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INFORMAÇÃO AOS POLICIAS PRÉ - APOSENTAÇÃO
ESTATUTO DA PSP PUBLICADO EM DIÁRIO DA REPÚBLICA
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terça-feira, outubro 27, 2015
quarta-feira, novembro 27, 2013
Oficiais de polícia dizem que demissão de director da PSP foi "ingerência inaceitável do poder político"
Passos Coelho esteve presente na cerimónia em que novo director nacional da polícia reclamou salários "mais adequados" para os polícias, mas manteve-se em silêncio
O Sindicato Nacional dos Oficiais de Polícia (SNOP) considera que a decisão de demitir o director nacional da PSP representa "uma ingerência inaceitável do poder político na autonomia de uma força de segurança".
Em comunicado, o sindicato que representa os oficiais da polícia refere que a demissão ainda não foi esclarecida pelo ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, e representa "uma ingerência inaceitável do poder político na autonomia de uma força de segurança, nomeadamente no que concerne à tomada de decisão em âmbito operacional".
Na manifestação da passada quinta-feira dos profissionais das forças de serviços de segurança, o SNOP relembra que existiam "armas de fogo de ambos os lados”, que os manifestantes “estavam habituados a este tipo de cenários” e que, perante isto, “a tomada de uma posição de força traria consequências imprevisíveis".
"Não aceitamos que uma figura com a importância do director nacional da PSP esteja dependente do entendimento que o ministro da Administração Interna tenha sobre questões técnicas, ao qual não reconhecemos qualquer competência nesta matéria", adianta o sindicato, recordando que as escadarias da Assembleia da República já haviam sido ocupadas durante uma manifestação do Movimento dos Indignados, em Outubro de 2011.
Milhares de profissionais de forças e serviços policiais e de segurança - PSP, GNR, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, ASAE, Polícia Marítima, guardas prisionais, polícia municipal e Judiciária - manifestaram-se na passada quinta-feira, em Lisboa. Depois de derrubarem uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal da Assembleia da República, onde cantaram o hino nacional, tendo a seguir desmobilizado voluntariamente.
Na sequência destes acontecimentos, o director nacional da PSP, Paulo Valente Gomes, colocou o lugar à disposição, tendo o seu afastamento sido aceite pelo ministro da Administração Interna. O sindicato que representa os oficiais da PSP refere que, "em menos de dois anos", Miguel Macedo demitiu dois directores da PSP, contribuindo “para uma instabilidade a todos os títulos indesejável".
Mas para o governante os acontecimentos da passada semana "já fazem parte da história – uma história que não pode nem vai repetir-se", sob pena de perda da imagem de profissionalismo e credibilidade das forças de segurança. "Tenho a certeza de que a mensagem foi clara e não precisará mais de ser reafirmada", acrescentou, durante a cerimónia de tomada de posse do novo director nacional da PSP, Luís Farinha. O até aqui comandante da Unidade Especial de Polícia não enjeita a herança da equipa a que pertencia e defende, por seu turno, a continuidade das linhas estratégicas definidas para a corporação por Paulo Valente Gomes.
"Foi um privilégio e uma grande satisfação ter integrado a sua equipa", declarou no seu discurso de tomada de posse no qual fez questão de reclamar a melhoria das condições de trabalho dos agentes, mas também um regime de carreiras e um estatuto remuneratório "mais adequados" do que os actuais. E mostrou-se disponível para, em diálogo com as organizações sindicais e a tutela, encontrar "soluções adequadas para os constrangimentos que afectam a PSP".
Já Miguel Macedo disse compreender as dificuldades por que passam os agentes policiais. "Há uma verdade que convém nunca esquecer – um polícia, antes de ser polícia, é um português. E, como qualquer português, sente as adversidades da crise", observou, imediatamente antes de agradecer ao demissionário Paulo Valente Gomes "os serviços inestimáveis que prestou" à frente da polícia. O ex-director nacional foi, de resto, efusivamente cumprimentado pela maioria das chefias da PSP presentes na cerimónia.
Entretanto a Inspecção-Geral da Administração Interna abriu um processo de averiguações aos acontecimentos ocorridos na manifestação da passada quinta-feira junto à Assembleia da República. “Estamos a analisar, não há processo de inquérito, nem disciplinar, estamos a fazer um processo de acompanhamento de averiguações relativamente aos factos que ocorreram”, adiantou a inspectora-geral Margarida Blasco à margem da tomada de posse de Luís Farinha.
Presente na cerimónia, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, manteve-se em silêncio.
Manif dos polícias. Agentes da PSP detectaram grupos organizados
ionline
IGAI deverá analisar informações recolhidas no terreno sobre grupo de militares da GNR e de guardas prisionais
Os agentes da PSP que estiveram de serviço na manifestação das forças de segurança da passada quinta-feira detectaram dois grupos organizados de manifestantes com comportamentos agressivos e que desde o início da tarde - ainda no Largo do Camões - foram incentivando os restantes à invasão da Assembleia da República. Um dos grupos, com cerca de 30 elementos, seria composto por militares da GNR e o segundo, por mais de 15 guardas prisionais. Em ambas as facções haveria ainda manifestantes "sob o efeito de álcool".
Os dados recolhidos no local pelas autoridades deverão ser agora analisados no processo aberto pela Inspecção Geral da Administração Interna (IGAI). Isto porque, Margarida Blasco, inspectora-geral da IGAI, revelou que o processo em curso pretende averiguar todos os acontecimentos que se passaram durante o protesto, tanto no que respeita ao comportamento dos manifestantes - das forças e serviços de segurança -, como à actuação da PSP. Para isso, além das informações fornecidas pelas autoridades, a IGAI estará também a visualizar as imagens emitidas nas televisões. "Estamos a analisar ponto a ponto e a ver se houve alguma infracção", contou na segunda-feira, defendendo que foi "uma situação obviamente grave".
Oficialmente a PSP não prestou qualquer esclarecimento, mas fontes desta força de segurança garantem ao i a existência de informações detalhadas sobre estes dois grupos e sobre o seu comportamento ao longo de todo o trajecto da manifestação. No que respeita ao grupo composto por elementos da GNR, alguns estavam vestidos com uma t-shirt preta e um capuz oficial daquela força militar e outros, entre 15 e 20, vestiam t-shirts com a fotografia de Hugo Hernano - o militar condenado a nove anos de prisão por ter matado um jovem numa perseguição policial há cinco anos.
"Não é possível concretizar quem terá começado a subir as escadas contornando o cordão, mas a verdade é que estes elementos tiveram um papel activo, ao incentivar à invasão num clima que era de muita tensão. Alguns deles já chegaram embriagados ao Largo do Camões [no início da manifestação, às 17h30m] e isso pode também explicar os comportamentos mais violentos", esclarece um dos agentes de serviço naquele dia. Contactada ontem pelo i, a GNR disse "não ter comentários a fazer sobre o assunto".
Sobre o grupo de guardas prisionais, o i apurou que também estavam vestidos de preto e, apesar de serem em menor número, tinham um comportamento mais "exuberante". "Não tinham nada a ver com o grupo de militares da GNR, tratava-se de um grupo autónomo, mas igualmente organizado, usando t-shirts com a inscrição "guardas prisionais", descreve a mesma fonte. O i questionou ontem os serviços prisionais sobre estas informações, mas não recebeu qualquer resposta até ao fecho desta edição.
Os elementos da PSP que estiveram de serviço no local e que aceitaram revelar ao ias movimentações "mais agressivas" da manifestação da última quinta-feira, explicaram porém que estes dois grupos foram casos isolados, não representando a totalidade dos militares da GNR nem a dos guardas prisionais ali presentes. Explicam ainda que houve outros excessos por parte de alguns elementos das várias forças ali presentes, mas ressalvaram que nesses casos se tratava de "reacções individuais" e não "acções concertadas".
O protesto da última semana contou com a presença de elementos da PSP, GNR, SEF, guardas prisionais, ASAE, Polícia Marítima, Polícia Judiciária e polícias municipais e foi já considerado a maior manifestação de sempre das forças e serviços de segurança.
A invasão da escadaria da Assembleia da República levou já à substituição de Paulo Valente Gomes - até esta semana Director Nacional da PSP - por Peça Farinha. Ao contrário do que aconteceu em protestos anteriores, o primeiro cordão da PSP não recorreu à força quando os manifestantes forçaram a invasão. A PSP fala em estratégia inteligente, alegando que havia manifestantes armados, mas o ministro Miguel Macedo já avisou que o episódio não se pode repetir.
Os dados recolhidos no local pelas autoridades deverão ser agora analisados no processo aberto pela Inspecção Geral da Administração Interna (IGAI). Isto porque, Margarida Blasco, inspectora-geral da IGAI, revelou que o processo em curso pretende averiguar todos os acontecimentos que se passaram durante o protesto, tanto no que respeita ao comportamento dos manifestantes - das forças e serviços de segurança -, como à actuação da PSP. Para isso, além das informações fornecidas pelas autoridades, a IGAI estará também a visualizar as imagens emitidas nas televisões. "Estamos a analisar ponto a ponto e a ver se houve alguma infracção", contou na segunda-feira, defendendo que foi "uma situação obviamente grave".
Oficialmente a PSP não prestou qualquer esclarecimento, mas fontes desta força de segurança garantem ao i a existência de informações detalhadas sobre estes dois grupos e sobre o seu comportamento ao longo de todo o trajecto da manifestação. No que respeita ao grupo composto por elementos da GNR, alguns estavam vestidos com uma t-shirt preta e um capuz oficial daquela força militar e outros, entre 15 e 20, vestiam t-shirts com a fotografia de Hugo Hernano - o militar condenado a nove anos de prisão por ter matado um jovem numa perseguição policial há cinco anos.
"Não é possível concretizar quem terá começado a subir as escadas contornando o cordão, mas a verdade é que estes elementos tiveram um papel activo, ao incentivar à invasão num clima que era de muita tensão. Alguns deles já chegaram embriagados ao Largo do Camões [no início da manifestação, às 17h30m] e isso pode também explicar os comportamentos mais violentos", esclarece um dos agentes de serviço naquele dia. Contactada ontem pelo i, a GNR disse "não ter comentários a fazer sobre o assunto".
Sobre o grupo de guardas prisionais, o i apurou que também estavam vestidos de preto e, apesar de serem em menor número, tinham um comportamento mais "exuberante". "Não tinham nada a ver com o grupo de militares da GNR, tratava-se de um grupo autónomo, mas igualmente organizado, usando t-shirts com a inscrição "guardas prisionais", descreve a mesma fonte. O i questionou ontem os serviços prisionais sobre estas informações, mas não recebeu qualquer resposta até ao fecho desta edição.
Os elementos da PSP que estiveram de serviço no local e que aceitaram revelar ao ias movimentações "mais agressivas" da manifestação da última quinta-feira, explicaram porém que estes dois grupos foram casos isolados, não representando a totalidade dos militares da GNR nem a dos guardas prisionais ali presentes. Explicam ainda que houve outros excessos por parte de alguns elementos das várias forças ali presentes, mas ressalvaram que nesses casos se tratava de "reacções individuais" e não "acções concertadas".
O protesto da última semana contou com a presença de elementos da PSP, GNR, SEF, guardas prisionais, ASAE, Polícia Marítima, Polícia Judiciária e polícias municipais e foi já considerado a maior manifestação de sempre das forças e serviços de segurança.
A invasão da escadaria da Assembleia da República levou já à substituição de Paulo Valente Gomes - até esta semana Director Nacional da PSP - por Peça Farinha. Ao contrário do que aconteceu em protestos anteriores, o primeiro cordão da PSP não recorreu à força quando os manifestantes forçaram a invasão. A PSP fala em estratégia inteligente, alegando que havia manifestantes armados, mas o ministro Miguel Macedo já avisou que o episódio não se pode repetir.
PSP desmente reforço especial nos ministérios após invasão
RR
CGTP garante que não está a fomentar a violência, mas não vai desistir dos protestos. Várias dezenas de sindicalistas invadiram na terça-feira quatro ministérios, após a aprovação do Orçamento do Estado para 2014.
A PSP desmente que esteja em marcha um reforço especial nos ministérios, após as invasões de várias dezenas de sindicalistas, na terça-feira, aos átrios dos ministérios da Economia, Finanças, Ambiente e Saúde.
O “Diário de Notícias” avança na sua edição desta quarta-feira que teriam sido destacados, em média, 20 agentes para cada um dos ministérios, na sequência da acção da CGTP. De acordo com o jornal, a iniciativa não foi antecipada pelo SIS nas avaliações de ameaças relacionadas com as manifestações, adiantando ainda que se criou um clima de mal-estar na PSP por considerarem ter havido uma falha do Serviço de Informações de Segurança (SIS) na antecipação deste tipo de ação de protesto.
A Renascença fez uma ronda esta manhã pelos ministérios e não encontrou qualquer reforço de segurança. Fonte da PSP explica que os meios foram reforçados apenas ontem, para lidar com os protestos.
O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, escusou-se a comentar esta manhã as invasões, referindo que "cada um tem a sua agenda". Questionado pelos jornalistas à margem da oitava edição do Portugal Exportador, respondeu: "Uns dedicam-se às exportações e outros a manifestarem-se".
CGTP diz que não estar a fomentar violência O secretário-geral da CGTP considera que este Governo não está aberto ao diálogo, mas afastou a ideia dos Serviços Secretos terem de se preocupar com as acções da central sindical.
"Creio que o SIS tem mais com que se preocupar do que com as lutas dos trabalhadores e as intervenções e acções da CGTP", afirmou Arménio Carlos, acrescentando que os representantes da central sindical não pretendem gerar violência, mas "combater a violência das políticas" do Governo.
"Se o SIS se quiser preocupar, pode preocupar-se e acompanhar de uma forma mais permanente a fraude de evasão fiscal, aqueles que têm aqui os lucros e não pagam impostos, aqueles que estão envolvidos em negócios de alto gabarito sem qualquer tipo de penalização, é por aí que o SIS deve intervir e não tanto estar preocupado com as lutas dos trabalhadores e muito menos com a intervenção da CGTP", defendeu.
A invasão dos ministérios foi, segundo o secretário-geral da CGTP, uma iniciativa inserida no dia da Indignação, Protestos e Lutas, como classificou a central sindical ao dia da aprovação do Orçamento do Estado para 2014.
"A nossa estratégia é só uma: pôr termo à violência desta política que está não só a esmagar os rendimentos dos trabalhadores e pensionistas como a dizimar o desemprego, a forçar os nossos jovens a emigrar e também a deixar os nossos desempregados sem qualquer tipo de protecção social", justificou.
"É uma estratégia de luta contra a violência que este Governo está a desenvolver contra o país e contra o povo português", acrescentou.
CGTP garante que não está a fomentar a violência, mas não vai desistir dos protestos. Várias dezenas de sindicalistas invadiram na terça-feira quatro ministérios, após a aprovação do Orçamento do Estado para 2014.
A PSP desmente que esteja em marcha um reforço especial nos ministérios, após as invasões de várias dezenas de sindicalistas, na terça-feira, aos átrios dos ministérios da Economia, Finanças, Ambiente e Saúde.
O “Diário de Notícias” avança na sua edição desta quarta-feira que teriam sido destacados, em média, 20 agentes para cada um dos ministérios, na sequência da acção da CGTP. De acordo com o jornal, a iniciativa não foi antecipada pelo SIS nas avaliações de ameaças relacionadas com as manifestações, adiantando ainda que se criou um clima de mal-estar na PSP por considerarem ter havido uma falha do Serviço de Informações de Segurança (SIS) na antecipação deste tipo de ação de protesto.
A Renascença fez uma ronda esta manhã pelos ministérios e não encontrou qualquer reforço de segurança. Fonte da PSP explica que os meios foram reforçados apenas ontem, para lidar com os protestos.
O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, escusou-se a comentar esta manhã as invasões, referindo que "cada um tem a sua agenda". Questionado pelos jornalistas à margem da oitava edição do Portugal Exportador, respondeu: "Uns dedicam-se às exportações e outros a manifestarem-se".
CGTP diz que não estar a fomentar violência O secretário-geral da CGTP considera que este Governo não está aberto ao diálogo, mas afastou a ideia dos Serviços Secretos terem de se preocupar com as acções da central sindical.
"Creio que o SIS tem mais com que se preocupar do que com as lutas dos trabalhadores e as intervenções e acções da CGTP", afirmou Arménio Carlos, acrescentando que os representantes da central sindical não pretendem gerar violência, mas "combater a violência das políticas" do Governo.
"Se o SIS se quiser preocupar, pode preocupar-se e acompanhar de uma forma mais permanente a fraude de evasão fiscal, aqueles que têm aqui os lucros e não pagam impostos, aqueles que estão envolvidos em negócios de alto gabarito sem qualquer tipo de penalização, é por aí que o SIS deve intervir e não tanto estar preocupado com as lutas dos trabalhadores e muito menos com a intervenção da CGTP", defendeu.
A invasão dos ministérios foi, segundo o secretário-geral da CGTP, uma iniciativa inserida no dia da Indignação, Protestos e Lutas, como classificou a central sindical ao dia da aprovação do Orçamento do Estado para 2014.
"A nossa estratégia é só uma: pôr termo à violência desta política que está não só a esmagar os rendimentos dos trabalhadores e pensionistas como a dizimar o desemprego, a forçar os nossos jovens a emigrar e também a deixar os nossos desempregados sem qualquer tipo de protecção social", justificou.
"É uma estratégia de luta contra a violência que este Governo está a desenvolver contra o país e contra o povo português", acrescentou.
IGAI abriu processo de averiguações aos acontecimentos junto ao parlamento
EXPRESSO
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/igai-abriu-processo-de-averiguacoes-aos-acontecimentos-junto-ao-parlamento=f842866#ixzz2lqzEv55J
Lisboa, 25 nov (Lusa) -- A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) abriu um processo de averiguações aos acontecimentos ocorridos na manifestação da passada quinta-feira junto à Assembleia da República, disse hoje à Lusa a inspetora-geral da IGAI.
"Estamos a analisar, não há processo de inquérito, nem disciplinar, estamos a fazer um processo de acompanhamento e de averiguações relativamente aos factos que ocorreram", adiantou a inspetora-geral Margarida Blasco à margem da tomada de posse do novo diretor nacional da PSP, superintendente Luís Farinha.
A inspetora-geral da IGAI afirmou que está a ser feita uma análise a tudo o que se passou, tanto ao comportamento dos manifestantes [profissionais das forças e serviços de segurança], como à atuação da PSP, estando a visualizar, por exemplo, as imagens que passaram nas televisões.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/igai-abriu-processo-de-averiguacoes-aos-acontecimentos-junto-ao-parlamento=f842866#ixzz2lqzEv55J
segunda-feira, novembro 25, 2013
Novo diretor da PSP quer salários «mais adequados»
SIC
Superintendente Luís Farinha sucede no cargo a Paulo Valente Gomes, que se demitiu após a manifestação das forças de segurança
O novo diretor nacional da PSP, superintendente Luís Farinha, considerou esta segunda-feira que os polícias devem ter melhores condições de trabalho e «um estatuto remuneratório mais adequado».
«A procura da melhoria da eficiência dos processos e da eficácia dos resultados, quer de gestão, quer do produto operacional policial, deverá servir de base a um incremento da produtividade e a uma melhoria da motivação», disse Luís Farinha, que hoje tomou posse, no Ministério da Administração Interna, como diretor nacional da PSP.
Tal, adiantou, «deverá ser conseguido através de uma evolução positiva das condições de trabalho, dos meios e dos equipamentos e dos instrumentos legais de estruturação e organização da instituição e de gestão dos recursos humanos, designadamente no que se refere a um regime de carreiras e a um estatuto remuneratório mais adequado».
No seu discurso, o novo diretor nacional da PSP sublinhou que os polícias estão «conscientes das circunstâncias» que o país atravessa e das limitações que os afetam e «nunca» vão deixar de «contribuir para um esforço que é nacional e que a todos envolve».
Porém, sustentou que não podem «deixar de salientar a relevância e a singularidade do papel da polícia e das condições em que é exercida a função policial em democracia no contexto da garantia do regular funcionamento das instituições e do exercício dos direitos de liberdades e garantias individuais».
Dirigindo-se aos polícias que vai comandar, o novo diretor sublinhou que devem ter em consideração que os «princípios da atuação e da proporcionalidade da mobilização dos meios deverão ser sempre aplicados em prol de uma ação policial que no final deverá ser a adequada, justa e equilibrada».




Tal, adiantou, «deverá ser conseguido através de uma evolução positiva das condições de trabalho, dos meios e dos equipamentos e dos instrumentos legais de estruturação e organização da instituição e de gestão dos recursos humanos, designadamente no que se refere a um regime de carreiras e a um estatuto remuneratório mais adequado».
No seu discurso, o novo diretor nacional da PSP sublinhou que os polícias estão «conscientes das circunstâncias» que o país atravessa e das limitações que os afetam e «nunca» vão deixar de «contribuir para um esforço que é nacional e que a todos envolve».
Porém, sustentou que não podem «deixar de salientar a relevância e a singularidade do papel da polícia e das condições em que é exercida a função policial em democracia no contexto da garantia do regular funcionamento das instituições e do exercício dos direitos de liberdades e garantias individuais».
Dirigindo-se aos polícias que vai comandar, o novo diretor sublinhou que devem ter em consideração que os «princípios da atuação e da proporcionalidade da mobilização dos meios deverão ser sempre aplicados em prol de uma ação policial que no final deverá ser a adequada, justa e equilibrada».
Luís Farinha manifestou ainda disponibilidade total para privilegiar «uma conduta de diálogo responsável e de cooperação e de participação construtiva» com as organizações sindicais da PSP por forma «a potenciar uma busca de soluções adequadas para os constrangimentos que afetam a PSP em necessária coordenação com a tutela».
Até aqui comandante da Unidade Especial de Polícia (UEP), Luís Farinha sucede no cargo ao superintendente Paulo Valente Gomes, que colocou o lugar à disposição na sexta-feira, na sequência dos acontecimentos de quinta-feira em frente à Assembleia da República, tendo o seu afastamento sido aceite pelo ministro da Administração Interna.
Milhares de profissionais de forças e serviços policiais e de segurança - PSP, GNR, SEF, ASAE, polícia marítima, guardas prisionais, polícia municipal e PJ - manifestaram-se na passada quinta-feira em Lisboa e, depois de derrubarem uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal da Assembleia da República, onde cantaram o hino nacional, tendo depois desmobilizado voluntariamente.
Até aqui comandante da Unidade Especial de Polícia (UEP), Luís Farinha sucede no cargo ao superintendente Paulo Valente Gomes, que colocou o lugar à disposição na sexta-feira, na sequência dos acontecimentos de quinta-feira em frente à Assembleia da República, tendo o seu afastamento sido aceite pelo ministro da Administração Interna.
Milhares de profissionais de forças e serviços policiais e de segurança - PSP, GNR, SEF, ASAE, polícia marítima, guardas prisionais, polícia municipal e PJ - manifestaram-se na passada quinta-feira em Lisboa e, depois de derrubarem uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal da Assembleia da República, onde cantaram o hino nacional, tendo depois desmobilizado voluntariamente.
Cavaco Silva "Saída do director nacional da PSP é responsabilidade do Governo"
Noticias ao minuto
O Presidente da República referiu hoje que a decisão sobre a "sorte" do diretor nacional da PSP é da exclusiva responsabilidade do Governo, confirmando apenas que foi informado esta manhã da saída do superintendente Paulo Valente Gomes.
"Eu já hoje de manhã tive ocasião de falar sobre esse assunto, é uma competência exclusiva do Governo a decisão sobre a sorte do senhor diretor nacional da PSP, eu fui de facto informado hoje de manhã", declarou o chefe de Estado, A
níbal Cavaco Silva, que falava aos jornalistas no final de uma visita às OGMA, em Alverca.
O Presidente da República referiu hoje que a decisão sobre a "sorte" do diretor nacional da PSP é da exclusiva responsabilidade do Governo, confirmando apenas que foi informado esta manhã da saída do superintendente Paulo Valente Gomes.
"Eu já hoje de manhã tive ocasião de falar sobre esse assunto, é uma competência exclusiva do Governo a decisão sobre a sorte do senhor diretor nacional da PSP, eu fui de facto informado hoje de manhã", declarou o chefe de Estado, A
níbal Cavaco Silva, que falava aos jornalistas no final de uma visita às OGMA, em Alverca.
Cavaco Silva adiantou ainda já ter falado com o executivo a propósito da manifestação das forças de segurança realizada na quinta-feira em frente à Assembleia da República, mas escusou-se a acrescentar alguma informação às declarações que fez esta manhã.
De manhã, o Presidente da República fez um apelo à serenidade num "tempo em que não é fácil para Portugal", embora também se tenha escusado a falar sobre a manifestação das forças de segurança.
"Numa circunstância destas o meu apelo só pode ser um: serenidade, que se mantenha serenidade neste tempo que não é fácil para Portugal, em que dependemos tanto, tanto dos credores que nos observam todos os dias", afirmou.
Milhares de polícias manifestaram-se em Lisboa e, derrubando uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal do Palácio de São Bento, onde cantaram o hino nacional e depois desmobilizaram voluntariamente.
O ministério da Administração Interna divulgou hoje que o diretor Nacional da PSP colocou o seu lugar à disposição na sequência dos protestos de quinta-feira e que o ministro "entendeu aceitar a disponibilidade para a cessação de funções".
Segurança Governo exigiu que 'rolassem cabeças' na PSP
Noticias ao minuto
Depois dos incidentes registados na passada quinta-feira nas escadarias da Assembleia da República, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, exigiu ao director da PSP, Paulo Valente, que fossem apuradas responsabilidades e que rolassem cabeças. Perante esta imposição, conta hoje o jornal Público, o até ontem ‘número um’ da PSP decidiu chegar-se à frente e pôs o lugar à disposição.
O jornal Público conta hoje que na manhã de ontem (sexta-feira), após a manifestação das forças de segurança em Lisboa que terminou com a ‘invasão’ da escadaria da Assembleia da República, o ministro da tutela, Miguel Macedo, chamou ao seu gabinete o director da PSP, o superintendente Paulo Valente Gomes, para exigir que fossem apuradas responsabilidades e, consequentemente, que rolassem cabeças na instituição.
Depois dos incidentes registados na passada quinta-feira nas escadarias da Assembleia da República, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, exigiu ao director da PSP, Paulo Valente, que fossem apuradas responsabilidades e que rolassem cabeças. Perante esta imposição, conta hoje o jornal Público, o até ontem ‘número um’ da PSP decidiu chegar-se à frente e pôs o lugar à disposição.
O jornal Público conta hoje que na manhã de ontem (sexta-feira), após a manifestação das forças de segurança em Lisboa que terminou com a ‘invasão’ da escadaria da Assembleia da República, o ministro da tutela, Miguel Macedo, chamou ao seu gabinete o director da PSP, o superintendente Paulo Valente Gomes, para exigir que fossem apuradas responsabilidades e, consequentemente, que rolassem cabeças na instituição.
Face a esta exigência, segundo o jornal Público, o superintendente Paulo Valente Gomes assumiu-se como o principal responsável pelos incidentes registados na escadaria da Assembleia da República e colocou de imediato o cargo à disposição.
O ministro da Administração Interna aceitou, também de imediato, o pedido e ao início da noite, em conferência de imprensa, anunciou que o substituto de Paulo Valente Gomes na direcção da PSP seria Luís Farinha.
Este é já o terceiro director da Polícia de Segurança Pública desde que o actual Governo entrou em funções em 2011, salienta o jornal Público, recordando que Paulo Valente Gomes já tinha assumido funções em Fevereiro do ano passado, em virtude da exoneração de Guilherme Guedes da Silva.
Nesta conferência de imprensa, o ministro Miguel Macedo comentou ainda os incidentes que envolveram elementos das forças de segurança em frente à Assembleia da República, classificando a atitude de “absolutamente inaceitável”.
“As regras de segurança são para cumprir” e “quem tem por missão fazê-las respeitar não pode dar o exemplo de as violar”, neste sentido, frisou o ministro, “tinha que haver consequências a tirar”.
sexta-feira, novembro 22, 2013
Luis Farinha é o novo director da PSP
O comandante da Unidade Especial de Polícia (UEP), superintendente Luís Peça Farinha, é o novo director nacional da PSP.
Luis Farinha irá suceder no cargo ao superintendente Paulo Valente Gomes, que hoje colocou o lugar à disposição, na sequência dos acontecimento
A mesma fonte referiu que, no seguimento da saída de Paulo Valente Gomes, os oficiais que faziam parte da sua equipa diretiva - Paulo Pereira Lucas, José Ferreira de Oliveira, José de Matos Torres e Manuel Magina da Silva - pediram a demissão.
Entretanto está marcada para as 20:30 uma declaração do ministro da Administração Interna, nas instalações do ministério, a propósito da manifestação de quinta-feira junto à Assembleia da República.
O diretor Nacional da PSP colocou o seu lugar à disposição, na sequência dos acontecimentos de quinta-feira em frente à Assembleia da República, tendo o seu pedido sido aceite pelo ministro da Administração Interna.
Uma nota do Ministério da Administração Interna referia que o ministro Miguel Macedo "entendeu aceitar a disponibilidade para a cessação de funções que tem exercido como diretor nacional" da PSP.
Milhares de profissionais de forças e serviços policiais e de segurança - PSP, GNR, SEF, ASAE, polícia marítima, guardas prisionais, polícia municipal e PJ - manifestaram-se na quinta-feira em Lisboa e, depois de derrubarem uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal da Assembleia da República, onde cantaram o hino nacional, tendo depois desmobilizado voluntariamente.
PAULO GOMES, DIRETOR DA PSP
DN
"Saio com a consciência perfeitamente tranquila"
O DN teve acesso em primeira mão a uma carta de despedida que o diretor da PSP enviou por mail ao seu efetivo, a explicar a sua decisão.
O diretor Nacional da PSP diz que deixa o seu cargo com a "consciência perfeitamente tranquila".
Numa carta enviada ao efetivo, através do mail interno da PSP, Paulo Gomes dá, de forma indireta, o seu apoio à atuação policial no Parlamento: "sempre agimos orientados pelos princípios da legalidade, da proporcionalidade, da adequação de meios e, acima de tudo, pelo respeito intransigente dos direitos fundamentais dos cidadãos".
Paulo Gomes assinala as "dificuldades que o país, e inevitavelmente a PSP, atravessam neste momento" salientando que a sua preocupação "é zelar pelo superior interesse da grande instituição que é a nossa PSP".
Finaliza prometendo que vai "continuar a servir a Pátria com o mesmo empenho de sempre".
CARTA DE DESPEDIDA
"Senhores Oficiais, Dirigentes, Chefes, Agentes e pessoal técnico de apoio à atividade operacional da Polícia de Segurança Pública
Como é do vosso conhecimento, decidi, de forma consciente e serena, solicitar a S.
Excelência o Ministro da Administração Interna a cessação de funções do cargo de
Diretor Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP).
Fi-lo na convicção de que a PSP é uma Instituição com 150 de História e de permanentes
sucessos: temos sabido cumprir a nossa missão com grande profissionalismo e
inteligência, correspondendo a todas as exigências operacionais de segurança interna.
Sempre agimos orientados pelos princípios da legalidade, da proporcionalidade, da
adequação dos meios e, acima de tudo, pelo respeito intransigente dos direitos
fundamentais do cidadão.
Vós, polícias de hoje e de ontem, constituís o pilar fundamental desta sólida organização,
sendo cada vez mais essenciais ao fortalecimento do Estado de Direito.
Eu, tal como vocês, cumprimos um “juramento de morte”: servir Portugal e os
portugueses.
Saio com a consciência perfeitamente tranquila e com o sentimento do dever cumprido,
graças ao apoio e dedicação dos membros desta Direção e de todos vós, sem exceção.
Sabemos das dificuldades que o país, e inevitavelmente a PSP, atravessam neste
momento e a minha profunda preocupação é zelar pelo superior interesse da grande
Instituição que é a nossa PSP.
Apelo, por isso, a que continuemos a dignificar e a elevar cada vez mais alto, todos os
dias e a todas as horas, os valores e as virtudes da Polícia de Segurança Pública.
Tenho muito orgulho em ter sido o vosso Comandante e Diretor.
Vou continuar a servir a minha Pátria com o mesmo empenho de sempre.
Paulo Jorge Valente Gomes
Superintendente"
PS quer ouvir MAI e diretor-nacional da PSP no parlamento
Açoriano Oriental
O grupo parlamentar do PS requereu esta sexta-feira, ao presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, a "audição, com caráter de urgência" do ministro da Administração Interna e do diretor-nacional da PSP.
O grupo parlamentar do PS requereu esta sexta-feira, ao presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, a "audição, com caráter de urgência" do ministro da Administração Interna e do diretor-nacional da PSP.
"Considerando a gravidade e excecionalidade dos acontecimentos" e "o consequente pedido de demissão do diretor-nacional da PSP", os deputados socialistas pretendem assim obter esclarecimentos sobre os incidentes de quinta-feira, na escadaria da Assembleia da República, lê-se no documento assinado pelos parlamentares Pita Ameixa e Marcos Perestrello.
Milhares de polícias manifestaram-se em Lisboa e, derrubando uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal do Palácio de São Bento, onde cantaram o hino nacional e depois desmobilizaram voluntariamente.
O ministério da Administração Interna divulgou hoje que o diretor Nacional da PSP colocou o seu lugar à disposição na sequência dos protestos de quinta-feira e que o ministro "entendeu aceitar a disponibilidade para a cessação de funções".
MAI falará hoje sobre manifestação de forças de segurança
SIC
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, remeteu para o ministro da Administração Interna um comentário do Governo sobre a manifestação de quinta-feira das forças de segurança, afirmando que Miguel Macedo falará à comunicação social ainda hoje.
"O sr. ministro da Administração Interna, tenho a certeza, falará hoje convosco", afirmou Pedro Passos Coelho aos jornalistas, depois de questionado sobre a manifestação de membros das forças de segurança, que subiram a escadaria da Assembleia da República sem serem travados pelo corpo de intervenção, que se encontrava no local.
O primeiro-ministro fez esta afirmação enquanto saía da sessão de abertura de um seminário sobre serviços de informações, na reitoria da Universidade Nova de Lisboa.
SPP recusa magistrado para diretor da PSP
TVI
Segundo António Ramos, os magistrados não estão preparados para comandar a PSP, nem têm conhecimento do funcionamento da instituição
«Ficámos surpreendidos com a saída do diretor nacional da PSP», disse à agência Lusa o presidente do SPP, António Ramos, destacando que foi o primeiro oficial da escola superior de polícia a chegar ao topo da hierarquia na corporação.
Diretor Nacional da PSP demite-se
O sindicalista adiantou que os polícias depositavam «muita esperança» no diretor nacional da PSP, superintendente Paulo Valente Gomes, que colocou esta sexta-feira o seu lugar à disposição, na sequência dos acontecimentos de quinta-feira, em frente à Assembleia da República, tendo a sua disponibilidade sido aceite pelo ministro da Administração Interna.
O presidente do SPP afirmou também que o próximo diretor nacional da PSP «nunca» poderá ser um magistrado, tendo em conta que já passaram dois pela Polícia e deixaram «uma marca altamente negativa», cita a Lusa.
Segundo António Ramos, os magistrados não estão preparados para comandar a PSP, nem têm conhecimento do funcionamento da instituição.
Numa nota divulgada esta sexta-feira, o Ministério da Administração Interna refere que o ministro Miguel Macedo vai «iniciar o processo tendo em vista a designação do novo diretor nacional da Polícia de Segurança Pública».
Milhares de profissionaiss de forças e serviços policiais e de segurança - PSP, GNR, SEF, ASAE, polícia marítima, guardas prisionais, polícia municipal e PJ - manifestaram-se na quinta-feira em Lisboa e, depois de derrubarem uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal da Assembleia da República, onde cantaram o hino nacional, tendo a seguir desmobilizado voluntariamente.
Associação Sindical de Polícia surpreendida com saída de diretor PSP
RTP
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) manifestou-se hoje surpreendido com a saída do diretor nacional da PSP, considerando que a atuação policial na quinta-feira foi "a mais adequada".
"Surpreende-me a demissão, porque as razões da manifestação não visavam o diretor nacional da PSP, mas eram uma reposta clara ao Governo relativamente às medidas que tem implementado nas forças de segurança", disse à agência Lusa Paulo Rodrigues.
O diretor Nacional da PSP, superintendente Paulo Valente Gomes, colocou hoje o seu lugar à disposição, na sequência dos acontecimentos de quinta-feira frente à Assembleia da República, tendo a sua disponibilidade sido aceite pelo ministro da Administração Interna.
Milhares de profissionais de forças e serviços policiais e de segurança - PSP, GNR, SEF, ASAE, polícia marítima, guardas prisionais, polícia municipal e PJ - manifestaram-se na quinta-feira em Lisboa e, depois de derrubarem uma barreira policial, conseguiram chegar à entrada principal da Assembleia da República, onde cantaram o hino nacional, tendo depois desmobilizado voluntariamente.
Paulo Rodrigues, que é também o secretário nacional da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, que organizou o protesto, adiantou que os elementos da PSP que fizeram a segurança da manifestação agiram "com profissionalismo e bom senso", evitando o "caos total".
"Se os polícias tivessem proibido que os manifestantes subissem a escadaria da Assembleia da Republica, ia haver confrontos e ia repetir-se os secos e molhados", sublinhou, acrescentando que a atuação policial permitiu que não tivesse existido confrontos.
O sindicalista afirmou ainda que caso a atitude da PSP "não tivesse sido aquela, hoje estaríamos a falar que tinha havido confrontos de polícias contra polícias".
Manifestação dos polícias provoca demissão do director nacional da PSP
RR
Ministério da Administração Interna já confirmou que vai iniciar o processo de substituição do actual director.

Está escolhido o novo director nacional da PSP
Passos descontente com o que viu na manifestação dos polícias
Militares estão solidários com os polícias e também admitem sair à rua
Ministro da Defesa confia no “sentido de serviço e patriotismo” dos militares
Deputado do PSD diz que invasão da escadaria do Parlamento foi "episódio lamentável"
Sindicato da polícia estranha demissão de director nacional
Assunção Esteves satisfeita com "forma pacífica" com que acabou manifestação
GNR diz que é cedo para saber se houve militares a infringir a lei na manifestação dos polícias
Ministério da Administração Interna já confirmou que vai iniciar o processo de substituição do actual director.

sábado, maio 25, 2013
Polícia ao contrário
CMNesta semana vieram a público mais notícias de agressões violentas a elementos das Forças de Segurança. Esta tendência tem aumentado: as agressões são mais violentas, mais frequentes e de consequências graves.
Neste cenário, as entidades competentes deveriam, à semelhança de outras polícias nacionais, e por uma questão de justiça, reconhecer esta especificidade, compensando os profissionais pela responsabilidade e pelo perigo. Deveria ser uma preocupação da parte do Governo, não só pela defesa dos direitos dos polícias mas sobretudo da segurança.
Mas não, o governo quer fazer tudo ao contrário, menosprezar aqueles que têm o dever de zelar pela segurança dos portugueses, comprometendo a estabilidade. E, não contente, pretende transformar a PSP em lar de idosos. Questionamos se uma polícia envelhecida onde uma grande parte do efetivo terá mais de 50 anos de idade, caso as medidas apresentadas pelo Governo sejam impostas, consegue combater a criminalidade que é, como sabemos, mais organizada e violenta. Haja bom senso.
Suspeitas de batota no curso de chefes da PSP
O júri do Concurso de Admissão ao Curso de Formação para Chefes da PSP, que decorreu esta semana na Escola Prática da Polícia de Segurança Pública, em Torres Novas, está a averiguar a possibilidade de alguns agentes terem tido conhecimentos antecipado de uma das provas.
As suspeitas foram levantadas e transmitidas ao júri depois de vários polícias, que tinham acabado de prestar provas, se terem deparado com colegas, que iam começar o exame, na posse de partes de um dos testes.
Por haver muitos candidatos as provas em questão são marcadas por vários períodos. A primeira, que começou cerca das 8 horas, e outra depois da 10. Ora quando os primeiros agentes terminaram a prova e saíram da sala perceberam que o segundo grupo já teria, alegadamente, excertos do exame, sabendo assim de antemão o que lhe seria pedido.
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