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quinta-feira, março 06, 2014

Sindicatos esperam resolução rápida dos problemas dos profissionais de segurança

Diario Digital

O secretário nacional da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança disse hoje esperar uma rápida atuação do poder político para resolver os problemas destes profissionais.

Sindicatos esperam resolução rápida dos problemas dos profissionais de segurança
Paulo Rodrigues falava no final de uma reunião com a presidente da Assembleia da República, depois de uma marcha desde a praça Marquês de Pombal até ao parlamento.
«Esperamos neste momento uma atuação de quem tem poder de decisão para mudar a realidade das forças de segurança», disse.
Em frente às escadarias, já houve vários momentos de tensão, com grades de segurança a serem derrubadas e tentativas de furar o forte cordão de segurança feito por numerosos elementos do corpo de intervenção rápida da PSP.
Paulo Rodrigues disse ainda esperar que o resultado da manifestação tenha impacto e que o Governo não a desvalorize.
A presidente da Assembleia da República não prestou declarações.
Milhares de elementos das forças e serviços de segurança voltaram hoje a manifestar-se em Lisboa contra os cortes salariais e congelamento das carreiras, protesto que os organizadores estimam ser o maior de sempre.
O cortejo de protesto, que se realizou entre o Marquês de Pombal e a Assembleia da República, foi promovida pela Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, estrutura que congrega os sindicatos mais representativos da GNR, PSP, ASAE, SEF, Guarda Prisional e Polícia Marítima.
No espaço de três meses esta é a segunda manifestação dos elementos das forças e serviços de segurança, tendo a primeira, a 21 de novembro de 2013, terminado com a invasão da escadaria da Assembleia da República e com a consequente demissão do diretor nacional da PSP.
Na altura, o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, classificou como «absolutamente inaceitáveis» os acontecimentos que motivaram a invasão da escadaria do parlamento, garantido que «foi uma exceção que não voltará a repetir-se».

Milhares de polícias começam a subir a Rua Braancamp rumo ao Parlamento

Diario Digital

Mais de uma dezena de milhar de elementos das forças de segurança iniciaram cerca das 19:10 a marcha rumo ao Parlamento a partir do Marquês de Pombal.

Milhares de polícias começam a subir a Rua Braancamp rumo ao ParlamentoO arranque estava previsto para as 18:00, mas a coluna de manifestantes apenas partiu mais de uma hora depois por estarem à espera da chegada de elementos oriundos do Norte do país.
À espera dos manifestantes está um enorme aparato de segurança junto à Assembleia da República, com o objectivo de impedir que se registe uma nova invasão da escadaria, como ocorreu na manifestação de Novembro.
Elementos da PSP, GNR, SEF, ASAE e Polícia Marítima protestam contra os cortes salariais.
A marcha começou ao som de gritos como «Invasão», «Demissão» e «Vergonha».

Sete autocarros e 46 carrinhas da polícia mobilizados para o Parlamento

Sete autocarros e 46 carrinhas da polícia mobilizados para o ParlamentoAo longo das próximas horas, o site do Expresso vai acompanhar a manifestação das forças de segurança, que termina junto à Assembleia da República. Veja o que está a acontecer no terreno e participe no debate. Polícias de todo o país protestam em Lisboa contra os cortes orçamentais decretados pelo Governo.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/sete-au
tocarros-e-46-carrinhas-da-policia-mobilizados-para-o-parlamento=f859520#ixzz2vDD3YS4u




"Eles podem estar no poder, mas nós somos o poder"

Quatro polícias explicam na primeira pessoa por que motivo vão à manifestação de hoje. Milhares de agentes das forças de segurança vão protestar contra os cortes orçamentais decretados pelo Governo.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/eles-podem-estar-no-poder-mas-nos-somos-o-poder=f859360#ixzz2vDDYvQIW

Sindicato da PSP diz que "há polícias em situação limite e com grande revolta"

Lisboa, 06 mar (Lusa) - O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues, disse hoje, momentos antes do início da manifestação das forças de seguirança, que há agentes em situação limite, com "uma grande revolta".
Ressalvando que tudo será feito para que "corra bem", para que não se repita a invasão inédita da escadaria da Assembleia da República, a 21 de novembro do ano passado, Paulo Rodrigues manifestou o desejo de que "não haja qualquer incidente, para poder exigir do Governo outra atitude".
"É evidente que não ignoramos que há colegas que estão numa situação limite, estão muito revoltados, numa situação em que não conseguem assumir compromissos ou mesmo disponibilizar uma situação com dignidade à sua família. Isto revolta qualquer profissional", afirmou.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/sindicato-da-psp-diz-que-ha-policias-em-situacao-limite-e-com-grande-revolta=f859564#ixzz2vDCOx6nK

Manifestação dos polícias coloca hoje Governo e PSP em alerta

Económico

MAI e PSP reforçam medidas de segurança para o protesto. Ninguém nega que há riscos.
O final da tarde de hoje vai ser vivido com muita tensão no Ministério da Administração Interna (MAI) e na sede de PSP. Milhares de elementos das forças de segurança vão manifestar-se a partir das 18h00 no Terreiro do Paço (onde está o MAI), seguindo depois para o Parlamento, onde, em Novembro último, os agentes de segurança invadiram as escadarias, num acto que o ministro avisou que não voltaria a repetir-se. Hoje, será o grande teste a este aviso.
Em protesto contra a redução salarial, os polícias, elementos da GNR, da ASAE, da Polícia Marítima e guardas prisionais voltam a sair à rua, tendo como destino, de novo, o Parlamento. O Corpo de Intervenção da PSP está a postos para travar incidentes. A possibilidade de haver conflitos ou confrontos está a preocupar MAI e direcção da PSP, com o ministro Miguel Macedo a pedir ontem aos manifestantes que actuem "no quadro da legalidade".
Paulo Rodrigues, secretário nacional da Comissão Coordenadora Permanente, disse à Lusa que é esperada uma "adesão superior" à manifestação de 21 de Novembro, antevendo que vai correr "sem incidentes". O representante sindical lembra que a subida das escadarias foi "um acto simbólico" mas admite que existem riscos e que podem ocorrer "situações pontuais", uma vez que movimentos civis estão a mobilizar-se para se misturarem com as forças de segurança.
No MAI e na PSP o estado é de alerta máximo, tendo em conta o crescente descontentamento que as forças de segurança têm manifestado. A juntar à contestação aos cortes salariais, estão a decorrer processos disciplinares a agentes por causa dos incidentes de Novembro, em que os polícias que estavam de serviço deixaram os seus colegas-manifestantes subir as escadarias do Parlamento. O episódio terminou com a demissão do então director da PSP.
Temendo que se repita o episódio de Novembro, MAI e PSP, sabe o Diário Económico, reforçaram o número de elementos do Corpo de Intervenção que estarão na manifestação. A direcção da PSP já avisou que "vai promover todos os processos operacionalmente adequados para que a manifestação decorra na ordem". Ontem, o Governo aprovou a atribuição de um subsídio de fardamento de 25 euros por mês mas os agentes de segurança consideram "insuficiente".

PSP tem ordem para bater nos polícias

São esperados hoje 15 mil agentes das forças de segurança em Lisboa. Manifestação vai ser vigiada ao promenor pelos Serviços Secretos. Temem-se confrontos.
"Correio da Manhã" escreve hoje que "a PSP mobilizou para a manifestação de hoje das forças de segurança um efetivo policial semelhante ao dos jogos de futebol de alto risco". Segundo o jornal, "os polícias em serviço têm ordem para não deixar subir a escadaria da Assembleia da República (AR) e para deter e usar os bastões caso os manifestantes rompam o cordão de segurança. São esperados 15 mil representantes de várias forças policiais: PSP, GNR; PJ, SEF e guardas prisionais. A concentração tem início às 17.30, no Marquês do Pombal, com desfile pela rua Braamcamp, Largo do Rato, Rua de São Bento e Parlamento".
Segundo o jornal, "o forte dispositivo de segurança deverá ser composto por mil agentes da PSP, entre os quais o grupo de operações especiais e equipas cinotécnicas (com cães). Ao longo do percurso haverá também elementos dos serviços secretos e a PSP vai controlar o protesto com recurso a câmaras de vigilância". O jornal adianta ainda que "alguns manifestantes vão usar máscaras de carnaval e gorros para não serem identificados".

quarta-feira, novembro 27, 2013

Não temos autoridade para criticar os polícias

DN Opinião
PEDRO TADEUCabeças que se orgulham de exibir um carimbo de sensatez na testa têm anunciado o descalabro da autoridade, o fim da solidez democrática, talvez mesmo o esboroamento da Pátria, a propósito da manifestação de polícias da passada quinta-feira.
Recordo a evolução dos acontecimentos: as grades que separavam 10 mil agentes da PSP dos elementos da Unidade Especial de Polícia foram, a dada altura, levantadas. Um grupo de manifestantes subiu a escadaria do Parlamento. A polícia de choque deixou seguir. Os homens pararam antes das arcadas, gritaram palavras de ordem e, minutos depois, voltaram a descer. Tudo em grande excitação mas em relativa paz - nem um papel caído no mármore ficou a conspurcar o solo que pisam os deputados da Nação.
Imagino a evolução aparentemente esperada pelos que tanto se espantam: os manifestantes derrubavam as grades e desatavam aos tiros para tentar invadir a Assembleia da República. A polícia de choque avançava e desfazia a mole à bastonada e a gás lacrimogéneo. O sangue mancharia a pedra branca da casa da democracia. Contavam-se os feridos e, talvez, os mortos...
Não sei o que disse o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, ao diretor nacional da PSP por causa do que se passou, levando à demissão de Paulo Valente Gomes. Mas nem quero imaginar o que ele teria de dizer se ocorresse uma batalha campal. Nesse caso Paulo Valente Gomes não só era demitido como teria de responder em tribunal. Era isso que queriam?
Dizem as tais vozes reclamantes do bom senso terem os polícias fragilizado a sua imagem: "A próxima vez que tiverem de expulsar manifestantes a tentar subir as escadarias de São Bento, com que autoridade poderão fazê-lo?", perguntam.
Eu alvitro que a autoridade de exercer a repressão em nome do Estado não se perde assim. Não estou a ver um miúdo encoberto com um lenço palestiniano conseguir convencer o homem fardado de capacete e escudo, a brandir o cassetete: "O senhor não tem autoridade - ui! - para me impedir de subir estas escadas - ai! Pare lá com isso - bolas! - então, está a bater em mim e - porra! - não bateu nos seus colegas? Não há direito - chiça!... apre, que isso dói!"...
É mais séria aquela argumentação apresentada pelos ditos sensatos deste país ou aquela que o louco que aqui escreve vai agora expor? 787 euros era o salário mensal do soldado Bruno Chainho, assassinado sábado, no Pinhal Novo, por um sequestrador. 
Enquanto este País pagar desta forma miserável a quem, da PSP ou da GNR, aceita como missão dar a vida por qualquer um de nós, ninguém tem autoridade para criticar protestos tão cândidos como os de quinta-feira.

domingo, maio 26, 2013

Petição Polícia Única

PARA : ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Petição Polícia Única

Fusão das Várias Policias que daria origem à Policia Nacional 
--- Esta petição visa à extinção dos seguintes OPC´s: PSP; GNR; Policia Marítima e SEF.
--- Todos nos sabemos que Portugal vive uma situação económica bastante complicada, a extinção dos referidos OPC`s levaria a uma poupança enorme em termos financeiros bem como uma rentabilização dos meios, tanto material como Humanos.
--- A extinção dos referidos OPC´s seria faseada, extinguindo-se numa primeira fase a PSP e GNR, passando a chamar-se Policia Nacional , a razão pela qual estas duas forças seriam as primeiras a ser extintas tem a ver com as suas competências e funções que são maioritariamente iguais.
--- Numa fase posterior, e após a base da Policia Nacional se encontrar consolidada, seriam extintas a Policia Marítima e SEF.
--- Com a criação da Policia Nacional iriam deixar de existir serviços que para a maioria dos cidadãos não faz muito sentido tal como o GIPS, serviços meramente administrativos que podem ser executados por Funcionários Públicos que actualmente se encontram na Lista de mobilidade Especial da Função Publica, e outros serviços que actualmente são desempenhados por Elementos Policiais, tais como serviços de restauração, mecânica, carpintaria, electricidade e tantos outros serviços, ficando desta forma tudo o que fosse matéria relacionada com o serviço operacional de Policia a cargo de elementos Policiais.
--- A medida atrás referida, visa a que efectivamente, os Policias estejam presentes e possam servir o cidadão, em vez de estarem presos em serviços burocráticos, que de Policia pouco ou nada têm.
--- Um pequeno exemplo do atrás referidos são os cerca de 7000 GNR´s existentes na cidade de Lisboa, estando a maioria deles em serviços burocráticos, e em serviços de cafetaria e restauração, bem como os restante elementos Policiais dos diverso OPC´s acima referidos, que estão nos comandos em secretarias e afins.
--- A Policia Nacional iria funcionar com apenas um sistema operativo, facilitando assim o acesso á informação e uniformizando de procedimentos, teria as seguintes unidades especializadas:
• Trânsito
• Investigação Criminal
• Informações
• Serviço de Estrangeiros e Fronteiras
• Unidade Costeira
• Segurança Privada
• Armas e Explosivos
• Protecção do Ambiente / Guardas Florestais
• Segurança a Instalações
• Segurança em Transportes Públicos (dêem a opinião a ver se fica ou não)
• Honras de Estado (dêem a opinião a ver se fica ou não).
• Núcleo de Deontologia e Disciplina

Teria também a sua unidade Especial com as seguintes valências

• Grupo de Operações Especiais
• Corpo de Intervenção
• Cinotecnica
• Corpo de Segurança Pessoal
• Corpo de Inactivação de Explosivos.
Ficando a cargo de Funcionários Públicos serviços tais como.

• Recursos Humanos
• Vencimentos
• Logística
• Messes e Bares.
• Serviços de Secretariado


Abaixo pode-se visualizar a estrutura da PSP e GNR que demonstra bem a duplicação de funções e o despesismo que actualmente acontece nas Forças de Segurança..

PSP
Estrutura geral
• A PSP compreende:
• a) A Direcção Nacional;
• b) As unidades de polícia;
• c) Os estabelecimentos de ensino policial.
• Artigo 18.º
• Direcção Nacional
• 1 - A Direcção Nacional compreende:
• a) O director nacional;
• b) Os directores nacionais-adjuntos;
• c) O Conselho Superior de Polícia, o Conselho de Deontologia e Disciplina e a Junta Superior de Saúde;
• d) A Inspecção;
• e) As unidades orgânicas de operações e segurança, de recursos humanos e de logística e finanças.
• 2 - Funcionam, ainda, na dependência do director nacional, o Departamento de Apoio Geral e serviços para as áreas de estudos e planeamento, consultadoria jurídica, deontologia e disciplina, relações públicas e assistência religiosa.
• Artigo 19.º
• Unidades de polícia
• 1 - Na PSP existem as seguintes unidades de polícia:
• a) Unidade Especial de Polícia;
• b) Os comandos territoriais de polícia.
• 2 - São comandos territoriais de polícia:
• a) Os comandos regionais de polícia;
• b) Os Comandos Metropolitanos de Polícia de Lisboa e do Porto;
• c) Os comandos distritais de polícia.
• 3 - Podem ser constituídas unidades de polícia para cumprimento de missões fora do território nacional, nos termos da lei.
• Artigo 20.º
• Estabelecimentos de ensino policial
• São estabelecimentos de ensino policial:
• a) O Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna;
• b) A Escola Prática de Polícia.


GNR

• Estrutura geral
• A Guarda compreende:
• a) A estrutura de comando;
• b) As unidades;
• c) Os estabelecimentos de ensinos
• Estrutura de comando
• 1- A estrutura de comando compreende:
• O Comando da Guarda;
• Os órgãos superiores de comando e direcção.
• O Comando da Guarda compreende:
• O comandante-geral;
• O 2.º comandante-geral;
• O órgão de inspecção;
• Os órgãos de conselho;
• A Secretaria-Geral.
• São órgãos superiores de comando e direcção:
• O Comando Operacional (CO);
• O Comando da Administração dos Recursos Internos (CARI);
• O Comando da Doutrina e Formação (CDF).
• Unidades e estabelecimento de ensino
• Na Guarda existem as seguintes unidades:
• O Comando-Geral;
• 1- Territoriais, os comandos territoriais;
• Especializadas, a Unidade de Controlo Costeiro (UCC), a Unidade de Acção Fiscal (UAF) e a Unidade Nacional de Trânsito (UNT);
• De representação, a Unidade de Segurança e Honras de Estado (USHE);
• De intervenção e reserva, a Unidade de Intervenção (UI).
• Estabelecimento de ensino:
• Escola da Guarda:
• A EG é uma unidade especialmente vocacionada para a formação moral, cultural, física, militar e técnico-profissional dos militares da Guarda e ainda para a actualização, especialização e valorização dos seus conhecimentos.


--- Se pensarmos que em cada Distrito do Pais, existe um Comando da PSP e um Comando da GNR, havendo uma total duplicação de meios, instalações e homens, levando a um enorme despesismo.

--- O mesmo acontece ao nível de Esquadras e Postos por todo o Pais, um exemplo disso é a Esquadra da PSP e o Posto da GNR em Alcobaça que, ficam exactamente no mesmo edifício. Se pensarmos que cada esquadra e posto tem pelo menos um comandante um adjunto e um escriturário, logo aqui haveria uma poupança de pelo menos 3 elementos.

Abaixo um exemplo mais especifico que são as unidades especiais


PSP--------------------------------------------------------------------------------------------?GNR

Corpo de Intervenção ----------------------------------------------? Batalhão Operacional
Grupo de Operações Especiais -----------------------------------? COE
Cinotecnica ----------------------------? Cinotecnica (desconheço a designação na GNR )
CIEX –(Corpo de Inactivação de Explosivos)-----? CIEX ((desconheço a designação na GNR ).

--- Um exemplo flagrante também da Duplicação de meios, são os respectivos estabelecimentos de Ensino tanto da PSP como da GNR, acarretando um enorme esforço financeiro no lançamento e execução de concursos, para o preenchimentos das vagas, bem como novamente uma duplicação de funções no que trata, a instrutores coordenadores, formadores e toda a logística que acarreta a execução de tais cursos.

--- Com vista a tornar a Carreira Policial atractiva, a única forma de entrada na Policia Nacional, seria como agente, que poderia ter sempre hipótese de progredir até ao topo, podendo concorrer a Oficial somente ao fim de 2 anos como Agente em Funções Operacionais, sendo as provas de conhecimento meramente a nível Policial.

--- Uma outra questão que é exemplo da duplicação de meios, vai ser a aquisição por parte da PSP de 6 Blindados para a cimeira da Nato, onde se vão gastar 5 Milhões de euros, quando a GNR tem 13 Blindados disponíveis e não está a fazer uso dos mesmos.

--- Por toda a Europa, e por todo o mundo, cada vez mais se caminha para o sistema de uma só Policia, aqui ficam alguns exemplos de Países onde já existe uma só Policia : Suécia; Irlanda; Grécia; Finlândia; Dinamarca;
Ficam aqui também a descrição dos Países acima referidos:
http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10055&p=1
Suécia
Na Suécia existe uma única força policial, descentralizada a um nível local, regional e nacional.
- "Polisen" - polícia Sueca, que depende do Ministro da Justiça. De facto a polícia é administrada por um conselho nacional da polícia (que é supervisionado pelo Ministro da Justiça), que tem determinadas funções policiais mas que estão limitadas a casos de crimes que, pela sua gravidade, tenham alcance nacional ou internacional, supervisão de trânsito a nível nacional, patrulhas aéreas e marítimas, crimes contra a segurança nacional, segurança e protecção de visitas estrangeiras, investigação de tráfico de drogas, crimes económicos, crimes com conexões internacionais. Noutros domínios, este conselho pode apenas dar indicações quanto ao modo de actuar.
- Unidades Especiais - A polícia de intervenção "Omradespolis" é uma unidade que tem funções de resgatar reféns e controlo de motins.
- Serviços Secretos - "Sakerhetsavdelningen" que depende do Ministro da Justiça
Irlanda
Na Irlanda existe apenas uma força policial, sendo depois distribuída por 23 divisões territoriais.
- "Garda Siochana" - depende do Ministro da Justiça e tem âmbito nacional. Uma parte desta força policial é constituída por polícias armados apenas com bastões. Além das tradicionais funções policiais que desempenha existe a "Central Detective Unit" que trata de crimes de maior gravidade, prevenção de acções do IRA, nomeadamente através de protecção aos ministros, juizes, diplomatas, etc..
- Unidades Especiais - "Emergency Response Unit" que é uma força especializada em raides anti-terroristas, prisão de pessoas suspeitas de pertencerem ao IRA, raptos e sequestros.


Grécia
Na Grécia existe apenas uma força policial nacional.
- Existe uma força policial nacional, que resultou da fusão em 1985 da polícia municipal e da gendarmaria, e depende do Ministro da Ordem Pública. Os seus deveres são os de assegurar a segurança e ordem pública, protecção do estado e da democracia, prevenção e eliminação do crime e fazer cumprir as leis.
- A um nível regional existe, no entanto, uma força policial especializada que visa assegurar a ordem pública, o combate aos narcóticos e faz investigação criminal em casos mais graves.
Existe também uma polícia especializada no combate anti-terrorista (EKAM), uma polícia de portos dependente do Ministro da Marinha Mercante, uma polícia alfandegária e uma polícia das florestas e a Direcção Geral de Serviços Criminais que é o Serviço Nacional Central para a Interpol.
- Unidades Especiais - o Grupo Especial de Segurança, tem por funções a protecção de objectos e pessoas vulneráveis.
- Serviços Secretos - O EYP, através das suas 6 direcções gerais, desempenha as funções de serviços secretos

Finlândia
Neste estado existe uma única força policial actuando em diversos níveis.
- "Soumem Poliisi" - a polícia finlandesa está organizada em três níveis. A um nível nacional, a um nível provincial e a um nível local, sempre dependentes do Ministro do Interior, e existem três forças policiais que actuam em todo o território nacional, que são:
- KRP - "Keskusrikospoliisi" - que é a polícia criminal central, responsável pela investigação de casos de maior gravidade e pelos Serviços Nacionais Centrais da Interpol.
- LP - "Liikkuva poliisi" - tem funções de assistência ao trânsito, manutenção da ordem pública e combate a motins.
- SUPO - "Suojelupoliisi" é a polícia de segurança do estado, responsável por combater crimes que ameacem segurança interna ou externa.
- Guarda Fronteiriça - força paramilitar que é responsável pela manutenção da ordem e segurança nas fronteiras e zonas costeiras. Tem também funções de unidade auxiliar da polícia.
- Unidades Especiais - A "OsastoKarhu" tem funções anti-terroristas
- Serviços Secretos - A SUPO desempenha estas funções e não tem poderes de detenção ou prisão nem pode fazer buscas domiciliárias.

Dinamarca
Na Dinamarca, existe uma força policial única, dividida e distribuída por 54 distritos.
- "Rigspolitiet" - é um corpo nacional único, dependente do Ministro da Justiça. Não existe uma legislação especial sobre poderes das forças policiais, estando estes dispersos por diversa legislação, sendo essencialmente responsáveis pela manutenção da ordem e segurança, por fazer cumprir as leis, prevenção de crimes e investigação e acusação criminal, e também pela emissão de cartas de condução.
- Unidades especiais - a "Politiets Efterretningstjenestre" é a força anti-terrorista oficial. O exército tem também forças anti-terroristas, mas não são reconhecidas oficialmente. Existe ainda o "Udrykningstjenesten" que é responsável pela cooperação entre as diferentes regiões policiais; "Faerdselspolitiet" que tem funções de controlo nacional de trânsito e segurança rodoviária; "Rejseafdelinden", responsável pela investigação de casos mais complexos; "Narkotikainformmation", que desempenha funções de combate anti-droga; e "Afedeling for saerlig okonomist Kriminalitet", que é um grupo de combate aos crimes de natureza económica.
- Serviços Secretos - a "Politiets Efterretningstjeneste" (PET) além das funções de força anti-terrorista, desempenha as funções de serviço secreto e tem poderes executivos, nomeadamente de interrogatório, busca e detenção. Existe também a "Forsvarets Efterretningstjeneste" que é o serviço secreto militar.
--- Tirando a Grécia todos os restantes Países atrás referidos têm maior capacidade financeira que Portugal, sendo também mais desenvolvidos.
--- O que se pretende com esta Petição é que o cidadão, possa ter mais e melhor segurança, e ao mesmo tempo, o estado possa poupar, e utilizar melhor os meios já existentes tanto a nível Humano como Material.
--- Basta pensar na quantidades de imóveis da GNR na cidade de Lisboa, alguns até já degradados, com a Criação de uma Policia Nacional poderia fazer –se um levantamento de todo o Património que as forças actuais possuem e até mesmo fazer a alienação de algum desse património. Numa filosofia de menos Edifícios mas maiores e melhores e com as condições adequadas tanto para servir o cidadão bem como para os elementos policiais.
--- A Policia Nacional seria de Cariz Civil podendo ficar em vigor o sistema de patentes utilizado na PSP ou uma outra que se venha a revelar mais indicada.
--- De referir que nunca os Profissionais de qualquer uma das forças acima referidas poderia ser prejudicado a nível de vencimento, não podendo auferir menos do que actualmente recebe, pelo exposto a tabela de remunerações seria sempre nivelada por cima, ao seja seria sempre equivalente a força que mais aufere.
--- Nos seguintes Links poderá ver opiniões de figuras Publicas e com conhecimentos a nível da segurança Interna que vão de encontro ao que esta petição visa.
Director Nacional da PSP em entrevista ao Correio da Manhã
http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&contentid=6F884308-3538-4F79-9634-3B763A903B0D&h=8
Fernando Negrão deputado do PSD:
http://www.inverbis.net/opiniao/paulopereiraalmeida-policia-unica.html
SINDICATO PROFISSIONAIS DE POLICIA
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=473590]http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=473590

--- Muitos dos leitores desta petição devem estar a perguntar a si mesmos, onde se encaixa a PJ no meio de tudo isto, bem a PJ continuaria independente visto ser uma Policia de Elite no que toca á Investigação, e nos largos anos de experiencia e bons resultados alcançados.
--- Espero que esta iniciativa venha a ter repercussões, o nosso País e os nossos cidadãos merecem.

Os signatários

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N3683

Esta petição encontra-se alojada na internet no site Petição Publica que disponibiliza um serviço público gratuito para petições online.
Caso tenha alguma questão para o autor da Petição poderá enviar através desta página: Contactar Autor

Rui Teixeira proíbe acordo ortográfico

CM


Juiz da Casa Pia proíbe acordo ortográfico nos pareceres do Tribunal. Saiba tudo na edição de hoje do CM.

Pai de Passos Coelho diz que “ele está morto por se ver livre disto”

Jornal de Nogócios


António Passos Coelho, pai do primeiro-ministro, considera que a situação em que o País está “não tem conserto” e garante que a família fará uma festa quando o filho sair do Governo. E prevê um mau resultado do PSD nas autárquicas.
António Passos Coelho, prestes a completar 87 anos, reconhece, em declarações prestadas ao “i”, que a situação do País é má e que “não há volta a dar”: é mesmo preciso viver em austeridade. Mas também defende o filho das críticas de que é alvo por causa dos sacrifícios impostos aos portugueses. “Julgam que o meu filho não sabe? Coitado, sabe Deus o que ele passa. Está morto por se ver livre disto. A gente vai fazer uma festa, cá na família, quando ele se vir livre disto. Vamos fazer uma festa, nem queira saber”, garante.

Actor Ruy de Carvalho acusa fisco e Governo de "rapina"

Público

Numa mensagem no Facebook, queixa-se de ataque ao “músculo da cultura portuguesa” e denuncia que as Finanças não lhe reconhecem direitos consagrados na lei.

O actor Ruy de Carvalho está indignado com o Governo, em particular com o ministro das Finanças, que acusa de executar uma “rapina” ao “músculo da cultura portuguesa”.
Numa longa mensagem colocada no Facebook na sexta-feira dirigida o Governo, o actor indigna-se por o estarem a obrigar a refazer o IRS de três anos e de não lhe garantirem os direitos enquanto actor.
Ruy de Carvalho lembra o seu passado, enquanto artista e cidadão, e, aos 86 anos, diz ter honrado o país sem pedir nada em troca. “Hoje, para o Fisco, deixei de ser Actor…e comigo, todos os meus colegas Actores e restantes Artistas destes país - colegas que muito prezo e gostava de poder defender. Tudo isto ao fim de setenta anos de carreira! É fascinante”, afirma.
E pergunta: “Francamente, não sei para que servem as comendas, as medalhas e as Ordens, que de vez em quando me penduram ao peito?”

sábado, maio 25, 2013

INQUÉRITO “OS POLICIAS – REPRESENTAÇÃO POR ESTES DOS RESTANTES ACTORES DO SISTEMA FORMAL DE CONTROLO”


OS ACTORES DO SISTEMA FORMAL DE CONTROLO

Este questionário enquadra-se no âmbito da unidade curricular de Criminologia, da Licenciatura de Direito, que esta a ser realizado na Universidade do Minho e tem como principal objectivo fazer uma caracterização dos vários actores do sistema formal de controlo por parte de um dos actores – “A Policia”. Neste sentido deve ser respondido apenas por órgãos de polícia criminal.
A resposta a este questionário é fundamental para concluir o trabalho, pelo que se pede a vossa colaboração através da resposta a este questionário, que não demorará mais de 5 minutos.
Se não se sentir a vontade para responder a alguma pergunta, não o responda e passe à seguinte.
O Autor garante total confidencialidade no tratamento dos resultados.
Muito obrigada pela vossa colaboração!

sábado, abril 06, 2013

Diário República...é agora !!


Alteração da Constituição de Portugal para 2013, já em marcha!
Nas ultimas semanas tem circulado este mail. 
Interessante!
 
Assunto: Alteração da Constituição de Portugal para 2013

       Peço a cada destinatário deste e-mail que o envie a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de contactos, e por sua vez, peça a cada um deles que faça o mesmo.

Em três dias, a maioria dos portugueses lerá esta mensagem. Esta é uma ideia que realmente deve ser considerada e revista por todos os cidadãos.
 
         Alteração da Constituição de Portugal para 2013 para poder atender o seguinte, que é da mais elementar justiça:

     1. O deputado será pago apenas durante o seu mandato e não terá reforma proveniente exclusivamente do seu mandato.

     2. O deputado vai contribuir para a Segurança Social de maneira igual aos restantes cidadãos.

Todos os deputados ( Passado, Presente e Futuro) passarão para o actual sistema de Segurança Social imediatamente. O deputado irá participar nos benefícios do regime da S. Social exactamente como todos os outros cidadãos. O fundo de pensões não pode ser usado para qualquer outra finalidade. Não haverá privilégios exclusivos.

    3. O deputado deve pagar seu plano de reforma, como todos os portugueses e da mesma maneira.

    4. O deputado deixará de votar o seu próprio aumento salarial.

    5. O deputado vai deixar o seu seguro de saúde actual e vai participar no mesmo sistema de saúde como todos os outros cidadãos portugueses.

    6. O deputado também deve estar sujeito às mesmas leis que o resto dos portugueses

    7. Servir no Parlamento é uma honra, não uma carreira. Os deputados devem cumprir os seus mandatos (não mais de 2 mandatos), e então irem para casa e procurar outro emprego.

       O tempo para esta alteração à Constituição é AGORA. Forcemos os nossos políticos a fazerem uma revisão constitucional.
       Assim é como se pode  CORRIGIR ESTE ABUSO INSUPORTÁVEL DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.

      Se você concorda com o acima exposto, ENTÃO VÁ PARA A FRENTE.
Se não, PODE DESCARTÁ-LO.
      Você é um dos meus 20 contactos.
      Por favor, mantenha ISTO A CIRCULAR.