agentes. 

Atualmente, os militares dispõe do sistema de f
olga ao oitavo dia, depois de sete dias de trabalho, segundo a regulamentação feira em 2010. A associação quer que os profissionais consigam ter a sua folga semanal depois de cinco dias consecutivos de trabalho.

De acordo com a agência Lusa, a proposta da ANAG foi entregue a Miguel Macedo, ministro da Administração Interna e ao general Newton Parreira, comandante-geral da GNR. 

Para a associação, esta proposta vai ajudar a «conciliar as necessidades de serviço com o bem-estar profissional e familiar dos militares». Com o novo sistema, os militares poderão gozar um fim-de-semana, de cinco em cinco semanas. 

A ANAG propõe ainda que os militares tenham direto a gozar, no mínimo, 48 horas de folga, depois de cumprirem 24 horas seguidas de serviço. A associação quer, também, que as alterações à escala de serviço sejam afixadas com a antecedência mínima de 48 horas e deverão ser «só admissíveis por motivos excecionais e imperiosos de serviço».

Na nota, a ANAG afirma que a proposta tem «um caráter provisório», até haver um horário de referência regulamentado, conforme está previsto no estatuto militar da Guarda.