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sábado, fevereiro 16, 2013

Os segredos do Opus Dei - Grande Investigação

Opus Dei nas finanças do Governo e com força na bancaDN


Mais seis mil membros só na última década

O Opus Dei está hoje presente em todos os continentes e continua a crescer. A sua legitimidade na Igreja tem vindo a tornar-se cada vez mais sólida. Apesar de a organização procurar ser um exemplo de moralidade, já foi envolvida em escândalos de corrupção. Tem membros poderosos, entre os quais se inclui um antigo n.º 1 do FBI.
O Opus Dei não para de crescer um pouco por todo o mundo. Na última década, a prelatura ganhou mais de seis mil membros - a um ritmo de mais de 600 adesões por ano - e instalou-se em seis novos países. Indonésia, Roménia e Coreia do Sul foram os últimos a receber a obra, que conta com 90 260 membros espalhados por 66 países.
O crescimento do Opus Dei tem sido sempre gradual e sustentado desde que a 2 de outubro de 1928, durante um retiro em Madrid, Josemaría Escrivá de Balaguer, por "inspiração divina", decidiu fundar o Opus Dei. Houve, no entanto, uma travessia no deserto até a obra se conseguir afirmar na Igreja Católica, onde sempre teve - e continua a ter - críticos.
A procura de influência junto do Vaticano começou quando Josemaría Escrivá de Balaguer estabeleceu a sua residência em Roma, em 1946. Apesar disso, manteve a sua força em Espanha, que dura até aos dias de hoje. Atualmente, cerca de 38% dos membros do Opus Dei (35 mil) são espanhóis. Aliás, os três líderes da obra desde a sua criação nasceram todos na Espanha (Balaguer, Portillo e Echevarría).
O Opus Dei tem também grande representação nos EUA, onde o poder está centralizado numa sede nacional em Manhattan, na esquina da Lexington Avenue com a 34.ª Avenida. O edifício, batizado com o nome de Murray Hill Place, acabou de ser construído em 2001 e custou 52,8 milhões de euros, suportados - garante o Opus Dei - apenas por donativos.
É também conhecida a influência do Opus Dei na América Latina, onde membros da obra terão sido preponderantes no derrube do regime socialista de Salvador Allende, no Chile. Aliás, a história também influencia as visões negativas que hoje se tem da obra. O professor norte-americano Brian Smith, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA), afirma no livro A Igreja e a Política no Chile que os membros do Opus Dei "estavam entre os principais administradores do brutal e opressivo regime militar do general Pinochet".
A obra também é historicamente associada ao ditador espanhol Francisco Franco. E percebe-se porquê: oito membros do Opus Dei foram ministros em Governos de Franco. Porém, pouco depois do Maio de 68, Rafael Calvo Serer, numerário, meteu-se em problemas com o regime quando escreveu um artigo dizendo que Franco deveria "retirar-se a tempo". Aí teve de ser Balaguer a interceder e a pedir a Franco que deixasse Calvo Serer partir para o exílio.
Os escândalos financeiros
Outra das páginas que mancham a história do Opus Dei são os escândalos "Matesa" e "Rumasa". A Matesa era uma empresa ligada à indústria têxtil, com sede no País Basco e criada em 1956. Gerida por Juan Vila Reyes - alegado membro da obra, formado na escola de finanças do Opus Dei em Barcelona -, a empresa terá lesado o Estado espanhol em mais de dez mil milhões de pesetas, metade dos quais resultado de um empréstimo fraudulento para comprar maquinaria. O que nunca aconteceu. O problema é que a fraude - que levou ao despedimento de mais de duas mil pessoas e lesou os cofres públicos castelhanos - não impediu Reys de fazer donativos de 2,4 mil milhões de pesetas à obra.
Um ano depois de o papa João Paulo II ter tornado o Opus Dei na única prelatura pessoal da Igreja Católica, a obra viu--se novamente envolta num escândalo. Em 1983, o grupo espanhol Ramasa, que controlava diversos bancos, faliu, sendo o seu presidente José Maria Ruiz-Mateos, membro do Opus Dei. A Ramasa tinha um passivo superior a mil milhões de libras, para o qual terão contribuído doações, como uma de sete milhões de libras que alegadamente foi feita a um instituto de educação do Opus Dei no arquipélago normando.
Nos dois casos, as próprias autoridades identificaram ligações ao Opus Dei. Existem outras acusações (nunca confirmadas) de que o Opus controla as finanças do Vaticano através de sociedades offshore. Os críticos acusam até a obra de ter "comprado" a influência de que goza no Vaticano. Recorde-se que o Opus Dei - que inclui a Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz - conta com 36 bispos, dos quais 21 pertencem à cúpula de sacerdotes da obra e 15 são diocesanos.
Embora a maioria dos mais de 90 mil membros seja composta por cidadãos comuns, existem no Opus figuras conhecidas em diversas áreas ao nível mundial. Na política destacam-se o ex-presidente da Polónia, Lech Walesa, o antigo primeiro-ministro italiano Giulio Andreotti, o antigo presidente da Comissão Europeia Jacques Santer ou o antigo presidente do Parlamento Europeu Gil Robles. Ainda na política, o candidato às primárias republicanas do último ano, Rick Santorum, também tem ligações ao Opus Dei, tal como o atual ministro do Interior de Mariano Rajoy, Jorge Fernandéz Diaz.
No desporto, destacam-se nomes como o do antigo treinador do Benfica e atual selecionador da Irlanda, Giovanni Trapatonni, ou o antigo presidente do Comité Olímpico Internacional Juan Samaranch. A lista é tão vasta que até o poderoso FBI já foi dirigido por um membro do Opus Dei: Louis Free (nomeado por Clinton em 1993, só saiu do cargo meses antes do 11 de Setembro, já durante o mandato de Bush "filho").

Bicas, perdão, dicas para fugir à multa

FERREIRA FERNANDESDN

Quando saí do café, o homem, engravatado e educado, abordou-me: "Boa tarde, sou da AT, Autoridade Tributária e Aduaneira..." Eu, que nisto de diálogos com as autoridades tenho muito ano, desviei a conversa: "O senhor desculpe-me, mas como é que AT quer dizer Autoridade Tributária e Aduaneira?" Mas ele, também com muito ano, não atou nem desatou: "Mostre-me a fatura, por favor." E eu: "Fatura, não tenho." Ele: "Mas tem de ter, tomou café." Eu: "Não tomei, não." Ele, que a sabe toda: "O senhor entrou no café e como consumidor final tem de pedir fatura." Eu: "Mas qual consumidor? E final? De onde é que me conhece para me chamar consumidor final?! Entrei no café para aquecer." Ele: "O senhor está a obtemperar..." Eu sabia, ponham uma autoridade tributária a fazer de gnr e ele fica logo a falar como um gnr... Fugi para a frente: "Exijo uma lavagem ao estômago para ver se há cafeína." Olhei para o interior do café e vi as saquetas de publicidade: "E tem de ser Delta! Porque ainda devo ter resíduos do Nespresso que tomei em casa..." O tributário hesitou, guardou o papelinho da contraordenação (é o que eu dizia, é assim que eles chamam à multa) e mandou-me seguir. Fiquei a vê-lo a caçar outro cliente. Este estava tramado, ainda mastigava o croissant... Dali até à esquina, fui pelo passeio sempre a fazer sinais de luzes aos consumidores finais que iam em sentido contrário.

terça-feira, novembro 13, 2012

«Quem desgraçou Portugal foi o Governo anterior»

Medina CarreiraTVI24


Opinião de Medina Carreira no programa «Olhos nos Olhos» na TVI24


Henrique Medina Carreira diz que a ideia que Angela Merkel tem da forma como está a correr o ajustamento em Portugal é errada. Mesmo assim, o antigo ministro das Finanças afirma que a chanceler alemã não tem culpa da situação do país.

«Quem desgraçou o país não foi a Alemanha. Foi o Governo anterior», defendeu Medina Carreira, nesta segunda-feira, no programa «Olhos nos Olhos», na TVI24.

«O que me espanta é a ideia dela de que o que se está a fazer está bem quando está mal», argumentou, ainda.

«De cada vez que o senhor ministro vai à televisão, os portugueses têm medo»

Basílio Horta
TVI24


Basílio Horta diz que portugueses pensam logo que é «mais dinheiro que sai»

Os portugueses «têm medo» quando o ministro das Finanças aparece na televisão. Quem o diz é o deputado socialista Basílio Horta.

«De cada vez que o senhor ministro vai à televisão, os portugueses têm medo!», disse o deputado eleito por Leiria, durante uma audiência a Vítor Gaspar na comissão parlamentar de acompanhamento ao programa de assistência a Portugal. «Ficam a pensar, é mais dinheiro que sai! Não pode ter uma economia pujante nesta situação».

Para Basílio Horta, o Governo «tem feito muito mal» na gestão das expectativas dos agentes económicos.

O deputado instou ainda o Governo a explicar o que entende por «refundação» do memorando de entendimento: «Se é renegociar o memorando, vamos a isso», cita a Lusa.

Pelo contrário, se o que ocorre «é reduzir a escombros o que resta» do estado social, o PS não estará disponível para negociar, disse Horta. O deputado disse ainda temer que a atuação do Governo seja semelhante à de uma célebre frase atribuída a um major do Exército americano no Vietname, segundo o qual tinha sido necessário «destruir uma aldeia para a salvar», escreve a Lusa.

quarta-feira, novembro 07, 2012

Cada vez mais, o Instagram


Caso não tenha notado, nós damos o insight: há cada vez mais acções digitais que usam o Instagram e cada vez menos o Twitter.
Porquê? Uma resposta simples diria que é por já haver mais utilizadores no Instagram do que no Twitter. Uma resposta elaborada passaria provavelmente por falar em todo o conceito do Instagram, que daria todo um livro. Por enquanto ficamos só com um exemplo:

terça-feira, novembro 06, 2012

Milhares de polícias protestaram contra o OE junto à Assembleia da República - País - Notícias - RTP

Notícias - RTP

VIDEO


Milhares de policias estão em protesto junto à assembleia da Republica. Contestam o Orçamento do Estado para 2013.

Dizem que é injusto e penalizador para os profissionais de segurança pública.




«Passos, escuta, a polícia está em luta» - Diário Digital

A manifestação da polícia está neste momento em frente à Assembleia da República, onde se ouvem palavras de ordem que incluem «Passos, escuta, a polícia está em luta», ou «polícias unidos jamais serão vencidos».

O movimento de protesto da Polícia de Segurança Pública (PSP) partiu do Largo Camões, em Lisboa, pelas 17:30, rumo a São Bento, contando-se talvez mais de dois mil agentes em protesto.
Entre as principais críticas apontadas pelos manifestantes ao executivo de Passos Coelho estão «os cortes nos subsídios» e [os entraves à] «progressão na carreira», segundo sublinhou o agente Costa Gomes, da PSP do Porto, ao Diário Digital.
Já o agente Adelino Roque diz que está «contra as reformas», pronunciando-se também sobre «a questão das promoções e dos escalões». «Não tem pés nem cabeça. Só sei que vivia melhor há dez anos do que agora», comentou.
A manifestação tem sido acompanhada da entoação do hino nacional, bem como de outros temas habitualmente adoptados em protestos.

Quase 5 mil na «maior manifestação» de polícias de sempre

TVI


Polícias cantam hino nacional e «Grândola Vila Morena»

Paulo RodriguesEntre 4.000 e 5.000 polícias de todo o país participam esta terça-feira na manifestação contra as restrições orçamentais previstas na proposta do Orçamento do Estado (OE) para 2013. O número foi avançado à agência Lusa pelo presidente da ASPP/PSP.

Paulo Rodrigues disse que a adesão à manifestação convocada pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), iniciada com uma marcha desde a praça Camões até à Assembleia da República, superou as expectativas.

Os manifestantes começaram a chegar junto à Assembleia da República perto das 19:00, na altura em que soaram o Hino Nacional e «Grândola Vila Morena», de José Afonso.

Na escadaria em frente à fachada principal da Assembleia da República encontram-se elementos das equipas de intervenção rápida da PSP, em serviço.

Os polícias em protesto gritaram frases como «Gatunos, gatunos» e exibiram faixas com palavras de ordem «Pela colocação das novas posições remuneratórias», «Em defesa da segurança pública, contra o corte» e «Por um estatuto profissional digno».

No final da manifestação será entregue um documento a todos os grupos parlamentares em que são mencionadas as medidas que os agentes querem ver revistas no OE.

Paulo Rodrigues diz que esta é a maior manifestação de sempre organizada pela estrutura sindical e justifica a adesão com «a desmotivação» da classe.

Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)

Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)Quase 5 mil na «maior manifestação» de polícias de sempreManifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)Manifestação de polícias junto ao Parlamento (ANDRE KOSTERS/LUSA)

Os profissionais da polícia criticam a suspensão da passagem à pré-aposentação, o fim da utilização gratuita dos transportes públicos e o aumento dos encargos com o subsistema.

quinta-feira, novembro 01, 2012

Fãs do Dr. Barra da Costa


Fãs do Dr. Barra da CostaFãs do Dr. Barra da Costa
"Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste texto, através de redes sociais ou de e-mail para todos os contactos. »

Caros Amigos, Cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso qu
e não sabe em que mais cortar. Acabou o recreio !!!!!!!!!!!!!!! 
Este texto vai circular hoje e será lido por milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso. Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar. 
Nenhum governante fala em: 
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República. 
2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego. 
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo. 
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados? 
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821. 
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia. 
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades. 
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes... 
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc. 
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA. 
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado. 
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos. 
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público. 
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD). 
23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado. 
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem". 
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam; 
26. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise"
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida. 
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois. 
30. Pôr os Bancos a pagar impostos
31. Denunciar as falsas boas vontades de campanhas, seminários e 'formações' destinadas a caçar subsídios, a subsídiodependência, em que cada acção é um modelo novo na frota automóvel. 
32. Não papar festivais e golpadas, como 7 maravilhas disto e daquilo, que engordam muitos à custa dos votos e telefonemas imbecis para promover aquilo que não tem excelência e nem qualidade para ser destacado. Todas estas manobras promovem 'salazares e alheiras' e afundam o que realmente tem valor em Portugal... 
33. Impedir o 1.º Ministro de cometer graves atropelos à Constituição, à Lei Geral e Lei do Trabalho, tais como as medidas catastróficas e mesmo criminosas, mascaradas num falso plano de austeridade que vai conduzir Portugal ao abismo
34. Revogar os prazos de pagamento da dívida ao FMI, BCE e CE, no sentido de os alargar ao maior prazo possível sem agravamento dos já altíssimos juros
35. Tomar medidas urgentes contra as multinacionais, holdings e bancos, que são os verdadeiros donos do FMI, BCE e CE., e estão a aguardar agindo nos bastidores, como abutres que espreitam moribundos, que as empresas entrem em falência para serem absorvidas a preços ridículos, alastrando uma praga de desemprego e miséria que é cada vez mais grave Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste texto, através de redes sociais ou de e-mail para todos os contactos. » POR TODOS NÓS E PELOS NOSSOS FILHOS."- Grupo de Apoio ao Agente da PSP da Esquadra do Laranjeiro 

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ASS: Fãs BC

O custo da Monarquia Espanhola vs Républica Portuguesa.wmv

quarta-feira, outubro 31, 2012

Reportagem. Até os polícias já emigram

iInformação

Agentes e militares já não vêem as forças de segurança como um emprego para a vida


Quase todos os agentes da PSP dizem que o ordenado é baixo e que tem de ser complementado com serviços gratificados, mas que isso implica trabalhar horas a fio para receber mais 20...
 Vaga de emigração está a aumentar  na PSP e na GNR


Chegou a escoltar o Presidente da República, mas a situação em que se encontrava levou-o a decidir largar a carreira e emigrar. O primeiro emprego que conseguiu foi como padeiro. Os clientes a quem distribuía o pão todas as manhãs, num dos bairros mais chiques da cidade, nunca sonharam que Filipe era um polícia. Lucas também pediu uma licença sem vencimento à PSP e mudou-se para Angola. Em Portugal chegava a trabalhar 16 horas por dia para levar para casa, ao fim do mês, pouco mais de 800 euros. Hoje ganha 11 vezes mais e só trabalha oito horas. Elsa era oficial e dava aulas na Escola Prática de Polícia em Torres Novas. Teve nas mãos a formação de milhares de agentes, mas agora vive em Luanda e não pensa regressar a Portugal tão cedo. David precisou de mentir à GNR e dizer que tentou suicidar-se para conseguir uma licença sem vencimento. E em breve estará a trabalhar na cozinha de um restaurante alemão.
Há cada vez mais polícias a abandonar o país, culpa da crise económica e dos cortes nos vencimentos, nos subsídios e nas regalias sociais. Muitos queixam-se do “mau ambiente” e da “falta de condições” nas forças de segurança.
Segundo os dados oficiais da PSP, o número de agentes que pedem para sair da polícia não tem parado de aumentar nos últimos três anos. Em 2010 houve dez que pediram a desvinculação. No ano passado o número aumentou para 27 e já este ano, até ao final de Setembro, 32 polícias deram entrada com o pedido.
Na GNR o cenário não é diferente. Só este ano, até ao dia 24 de Setembro, houve 24 militares que pediram licenças ilimitadas – que, na Guarda, são concedidas por um período máximo de três anos seguidos ou seis alternados –, enquanto no ano passado só 17 tinham optado pelo afastamento temporário da instituição. Em 2010 registaram-se apenas sete pedidos.
A DESILUSÃO DE LUCAS Dois meses depois de ter pedido a licença de longa duração à PSP, Lucas já estava instalado em Angola e com a esperança de nunca mais voltar a trabalhar em Portugal. Num espaço de apenas dois anos, conseguiu juntar dinheiro suficiente para pagar a pronto a casa que deixou na terra.
Quando emigrou tinha seis anos de polícia, uma filha com pouco mais de um ano e a mulher desempregada. No início da carreira ouvia os agentes mais velhos dizer-lhe que não se preocupasse tanto com o combate ao crime. Mas só anos mais tarde viria a compreender do que falavam. Lucas chegava a trabalhar 16 horas por dia para conseguir pôr dinheiro em casa. Além do trabalho na esquadra, acumulava todos os serviços gratificados que podia e aos fins-de-semana e vésperas de feriado ainda fazia segurança ilegal em bares e discotecas de Lisboa. “Era uma maneira de arranjar dinheiro fácil e na hora: ao fim de cada noite conseguia 50 euros limpos”, recorda. Agora, em Angola, ganha 11 vezes mais (um salário líquido de quase 9 mil euros) e só precisa de trabalhar oito horas por dia. Entretanto, levou a mulher e a filha para Luanda. Em Portugal, o antigo agente da PSP, que já está a tratar das papeladas para abandonar definitivamente a polícia, recorda que o maior problema nem era a remuneração baixa, mas a quantidade de horas de serviço. “Às vezes tinha o trabalho normal na esquadra e dois gratificados no mesmo dia… quando chegava ao segundo já não estava capaz”, confessa. Como se não bastasse, as horas extraordinárias eram pagas com “meses e meses de atraso”, especialmente os gratificados do futebol. “Além disso, metade do dinheiro que recebia pelos extras ia para o Estado”, conta. A recordação que Lucas, hoje com 37 anos, tem da PSP resume-se a uma frase: “Trabalhar uma média de 12 horas por dia e perder metade do salário em descontos.”
Além disso, a distribuição dos gratificados na esquadra nem sempre era justa, porque “os comandantes escolhiam os melhores serviços para os amigos”, recorda. Por causa disso, chegou a ver- -se em maus lençóis: “Não me calava quando percebia essas injustiças, mas na polícia quem reclama é quase sempre prejudicado”, garante.
Para trás ficou uma carreira brilhante. Lucas fez parte da brigada que mais detenções fez a nível nacional durante dois anos seguidos, participou numa das maiores apreensões de dinheiro vivo da história da polícia e perdeu a conta aos gangues que conseguiu desmantelar. Com o passar dos anos desencantou-se. Muitos dos criminosos que detinha acabavam em liberdade por ordem do tribunal e chegaram a incendiar-lhe o carro, por vingança, à porta de casa. “Os mais velhos diziam-me que não trabalhasse tanto porque, por muito que me esforçasse, nunca conseguiria acabar com o crime e os criminosos acabavam sempre em liberdade e depois tramavam-nos. Quem faz muitas detenções anda sempre metido em problemas”, diz. No último ano na PSP, Lucas admite que já só prendia “em último caso”. E as condições na esquadra deixavam muito a desejar. “ Cheguei a andar a empurrar o carro da polícia na rua e a usar a minha viatura pessoal para fazer serviços”, recorda. Por tudo isto, diz que não volta à PSP. “Nem que me oferecessem 10 mil euros por mês, que é mais do que ganho aqui”, garante.
AS SAUDADES DE FILIPE Nem todas as histórias de emigração têm finais felizes. Filipe, 37 anos, é camionista dos correios e está há menos de um ano numa capital europeia. Desde que emigrou emagreceu dez quilos. À semelhança da maioria dos polícias que saem do país, o ex- -militar não quis abandonar definitivamente a GNR e pediu uma licença sem vencimento. Para trás ficaram a mulher e as duas filhas. Filipe, que chegou a escoltar o Presidente da República e começou a trabalhar no estrangeiro como padeiro, foi-se embora no dia em que a filha mais velha fazia anos. Levava apenas duas malas e quando o avião da British Airways descolou do aeroporto de Lisboa desfez-se em lágrimas. “E já chorei mais desde que estou aqui do que em toda a minha vida”, confessa.
O rendimento na GNR já não dava para as despesas. Em 2007 comprou uma casa e endividou-se com a hipoteca de 200 mil euros. Todos os meses, entre o crédito, os carros, a escola das filhas e a alimentação, gastava 1600 euros. Mas só ganhava 1200 líquidos na polícia e já com todos os subsídios incluídos. Muitas vezes trabalhava 15 horas seguidas e a correr o país de lés a lés. Em 2008, com a extinção da Brigada de Trânsito (BT), Filipe transitou para a Unidade Nacional de Trânsito (UNT). “Que foi criada, à partida, para ser terminada”, pensa o militar. Com a mudança mudaram também os pagamentos dos gratificados, que antes eram os serviços mais bem pagos da BT. “Trabalhava-se muito, mas recebia-se bem”, recorda. Com a UNT, as horas de trabalho extra começaram a deixar de fazer sentido. “Fazia uma ginástica incrível para receber mais 20 ou 30 euros ao fim do mês, não era vida para ninguém. Trabalha-se de mais na GNR, por isso é que por vezes há acidentes. As cargas horárias são absurdas”, garante. Em apenas dois anos, a vida da família de Filipe mudou radicalmente. “De um momento para o outro deixei de ter subsídios, abono de família, passei a pagar mais IRS, a creche aumentou, começaram a cortar-nos na ADMG [assistência na doença] e as minhas filhas têm problemas de saúde”, recorda o antigo militar.
Mas o mais difícil ainda estava para chegar e no estrangeiro. Uma semana depois de aterrar na capital europeia onde vive, Filipe percebeu que estava metido em sarilhos. Os amigos falharam e afinal o emprego combinado não era certo. Nos primeiros meses arrendou um quarto pequeno, onde mal cabiam as duas malas, na casa do tio de um amigo – que também tinha sido militar da BT em Portugal. “Percebi que eles levavam a verdadeira vida de emigrante, que não corresponde àquilo que ostentam nas férias em Portugal: aqui trabalha-se de sol a sol e em condições desumanas. Percebi que aquilo que me tinha sido contado não correspondia à verdade”, confessa.
Quando se mudou para o estrangeiro, Lucas esperava conseguir emprego como camionista, mas as empresas não lhe reconheciam a carta de pesados portuguesa. Depois de tratar da burocracia e terminar uma formação de três meses, continuou a ser recusado em todos os trabalhos porque lhe exigiam pelo menos dois anos de experiência nas estradas do país. Quando finalmente começou a trabalhar, a distribuir leite e pão, fazia o caminho para casa a pé, porque os transportes eram demasiado caros e precisava de juntar dinheiro para a família. “Chegava a correr a cidade de uma ponta a outra e a fazer dezenas de quilómetros a pé.” Recentemente encontrou outro emprego, como condutor dos correios. Ganha 600 euros por semana e consegue mandar 800 para Portugal todos os meses. “Estou a ver se arranjo melhor. Embora me pergunte quase todos os dias se vale a pena continuar aqui”, confessa. Todos os dias fala com a mulher e as filhas pelo Skype.
A FUGA DE DAVID Também ainda não sabe se vai valer a pena. David, 32 anos, militar da GNR, vai emigrar em Janeiro para a Alemanha e está a tratar dos papéis da licença. Para poder sair da Guarda teve de alegar problemas psiquiátricos e invocou mesmo uma tentativa de suicídio. “Estou muito desiludido com a instituição”, começa por explicar. O excesso de horas de trabalho é o principal motivo de desgaste. O mês tem 30 dias e David trabalha 27 e, apesar do esforço, ganha menos de mil euros. Depois há os cortes. “Comparando o ano passado com este ano, já perdi 2 mil euros”, diz.
Além disso, o ambiente na GNR não é dos melhores. “Somos pressionados para apresentar serviço. Se tudo correr bem, os louros não ficam para nós e se correr mal ninguém nos apoia.”
David garante que sabe do que fala: já se viu envolvido dois processos-crime. Um por ter partido acidentalmente um braço a um criminoso durante uma detenção difícil. Para evitar ser julgado entrou em acordo e pagou 1800 euros de indemnização do próprio bolso. Não recebeu um cêntimo de ajuda da GNR. Ainda pediu um advogado à Guarda, mas teve de lhe pagar os honorários. No segundo processo, quando um outro criminoso o acusou de tentativa de homicídio, também não teve apoio da instituição. Nos primeiros dias de Janeiro, David já estará na Alemanha, onde o espera a cozinha de um restaurante italiano. Vai ganhar 1200 euros limpos. “Não é muito, mas para início no estrangeiro já é razoável e o nível de vida lá é muito semelhante”, diz. David tem um filho de seis anos, está a tratar de arranjar casa na Alemanha e, se tudo correr bem, espera não voltar a Portugal.
ELSA E O PAÍS DAS OPORTUNIDADES Ainda se lembra dos tempos em que entrar para a polícia era sinónimo de um emprego para a vida. Elsa está há um ano em Angola e até nem estava mal na PSP: era oficial superior e a razão da mudança foi o marido, também oficial da PSP, que arranjou emprego em Luanda. “Ele é formado em Direito e em Portugal não podia exercer, porque o trabalho na polícia é incompatível com qualquer outra profissão”, conta. O marido emigrou em 2008, depois de ter estado em Angola várias vezes em missão. Gostou do país – “o país das oportunidades”, segundo Elsa – e arranjou emprego como assessor do reitor de uma nova universidade.
Há um ano, Elsa, 48 anos, juntou-se a ele e hoje é vice-reitora de uma outra instituição. Em Portugal, ele ganhava 1300 euros e ela 2200 – que ficaram reduzidos a pouco mais de 1700 por causa dos cortes salariais. “Foi uma diferença grande no orçamento e eu estava colocada a 200 quilómetros de casa”, conta. Com a introdução de portagens na auto-estrada que costumava usar para ir trabalhar, Elsa acumulou mais uma despesa.
Agora, em Angola, cada um ganha perto de 8 mil euros por mês. Nos anos em que deu aulas na Escola Prática de Polícia, passaram pela sua sala de aula milhares de novos agentes. Hoje ainda há muitos que a contactam porque querem saber como podem emigrar para Angola. De qualquer forma, Elsa quer voltar a Portugal dentro de cinco, seis anos. “Não me passa pela cabeça, por exemplo, passar cá o Natal”, garante. As saudades de Portugal e da polícia aumentam. “Adoro a farda e a instituição”, diz a oficial. Mesmo assim, o regresso não deverá acontecer em breve. “Voltaríamos se o país estivesse melhor. Eu saí porque as coisas estavam a ficar piores e aflige-me o futuro dos meus filhos”, confessa. E na polícia as coisas não estão melhores. “Antes era um emprego para a vida. Mas neste momento há toda uma conjuntura que gera desmotivação nos polícias. Não há promoções, os cortes são imensos. O cidadão comum não faz ideia.”
Elsa, que durante anos ajudou a formar milhares de agentes da PSP, lamenta que se estejam a perder bons profissionais. “Os que têm mais valor são os que mais facilmente saem. Não se está a aproveitar o dinheiro que o Estado gastou na formação deles, nem as suas capacidades”, diz.
POLÍCIAS PEDEM AJUDA A ASSOCIAÇÕES ANTES DE EMIGRAR Nos últimos meses têm chegado às associações socioprofissionais da GNR e da PSP dezenas de contactos de polícias que querem emigrar. A maioria quer saber como tratar do processo antes de sair de Portugal. “Nunca aconselhamos a ruptura definitiva com a instituição, porque pode correr mal no estrangeiro”, diz Armando Ferreira, presidente do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL). Também há quem pergunte por empregos na área da segurança no estrangeiro: “Querem saber como podem entrar em contacto com empresas de segurança privada e perguntam se conhecemos alguém que os possa orientar no país para onde estão a pensar emigrar”, conta o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) da PSP.
Paulo Rodrigues garante que há cada vez mais polícias a sair do país e atribui a culpa à crise económica. “Nos últimos anos, o impacto tem-se sentido no vencimento, mas sobretudo na perda de benefícios na área da saúde ou no aumento da idade da pré-aposentação”, exemplifica. “Há um sentimento de instabilidade dentro da polícia e um enorme cepticismo em relação ao futuro e à progressão na carreira”, acrescenta o sindicalista. Além disso, e perante os cortes salariais, a carreira nas forças de segurança tem, à partida, uma desvantagem. “Há um regime de incompatibilidade total, não é possível ter outro trabalho para equilibrar o orçamento familiar”, sublinha Paulo Rodrigues. Armando Ferreira acrescenta que “já não há nada de apelativo na carreira de polícia”.
José Alho, da Associação Socioprofissional Independente (ASPIG) da GNR, atribui o afastamento de muitos militares a este regime de exclusividade, bem como ao “excesso de horas de trabalho” e aos baixos salários praticados na Guarda. Os pedidos de ajuda de militares aos serviços sociais da GNR não têm parado de aumentar. “A GNR tem feito um bom trabalho nessa área e tem orientado financeiramente e psicologicamente muitos militares em dificuldades”, garante José Alho.
César Nogueira, da Associação dos Profissionais da Guarda (APG), alerta para o facto de muitos guardas estarem a pedir a desvinculação definitiva da instituição, “porque as licenças sem vencimento estão a começar a ser dificultadas”, justifica.
Virgílio Ministro, da Associação Nacional de Guardas (ANG), está convencido que para o ano será mais difícil conseguir licenças sem vencimento: “Com as condições que se estão a criar, duvido que em 2013 algum polícia consiga uma licença. Só em situações excepcionais”, diz. “A GNR já teve 31 mil homens e neste momento tem cerca de 22 mil. Há postos com cinco militares e com tantos profissionais a sair do país e as restrições nas admissões quem paga é o cidadão”, avisa.
Na PSP, Peixoto Rodrigues, do Sindicato Unificado da Polícia (SUP), acrescenta que a emigração aliada à falta de efectivos que já existia na PSP pode pôr em causa “a operacionalidade da polícia e, consequentemente, a segurança da população”.
Todos os nomes usados são fictícios

quarta-feira, outubro 24, 2012

MILITARES DA GNR ENTOAM A «PORTUGUESA» À CHEGADA AO PARLAMENTO



Cerca de 250 militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) entoaram o Hino nacional ao chegarem em frente ao Parlamento num protesto convocado pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR). Apesar da chuva, os militares concentraram-se frente à escadaria da Assembleia da República.

GNR grita “polícia motivada, segurança reforçada”

Público.pt
Às 17h30, os autocarros chegaram ao ponto de encontro marcado na Praça dos Restauradores:
 vinham de várias cidades. César Nogueira, presidente da Associação Profissional da Guarda, 
entidade organizadora do protesto, afirma que nos autocarros ...

GNR pede aos deputados para reprovarem orçamento

Expresso 
A manifestação reuniu, segundo o presidente da APG/GNR, César Nogueira, 
perto de dois mil militares, considerada a maior manifestação da estrutura. 
Num percurso de mais de uma hora, os militares, que cantaram o Hino Nacional por duas vezes, ...

Militares da GNR em protesto em Lisboa contra medidas do OE2013

RTP
Numa manifestação promovida pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR),
os militares começaram a manifestação na praça dos Restauradores em direção à Assembleia da República. 
Empunhando bandeiras da APG, os elementos da GNR ...

Militares da GNR entoam a «Portuguesa» à chegada ao Parlamento

Diário Digital
Cerca de 250 militares da Guarda Nacional Republicana (GNR
entoaram o Hino nacional ao chegarem em frente ao Parlamento num protesto convocado 
pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR). Apesar da chuva, os militares ...

Militares da GNR manifestam-se hoje em Lisboa

Correio da Manhã
O presidente da APG afirmou que a possibilidade de os militares da GNR passarem à reserva aos 55 anos
ou aos 36 anos de serviço é um "regime de exceção" e "uma contrapartida", devido ao desgaste da profissão, 
e de trabalharem mais do que o dobro ...

Dois mil militares da GNR protestaram contra OE2013

Diário IOL
Cerca de dois mil militares da GNR protestaram, nesta quarta-feira, em Lisboa, para exigir o cumprimento da lei 
e manifestar o desacordo contra algumas medidas previstas no Orçamento do Estado para 2013. 
Numa manifestação promovida pela ...

Militares da GNR protestam em Lisboa contra medidas do OE2013

TSF Online
Os militares da GNR exigem a resolução de problemas que se arrastam há algum tempo e 
protestam contra medidas previstas na proposta de Orçamento do Estado (OE), 
como a suspensão da passagem à reserva. Segundo o Comando-Geral da GNR, são ...

Militares da GNR protestam hoje contra medidas do OE2013

A Bola
Este protesto foi convocado pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR
e vai realizar-se em Lisboa, tendo início às 17.30 horas nos Restauradores.
São esperados militares de todo o País. A manifestação termina junto à Assembleia da ...

GNR: militares em protesto contra promoções em atraso e falta de ...

PT Jornal
GNR vai estar esta tarde em protesto, em Lisboa. Os militares manifestam-se contra o congelamento 
das promoções, a falta de pagamento de retroativos desde 2010 e a não regulação do horário de trabalho. 
A proposta de suspensão da passagem à ...

Militares da GNR protestam esta quarta-feira contra o OE2013

Jornal Digital 
Lisboa - Os militares da GNR manifestam-se esta quarta-feira pelas 17h30 nos Restauradores, em Lisboa, 
para protestarem contra medidas previstas na proposta de Orçamento do Estado para 2013. A manifestação,
que começa às 17:30 nos ...

APG: Protesto nacional dos profissionais da GNR...

Voz Da Planicie
A APG-Associação dos Profissionais da Guarda agendou, para esta tarde,
a partir das 17.00 horas, uma acção nacional em Lisboa. Segundo a APG esta acção na rua 
surge devido à indignação dos militares da GNR que se sentem duplamente ...

APG promove protesto nacional

Rádio Pax
A APG/GNR- Associação dos Profissionais da Guarda, agendou para hoje, em Lisboa, 
um protesto nacional. Os profissionais da Guarda contestam, entre outras matérias, 
a inexistência de um horário de trabalho, o atraso nas promoções, a redução de ...