quarta-feira, novembro 07, 2012

Happy Places by Coca Cola


A Coca Cola prepara-se para lançar a sua rede social de fotografias.
Sem filtros, ou truques artísticos, o que interessa é a felicidade de todos os momentos e lugares. O dia a dia, os amigos, as viagens, as músicas, todos os momentos felizes cabem neste mundo de felicidade que a Coca Cola quer agora ver partilhados no Facebook e Twitter. Para já a app Happy Places ainda só está disponível para iOS.
À primeira vista Happy Places não traz nada de novo, e que o Instagram já não tenha. No entanto vai ser interessante acompanhar o futuro de uma app que tem por trás uma alavanca tão grande como a Coca Cola.

Onde a internet vive

Onde a Internet vive Dê uma olhada dentro do Google centros de alta tecnologia dos dados.
A Google permite-nos agora descobrir onde a internet vive. Sítios, tubos e cabos que guardam de tudo: desde a foto do último almoço até aos resultados daquela pesquisa embaraçosa.
Vale a pena explorar. Algumas fotografias são praticamente arte!

Cada vez mais, o Instagram


Caso não tenha notado, nós damos o insight: há cada vez mais acções digitais que usam o Instagram e cada vez menos o Twitter.
Porquê? Uma resposta simples diria que é por já haver mais utilizadores no Instagram do que no Twitter. Uma resposta elaborada passaria provavelmente por falar em todo o conceito do Instagram, que daria todo um livro. Por enquanto ficamos só com um exemplo:

Abono de família


Ministério da Solidariedade e da Segurança Social
Estabelece os termos e os procedimentos da reavaliação dos escalões de rendimentos e da composição do agregado familiar, sempre que se verifique alteração daqueles elementos, de que depende a determinação dos montantes do abono de família para crianças e jovens.

Utilização do dispositivo eletrónico de matrícula


Ministério da Economia e do Emprego
Quarta alteração à Portaria n.º 314-B/2010, de 14 de junho, que define o modo de utilização do dispositivo eletrónico de matrícula para efeitos de cobrança eletrónica de portagens.

Renovação de comissões de serviço de inspetores judiciais.


Conselho Superior da Magistratura

Alteração LOSEF


Ministério da Administração Interna
Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 252/2000, de 16 de outubro, que aprova a Lei Orgânica do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras 

terça-feira, novembro 06, 2012

Milhares de polícias protestaram contra o OE junto à Assembleia da República - País - Notícias - RTP

Notícias - RTP

VIDEO


Milhares de policias estão em protesto junto à assembleia da Republica. Contestam o Orçamento do Estado para 2013.

Dizem que é injusto e penalizador para os profissionais de segurança pública.




«Passos, escuta, a polícia está em luta» - Diário Digital

A manifestação da polícia está neste momento em frente à Assembleia da República, onde se ouvem palavras de ordem que incluem «Passos, escuta, a polícia está em luta», ou «polícias unidos jamais serão vencidos».

O movimento de protesto da Polícia de Segurança Pública (PSP) partiu do Largo Camões, em Lisboa, pelas 17:30, rumo a São Bento, contando-se talvez mais de dois mil agentes em protesto.
Entre as principais críticas apontadas pelos manifestantes ao executivo de Passos Coelho estão «os cortes nos subsídios» e [os entraves à] «progressão na carreira», segundo sublinhou o agente Costa Gomes, da PSP do Porto, ao Diário Digital.
Já o agente Adelino Roque diz que está «contra as reformas», pronunciando-se também sobre «a questão das promoções e dos escalões». «Não tem pés nem cabeça. Só sei que vivia melhor há dez anos do que agora», comentou.
A manifestação tem sido acompanhada da entoação do hino nacional, bem como de outros temas habitualmente adoptados em protestos.

Quase 5 mil na «maior manifestação» de polícias de sempre

TVI


Polícias cantam hino nacional e «Grândola Vila Morena»

Paulo RodriguesEntre 4.000 e 5.000 polícias de todo o país participam esta terça-feira na manifestação contra as restrições orçamentais previstas na proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2013. O número foi avançado à agência Lusa pelo presidente da ASPP/PSP.

Paulo Rodrigues disse que a adesão à manifestação convocada pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), iniciada com uma marcha desde a praça Camões até à Assembleia da República, superou as expectativas.

Os manifestantes começaram a chegar junto à Assembleia da República perto das 19:00, na altura em que soaram o Hino Nacional e «Grândola Vila Morena», de José Afonso.

Na escadaria em frente à fachada principal da Assembleia da República encontram-se elementos das equipas de intervenção rápida da PSP, em serviço.

Os polícias em protesto gritaram frases como «Gatunos, gatunos» e exibiram faixas com palavras de ordem «Pela colocação das novas posições remuneratórias», «Em defesa da segurança pública, contra o corte» e «Por um estatuto profissional digno».

No final da manifestação será entregue um documento a todos os grupos parlamentares em que são mencionadas as medidas que os agentes querem ver revistas no OE.

Paulo Rodrigues diz que esta é a maior manifestação de sempre organizada pela estrutura sindical e justifica a adesão com «a desmotivação» da classe.

Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)

Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)Quase 5 mil na «maior manifestação» de polícias de sempreManifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)

Os profissionais da polícia criticam a suspensão da passagem à pré-aposentação, o fim da utilização gratuita dos transportes públicos e o aumento dos encargos com o subsistema.

Vila do Conde: detidos quatro militares da GNR

Diário IOL


Suspeita de abuso de poder, peculato e corrupção levaram à detenção dos militares

Quatro militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) do Posto Territorial de Vila do Conde
foram esta terça-feira detidos por suspeita de «crime de abuso de poder, peculato e corrupção», 
informaram fontes da Polícia Judiciária (PJ) e da GNR.

A investigação policial da PJ, iniciada em maio de 2011 e com a «estreita» colaboração da GNR, 
foi desencadeada após a deteção de «comportamentos ilícitos por parte dos militares», 
de acordo com o comunicado que a GNR enviou à imprensa, nota a Lusa.

A deteção dos comportamentos ilícitos foi feita pelo comandante do Destacamento Territorial de 
Matosinhos, que «participou os factos à autoridade judicial», acrescenta a mesma nota de imprensa.

A PJ acrescenta, também num comunicado de imprensa enviado hoje à comunicação social, que, 
no âmbito diligências hoje realizadas, foram apreendidos «diversos documentos», que vão seguir 
para análise com o objetivo de obter um «esclarecimento total» daqueles comportamentos ilícitos.

Os quatro detidos, um sargento e três guardas, vão ser ouvidos na quarta-feira num primeiro
interrogatório judicial para conhecerem quais as medidas de coação a aplicar.

Os militares detidos pelo Comando Territorial do Porto estão sob custódia da GNR.

Exigiam dinheiro e comida para não passar multas

TVI24 

Militares da GNR detidos exigiriam favorecimentos como ...

SIC Notícias 

Quatro militares da GNR detidos por corrupção

Diário de Notícias - Lisboa 

PJ detém quatro militares da GNR por corrupção

A Bola 

Quatro militares da GNR detidos

Expresso 

Quatro militares da GNR detidos por suspeitas de corrupção

Público.pt 

GNR - Militares detidos por suspeita de "abuso de poder, peculato e ...

Tecnologia.com.pt 

MANIFESTAÇÃO NACIONAL DE POLICIAS 06-11-2012 17H30 Largo de Camões-Lisboa


Polícias invadem ruas de Lisboa em protesto

A Bola
É já nesta terça-feira que milhares de agentes policiais vão sair às ruas de Lisboa para,
numa manifestação pacífica, reivindicar os seus direitos. 
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Rodrigues, 
explica as razões ...

Polícias protestam em Lisboa contra o Orçamento do Estado

RTP
A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia organiza esta tarde, em Lisboa, um protesto nacional
contra as medidas previstas no Orçamento do Estado. 
Em causa está a suspensão da passagem à pré-aposentação, o fim dos transportes públicos ...

Polícias saem à rua em protesto contra o Orçamento

Diário Digital 
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) realiza hoje, em Lisboa,
uma manifestação nacional de polícias para protestar contra as medidas previstas 
no Orçamento de Estado (OE) para 2013. Em causa está a suspensão da passagem ...

ASPP/PSP: Concentração/manifestação em Lisboa…

Voz Da Planicie
A ASPP/PSP- Associação Sindical dos Profissionais da Polícia manifesta-se hoje, 
em Lisboa, contra a política que o Governo está a implementar nas forças de segurança. 
Francisco Passinha, delegado distrital da ASPP/PSP, identificou, igualmente, ...

Polícias manifestam-se em Lisboa

Rádio Pax
A ASPP/PSP-Associação Sindical dos Profissionais da Polícia convocou para estar tarde,
em Lisboa, uma manifestação nacional. Os polícias saem à rua para exigirem 
o cumprimento do Estatuto Profissional, o desbloqueamento das promoções, ...


Governo autorizou promoção de mais 3 mil militares da GNR

Miguel Macedo (foto LUSA)A Bola

O Executivo liderado por Pedro Passos Coelho autorizou a promoção de mais de três mil militares da Guarda Nacional Republica (GNR). 

A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda já se congratulou, em comunicado, com o despacho do Ministério das Finanças, chefiado por Vítor Gaspar, e da Administração Interna (MAI), liderado por Miguel Macedo.

Importa frisar que em Outubro, o MAI autorizou a promoção de quase mil agentes na Polícia de Segurança Pública (PSP).


Governo autoriza promoção de mais 3 mil militares da GNR TSF Online

SEF também vai entrar em greve

SEFDiário IOL (VIDEO)


Inspetores chamam OE2013 de «ilegítimo». Ainda não há datas


O Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização (SCIF) do SEF anunciou esta terça-feira que vai realizar uma greve e uma paralisação às horas extraordinárias por tempo indeterminado por considerarem o Orçamento de Estado «ilegítimo».

«Vamos de facto fazer greve, porque é isso que os associados nos pedem», disse à agência Lusa o presidente do sindicato, Acácio Pereira, após esta estrutura ter realizado plenários com os inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) em vários locais do país.

O presidente do SCIF adiantou que o dia da greve e as datas para a paralisação às horas extraordinárias por tempo indeterminado vão ser decididos em breve, após a realização dos plenários com os trabalhadores dos Açores e da Madeira, que se realizam, na quarta-feira na e quinta-feira.

Em causa estão as medidas que constam no Orçamento de Estado para 2013 e a não realização de admissões de inspetores no SEF desde 2004.

«Temos um Orçamento de Estado que do nosso ponto de vista é ilegítimo», disse Acácio Pereira, sublinhando que os inspetores do SEF sentem-se «duplamente penalizados» e «discriminados» em relação aos outros órgãos de polícia criminal tutelados pelo Ministério da Administração Interna. 

O sindicalista sustentou que «há um tratamento discriminativo por parte do Governo em relação ao SEF face aos outros órgãos de polícia criminal», nomeadamente no que toca à admissões e promoções.

«Os outros têm possibilidade de admissões, o SEF não tem; os outros têm possibilidades de promoções, o SEF não tem; aos outros aplica-se a Lei 12/A, ao SEF não é aplicada. Nós não admitimos ser tratados desta maneira, que, do nosso ponto de vista, é indigna», frisou.

Acácio Pereira referiu também que desde 2004 «não há admissões de pessoal no SEF», numa altura em que o tráfego e o número de passageiros têm vindo a aumentar.

«Os inspetores do SEF não reivindicam dinheiro, não são questões monetárias que estão em cima da mesa. São fatores de gestão, que põem em causa a segurança do país e a soberania nacional», citado pela Lusa.

Segundo o presidente do sindicato, a greve às horas extraordinárias pode por em causa as operações de fiscalização do SEF e o trabalho de escolta, uma vez que a maioria destes serviços se realiza após o turno de trabalho e sem receberem qualquer tipo de remuneração, acrescenta à Lusa.

ASAE vai ter “mais capacidade de intervenção” em 2013, diz Inspector-geral

ASAEiInformação


O inspetor-geral da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE), António Nunes, acredita que a ASAE vai ter "mais capacidade de intervenção" em 2013, apesar de manter os mesmos recursos.
António Nunes falava hoje, em Castelo Branco, durante as comemorações do dia da ASAE, numa alusão às restrições orçamentais na administração pública, que também abrangem este o órgão de polícia criminal.
"Não estou desanimado", referiu António Nunes, adiantando: "As dificuldades são patentes, não as vamos escamotear, mas temos que olhar para elas como desafios".
O inspetor-geral disse acreditar que a ASAE vai ter "um futuro com muito mais capacidade de intervenção".
Em declarações à agência Lusa, António Nunes explicou que as atividades da ASAE em 2013 vão ser reequacionadas "face aos orçamentos disponíveis", afirmando, contudo, que os recursos "são suficientes para garantir a segurança à população".
"No meio das organizações da administração pública, [a ASAE] foi provavelmente a que menos sofreu", acrescentou.
O orçamento do organismo não vai poder contar com mais recursos em 2013, mas face aos cortes noutras áreas, o inspetor-geral até classifica a decisão como "uma atitude benevolente do Ministério da Economia", que tutela a ASAE e "reconhece o seu papel".
António Nunes apontou como exemplo a formação em curso de 30 novos inspetores, que até final do ano estarão no terreno para colmatar a aposentação de outros.
O que existe é "um esforço maior ao nível do planeamento e da organização interna, com a criação de equipas especializadas", como as brigadas para o jogo clandestino ou brigadas das indústrias.
O organismo vai chegar ao final do ano com "o mesmo número de inspeções realizadas e o mesmo número de inspetores" que em 2011 foram de cerca de 8.300 operações e de 285 inspetores.
*Este artigo foi escrito ao  abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

quinta-feira, novembro 01, 2012

Fãs do Dr. Barra da Costa


Fãs do Dr. Barra da CostaFãs do Dr. Barra da Costa
"Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste texto, através de redes sociais ou de e-mail para todos os contactos. »

Caros Amigos, Cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso qu
e não sabe em que mais cortar. Acabou o recreio !!!!!!!!!!!!!!! 
Este texto vai circular hoje e será lido por milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso. Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar. 
Nenhum governante fala em: 
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República. 
2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego. 
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo. 
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados? 
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821. 
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia. 
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades. 
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes... 
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc. 
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA. 
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado. 
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos. 
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público. 
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD). 
23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado. 
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem". 
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam; 
26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise"
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida. 
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois. 
30. Pôr os Bancos a pagar impostos
31. Denunciar as falsas boas vontades de campanhas, seminários e 'formações' destinadas a caçar subsídios, a subsídiodependência, em que cada acção é um modelo novo na frota automóvel. 
32. Não papar festivais e golpadas, como 7 maravilhas disto e daquilo, que engordam muitos à custa dos votos e telefonemas imbecis para promover aquilo que não tem excelência e nem qualidade para ser destacado. Todas estas manobras promovem 'salazares e alheiras' e afundam o que realmente tem valor em Portugal... 
33. Impedir o 1.º Ministro de cometer graves atropelos à Constituição, à Lei Geral e Lei do Trabalho, tais como as medidas catastróficas e mesmo criminosas, mascaradas num falso plano de austeridade que vai conduzir Portugal ao abismo
34. Revogar os prazos de pagamento da dívida ao FMI, BCE e CE, no sentido de os alargar ao maior prazo possível sem agravamento dos já altíssimos juros
35. Tomar medidas urgentes contra as multinacionais, holdings e bancos, que são os verdadeiros donos do FMI, BCE e CE., e estão a aguardar agindo nos bastidores, como abutres que espreitam moribundos, que as empresas entrem em falência para serem absorvidas a preços ridículos, alastrando uma praga de desemprego e miséria que é cada vez mais grave Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste texto, através de redes sociais ou de e-mail para todos os contactos. » POR TODOS NÓS E PELOS NOSSOS FILHOS."- Grupo de Apoio ao Agente da PSP da Esquadra do Laranjeiro 

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ASS: Fãs BC

O custo da Monarquia Espanhola vs Républica Portuguesa.wmv

120 computadores novos a caminho do Parlamento

Observatório da Má Despesa Pública. Denuncie e partilhe madespesapublica@gmail.com

A Assembleia da República lá entendeu que, em plena austeridade e aumento brutal de impostos, era altura de comprar 120 computadores novinhos em folha. O concurso público para aquisição acabou de ser lançado. 
Façamos uma viagem pelos computadores mais recentes da AR. No plenário foram instalados portáteis em 2009, coincidindo com a reabertura do hemiciclo após os trabalhos de recuperação da sala de debates da Assembleia. Depois, todos os deputados recebem um computador portátil no início da legislatura quando iniciam funções. Além disso, há dois anos foram comprados,como noticiou o Público, terceiros computadores para os deputados por uns 100 mil euros.

"Fortes indícios" de corrupção na implementação da TDT

JN

"Fortes indícios" de corrupção na implementação da TDTO investigador da Universidade do Minho Sergio Denicoli afirmou, esta terça-feira, que há "fortes indícios" de corrupção na implementação da Televisão Digital Terrestre em Portugal e sublinhou que o processo foi conduzido de forma a "não funcionar".
"Houve uma Televisão Digital Terrestre (TDT) planeada muito diferente da que foi implementada. Foram prometidos, por exemplo, muitos canais, mas ficou-se apenas pelos quatro que já existiam no analógico. Isso ocorreu por interferências políticas e económicas, o que nos leva a crer que pode ter havido a captura do regulador pela Portugal Telecom [PT], ou seja, a Anacom teria trabalhado em favor da PT", disse à Lusa o investigador.
Sérgio Denicoli defendeu hoje, na Universidade do Minho, a sua tese de Doutoramento em Ciências da Comunicação, especialidade de Sociologia da Comunicação e da Informação, intitulada "A implementação da televisão digital terrestre em Portugal".
O investigador sublinhou à Lusa que a PT foi, "de longe, a principal beneficiada" com a TDT, tendo conseguido 715 mil novos clientes para a MEO.
"Naturalmente, não interessava à PT que a TDT tivesse muitos canais e a entidade reguladora [Anacom] permitiu isso, beneficiando grupos económicos em detrimento do interesse público", referiu.
E acrescentou que, segundo a organização não-governamental Transparência Internacional, esta atuação configura "uma espécie de corrupção, pois utiliza algo público de forma a garantir lucros privados".