terça-feira, novembro 13, 2012

«Diretor da PJ manda averiguar apoios a Vieira» - Diário de Notícias

A Bola
Luís Filipe Vieira (foto ASF)
O diretor nacional da Polícia Judiciária, Almeida Rodrigues, pediu ao responsável pela Unidade Disciplinar da PJ um parecer sobre o apoio dado por 12 inspetores da polícia à candidatura de Luís Filipe Vieira à presidência do Benfica.

O caso foi comunicado ao diretor nacional pelo juiz Rui Rangel, opositor de Vieira nas eleições. Rangel fez chegar a Almeida Rodrigues uma lista com os nomes dos inspetores e o diretor, por o assunto não ser à partida de óbvia decisão, pediu parecer a André Vaz, diretor da Unidade de Ispeção e Disciplina da PJ.

Fonte da Direção Nacional confirmou que o assunto está a ser analisado. Do lado da candidatura de Rui Rangel, o apoio dado pelos inspetores da Judiciária suscitou dúvidas. «Algum deles teve ou tem nas mãos investigação que possa envolver Vieira?», questionou uma fonte ouvida pelo DN.

Entre os 12 estava pelo menos um que chegou a integrar a equipa especial para a investigação do processo «Apito Dourado». 

Trabalhadores do SEF em greve às horas extraordinárias por tempo indeterminado

RTP


Os trabalhadores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) estão em greve às horas extraordinárias a partir desta terça-feira. A paralisação marcada pelo Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras prolonga-se por tempo indeterminado.

A greve deverá decorrer entre as 17 horas e as 9 horas nos dias úteis, e entre as 0 horas e as 24 horas aos fins de semana e feriados.
O sindicalista Acácio Pereira revela quais são os serviços que vão ser afetados por esta paralisação que pretende protestar contra o Orçamento do Estado para 2013. O Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras considera que o documento discrimina negativamente todos os inspetores do SEF em relação aos funcionários de outros órgãos de polícia criminal.

ASAE fiscaliza 'smartshops' e apreende mais de 165 mil euros em produtos ilegais

rcm pharma


A ASAE efectuou nos últimos dias operações em 40 ‘smartshops’ em todo o país, durante as quais deteve uma pessoa e apreendeu 9.970 unidades de produto ilegal, num total de mais de 165 mil euros, informou na passada sexta-feira aquela polícia, avança a agência Lusa.

Na mega operação desencadeada quarta e quinta-feira em todo o país em lojas de venda de substâncias psicoactivas legais, conhecidas por ‘smartshops’, a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) instaurou ainda um processo-crime e 26 de contra-ordenação.

Desde Dezembro de 2011, a ASAE efectuou seis operações de fiscalização de âmbito nacional a ‘smartshops’ , tendo inspeccionado no total 116 estabelecimentos, detida uma pessoa, instaurados seis processos-crime e 57 de contra-ordenação.

No total foram apreendidas cerca de 62.000 unidades de produtos, nomeadamente fertilizantes, incensos e suplementos alimentares, num valor aproximado de cerca de 735 mil euros. No âmbito destas acções de fiscalização foi detida uma pessoa.

De acordo com o Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), antigo Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), a rapidez com que surgem novas substâncias psicoactivas cada vez mais perigosas para a saúde e segurança dos consumidores no mercado europeu e nacional, cria dificuldades no controlo legal adequado por parte dos Estados Membros.

Segundo o organismo, “esta situação permite que produtores e distribuidores destas substâncias se aproveitem das fragilidades dos mercados e das legislações em vigor para se afirmarem e comercializarem as mesmas, iludindo os mecanismos de controlo, restrição ou penalização”.

“Estas novas substâncias psicoactivas só podem ser consideradas “legais” até que os procedimentos que conduzem à sua ilegalização estejam concluídos, procedimentos que, por norma, são demasiado morosos. A União Europeia, através dos seus órgãos e serviços, tem tentado, desde 1997, através da implementação de mecanismos específicos detectar e alertar os países membros sempre que surgem novas substâncias. No entanto, ainda nenhum Estado Membro conseguiu produzir legislação completamente eficaz”, acrescenta o SICAD, citado na nota da ASAE.

Segundo João Goulão, Director-geral do SICAD, “a falsa sensação de segurança transmitida aos consumidores pelo facto de se tratar de lojas ‘de porta aberta’ tem conduzido a que se sucedam episódios graves ocasionados pelo consumo destas substâncias, quer ao nível da saúde mental (ataques de pânico, surtos psicóticos), quer da saúde física (perturbações cardiovasculares, por exemplo)”.

“Acresce que, por se tratar de substâncias novas e, na maioria dos casos, de efeitos desconhecidos, ocasionam dificuldades acrescidas aos profissionais de saúde que lidam com estas situações, o que potencia os riscos envolvidos”, acrescenta João Goulão.

Na opinião do mesmo responsável, “não se pode perder mais tempo, é necessário imprimir grande rapidez à resolução desta questão”.

Por seu turno, o Director-geral da Saúde, Francisco George, sublinha que as autoridades de saúde “têm consciência plena dos danos que o consumo destas substâncias provoca nos portugueses, principalmente nos jovens e que é importante agilizar o combate a este problema e continuar a combater a venda deste tipo de produtos”.

Hospitais estão a registar complicações por consumo de “drogas legais” e já há relatos de mortes

Os hospitais públicos estão a registar casos de complicações em doentes alegadamente por consumo das chamadas drogas legais e há já relatos de mortes atribuídas a estas substâncias, o que leva as autoridades a quererem acelerar nova legislação.

Em entrevista à agência Lusa, o presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), João Goulão, disse que os pedidos de ajuda motivados pelo consumo destas novas substâncias, geralmente vendidas em “smartshops”, aparecem sobretudo nas urgências hospitalares.

“São situações agudas, como crises de taquicardia, surtos psicóticos, ataques de pânico. Há alguns relatos de mortes atribuídas a estas substâncias, mas não temos ainda a evidência de que tenha havido nexo de causalidade”, afirmou.

Actualmente há cerca de 40 lojas que comercializam este tipo de substâncias, que são vendidas legalmente como fertilizantes de plantas e até com a indicação escrita de que não se destinam a consumo humano.

No entanto, nas “smartshops” os próprios vendedores dão indicações aos clientes de como utilizarem estes produtos para efeitos psicotrópicos.

De acordo com João Goulão, a venda em lojas de porta aberta e a orientação ao consumo que é dada pelos vendedores criam a falsa ilusão de segurança nos consumidores.

“Mas os riscos podem ser ainda maiores [do que nas drogas ilegais] por se tratar de substâncias cujos efeitos desconhecemos em profundidade”, avisou o presidente do IDT, instituto que passará a designar-se por SICAD – Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências.

Apesar de serem ainda uma pequena parte de todos os problemas ligados à adição, o consumo das drogas vendidas nas “smartshops” está a crescer e começa a criar “alarme social”.

“É ainda um pequeno problema, mas está a crescer e temos que tomar medidas. Estamos na fronteira da legalidade e é importante que as coisas sejam clarificadas”, alertou João Goulão.

Alguns países têm tentado criar legislação que permita controlar o consumo destas “drogas legais”, mas surgem muitas vezes dificuldades técnicas e que esbarram no quadro constitucional.

Em parte, as dificuldades devem-se à produção muito acelerada destas substâncias, que são parentes muito próximas de outras sujeitas a controlo e consideradas legais para outros fins que não o consumo humano.

Em Portugal, a Região Autónoma da Madeira ensaiou legislação, mas foi recusada pelo Tribunal Constitucional, porque não tipificava a infracção cometida. A solução deverá passar por criar uma lei abrangente que inclua grandes grupos de substâncias (envolvendo as originais e todas as moléculas que daí possam surgir).

“Estamos a procurar uma proposta viável que caiba no quadro constitucional para enfrentar de uma forma mais decidida este fenómeno. Podemos tentar fazer uma classificação por grandes grupos de substâncias, uma vez que a tipificação do crime só é rigorosa quando se identifica a substância em concreto”, explicou à Lusa João Goulão.

Enquanto decorre o processo legal para uma possível criminalização da venda destas substâncias, o responsável admite que possa ser criado “uma espécie de uma lista de quarentena administrativa não criminal” que permita a actuação das forças policiais e da ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica) “em nome da defesa da saúde pública”.

quarta-feira, novembro 07, 2012

Comissão de Trabalhadores da RTP pede esclarecimentos à Procuradoria


Processo TDT

A Comissão de Trabalhadores da RTP vai entregar amanhã, às 14 horas, à Procuradora-Geral da República, uma carta “pedindo esclarecimentos sobre a sequência que foi dada à participação que apresentou em Janeiro deste ano, por eventual violação de interesses difusos dos cidadãos no processo de introdução da TDT em Portugal”.

Elementos da PSP e GNR vão continuar a ter transportes públicos gratuitos - ministro

SIC


Lisboa, 07 nov (Lusa) -- O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, garantiu hoje que os elementos da PSP e GNR vão continuar a beneficiar de transportes públicos gratuitos.
"Julgo que se está a fazer confusão em relação a um artigo do Orçamento do Estado que fala em transportes gratuitos. Este artigo não se aplica às forças de segurança", disse aos jornalistas Miguel Macedo, no final de uma reunião no Gabinete Coordenador de Segurança.
O ministro adiantou que os elementos das forças de segurança vão continuar a beneficiar dos passes sociais, que são pagos pela PSP e GNR.

Ministro garante que PSP e GNR vão continuar a ter transportes públicos gratuitos - Público


Só os elementos em patrulha é que vão poder usar gratuitamente os transportes públicos
O ministro da Administração Interna garantiu esta quarta-feira que os elementos da PSP e GNR vão continuar a beneficiar de transportes públicos gratuitos. Miguel Macedo explicou que a única alteração sobre este ponto no Orçamento do Estado para 2013 é que só os elementos em patrulha vão poder fazê-lo.
“Julgo que se está a fazer confusão em relação a um artigo do Orçamento do Estado que fala em transportes gratuitos. Este artigo não se aplica às forças de segurança”, sublinhou Miguel Macedo, no final de uma reunião no Gabinete Coordenador de Segurança.

O ministro adiantou que os elementos das forças de segurança vão continuar a beneficiar dos passes sociais, que são pagos pela PSP e GNR, e assim se vai manter. “O transporte é gratuito para os elementos das forças de segurança, mas não é gratuito para as instituições”, esclareceu, sublinhando que o artigo que alegadamente no Orçamento de Estado para 2013 impede a atribuição do passe social “não tem esse efeito” para os elementos da PSP e GNR.

O ministro adiantou que vai ser feita uma alteração ao artigo do Orçamento do Estado que refere que só os elementos em patrulha é que podem usar gratuitamente os transportes públicos. “Já identificamos que a expressão em patrulha é mais restrita do que aquela que existe e deve existir”, disse.

O fim dos transportes públicos gratuitos, como estava previsto na proposta de Orçamento do Estado para 2013, tem sido contestado por parte dos elementos da PSP e GNR, tendo sido um dos motivos da manifestação que a Associação Sindical dos Profissionais de Polícia realizou na terça-feira e à qual aderiram perto de cinco mil polícias.

Miguel Macedo afirmou que o Ministério da Administração Interna tem procurado “ir ao encontro das grandes preocupações” dos elementos das forças de segurança. “Num quadro de enorme dificuldade, fizemos um esforço grande para cumprir com um conjunto de situações que contribuam para aumentar a previsibilidade da situação profissional dos elementos das forças de segurança e repor situações de injustiça”, salientou.

Nesse sentido, reafirmou que em Janeiro de 2013 todos os elementos da PSP e GNR vão ser colocados nas tabelas remuneratórios que entraram em vigor em 2010 e o subsídio de fardamento vai passar de 200 para 300 euros.

Usam motas para assaltar loja em centro comercial (COM VÍDEO)

CM

Brent Cross, em Londres

Um grupo de seis homens encapuzados utilizaram três motorizadas para assaltar uma loja de joalharia no segundo andar de um centro comercial Brent Cross, em Londres.

Os ladrões, armados com bastões e machados, roubaram vários relógios das marcas Cartier e Rolex. A polícia britânica acredita que o roubo rendeu mais de 2,5 milhões de euros aos assaltantes.
Depois de terem partido a montra da loja e levado grande parte do material que estava exposto, os ladrões fugiram nas suas motorizadas.
O roubo ocorreu cerca de 15 minutos depois do centro comercial abrir. De acordo com os dados fornecidos pela polícia, ninguém ficou ferido durante o assalto.

120 dias para cortar no Estado

CM


Austeridade: Trabalhos do FMI e Banco Mundial definem despesas a eliminar
Plano de cortes de 4 mil milhões apresentado em Fevereiro. Saiba mais na edição em papel do CM

Máfia corrompe militares da GNR

CM


Vila do Conde: Presos pela PJ e pela Guarda por crimes em zona industrial
Militares da GNR apanhados a proteger máfias chinesas. Saiba tudo na edição em papel do CM


Aumentos de 100 e 200 € para militares promovidos

CM


Medida em vigor a partir de Dezembro
Ministro da Administração Interna assinou despacho com colega das Finanças que permite 3115 promoções na GNR
Os aumentos nos salários dos militares da GNR que vão ser promovidos já em Dezembro são de cerca de cem euros, no caso das patentes mais baixas. Nas mais altas, são quase mais 200 euros no vencimento.
Recorde-se que, tal como o CM noticiou na edição de ontem, o ministro da Administração Interna e o ministro das Finanças assinaram um despacho conjunto que autoriza a promoção de 3115 militares.
Isto já tinha acontecido com a PSP há cerca de um mês, quando o ministério permitiu a promoção de agentes para agentes principais, de chefes para chefes principais, e ainda abriu o curso de chefes em Torres Novas. Vários agentes estão em fase de candidatura para entrar no curso do próximo ano.

Quatro GNR cobravam para proteger negócios chineses


Jornal de Notícias


De acordo com indícios reunidos pela investigação da Polícia Judiciária, 
à cabeça do grupo estava o ex-comandante do posto, Rui Silva, na casa dos 40 anos, 
que foi exonerado em julho passado, quando foi de férias, 
já por suspeitas de prática de ilícitos.

Associação considera detenção de militares da GNR um «caso ...

A Bola
A Associação Nacional de Guardas considerou, esta quarta-feira, 
que a detenção de quatro militares da GNR do posto de Vila do Conde 
constitui um «caso isolado».
De acordo com um comunicado da associação,
a dignidade da instituição não está posta ...

Quatro militares da GNR detidos por suspeitas de corrupção com ...

Público.pt 
Os quatro militares (um sargento e três guardas) usavam as suas funções 
para levar comerciantes a entregar-lhes dinheiro e bens alimentares. 
Alguns dos casos terão acontecido em operações de trânsito mas também em fiscalizações. 
Contudo, também ...

GNR: detenção de quatro militares é «caso isolado»

TVI24
A Associação Nacional de Guardas considerou hoje que a detenção 
de quatro militares da GNR do Comando Territorial do Porto é «um caso isolado» 
que não afeta a «dignidade da instituição e dos milhares de elementos que a integram». 
Os militares da ...

GNR detidos por corrupção com chineses

Diário de Notícias - Lisboa
Foram detidos ex-comandante e três guardas de Vila do Conde, avança hoje 
o Jornal de Notícias. Os comerciantes pagavam luvas. 
Conta o diário que os militares da GNR cobravam para proteger negócios chineses. 
Quatro militares da GNR de Vila do ...

Revista de Imprensa - 7 de Novembro

Sol
A garantia do Governo de que não haverá despedimentos no Estado em 2013 
e a detenção de quatro militares da GNR por suspeita de corrupção são hoje 
destaques nas primeiras páginas dos jornais. O Correio da Manhã e o Jornal de Notícias 
fazem ...

ASAE admite greve se Governo não criar estatuto profissional

ASAE admite greve se Governo não criar estatuto profissionalAF

Executivo tem até 22 de novembro para responder às aspirações dos funcionários

A Associação Sindical dos Funcionários da ASAE admitiu hoje avançar para uma greve caso o Governo não dê, até ao dia 22 de novembro, uma resposta sobre o futuro destes trabalhadores, nomeadamente sobre a criação do estatuto profissional.

A direção nacional e os delgados sindicais da Associação Sindical dos Funcionários da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASF-ASAE) estiveram esta quarta-feira reunidos, em Almeirim, e decidiram realizar uma assembleia geral a 22 de novembro, na qual vai estar em cima da mesa a realização de uma greve e o estatuto profissional.

O presidente da ASF-ASAE, Luís Pires da Silva, disse à agência Lusa que a questão da greve não se coloca até à data da assembleia geral, uma vez que têm «grandes expectativas» de que o Governo dê uma resposta sobre o futuro dos inspetores.

«Até ao dia 22 de novembro é tempo suficiente para o Governo repensar a sua posição sobre os inspetores da ASAE», sublinhou.

Segundo a ASF-ASAE, é necessário «dotar o organismo de um estatuto profissional, que se encontra pendente desde a criação da ASAE, em 2006», e incorporar as regras de acesso, progressão e reforma dos funcionários.

Para a associação sindical, a falta de regulamentação da carreira tem contribuído para a desmotivação dos funcionários da ASAE.

Além da assembleia geral, a ASF-ASAE decidiu realizar uma semana de sensibilização para divulgar, junto da população, o que é a ASAE.

As ações de sensibilização vão realizar-se junto das delegações da ASAE do Porto, Coimbra e Lisboa, nos dias 12, 13 e 16 de novembro. 

Apesar de não emitirem qualquer pré-aviso para a greve geral de 14 de novembro, a ASF-ASAE manifesta solidariedade com a paralisação e apela à participação dos associados.

Sobre o orçamento da ASAE para 2013, com valor idêntico ao deste ano, a associação sindical considera que este organismo vai ter mais despesa para o próximo ano, uma vez que integrou a Comissão de Aplicação de Coimas em Matéria Económica e Publicidade.

«Tal facto poderá refletir-se na diminuição das verbas destinadas aos inúmeros controlos que a ASAE está obrigada a efetuar, que visam a proteção dos consumidores, em matéria de saúde pública e segurança geral de produtos e equipamentos», adianta uma nota da ASF-ASAE.

A associação sindical diz ainda que o orçamento para 2013 deverá ter em consideração os seus funcionários, que «devem estar munidos dos meios necessários e motivação para a prossecução da sua atividade».

Happy Places by Coca Cola


A Coca Cola prepara-se para lançar a sua rede social de fotografias.
Sem filtros, ou truques artísticos, o que interessa é a felicidade de todos os momentos e lugares. O dia a dia, os amigos, as viagens, as músicas, todos os momentos felizes cabem neste mundo de felicidade que a Coca Cola quer agora ver partilhados no Facebook e Twitter. Para já a app Happy Places ainda só está disponível para iOS.
À primeira vista Happy Places não traz nada de novo, e que o Instagram já não tenha. No entanto vai ser interessante acompanhar o futuro de uma app que tem por trás uma alavanca tão grande como a Coca Cola.

Onde a internet vive

Onde a Internet vive Dê uma olhada dentro do Google centros de alta tecnologia dos dados.
A Google permite-nos agora descobrir onde a internet vive. Sítios, tubos e cabos que guardam de tudo: desde a foto do último almoço até aos resultados daquela pesquisa embaraçosa.
Vale a pena explorar. Algumas fotografias são praticamente arte!

Cada vez mais, o Instagram


Caso não tenha notado, nós damos o insight: há cada vez mais acções digitais que usam o Instagram e cada vez menos o Twitter.
Porquê? Uma resposta simples diria que é por já haver mais utilizadores no Instagram do que no Twitter. Uma resposta elaborada passaria provavelmente por falar em todo o conceito do Instagram, que daria todo um livro. Por enquanto ficamos só com um exemplo:

Abono de família


Ministério da Solidariedade e da Segurança Social
Estabelece os termos e os procedimentos da reavaliação dos escalões de rendimentos e da composição do agregado familiar, sempre que se verifique alteração daqueles elementos, de que depende a determinação dos montantes do abono de família para crianças e jovens.

Utilização do dispositivo eletrónico de matrícula


Ministério da Economia e do Emprego
Quarta alteração à Portaria n.º 314-B/2010, de 14 de junho, que define o modo de utilização do dispositivo eletrónico de matrícula para efeitos de cobrança eletrónica de portagens.

Renovação de comissões de serviço de inspetores judiciais.


Conselho Superior da Magistratura

Alteração LOSEF


Ministério da Administração Interna
Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 252/2000, de 16 de outubro, que aprova a Lei Orgânica do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras 

terça-feira, novembro 06, 2012

Milhares de polícias protestaram contra o OE junto à Assembleia da República - País - Notícias - RTP

Notícias - RTP

VIDEO


Milhares de policias estão em protesto junto à assembleia da Republica. Contestam o Orçamento do Estado para 2013.

Dizem que é injusto e penalizador para os profissionais de segurança pública.




«Passos, escuta, a polícia está em luta» - Diário Digital

A manifestação da polícia está neste momento em frente à Assembleia da República, onde se ouvem palavras de ordem que incluem «Passos, escuta, a polícia está em luta», ou «polícias unidos jamais serão vencidos».

O movimento de protesto da Polícia de Segurança Pública (PSP) partiu do Largo Camões, em Lisboa, pelas 17:30, rumo a São Bento, contando-se talvez mais de dois mil agentes em protesto.
Entre as principais críticas apontadas pelos manifestantes ao executivo de Passos Coelho estão «os cortes nos subsídios» e [os entraves à] «progressão na carreira», segundo sublinhou o agente Costa Gomes, da PSP do Porto, ao Diário Digital.
Já o agente Adelino Roque diz que está «contra as reformas», pronunciando-se também sobre «a questão das promoções e dos escalões». «Não tem pés nem cabeça. Só sei que vivia melhor há dez anos do que agora», comentou.
A manifestação tem sido acompanhada da entoação do hino nacional, bem como de outros temas habitualmente adoptados em protestos.

Quase 5 mil na «maior manifestação» de polícias de sempre

TVI


Polícias cantam hino nacional e «Grândola Vila Morena»

Paulo RodriguesEntre 4.000 e 5.000 polícias de todo o país participam esta terça-feira na manifestação contra as restrições orçamentais previstas na proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2013. O número foi avançado à agência Lusa pelo presidente da ASPP/PSP.

Paulo Rodrigues disse que a adesão à manifestação convocada pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), iniciada com uma marcha desde a praça Camões até à Assembleia da República, superou as expectativas.

Os manifestantes começaram a chegar junto à Assembleia da República perto das 19:00, na altura em que soaram o Hino Nacional e «Grândola Vila Morena», de José Afonso.

Na escadaria em frente à fachada principal da Assembleia da República encontram-se elementos das equipas de intervenção rápida da PSP, em serviço.

Os polícias em protesto gritaram frases como «Gatunos, gatunos» e exibiram faixas com palavras de ordem «Pela colocação das novas posições remuneratórias», «Em defesa da segurança pública, contra o corte» e «Por um estatuto profissional digno».

No final da manifestação será entregue um documento a todos os grupos parlamentares em que são mencionadas as medidas que os agentes querem ver revistas no OE.

Paulo Rodrigues diz que esta é a maior manifestação de sempre organizada pela estrutura sindical e justifica a adesão com «a desmotivação» da classe.

Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)

Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)Quase 5 mil na «maior manifestação» de polícias de sempreManifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)

Os profissionais da polícia criticam a suspensão da passagem à pré-aposentação, o fim da utilização gratuita dos transportes públicos e o aumento dos encargos com o subsistema.