sábado, fevereiro 16, 2013

a lei explicada às polícias


no sábado à noite, a polícia municipal fechou o 49 da zé dos bois. muito há a dizer sobre a acção em si, mas é sobre algo que ocorreu na sequência disso que escrevo. a dada altura, resolvi tirar fotos ao ajuntamento de polícias, responsáveis da galeria e clientes à porta do 49. de imediato, um dos polícias veio pedir-me a identificação, naqueles ríspidos termos do costume. recusei identificar-me e exigi que me dissesse qual o motivo do pedido. depois de muito insistir que eu tinha de me identificar só porque ele queria, e de eu lhe explicar que assim não é, e que estão a precisar de um workshop sobre lei e constituição na pm, invocou as fotografias como motivo.

segundo o agente, eu não poderia fotografá-lo sem a sua autorização. ora, se há coisa à qual sou sensível é ao direito à imagem, pelo que à partida o agente da pm teria em mim uma aliada. sucede que, numa acção pública como aquela, a de fechar um estabelecimento, os agentes da polícia municipal, uniformizados e até identificados com o nome, não podem ter qualquer expectativa de anonimato nem de direito à imagem. o acontecimento é de interesse público e pode ser fotografado, e os agentes 'apanhados' na foto têm tanto direito a indignar-se com isso como um deputado que discursa no parlamento tem de se indignar com as fotos que lhe tiram ou por ser filmado. o mesmo não se aplica a quaisquer outras pessoas -- clientes do bar, por exemplo -- ali presentes, mas nenhuma dessas pessoas, que perceberam que estavam a ser fotografadas, esboçou qualquer objecção.(...)a história acabou em bem, porque o agente desistiu quer de me identificar quer de me levar detida. mas convinha mesmo refrescarem, nas polícias portuguesas, o conhecimento da lei. é que teria a maior piada que um polícia uniformizado e por lei obrigatoriamente identificado com o nome em local bem visível violasse o direito de uma cidadã ao anonimato (imagine-se, tenho esse direito) e a levasse detida, lesando outros seus direitos fundamentais, por esta o identificar, numa foto, no cumprimento público das suas funções.

39 anos depois do 25 de abril, já vai sendo altura de que as polícias portuguesas aprendam a funcionar de acordo com a legalidade democrática, e percebam que a identificação de cidadãos não é uma forma de os chatearem e ameaçarem, mas um acto que, como todas as outras acções policiais, se deve reger pelos princípios da adequação e proporcionalidade. é no mínimo irónico que tenham de ser os cidadãos a explicar aos agentes policiais o que a lei diz e a impedi-los de a violar.

Antigo edifício do centro de saúde vai acolher GNR

DN

O antigo edifício do centro de saúde de Sátão deverá durante este ano começar a ser ampliado e adaptado para receber o posto territorial da GNR, disse à agência Lusa o presidente da Câmara, Alexandre Vaz.

PJ investigou 1300 casos de fraude bancária via Net

DN

Sete pessoas foram detidas por se terem apropriado de 150 mil euros. PJ revela que em 2012 mais de 1,4 milhões foram desviados. Este é um dos temas do DN de hoje.

Passos diz que vai confrontar troika com agravamento da crise - Págs. 2-3
Mudança de discurso no Governo. Primeiro-ministro admite pela primeira a possibilidade de uma "espiral recessiva". E diz que quebra nas exportações poderão fazer o Executivo a renegociar previsões com a troika.
Potência do meteoro superior à de Hiroxima - Págs. 4-5
Meteoro explodiu sobre a região de Cheliabinsk, a sudeste de Moscovo, feriu mais de mil pessoas e deixou rasto de destruição, no mesmo dia em que um asteroide passou a rasar a Terra. Astrónomos dizem que não houve relação entre as duas coisas .

Novo Papa escolhido é Português

Vaticano: Está resolvida a crise. Quando muitos pensavam que o novo Papa viria de fora da Europa, Miguel Relvas foi nomeado para suceder a Bento XVI à frente da Igreja Católica. Habemus Papam

Parece que o ministro cessante foi uma vez à missa na sua junvetude, o que lhe garantiu a possibilidade de pedir equivalência e ganhar o acesso ao cargo de líder da instituição religiosa.

Fontes anónimas revelam que o novo Papa vai adoptar o nome de Aldrabêncio I.
Os adversários de Relvas na corrida ao trono de Pedro afirmam que a nomeação é inválida uma vez que Relvas saiu a meio da missa, o que anula a equivalência. Relvas já se pronunciou, dizendo estar a ser alvo de uma cabala católica.

O Primeiro-ministro Pedro Passos Coelho ainda não se pronunciou quanto a esta inesperada baixa na equipa governativa mas tudo indica que o fechar da crise papal no Vaticano marcará o início de uma crise governativa em Portugal.

Os segredos do Opus Dei - Grande Investigação

Opus Dei nas finanças do Governo e com força na bancaDN


Mais seis mil membros só na última década

O Opus Dei está hoje presente em todos os continentes e continua a crescer. A sua legitimidade na Igreja tem vindo a tornar-se cada vez mais sólida. Apesar de a organização procurar ser um exemplo de moralidade, já foi envolvida em escândalos de corrupção. Tem membros poderosos, entre os quais se inclui um antigo n.º 1 do FBI.
O Opus Dei não para de crescer um pouco por todo o mundo. Na última década, a prelatura ganhou mais de seis mil membros - a um ritmo de mais de 600 adesões por ano - e instalou-se em seis novos países. Indonésia, Roménia e Coreia do Sul foram os últimos a receber a obra, que conta com 90 260 membros espalhados por 66 países.
O crescimento do Opus Dei tem sido sempre gradual e sustentado desde que a 2 de outubro de 1928, durante um retiro em Madrid, Josemaría Escrivá de Balaguer, por "inspiração divina", decidiu fundar o Opus Dei. Houve, no entanto, uma travessia no deserto até a obra se conseguir afirmar na Igreja Católica, onde sempre teve - e continua a ter - críticos.
A procura de influência junto do Vaticano começou quando Josemaría Escrivá de Balaguer estabeleceu a sua residência em Roma, em 1946. Apesar disso, manteve a sua força em Espanha, que dura até aos dias de hoje. Atualmente, cerca de 38% dos membros do Opus Dei (35 mil) são espanhóis. Aliás, os três líderes da obra desde a sua criação nasceram todos na Espanha (Balaguer, Portillo e Echevarría).
O Opus Dei tem também grande representação nos EUA, onde o poder está centralizado numa sede nacional em Manhattan, na esquina da Lexington Avenue com a 34.ª Avenida. O edifício, batizado com o nome de Murray Hill Place, acabou de ser construído em 2001 e custou 52,8 milhões de euros, suportados - garante o Opus Dei - apenas por donativos.
É também conhecida a influência do Opus Dei na América Latina, onde membros da obra terão sido preponderantes no derrube do regime socialista de Salvador Allende, no Chile. Aliás, a história também influencia as visões negativas que hoje se tem da obra. O professor norte-americano Brian Smith, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA), afirma no livro A Igreja e a Política no Chile que os membros do Opus Dei "estavam entre os principais administradores do brutal e opressivo regime militar do general Pinochet".
A obra também é historicamente associada ao ditador espanhol Francisco Franco. E percebe-se porquê: oito membros do Opus Dei foram ministros em Governos de Franco. Porém, pouco depois do Maio de 68, Rafael Calvo Serer, numerário, meteu-se em problemas com o regime quando escreveu um artigo dizendo que Franco deveria "retirar-se a tempo". Aí teve de ser Balaguer a interceder e a pedir a Franco que deixasse Calvo Serer partir para o exílio.
Os escândalos financeiros
Outra das páginas que mancham a história do Opus Dei são os escândalos "Matesa" e "Rumasa". A Matesa era uma empresa ligada à indústria têxtil, com sede no País Basco e criada em 1956. Gerida por Juan Vila Reyes - alegado membro da obra, formado na escola de finanças do Opus Dei em Barcelona -, a empresa terá lesado o Estado espanhol em mais de dez mil milhões de pesetas, metade dos quais resultado de um empréstimo fraudulento para comprar maquinaria. O que nunca aconteceu. O problema é que a fraude - que levou ao despedimento de mais de duas mil pessoas e lesou os cofres públicos castelhanos - não impediu Reys de fazer donativos de 2,4 mil milhões de pesetas à obra.
Um ano depois de o papa João Paulo II ter tornado o Opus Dei na única prelatura pessoal da Igreja Católica, a obra viu--se novamente envolta num escândalo. Em 1983, o grupo espanhol Ramasa, que controlava diversos bancos, faliu, sendo o seu presidente José Maria Ruiz-Mateos, membro do Opus Dei. A Ramasa tinha um passivo superior a mil milhões de libras, para o qual terão contribuído doações, como uma de sete milhões de libras que alegadamente foi feita a um instituto de educação do Opus Dei no arquipélago normando.
Nos dois casos, as próprias autoridades identificaram ligações ao Opus Dei. Existem outras acusações (nunca confirmadas) de que o Opus controla as finanças do Vaticano através de sociedades offshore. Os críticos acusam até a obra de ter "comprado" a influência de que goza no Vaticano. Recorde-se que o Opus Dei - que inclui a Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz - conta com 36 bispos, dos quais 21 pertencem à cúpula de sacerdotes da obra e 15 são diocesanos.
Embora a maioria dos mais de 90 mil membros seja composta por cidadãos comuns, existem no Opus figuras conhecidas em diversas áreas ao nível mundial. Na política destacam-se o ex-presidente da Polónia, Lech Walesa, o antigo primeiro-ministro italiano Giulio Andreotti, o antigo presidente da Comissão Europeia Jacques Santer ou o antigo presidente do Parlamento Europeu Gil Robles. Ainda na política, o candidato às primárias republicanas do último ano, Rick Santorum, também tem ligações ao Opus Dei, tal como o atual ministro do Interior de Mariano Rajoy, Jorge Fernandéz Diaz.
No desporto, destacam-se nomes como o do antigo treinador do Benfica e atual selecionador da Irlanda, Giovanni Trapatonni, ou o antigo presidente do Comité Olímpico Internacional Juan Samaranch. A lista é tão vasta que até o poderoso FBI já foi dirigido por um membro do Opus Dei: Louis Free (nomeado por Clinton em 1993, só saiu do cargo meses antes do 11 de Setembro, já durante o mandato de Bush "filho").

Governo quer Portugal como país mais seguro da Europa

DN

Governo quer Portugal como país mais seguro da EuropaO ministro da Administração Interna apontou, na sexta-feira, como objetivo do Governo tornar Portugal o país "mais seguro" da Europa e lembrou que a perceção do país como um "destino seguro" é um "estímulo" para a atividade económica.
Miguel Macedo, que esteve em Braga para participar na conferência "Importância da Segurança na Economia", disse que seria "irresponsável" acrescentar à crise económica uma "crise de segurança".
"Queremos fazer de Portugal o país mais seguro da Europa. Não temos razão nenhuma para não o sermos", apontou o responsável pela Administração Interna, acrescentando que "não faltam meios" para garantir a segurança do país.
As questões da segurança estão, segundo Miguel Macedo, ligadas às questões da economia, "embora poucas vezes se reconheça essa ligação".
"Estaremos a dar um fortíssimo contributo [ao tornar Portugal um país seguro] para que a atividade económica se desenvolva, para gerar um ambiente propício para a criação de emprego", disse.
Alias, salientou o ministro, "seria de uma irresponsabilidade total acrescentar à crise financeira e económica uma crise de segurança".

Incidentes em Braga: polícia quer alteração na legislação

PSP

MAISFUTEBOL

Armando Ferreira considera que os clubes não podem correr mais riscos

O presidente do Sindicato Nacional da Polícia pediu esta segunda-feira ao Ministério da Administração Interna que altere «com a máxima brevidade» a legislação relativa ao policiamento nos eventos desportivos, apelando aos presidentes de clubes para que «não corram mais riscos», depois dos incidentes que se verificaram em Braga no fecho da jornada.

Adeptos de Sp. Braga saltaram as barreiras no Estádio Municipal de Braga e obrigaram os pacenses a refugiarem-se atrás de uma das balizas, no decorrer do jogo. Em declarações à agência Lusa, o presidente do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL), Armando Ferreira, disse que esta era «uma notícia que estava anunciada», uma vez que se estava «a jogar com muito risco», pelo facto de «os clubes poderem decidir se querem ter policiamento ou não durante os eventos desportivos».

«O erro legislativo que foi criado foi dar essa opção aos clubes que depois, por medidas economicistas, decidem não requisitar o policiamento. Era expectável o que aconteceu hoje. Eu peço que o Ministério da Administração Interna reveja esta legislação e a altere com a máxima brevidade e aos clubes e aos presidentes de clubes que não corram mais riscos», apelou.

Na opinião do presidente do SINAPOL, «um presidente de um clube, por aquilo que hoje aconteceu, pode ser responsabilizado criminalmente». «Aconteceu aquilo que se esperava, que era haver um jogo de futebol em que não estão polícias presentes e os tumultos desencadeiam-se de tal forma que, depois, ainda se torna mais difícil para os polícias poderem restabelecer ordem na situação, uma vez que não estão no interior do estádio», condenou.

Armando Ferreira defende por isso que o Ministério da Administração reveja esta lei, «porque, para além de pôr em causa a segurança das pessoas que vão assistir a estes eventos, também se põe em causa a segurança dos chamados stewards, que não estão socorridos dos polícias e põe-se também a questão da segurança dos próprios polícias».

«Até os próprios clubes vão ter que repensar a sua política de requisitar ou não policiamento desportivo porque, se calhar, em casos de indemnização que os adeptos possam vir a desencadear contra os clubes por se sentirem inseguros ou terem sido agredidos, vai sair mais caro aos clubes não requisitar os polícias do que requisitá-los», antecipou.

O presidente do sindicato referiu que ainda que «o mais caricato, para o jogo continuar», foi o facto de terem que estar no local «polícias pagos por todos os cidadãos e não pelo clube».

Bicas, perdão, dicas para fugir à multa

FERREIRA FERNANDESDN

Quando saí do café, o homem, engravatado e educado, abordou-me: "Boa tarde, sou da AT, Autoridade Tributária e Aduaneira..." Eu, que nisto de diálogos com as autoridades tenho muito ano, desviei a conversa: "O senhor desculpe-me, mas como é que AT quer dizer Autoridade Tributária e Aduaneira?" Mas ele, também com muito ano, não atou nem desatou: "Mostre-me a fatura, por favor." E eu: "Fatura, não tenho." Ele: "Mas tem de ter, tomou café." Eu: "Não tomei, não." Ele, que a sabe toda: "O senhor entrou no café e como consumidor final tem de pedir fatura." Eu: "Mas qual consumidor? E final? De onde é que me conhece para me chamar consumidor final?! Entrei no café para aquecer." Ele: "O senhor está a obtemperar..." Eu sabia, ponham uma autoridade tributária a fazer de gnr e ele fica logo a falar como um gnr... Fugi para a frente: "Exijo uma lavagem ao estômago para ver se há cafeína." Olhei para o interior do café e vi as saquetas de publicidade: "E tem de ser Delta! Porque ainda devo ter resíduos do Nespresso que tomei em casa..." O tributário hesitou, guardou o papelinho da contraordenação (é o que eu dizia, é assim que eles chamam à multa) e mandou-me seguir. Fiquei a vê-lo a caçar outro cliente. Este estava tramado, ainda mastigava o croissant... Dali até à esquina, fui pelo passeio sempre a fazer sinais de luzes aos consumidores finais que iam em sentido contrário.

Fiscais não podem pedir faturas aos clientes

DN

Desde o início do ano e da entrada em vigor de uma alteração legal que obriga os consumidores a pedir fatura em qualquer transação comercial, uma escassa dezena de pessoas terá sido multada pelos inspetores tributários. No entanto, o semanário Expresso afirma que a lei é clara: só em operações especiais é que os comprovativos devem ser solicitados.

"Mesmo que esteja sentado num café e veja um cliente a recusar uma fatura não posso agir sem uma ordem de serviço, isto é, sem estar integrado numa operação de fiscalização. E mesmo assim, só podemos agir numa situação de flagrante delito e nunca a posteriori", explica Paulo Ralha, presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, em declarações ao semanário. Assim, nenhum inspetor pode exigir a quem saia de um café ou de uma oficina para ver a fatura.
Já Paulo Núncio, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, garante que o Governo "não deu orientações para a fiscalização dos consumidores finais" e confirma que "estas ações têm de ser efetuadas no âmbito de uma operação de fiscalização".

quinta-feira, fevereiro 14, 2013

Detenidas diez personas en España integrantes de una de las mayores redes de cibercrimen

Cadena Ser


Chantajeaban a usuarios de internet en nombre de la policía

Golpe policial a una de las mayores redes cibercriminales. Estaba especializada en infectar millones de ordenadores en todo el mundo. Hay 400.000 ordenadores afectados en Europa y millones de euros blanqueados. Se le conoce como el "Virus de la Policía" y actuaban chantajeando a los usuarios en nombre de la policía acusándoles de acceder a páginas que contienen pornografía infantil. A cambio les pedían 100 euros por desbloquear el ordenador.
En España han sido detenidas diez personas todas en la Costa del Sol. Hay seis ucranianos, dos rusos y dos georgianos. Todos estaban dirigidos por un ciudadano ruso de 27 años que ha sido arrestado en Emiratos Árabes Unidos. Según fuentes cercanas a esta investigación este "cabecilla" es el responsable de la creación, desarrollo y difusión de las diferentes versiones del malware a nivel internacional.
En España se han detectado más de 1.200 denuncias aunque el número de perjudicados es mucho mayor. Además casi 800.000 personas han hecho consultas al Inteco (Instituto Nacional de Tecnologías de la Comunicación) para desbloquear el ordenador. La operación de la Brigada de Investigación Tecnológica (BIT) se ha desarrollado a nivel internacional con la ayuda de Europol e Interpol y ha afectado al menos a 22 países.
La célula financiera estaba especializada en blanquear los beneficios que en forma de dinero electrónico generaba la organización a nivel mundial. Empleaban sistemas de lavado de dinero virtual y otros sistemas de blanqueo tradicionales ligados a diferentes portales de juego online. Por ejemplo una de las formas utilizadas por la rama española era la utilización de tarjetas de crédito americanas. Se enviaban desde diferentes puntos de EEUU mediante paqueteria postal y después eran utilizadas como soporte para canjear y extraer el dinero en efectivo a través de cajeros en España utilizando los códigos de las víctimas. Hay constancia policial de que esta rama ha llegado a obtener más de 1.000.000 de euros al año y llevaban trabajando dos años.
El dispositivo ha estado dirigido por el Juzgado Central de Instrucción número 3 de la Audiencia Nacional con el apoyo de la Fiscalia especial de Criminalidad Informática. La operación permanece abierta y no se descartan nuevas detenciones.

La Policía española ha llevado a cabo una compleja investigación contra una de las mayores redes de cibercrimen dedicada a infectar con ransomware millones de ordenadores de todo el mundo y  obtener  unos beneficios que superarían el millón de euros anuales. Una operación que permanece abierta y en la que hasta ahora hay 11 detenidos. 
El conocido en España como “el virus de la Policía” es un tipo de malware que bloquea el ordenador y solicita el pago de una multa de 100 euros por acceder a páginas que contienen pornografía infantil o webs de intercambio de archivos. Sólo en nuestro país, desde que se detectó el virus en mayo de 2011, se han presentado más de 1.200 denuncias aunque el número de perjudicados es con seguridad mucho mayor. La investigación realizada por la Brigada de Investigación Tecnológica (BIT) de la Policía Nacional se ha desarrollado a nivel internacional y ha afectado al menos a 22 países, siendo de especial importancia la colaboración de EUROPOL e INTERPOL para coordinar los grupos de trabajo en los países implicados.
La operación, bautizada con el nombre de “Ransom”, ha culminado con la detención del responsable de la creación, desarrollo y difusión de las diferentes versiones del malware a nivel internacional: un ciudadano de 27 años y origen ruso. Esta persona fue arrestada en los Emiratos Árabes Unidos donde se encontraba de vacaciones gracias a una Orden Internacional de Detención y cuya extradición a España ya está en curso.
Además, se ha logrado la desarticulación de la célula financiera establecida en la Costa del Sol y cuya actividad de blanqueo del dinero obtenido con el fraude podría reportarles más de 1.000.000 € anuales, que estarían sacando del país mediante complejos y difícilmente detectables medios de pago online. Además del detenido en Dubai, se han producido 8 arrestos en Benalmádena y otros dos en Torremolinos vinculados en la célula financiera, de ellos 6 son ciudadanos rusos, 2 ucranianos y otros 2 de origen georgiano.
Los investigadores han practicado seis registros en la provincia de Málaga en los que han intervenido numerosos equipos informáticos utilizados para la actividad delictiva; tarjetas de crédito en las que canjeaban los códigos de Ukash, Paysafecard y Moneypak procedentes de las víctimas del ransomware como forma de hacer el dinero en efectivo, y unas 200 tarjetas de crédito con las que habían extraído 26.000 € en efectivo los días anteriores a su detención y cuyo envío a Rusia tenían previsto para el mismo día de su arresto.
Un virus en nombre de la Policía
El ransomware actúa en función de parámetros pre-fijados de navegación web, relacionados con la actividad de la víctima a través de la Red y de su geo-localización y se activa bloqueando el equipo informático. Tras el bloqueo aparece una ventana emergente que, bajo la apariencia de un comunicado en nombre de diferentes Cuerpos Policiales según el país de la víctima, alerta al usuario de que en su ordenador se ha constatado un tráfico de datos y de navegación vinculados directamente con diferentes ilícitos penales, -como pornografía infantil, descargas ilegales o actividades de terrorismo-, por lo que le inducen a pagar una supuesta multa. Incluso, el texto de esta “sanción” se muestra en diversos idiomas, dependiendo de la localización geográfica de la víctima, proporcionando en este mensaje diversas cuentas de correo electrónico para hacer frente a la misma.
Los cibercriminales  convencen así a la víctima para  efectuar el pago de 100 euros a través de dos tipos de pasarelas de pago virtuales y anónimas, a modo de multa  por el ilícito penal  presuntamente detectado  para con ello conseguir el desbloqueo y el acceso de los datos del equipo informático infectado. Esta modalidad delictiva se denomina “ransomware”  -secuestro por malware, en inglés- y opera como cualquier secuestro convencional con la diferencia de que los rehenes en este caso son los datos e información del ordenador.
El pago se exigía a través de determinadas tarjetas prepago que tienen un valor asignado mediante un código de registro, con lo que se preserva en todo momento el anonimato de la transacción.
Sistemas de lavado de dinero virtual
La célula financiera estaba especializada en blanquear los beneficios que en forma de dinero electrónico generaba la organización a nivel mundial. Para ello empleaban tanto sistemas de lavado de dinero virtual, como otros sistemas de blanqueo tradicionales ligados al mundo físico utilizando diversos portales de juego online, pasarelas de pago electrónico o monedas virtuales.
Una de las formas utilizadas por la rama española asentada en la Costa del Sol para el blanqueo del dinero electrónico era la utilización de tarjetas de crédito americanas, las cuales eran enviadas directamente desde distintos puntos de Estados Unidos mediante paquetería postal, y utilizadas como soporte para posteriormente canjear y extraer el dinero en efectivo de los códigos procedentes de las víctimas del ransomware, a través de cajeros en España. Una vez conseguido esto, y como paso final para desvincular el dinero en efectivo de su actividad delictiva en España, realizaban giros internacionales de dinero a través de establecimientos de cambio y locutorios de su connivencia con destino final a Rusia y con una periodicidad diaria.
La operación policial ha estado dirigida por la Brigada de Investigación investigación, perteneciente a la Comisaría General de la Policía Judicial, y en ella han colaborado la Comisaría Provincial de Málaga y los GOES de la Costa del Sol. Además, ha contado con la coordinación de EUROPOL e INTERPOL, y la colaboración de Eurojust, el consejero de Interior de la Embajada Española en Moscú y la Embajada Española en los Emiratos Árabes Unidos.
El dispositivo ha estado dirigido por el Juzgado Central de Instrucción Número 3 de la Audiencia Nacional con el apoyo de la Fiscalía especial de Criminalidad Informática. También ha contado con el apoyo del Instituto Nacional de Tecnologías de la Comunicación (INTECO) así como empresas sector privado relacionadas con las TICs. La operación permanece abierta y no se descartan nuevas detenciones.

terça-feira, janeiro 15, 2013

Escalões de IRS 2013

ONLINE24


Os escalões de IRS 2013 vão passar a ser apenas cinco, sendo que antes eram oito. A medida foi anunciada em conferência de imprensa do ministro das finanças Vítor Gaspar a 3 de outubro de 2012 e confirmada aquando da entrega do Orçamento de Estado 2013.
Na entrega do IRS em 2013, referente a rendimentos auferidos em 2012, serão aplicadas ainda os oito escalões ainda em vigor. Em 2014, aquando da entrega do IRSreferente a rendimentos auferidos em 2013, já serão aplicados os novos cinco escalões.

Menos Escalões de IRS para 2013

Os novos escalões de IRS para 2013 (relativos a rendimentos auferidos a partir de 1 de janeiro de 2013) são os seguintes e vão pagar as seguintes taxas de IRS:
  • Menos de sete mil euros14,5%
  • Entre os sete mil e os 20 mil euros28.5%
  • Entre os 20 mil e os 40 mil euros37%
  • Entre os 40 mil e os 80 mil euros45%
  • Acima dos 80 mil euros48%
Não se esqueça que haverá ainda uma sobretaxa de 3,5% para todos os escalões tributados e para o último escalão uma taxa adicional de mais 2,5%. O último escalão de IRS 2013, por exemplo, sobe para 54%.
A confirmação final de todos estes números aconteceu no dia 15 de outubro, quando foi apresentado o Orçamento de Estado 2013.
Para além da redução do número de escalões de IRS 2013, Vítor Gaspar anunciou ainda uma sobretaxa extraordinária de 3,5% no IRS, tal como já acontecera no ano anterior.
Este aumento de impostos que o próprio ministro das finanças classificou de "enorme", não deverá afetar tanto as famílias mais carenciadas, uma vez que no novo regime de IRS o governo vai manter os limites atuais.
As alterações feitas aos escalões do IRS e a nova sobretaxa aplicada vão fazer com que oagravamento da taxa média de impostos suba de 9,8% para 13,2%.

Portugal com maior nível de desigualdade de rendimento

CM


Entre os países da União Europeia
Portugal apresenta um dos mais elevados níveis de desigualdade do rendimento na União Europeia, e o impacto das prestações em dinheiro, na diminuição das desigualdades, é ligeiramente inferior à média europeia, segundo um investigador do Banco de Portugal.
No Boletim Económico de Inverno, hoje publicado, um dos artigos, da autoria de Nuno Alves, do departamento de Estudos Económicos do Banco de Portugal (BdP), debruça-se sobre a redistribuição do rendimento em Portugal e na União Europeia.
O objetivo passou por avaliar a eficiência redistributiva das prestações sociais em dinheiro, nos vários países da União Europeia, sublinhando que estas prestações incluem todas as transferências em dinheiro, recebidas pelos cidadãos ou famílias, relativas a desemprego, doença, acidente, invalidez, exclusão social, educação ou habitação.
O autor lembra que "as políticas redistributivas visam assegurar uma maior equidade e uma maior igualdade de oportunidades entre os cidadãos", e conclui, em primeiro lugar, que "as políticas de redistribuição reduzem significativamente a desigualdade do rendimento na União Europeia, embora com uma elevada heterogeneidade entre países".
"Portugal apresenta um dos mais elevados níveis de desigualdade do rendimento na União Europeia - particularmente acentuada no rendimento base e na mediana superior da distribuição do rendimento - e um grau de redistribuição, por via das prestações em dinheiro e dos impostos sobre o rendimento, próximo da média europeia", lê-se no artigo.
Por outro lado, no que diz respeito ao sistema de impostos, Nuno Alves sublinha que este "tem sempre um papel fundamental" no que diz respeito ao financiamento "do instrumento mais poderoso de combate às desigualdades no longo prazo: o investimento em educação".
"Numa sociedade com uma desigualdade excessiva como a portuguesa, existe necessariamente uma discrepância acentuada entre quem sustenta o pagamento de impostos e quem mais beneficia das prestações sociais em dinheiros", aponta o investigador.
Avaliando a eficiência de cada instrumento de política, o autor aponta que, em Portugal, as prestações em dinheiro (excluindo pensões) têm um impacto redistributivo relativamente baixo no contexto europeu.
"A decomposição deste impacto permite apurar que este resultado decorre exclusivamente da dimensão relativamente modesta daquelas prestações em Portugal", já que, "em termos de eficiência, Portugal é mesmo um dos países em que as prestações em dinheiro são mais orientadas para os rendimentos mais baixos", lê-se no relatório.
O autor acrescenta que, no que se refere aos impostos sobre o rendimento, "o seu efeito redistributivo em Portugal é superior à média europeia, o que resulta de uma maior progressividade dos impostos sobre o rendimento".
Esta análise teve por base os dados de 2010 da EU-SILC, as estatísticas europeias sobre rendimentos e condições de vida.

Duodécimos não chegam a tempo dos salários de Janeiro

Económico

A proposta que dilui o pagamento dos subsídios sofreu várias alterações na especialidade. A maioria não teve como pedir a dispensa de redacção final da lei.



Calculadora: Descubra o seu "novo" salário


Novas tabelas de IRS e subsídio em duodécimos vão alter o seu rendimento. Utilize o simulador para descobrir quanto vai perder.
Sente-se, respire fundo, insira a sua remuneração mensal bruta e descubra, no simulador construído pela PwC para o Económico, quanto vai receber depois do aumento do IRS e da repartição de um subsídio em duodécimos.

As tabelas de retenção de IRS para 2013

Público


O Ministério das Finanças publicou nesta segunda-feira as tabelas de retenção na fonte de IRS para este ano.
Pode consultar essas tabelas aqui.

Simulações de IRS: rendimento mensal é superior em 2013 para quem receber duodécimos

Público


As simulações divulgadas pelo Ministério das Finanças sobre as retenções na fonte de IRS para 2013 dão sempre como resultado final um maior rendimento mensal para o contribuinte face ao que recebiam em 2012.
Numa nota enviada às redacções, as Finanças garantem que "não obstante a alteração verificada nas tabelas de retenção na fonte para o ano de 2013, estima-se que cerca de 80% dos sujeitos passivos que venham a receber o subsídio de Natal em duodécimos durante o ano de 2013 irão manter ou aumentar o seu rendimento mensal líquido".
Quando apresentou as medidas fiscais previstas no Orçamento do Estado para 2013, o ministro Vítor Gaspar classificou-as como um "enorme aumento" dos impostos, tendo adiantado que a taxa média efectiva de IRS deveria passar de 9,8% para 13,2%, um aumento superior a 30%.
Os seis exemplos dados pelo Ministério das Finanças, numa nota enviada às redacções, dão todos um ganho líquido mensal para os contribuintes.
Exemplo 1: Trabalhador do sector privado, solteiro e sem filhos...o seu rendimento líquido aumentará em 18 euros. 
Exemplo 2: Trabalhador do sector privado, casado, único titular e com um filho...o seu rendimento líquido aumentará em 43 euros.
Exemplo 3: Trabalhador do sector privado, casado, dois titulares e com dois filhos...o seu rendimento líquido aumentará em 17 euros.
Exemplo 4: Trabalhador do sector público, casado, único titular e com um filho...o seu rendimento líquido aumentará em 18 euros.
Exemplo 5: Trabalhador do sector público, casado, dois titulares e com dois filhos...o seu rendimento líquido aumentará em 18 euros.
Exemplo 6: Pensionista solteiro...o seu rendimento líquido aumentará em 24 euros.

NOTA: Para melhor entendimento é recomendado ler o artigo na integra.

Trabalhadores do privado fazem as contas com e sem duodécimos

SIC
VEJA AS TABELAS

Os trabalhadores do setor privado podem optar entre manter os subsídios na data normal ou receber um deles distribuído pelos 12 meses. A ideia é atenuar o corte provocado pelo aumento do IRS.

Contabilistas dizem que subsídio em duodécimos disfarça aumento da carga fiscal

SIC

O pagamento de metade dos subsídios em duodécimos é um quebra-cabeças para as pequenas empresas obrigadas a fazer contas em cima da hora. Mas também há casos em que os cálculos já estão feitos porque os subsídios já eram distribuídos pelos 12 meses. Os contabilistas dizem que o pagamento de metade dos subsídios em duodécimos disfarça aumento da carga fiscal.

Facebook cria motor de busca próprio

CM

Inovação anunciada por Mark Zuckerberg
O Facebook criou um motor de busca que vai permitir a pesquisa dos conteúdos disponíveis na rede social, anunciou nesta terça-feira o fundador e presidente executivo da empresa, Mark Zuckerberg.
Ao contrário dos motores de busca tradicionais, como o Google, a nova ferramenta do Facebook não vai permitir a pesquisa de conteúdos na rede global da Internet.
Segundo a descrição de Zuckerberg, a nova função, designada "graph search", será uma forma de encontrar os conteúdos preferidos e mais partilhados pelos amigos que integram a rede social.
Mark Zuckerberg afirmou encarar o Facebook "como um grande banco de dados sociais". "Como qualquer banco de dados, devemos ter maneiras para o consultar", acrescentou o fundador da rede Facebook, que em outubro de 2012 atingiu mil milhões de utilizadores ativos em todo o Mundo, segundo dados da empresa.

Mais de cinco mil polícias vão ficar de fora das novas tabelas remuneratórias, assegura ASPP

TVI24


Mais de cinco mil polícias vão ficar de fora das novas tabelas remuneratórias, que entraram em vigor em 2010, e que vão começar a ser pagas em janeiro, segundo a Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP).

"Ao contrário do que o ministro da Administração Interna tinha prometido, nem todos os polícias vão ficar integrados nas novas tabelas remuneratórias", disse à agência Lusa o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues. 
Os sindicatos da PSP estiveram, na terça-feira, reunidos com o diretor nacional da PSP, que deu a conhecer algumas das medidas socioprofissionais para os polícias previstas para este ano, nomeadamente os agentes que vão ser posicionados nos índices remuneratórios que entraram em vigor em 2010, mas que ainda não tinham sido aplicados à maioria do efetivo. 
Segundo as informações avançadas pelo diretor nacional da PSP aos sindicatos, 2.171 polícias vão ser posicionados nos respetivos índices remuneratórios, em janeiro, e 7.402 vão ser colocados em fevereiro, mas com retroativos de janeiro. 
Paulo Rodrigues adiantou que mais de cinco polícias vão ficar de fora das novas tabelas, o que contraria a promessa do ministro Miguel Macedo que, "nas cerimónias da PSP, afirmava que todos os polícias" seriam integrados no sistema remuneratório. 
O presidente do sindicato mais representativo da PSP sublinhou que "não faz sentido estes polícias ficarem de fora", sendo necessário que o Ministério da Administração Interna (MAI) encontre um "mecanismo administrativo legal".
Já o Sindicato Nacional da Polícia avançou hoje que 7.051 dos polícias não vão ser reposicionados nesta fase.  
"O SINAPOL não pode, de forma alguma, aceitar este facto, e já iniciou todas as diligências com vista a lutar pelo legal direito ao reposicionamento salarial dos 7.051 polícias, tal como prometido pelo MAI", adianta o sindicato.
Contactado pela agência Lusa, o Ministério da Administração Interna refere que "todos os elementos serão colocados na nova tabela, nos termos do diploma de 2010, mas com a situação profissional que cada um deles tinha à data de 31 de dezembro de 2010, salvo aqueles que tiveram promoções entretanto".
O MAI recorda que o Orçamento do Estado suspendeu, em 2011 e 2012, a contagem de tempo para efeitos de promoções e antiguidade.
Lusa

PSP ‘adere’ ao Windows 8 e disponibiliza aplicação para consulta de informações

PTJornal

Polícia de Segurança Pública torna-se na primeira organização da Administração Pública a disponibilizar uma aplicação no novo sistema operativo da Microsoft. Utilizadores têm à disposição inúmeras informações de segurança.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) lançou esta semana uma aplicação para o novo Windows 8, deforma gratuita. Trata-se de uma plataforma onde os cidadãos poderão encontrar inúmeras informações úteis de segurança, visualizar as últimas notícias, assim como obter localização e contactos de todas as esquadras.
De realçar a possibilidade do utilizador encontrar a esquadra mais perto do local onde se encontra.
Em comunicado publicado no site oficial, a PSP realça ter sido a primeira organização da Administração Pública a ‘aderir’ às novas potencialidades do Windows 8. Pode ler-se ainda que a aplicação, criada internamente pela PSP, é uma natural evolução do trabalho desenvolvido no aplicativo para Windows Phone, lançado em fevereiro de 2012.
Clique aqui para saber mais e para descarregar a aplicação para o seu Windows 8.
Aplicação da Polícia de Segurança Pública com notícias, conselhos úteis, localização e contactos das unidades e subunidades policiais
Política de privacidade do App da PSP em Windows 8
Este aplicativo não partilha informações pessoais com terceiros, nem armazena qualquer informação sobre si.
Esta política de privacidade está sujeita a alterações sem aviso prévio e foi atualizada em 02/01/2013.