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quarta-feira, novembro 07, 2012

Quatro GNR cobravam para proteger negócios chineses


Jornal de Notícias


De acordo com indícios reunidos pela investigação da Polícia Judiciária, 
à cabeça do grupo estava o ex-comandante do posto, Rui Silva, na casa dos 40 anos, 
que foi exonerado em julho passado, quando foi de férias, 
já por suspeitas de prática de ilícitos.

Associação considera detenção de militares da GNR um «caso ...

A Bola
A Associação Nacional de Guardas considerou, esta quarta-feira, 
que a detenção de quatro militares da GNR do posto de Vila do Conde 
constitui um «caso isolado».
De acordo com um comunicado da associação,
a dignidade da instituição não está posta ...

Quatro militares da GNR detidos por suspeitas de corrupção com ...

Público.pt 
Os quatro militares (um sargento e três guardas) usavam as suas funções 
para levar comerciantes a entregar-lhes dinheiro e bens alimentares. 
Alguns dos casos terão acontecido em operações de trânsito mas também em fiscalizações. 
Contudo, também ...

GNR: detenção de quatro militares é «caso isolado»

TVI24
A Associação Nacional de Guardas considerou hoje que a detenção 
de quatro militares da GNR do Comando Territorial do Porto é «um caso isolado» 
que não afeta a «dignidade da instituição e dos milhares de elementos que a integram». 
Os militares da ...

GNR detidos por corrupção com chineses

Diário de Notícias - Lisboa
Foram detidos ex-comandante e três guardas de Vila do Conde, avança hoje 
o Jornal de Notícias. Os comerciantes pagavam luvas. 
Conta o diário que os militares da GNR cobravam para proteger negócios chineses. 
Quatro militares da GNR de Vila do ...

Revista de Imprensa - 7 de Novembro

Sol
A garantia do Governo de que não haverá despedimentos no Estado em 2013 
e a detenção de quatro militares da GNR por suspeita de corrupção são hoje 
destaques nas primeiras páginas dos jornais. O Correio da Manhã e o Jornal de Notícias 
fazem ...

terça-feira, novembro 06, 2012

Vila do Conde: detidos quatro militares da GNR

Diário IOL


Suspeita de abuso de poder, peculato e corrupção levaram à detenção dos militares

Quatro militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) do Posto Territorial de Vila do Conde
foram esta terça-feira detidos por suspeita de «crime de abuso de poder, peculato e corrupção», 
informaram fontes da Polícia Judiciária (PJ) e da GNR.

A investigação policial da PJ, iniciada em maio de 2011 e com a «estreita» colaboração da GNR, 
foi desencadeada após a deteção de «comportamentos ilícitos por parte dos militares», 
de acordo com o comunicado que a GNR enviou à imprensa, nota a Lusa.

A deteção dos comportamentos ilícitos foi feita pelo comandante do Destacamento Territorial de 
Matosinhos, que «participou os factos à autoridade judicial», acrescenta a mesma nota de imprensa.

A PJ acrescenta, também num comunicado de imprensa enviado hoje à comunicação social, que, 
no âmbito diligências hoje realizadas, foram apreendidos «diversos documentos», que vão seguir 
para análise com o objetivo de obter um «esclarecimento total» daqueles comportamentos ilícitos.

Os quatro detidos, um sargento e três guardas, vão ser ouvidos na quarta-feira num primeiro
interrogatório judicial para conhecerem quais as medidas de coação a aplicar.

Os militares detidos pelo Comando Territorial do Porto estão sob custódia da GNR.

Exigiam dinheiro e comida para não passar multas

TVI24 

Militares da GNR detidos exigiriam favorecimentos como ...

SIC Notícias 

Quatro militares da GNR detidos por corrupção

Diário de Notícias - Lisboa 

PJ detém quatro militares da GNR por corrupção

A Bola 

Quatro militares da GNR detidos

Expresso 

Quatro militares da GNR detidos por suspeitas de corrupção

Público.pt 

GNR - Militares detidos por suspeita de "abuso de poder, peculato e ...

Tecnologia.com.pt 

quarta-feira, outubro 24, 2012

PJ detém 14 assaltantes de caixas multibanco

SOL

A Polícia Judiciária deteve na madrugada de hoje 14 cidadãos que integravam um grupo organizado responsável por pelo menos 30 assaltos a máquinas ATM, com recurso a explosivos, nos últimos cinco meses.
Os suspeitos, que têm idades compreendidas entre os 20 e os 33 anos e todos possuem cadastro criminal, projectaram nos últimos meses a sua actuação na área da Grande Lisboa.
Os inspectores da PJ apreenderam notas tintadas provenientes dos furtos, uma carabina com mira telescópica e um silenciador, uma pistola de guerra de calibre de 9 mm, várias catanas, pés de cabra, machados, velas com cargas explosivas, detonadores e um cordão lento – que, uma vez incendiado, provoca a ignição do detonador, que está encaixado na carga explosiva.
Os assaltos a caixas ATM com recurso a explosivos têm sido recorrentes nas últimas semanas, tendo-se intensificado ainda mais nos últimos dias.
Os 14 detidos na sequência desta acção conjunta da PJ e da Unidade Nacional Contra Terrorismo vão ser sujeitos a um primeiro interrogatório judicial, e só depois deverão conhecer as medidas de coação a aplicar.

domingo, outubro 14, 2012

PJ entra no ‘inferno’ (COM VÍDEO)

CM

Entre um amontoado de chapa, ferros dobrados e plásticos derretidos, os investigadores e peritos da Polícia Judiciária (PJ) entraram ontem nos escombros do Retail Park de Portimão, que foi destruído pelas chamas.
(...)

MÁQUINAS APOIAM POLÍCIA
A falta de meios logísticos, nomeadamente maquinaria pesada e pessoal que ajudasse os investigadores no meio dos escombros, atrasou o início do trabalho da PJ no terreno. Ontem, já existiam no local várias máquinas e outros equipamentos que irão servir para recolher vestígios que possam ajudar nas investigações. Os técnicos das seguradoras das sete lojas destruídas e do próprio Retail Park também entraram ontem no recinto, que tem sido preservado pela PSP e por seguranças.
DESPEDIMENTOS E CONTRATOS SEM RENOVAÇÃO
Várias trabalhadoras de uma empresa de limpezas, que prestava serviço para o Continente, no Retail Park, começaram a "receber cartas de despedimento", denunciou o Sindicato dos Trabalhadores de Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal. Outros trabalhadores estão a ser avisados de que os contratos de trabalho não vão ser renovados. Segundo a sindicalista Maria José Madeira, está em causa o futuro de mais de 300 pessoas que trabalhavam, directa ou indirectamente, no Retail Park. "A preocupação é grande, porque são trabalhadores que têm os postos de trabalho em risco se as empresas não reabrirem as lojas", referiu.

PSP ganha menos de metade que PJ ou SEF

DN
PSP ganha menos de metade que PJ ou SEF

A PSP é chamada a grande parte das operações da PJ e do  SEF, mas os seus agentes, com as mesmas habilitações, recebem ordenados bem diferentes. O novo estatuto da PSP ainda vai acentuar mais as diferenças
Um agente que entrou na PSP há dez anos com habilitações literárias ao nível do 12º ano ganha agora, ao final do mês, menos de metade do ordenado de um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) ou da Polícia Judiciária (PJ) com qualificações iguais.
A comparação foi feita pela Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP) e "espelha uma realidade possível". Se três candidatos entraram nas diferentes forças e serviços de segurança em 1999, e concluíram "todas as provas e processos de formação em tudo semelhantes", ao fim de dez anos - partindo do princípio que nenhum fez qualquer outra formação - as diferenças são "abismais". Um agente ganha pouco mais de 1016 euros (brutos), o do SEF 2208 euros e o da PJ 2516 euros.
Mais. "Somos chamados para auxiliar o SEF e a PJ numa série de operações, como é o caso de acções de fiscalização em feiras ou acções policiais em bairros problemáticos", exemplifica. Ainda assim os agentes não têm direito a subsídio de risco. "Esta média de ordenados é pouco atractiva para futuros elementos. Acabam por ingressar na instituição pessoas sem perfil", diz.
De acordo com o balanço social da PSP, do efectivo policial de mais de 22 mil homens, 5180 são agentes. O relatório do SEF aponta para 1478 "colaboradores", 709 dos quais com função de fiscalização e intervenção. A PJ não disponibiliza números, mas o relatório anual de Segurança Interna de 2007 aponta para 2492 funcionários, 1333 dos quais na investigação criminal.
"Se a justificação é sermos em número superior, é mais ridículo ainda. Já temos funções de investigação criminal. E somos uma polícia a nível nacional", diz.
Para agravar o descontentamento, as alterações remuneratórias previstas no novo estatuto da PSP não trazem melhorias. A serem postas em prática, a partir de Janeiro, um comandante de esquadra (subcomissário) passa a receber um ordenado inferior ao seu adjunto (chefe principal).
Para Paulo Rodrigues "é injusto que um polícia com menos competências receba mais do que o que está acima dele", referiu. E há exemplos práticos: dois amigos que, com o mesmo tempo de polícia, concorreram a subchefes. Um deles decidiu "ir mais longe" e acabou por ingressar no curso de subcomissário. De nada valeu. Com o novo estatuto, o colega passa a chefe principal e ganha mais do que o subcomissário - com funções de comando. Também um chefe da PSP pode ganhar menos que um agente principal (ver infografia).
A lei das remunerações dos trabalhadores com funções públicas diz que, só "excepcionalmente, o nível correspondente à última posição remuneratória pode ser idêntico ao da primeira posição" da categoria seguinte. Esta é umas das questões que vai ser hoje levada pela ASPP ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira.

Comparar sem sentido

CM

Os jornalistas (e os polícias) têm de confirmar a exactidão da informação recolhida, sob pena de descredibilização do produto do seu trabalho.

Pesquise-se devidamente ou interpele-se as várias entidades afectadas, para que o produto não pareça um favor jornalístico a uma delas. O DN (1Out12) comparou salários dos agentes, inspectores da PJ e SEF, com 10 anos de serviço, atribuindo o salário bruto de 2516 € ao inspector da PJ. Em vez de informar envenenou os leitores com uma comparação incomparável e um dado falso.
Em vez de elucidar, manipulou e mentiu ao povão, como fazem os governos. As carreiras da FP estão classificadas por graus de complexidade funcional (GCF). Ora, os agentes e chefes da PSP são de grau 2 e os inspectores da PJ e SEF de grau 3, desde logo, porque os requisitos de ingresso (licenciatura), de formação e estágio (formação de nível superior e duração) são muito mais exigentes nos dois últimos casos. Quanto a comparar, comparem inspectores da PJ e SEF com comissários da PSP, que têm idêntico GCF. Quanto a salários da próxima vez é melhor perguntarem a gente séria.

“PJ tem a maior aposta de investimento do Ministério da Justiça”

Económico
Paula Teixeira da Cruz vai manter em 2013 a política de renegociação de contratos.
Paula Teixeira da Cruz garante que cortes não passam por remunerações e subsídios.
Com o orçamento a ser ainda negociado e ultimado pelo Governo, Paula Teixeira da Cruz escusou-se a avançar o corte concreto que a Justiça vai sofrer em 2013. Mas garantiu que a PJ vai ter mais investimento, que não cortará em remunerações e subsídios e que vai manter o caminho de renegociar contratos.
A PJ não será afectada pelos cortes que o Ministério de Justiça terá de fazer em 2013?
Todos terão de fazer cortes, como é evidente, mas a PJ tem a maior aposta de investimento do Ministério da Justiça e isso dará uma ideia da dimensão do que se espera. A PJ acaba de ter um reforço de efectivos e, por outro lado, a nova sede incluirá um novo laboratório ultra-especializado com muitas valências que vão permitir exactamente exponenciar essa actividade. No nosso programa de investimentos temos como prioridades o combate à corrupção e ao crime económico e isso passa pela PJ. Temos ainda como prioridade toda a reformulação do sistema prisional porque, se continuarmos neste circulo vicioso, em que um recluso é um recluso e não lhe é dada formação, compreender-se-á o que sucede a seguir. Todos os estabelecimentos têm neste momento capacidade de ampliação e vamos aliar a dignificação dessa situação à formação diária e efectiva.

terça-feira, outubro 02, 2012

Inspetores da PJ só vão estar onde o índice de criminalidade for maior

DN

O plano do PSD define o número de diretorias regionais, os comandos e como se distribuem os atuais elementos da PJ, do SEF e da PSP, tudo pensado de acordo com a estatística. A associação sindical que representa a PJ nem quer ouvir falar do cenário.

Para evitar a "proliferação" de departamentos policiais de investigação criminal, a nova estrutura da Polícia Nacional (PN) pensada pelo PSD só terá efetivos oriundos da Polícia Judiciária (PJ) para investigar a criminalidade grave em locais onde o índice de criminalidade o justifique, como é, por exemplo, o caso de Setúbal. Segundo os relatórios anuais de segurança interna, o distrito de Setúbal figura entre os três com maior criminalidade participada do País.
De acordo com fonte do PSD ligada ao estudo da reforma do Sistema de Segurança Interna, a nova PN teria uma estrutura organizacional e geográfica diferente das atuais PSP, SEF e PJ (ver topo da página). E a própria organização da investigação de crimes de competência exclusiva da PJ seria diferente, ficando apenas adstrita até ao escalão diretoria regional. Logo, o pessoal da PJ só ficaria em comandos de polícia onde os índices de criminalidade o exijam.
Na estrutura inicial da PN, PSP, SEF e PJ vão manter as atuais competências de investigação criminal, sendo que a de proximidade (da PSP) manter-se-á nos locais onde as atuais esquadras de investigação criminal da PSP agora funcionam (o que na nova estrutura corresponde aos comandos de polícia, a nível distrital, e às esquadras). Por outro lado, o PSD pondera também preservar alguns militares da GNR que hoje desempenham funções de investigação criminal, mas ainda está a estudar como - dadas as diferenças estatutárias das forças.
No topo da hierarquia que consta no estudo do PSD ficaria um diretor nacional (ver infografia), ao qual respondem diretamente os gabinetes de Relações Públicas, de Disciplina e Assuntos Internos, de Cooperação Internacional e Operacional (no qual se integram a Europol e a Interpol) e da Análise e Centralização da Informação (que terá níveis de acesso diferenciados para cada serviço).
O chefe máximo da estrutura será coadjuvado por quatro diretores nacionais adjuntos: um responsável pela Direção de Segurança e Ordem Pública (que integrará a PSP), outro pela Prevenção e Investigação Criminal (PJ) e outro pela Imigração e Estrangeiros (SEF) e um quarto responsável pela Direção Central de Recursos e Apoios, da qual ficam dependentes as escolas de formação, adaptadas à nova realidade.
As atuais instalações onde já exista uma estrutura similar à proposta seriam aproveitadas pela PN. No modelo em vigor, a PSP distribui-se por comandos distritais correspondentes aos 18 distritos e a PJ por diretorias do Norte, Centro, Lisboa e Sul, modelo semelhante ao do SEF, também com diretorias nos Açores e na Madeira. Com a junção das forças, a PN materializar-se-ia através de diretorias regionais de Polícia (Lisboa, Porto, Coimbra, Évora, Faro, Funchal e Ponta Delgada) e, depois, por comandos de polícia nos 18 distritos.
As estruturas descentralizadas, neste caso as regionais, deverão ser réplicas da organização da direção nacional, sem as valências da cooperação internacional e dos assuntos internos. Já a área da prevenção e investigação criminal irá repartir-se por secções de investigação de todo o tipo de crimes de competência reservada, atualmente da Polícia Judiciária.
Com estas alterações, o PSD perspetiva que a nova Polícia Nacional conte com um efetivo de 26 275 elementos, o que permitiria não abrir concursos tão depressa e pensar num novo modelo de recrutamento. Poderá passar, "por exemplo, pela possibi- lidade de mobilidade interna entre as três componentes, o que dará flexibilidade na gestão do pessoal", revela o documento a que o DN teve acesso. Um cenário que, apurou o DN, permite a atribuição de novas oportunidades ao pessoal da PSP que entretanto se licenciou e que hoje não está aproveitado na instituição.
Ciente das diferenças de estatutos das três forças, o estudo do PSD "preconiza muita cautela e uma integração faseada e progressiva".
Contactado pelo DN, o presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da PJ disse estar "farto de falar sobre o assunto". "Somos completamente contra esta mudança e estamos em consonância com a ministra [Paula Teixeira da Cruz], em que a PJ deve manter-se no Ministério da Justiça", disse Carlos Garcia. Porquê? "Por uma questão de independência, pois estando todas as polícias sob a mesma tutela é mais fácil que a política controle o que a PJ investiga", defendeu.
Mais cauteloso, o presidente da Associação Nacional de Profissionais de Polícia, Paulo Rodrigues, prefere que as polícias sejam chamadas a intervir na reforma e que sejam bem informadas. "Conheci este projeto em fase de campanha eleitoral, foi-me apresentado pelo atual assessor para a Segurança de Passos Coelho [major-general Carlos Chaves], mas há alguns pormenores que não entendo. Não percebo porque é que, por exemplo, a GNR fica com as Operações Especiais, quando em França estas estão no seio da Polícia Nacional", diz. "Mas o tema tem de ser debatido. Para se iniciar uma reforma destas, as forças e os serviços de segurança têm de acreditar nela". Para o dirigente sindical, "se o Governo quer fazer a reforma, deve anunciar já as linhas mestras. Ou então calar-se."

segunda-feira, outubro 01, 2012

Prisão preventiva para GNR suspeito de abusar menores

CM

Mulher do militar fica em prisão domiciliária
O Tribunal de Idanha-a-Nova decidiu manter em prisão preventiva um cabo da GNR da vila da Beira Baixa e a sua mulher por suspeita de crimes sexuais envolvendo menores, disse à Lusa fonte daquela força de segurança.
O cabo da GNR ficou detido no Presídio Militar de Tomar, enquanto a mulher está em prisão domiciliária, acrescentou a mesma fonte.
Os dois tinham sido detidos na quarta-feira pela Polícia Judiciária, juntamente com um outro homem, ao qual foi aplicada a medida de coacção de apresentações periódicas.
Os três suspeitos foram ouvidos no Tribunal de Idanha-a-Nova até às 01h30 deste sábado.
As vítimas terão sido duas raparigas de 14 e 15 anos e o elemento da GNR que foi detido é um cabo com cerca de 40 anos, casado e pai, residente em Idanha-a-Nova.
O caso surgiu a partir de denúncias de abusos sexuais contra o militar, feitas junto da comissão de protecção de crianças e menores da vila, o que levou a um processo de averiguações interno na GNR.
O suspeito fpo constituído arguido pelo comandante do destacamento de Idanha-a-Nova, no início de Agosto, sendo o caso entregue à Polícia Judiciária (PJ).
Ao longo de quase dois meses, "a PJ realizou diversas diligências e o militar foi detido na quarta-feira", juntamente com outro homem e uma mulher suspeitos de envolvimento no caso, referiu a mesma fonte da GNR.

PSD quer polícia única e congelar admissões

DN

O PSD quer criar a Polícia Nacional, uma força civil que virá a integrar a Polícia de Segurança Pública, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e a Polícia Judiciária, mantendo a GNR com a natureza de uma polícia militar. Investigação DN para ler na edição impressa e no e-paper
Segurança Interna - Investigação DN
VIDEO

- Investigação DN -
Fusão de polícias congela admissões durante cinco anos - Pág. 2
Enquanto o Governo de coligação PSD/CDS não chega a consenso sobre a reforma do Sistema de Segurança Interna que os sociais-democratas apregoaram na campanha eleitoral, em vésperas da realização de mais um protesto de contestação ao Executivo, Miguel Macedo prometeu na quinta-feira o início do processo de promoções das forças de segurança pública até ao final do ano.
Tutelas e atores a mais - Págs. 4 e 5
O modelo de segurança interna português encaixa no chamado sistema napoleónico, predominante nos países do Sul da Europa.
Inspetores da PJ só vão estar onde o índice de criminalidade for maior - Págs. 6 e 7
O plano do PSD define o número de diretorias regionais, os comandos e como se distribuem os atuais elementos da PJ, do SEF e da PSP, tudo pensado de acordo com a estatística.
Estado gastou mais de 250 mil euros e só criou um secretário de Segurança Interna - Págs. 8 e 9
Em 2006, o Governo PS encomendou dois estudos a entidades externas e o então Gabinete Coordenador de Segurança fez um outro. Mas da série de reformas sugeridas só se avançou com a figura de um coordenador.

Crise

PSD quer polícia única e congelar admissões por 5 anos


O PSD quer criar a Polícia Nacional, uma força civil que virá a integrar a Polícia de Segurança Pública, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e a Polícia Judiciária, mantendo a GNR com a natureza de uma polícia militar.
Segundo o Diário de Notícias, o plano prevê a redução de 136 cargos de chefia e um corte de 30% nos custos dos serviços de apoio. E num período possível entre três e cinco anos não será necessário admitir pessoal para as componentes de investigação criminal, estrangeiros e segurança pública.
No entanto, estas mudanças ainda não convenceram o CDS, que está a travar a reforma do sistema de segurança nacional que Pedro Passos Coelho e Miguel Macedo querem pôr em prática.
"Num momento como o que estamos a viver, não podíamos provocar instabilidade nas forças de segurança", disse uma fonte do CDS ao jornal, que preferiu não se identificar, dado o actual contexto político marcado pela divisão de opiniões entre os dois partidos que formam o Governo de coligação.
Um estudo interno do PSD indica que que o actual Sistema de Segurança Interna é caro e pouco eficiente. Portugal tem uma taxa de cobertura de 488 polícias por cem mil habitantes (...) valor só ultrapassado, na Europa, pelo Chipre e pela Itália, ao passo que a média nos países europeus é de 352.

quarta-feira, setembro 19, 2012

PJ contrata antigos espiões envolvidos no caso das secretas

Diário digital


Henrique Corrêa da Silva e Clemente Lucena Vian, ex-espiões do Serviço de Informações Estratégia de Defesa (SIED) foram requisitados pela Polícia Judiciária (PJ) para a Unidade de Prevenção e Apoio Tecnológico (UPAT), o departamento que trata das vigilâncias aos suspeitos.

Os dois ex-espiões estiveram na dependência de Jorge Silva Carvalho enquanto este, hoje acusado de corrupção no caso das Secretas, foi ali director.
Segundo o Diário de Notícias, a requisição de ambos foi proposta com carácter de urgência pelo director da UPAT, João Correia, justificando-a com os «conhecimentos técnicos e profissionais dos ex-espiões».
No final de 2011, depois de uma reestruturação nos serviços de informação, os dois ex-espiões foram colocados na Presidência do Conselho de Ministros.
O despacho de integração no quadro da Presidência do Conselho de Ministros foi assinado pelo primeiro-ministro e pelo ministro das Finanças a 5 de Junho. Desde que tinham cessado funções no SIED, estavam sem funções atribuídas, em casa, a receber o salário de técnicos superiores.

segunda-feira, setembro 17, 2012

PJ apanha traficante de droga

TVI24

PJ apreende 563 quilos de Cocaína (Lusa)

Homem estava em liberdade condicional

A Polícia Judiciária deteve em Coimbra de um homem de 25 anos, que estava em liberdade condicional e se dedicava ao tráfico de droga, abastecendo outros traficantes.

Durante as diligências de recolha de prova que levaram à detenção foram apreendidos ao suspeito cerca de quatro mil doses de cocaína, 800 euros em numerário e uma viatura automóvel, revela em comunicado a que a Lusa teve acesso.

Segundo a PJ, o indivíduo, já com antecedentes criminais pelo mesmo tipo de crime e em liberdade condicional, foi presente a primeiro interrogatório judicial, e viu-lhe aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

A detenção foi concretizada por elementos da Diretoria de Centro da Polícia Judiciária, no âmbito de uma investigação que visava identificar um suspeito que abastecia outros traficantes.

quinta-feira, agosto 23, 2012

Arrasta os filhos para a morte

CM
Castro Marim

Saiba todos os pormenores sobre tragédia que matou mãe e dois filhos menores em Castro Marim.

SOLExplosão em Castro Marim terá sido provocada pela mãe
A Polícia Judiciária está a investigar se houve homicídio ou suicídio no caso da explosão de quarta-feira numa vivenda de Castro Marim, que provocou a morte de uma mulher e dos seus dois filhos, disse fonte daquela polícia.«Tudo aponta para um quadro de homicídio e suicídio, por parte da mãe das crianças», afirmou a mesma fonte, adiantando que junto às vítimas havia um jerrican de transporte de combustível, um isqueiro e que o quarto foi regado com combustível.
Além das crianças - uma rapariga de 11 anos e um rapaz de 13 -, a explosão provocou a morte da sua mãe, uma dentista de 40 anos, de nacionalidade brasileira.
Segundo disse à Lusa a fonte da Polícia Judiciária, só depois de analisado o relatório da Polícia Científica e o relatório das autópsias será possível determinar com mais pormenor a sequência de acontecimentos, mas tudo aponta para crime.
A explosão rebentou com a porta da casa de banho interior do quarto e com a porta de vidro da varanda, mas deixou intacta a porta de entrada no quarto, aparentemente porque abre para dentro, segundo a mesma fonte.
A fonte confirmou que a mãe das crianças sofria de um quadro clínico «complicado», com depressão profunda.
O rebentamento seguido de incêndio registou-se na quarta-feira pouco antes das 10h00, numa vivenda situada na Quinta do Sobral, concelho de Castro Marim e destruiu por completo o quarto em que foram encontradas as três vítimas mortais.
Lusa/SOL
(corrigida às 17h24)

Gang lança terror em 50 assaltos

CM

Norte a Sul


CM descreve os passos para a captura dos perigosos assaltantes.
É considerado o gang mais violento a assaltar à mão armada em Portugal nos últimos anos, do Porto à Península de Setúbal, do Centro à Grande Lisboa - sempre espalhando o terror entre as vítimas, sob ameaças até de metralhadora. E foi assim que atacaram, por exemplo, os seguranças da carrinha de valores emboscada em Trajouce, S. Domingos de Rana, Cascais, a 10 de Abril. Cravaram com rajadas mais de 25 balas na chapa do blindado. Foram ontem os oito presos. Por mais de 50 roubos.
A operação de ontem da Polícia Judiciária, na captura dos assaltantes que hoje serão presentes ao juiz Carlos Alexandre, em Lisboa, foi resultado de uma investigação de sucesso com meses de análise de dados e de recolha de prova na Unidade Nacional de Contra-Terrorismo e na Directoria de Lisboa - com a colaboração dos departamentos de Setúbal e de Leiria - em articulação com os procuradores Vítor Magalhães e João Melo, do DCIAP.
A convergência foi essencial para caçar um grupo que tinha tanto de violento como de meticuloso na destruição de provas - actuavam encapuzados e no final dos assaltos, para apagar os vestígios, lançavam sempre fogo aos carros topo de gama previamente roubados por carjacking.
Chegavam aos três e quatro crimes por dia - algumas vítimas eram espancadas -, em ourivesarias, habitações, centros de distribuição, e atacavam ainda carrinhas de transporte de tabaco ou de valores. Os oito, por norma, separavam-se em grupos de três a cinco assaltantes.
Queriam dinheiro, sem critério. E não olhavam a meios mal encontravam resistência, como na zona industrial de Trajouce. Às 23h00, falharam o momento certo do ataque, já com dois funcionários da Esegur fechados no blindado - e atiraram a matar, rajadas de pistola-metralhadora. As vítimas escaparam.

TVI 24

VÍDEO:PJ acredita ter detido gangue mais violento em Portugal

São suspeitos de cinco tentativas de homicídio 

segunda-feira, agosto 13, 2012

PJ definha com agonia

CM


Apesar das restrições legais, o MAI anuncia, para 2013, mais 300 efectivos para a PSP e 1000 para a GNR. Na PSP e na GNR as entradas têm sido anuais.
No Ministério das Finanças iniciaram funções, este ano, 350 novos inspectorestributários. Enquanto uns crescem ou mantêm o efectivo, outros minguam ano após ano, caso da PJ. Na PJ, entre cada concurso decorre em média 4 anos, num quadro sempre deficitário em 50% do pre-visto. Para agravar, os concursos arrastam-se e o último não foi excepção: abertura Maio 2010 (100 inspectores); provas Fevereiro a Novembro 2011; homologação da lista final de candidatos Fevereiro 2012.
Mas em vez de 100 são aprovados apenas 80! Com o curso ainda poriniciar, estes inspectores iniciarão funções, quando muito, em 2014. Até final de 2014, se mais nenhum concurso for aberto, entrarão 80 inspectores, mas sairão mais de 200 para aposentação, ou seja, daqui a 2 anos a PJ terá um efectivo similar ao de 1996/1997! A PJ definha em rápida agonia o que serve somente dois interesses: dos criminosos e dos que querem cometer o crime de a integrar na PSP.

sábado, agosto 04, 2012

Polícia que matou suspeito trabalha na esquadra de Benfica (Vídeo)

CampolideTVI24


Arma do agente, que trabalha, há cinco anos já foi entregue à Polícia Judiciária

O elemento da PSP que matou este sábado a tiro um jovem na estação ferroviária de Campolide, Lisboa, é polícia há cinco anos e pertence à esquadra de Benfica, disse à agência Lusa fonte policial.

Um jovem de 18 anos foi morto a tiro pela PSP nesta estação, cerca das 7:00, na sequência de uma perseguição a três jovens, entre os quais a vítima, suspeitos de terem roubado duas mulheres.

De acordo com a fonte policial, a Policia Judiciária já está a investigar o caso, já tendo em sua posse a arma do agente da PSP, num procedimento que é considerado normal nestes casos.

O agente é profissional da PSP há cinco anos e desempenha a função de condutor de carro-patrulha da esquadra de Benfica, que pertence à terceira divisão da PSP.

A ocorrência foi comunicada à Inspeção-geral da Administração Interna (IGAI) que irá abrir um processo de inquérito, que decorre em paralelo ao processo-crime dirigido pelo Ministério Público, para apurar as circunstâncias dos factos.

Este é mais um incidente de insegurança ocorrido na Linha de Sintra, onde circulam diariamente cerca de duzentas mil pessoas.

De acordo com o porta-voz da Comissão de Utentes da Linha de Sintra, Rui Ramos, os problemas de insegurança nesta linha ferroviária «intensificam-se fora da hora de ponta».

«Nesse período, a própria multidão que anda nos comboios acaba por funcionar como segurança. Mas fora dessas horas, os problemas intensificam-se porque também há menos policias a trabalhar», disse.

Rui Ramos adiantou que é «imperativo reforçar o policiamento» nos comboios e nas estações, de forma a aumentar a segurança nestes locais.

«A polícia ferroviária foi criada em 1995 com sessenta elementos policiais. Hoje em dia são cerca de quarenta. Também adoecem e precisam de férias, por isso veja-se quantos agentes realmente estão a trabalhar por turno», afirmou.

Um agente da policia ferroviária disse à agência Lusa que o número de casos de insegurança ocorridos na linha de Sintra «acabam por ser muito poucos» dada a quantidade de pessoas que ali circula diariamente.

«Como circulam milhares de pessoas por dia nesta linha, se acontecerem uma ou duas situações de furtos ou pequenos crimes não é muito. E estão sempre polícias a trabalhar durante as horas em que os comboios circulam», adiantou.

Caso de polícia que matou jovem suspeito de roubo entregue à PJ

O caso da perseguição policial que, esta manhã, que terminou com um suspeito de roubo abatido a tiro por um dos agentes da PSP de Lisboa foi entregue à PJ e vai ser investigado pela IGAI.

Agente que matou ladrão trabalha na PSP há cinco anos

O elemento da PSP que hoje matou a tiro um jovem na estação ferroviária de Campolide, Lisboa, é polícia há cinco anos e pertence à esquadra de Benfica, disse à agência Lusa fonte policial.

Um jovem de 18 anos foi hoje morto a tiro pela PSP nesta estação, cerca das 07:00, na sequência de uma perseguição a três jovens, entre os quais a vítima, suspeitos de terem roubado duas mulheres.

PJ prende emigrante que violou menina

CM


Albufeira: Comprou carro e arrendou casa com identidade de outra pessoa
Tem 63 anos, é português, mas há mais de 30 anos que residia em França. Estava a ser julgado por abusar de uma menor – depois de a ameaçar com uma pistola e a sequestrar – e decidiu fugir para Albufeira, onde se escondeu numa casa particular com uma falsa identidade. Comprou um carro com o nome que dizia ter e acreditava poder ficar a viver no Algarve e, dessa forma, fugir à Justiça. Foi anteontem preso pela Polícia Judiciária.

Reforma adiada a histórico da PJ

CM


Judiciária: Liderou ‘Face Oculta’ e ‘Apito Dourado’
Teófilo Santiago, actual responsável pela PJ de Aveiro e único crachá de ouro da instituição, foi notificado pela ministra da Justiça na passada segunda-feira de que tinha sido recusada a sua passagem à disponibilidade.
O quadro superior da Polícia Judiciária tinha entrado com o pedido no passado dia 19 de Junho, a poucos dias de fazer 29 anos de casa. Tem 36 anos de serviço – antes de ingressar na Polícia Judiciária, foi magistrado do Ministério Público – e, sabe o CM, na origem do pedido estará o que considera ser a subvaloriza-ção da carreira de investigação.
Teófilo Santiago, que já liderou vários departamentos da PJ, tem um longo currículo. Algumas das investigações mais mediáticas passaram pelas sua mãos, destacando-se os processos ‘Face Oculta’ e ‘Apito Dourado’. O coordenador superior foi um dos homens que defenderam a investigação ao então primeiro-ministro José Sócrates, tendo mesmo requerido ao Ministério Público um inquérito autónomo. Acreditava que tinham sido cometidos crimes graves, como o atentado ao Estado de Direito e abuso de poder. Num segundo plano, também pesaram os cortes salariais que vêm atingindo os funcionários do Estado. Estes cortes aceleraram o desencanto de um dos quadros mais carismáticos da PJ, que no entanto nunca colocou a hipótese de ir trabalhar para o sector privado ou para outra entidade que não a PJ.
Refira-se que, antes de Teófilo Santiago, o pedido de disponibilidade já tinha sido aceite para outros quadros.

Resolviam dívida fiscal por 5 mil €

CM



Inspectores tributários e empresário presos pela PJ

quarta-feira, julho 18, 2012

Inspetores da PJ em perseguição a suspeitos multados

DN

O PCP denunciou hoje que inspetores da Judiciária por todo o país estão a ser multados e constituídos arguidos por excesso de velocidade no exercício das suas funções, como vigilância e perseguição de suspeitos, exigindo a intervenção do Governo.
O deputado comunista João Oliveira considerou estas situações, que disse terem chegado ao conhecimento do grupo parlamentar do PCP, "no mínimo absurdas", acrescentando que revelam "a desvalorização a que o Governo quer sujeitar a Polícia Judiciária".
João Oliveira explicou que há inspetores da Judiciária a ser multados por excesso de velocidade "quando estão em operações de vigilância a suspeitos da prática de crimes ou até em operações confidenciais". 
O deputado sublinhou que são "levantados autos" contra os inspetores, que são assim "constituídos arguidos" e podem mesmo acabar por ser penalizados segundo o previsto no Código da Estrada para qualquer condutor que ultrapassa os limites de velocidade.
Para o PCP, os inspetores veem-se assim confrontados com uma opção: ou respeitam o Código da Estrada e "deixam fugir os suspeitos de crimes" ou violam os limites de velocidade e acabam multados e perseguidos pela justiça.

"Por parte da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária parece não haver a mínima abertura para considerar estas situações e portanto aquilo que se exige do Governo é uma intervenção urgente no sentido de garantir aos inspetores da PJ e à instituição da Polícia Judiciária as condições mínimas de dignidade para o exercício das suas funções e para o combate à criminalidade, porque é isso que justifica, neste caso, que as regras do Código da Estrada tenham mesmo de ser ultrapassadas", afirmou. João Oliveira não soube afirmar quantos casos destes já ocorreram, mas realçou que se trata de um "conjunto significativo" de inspetores.

O PCP questionou hoje o Governo, através da Assembleia da República, em relação a estas situações, perguntando o que pretende fazer para as "corrigir" e "em que sentido".