Apesar das festividades um pouco por todo o país, José Fanha acredita que o povo português desconhece a história da implantação da República. E «Era Uma Vez a República» pretende aclarar um pouco esse desconhecimento, pelo menos dar luzes sobre a data, que trouxeram valores «que só viriam em parte a ser garantidos pelo 25 de Abril.»
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quinta-feira, outubro 14, 2010
A República segundo José Fanha
Diário Digital
O centenário da República ficou marcado pela diversidade de obras publicadas no mercado nacional. Um dos mais elogiados foi «Era Uma Vez a República», texto de José Fanha e ilustrações de Alex Gozblau (Gailivro), um autêntico dicionário do período em foco. Como confessa o autor, «procurei esclarecer coisas básicas que muitos historiadores se esquecem de explicar: o que é o mapa cor-de-rosa, o ultimatum, a carbonária, a maçonaria, o anarquismo, os sindicatos, etc, etc.»
Apesar das festividades um pouco por todo o país, José Fanha acredita que o povo português desconhece a história da implantação da República. E «Era Uma Vez a República» pretende aclarar um pouco esse desconhecimento, pelo menos dar luzes sobre a data, que trouxeram valores «que só viriam em parte a ser garantidos pelo 25 de Abril.»
Apesar das festividades um pouco por todo o país, José Fanha acredita que o povo português desconhece a história da implantação da República. E «Era Uma Vez a República» pretende aclarar um pouco esse desconhecimento, pelo menos dar luzes sobre a data, que trouxeram valores «que só viriam em parte a ser garantidos pelo 25 de Abril.»
terça-feira, outubro 05, 2010
1. Uma morte estúpida
Numa das primeiras manhãs de Outono de 2010, o SOL levantou-se cedo e saiu para a rua com o ensejo de revisitar, pelos mesmos ângulos, as histórias e os lugares decisivos de há cem anos. Mochila cheia de livros às costas, máquina fotográfica a tiracolo, bloco de notas e caneta na mão - e ténis confortáveis nos pés, que a jornada ia ser longa -, metemo-nos a caminho do primeiro destino no nosso roteiro: o Hospital Psiquiátrico Miguel Bombarda, nas imediações do antigo Campo Santana.
...Pelo enorme prestígio de que gozava, Bombarda era imprescindível às hostes republicanas: não só servia de elo de ligação entre a Maçonaria ea Carbonária ...
sábado, outubro 02, 2010
Televisões celebram 100 anos da República
Correio da Manhã
A paixão proibida toma lugar, precisamente num momento em que a Maçonaria planeia um golpe militar para instaurar a República e afastar o rei D. Manuel II ...
A paixão proibida toma lugar, precisamente num momento em que a Maçonaria planeia um golpe militar para instaurar a República e afastar o rei D. Manuel II ... Autocarro revisita a República
Jornal de Notícias
Ao longo de uma hora, passageiros conhecem os locais emblemáticos da revolução.
Um autocarro da Carris percorreu, ontem, pela primeira vez, o roteiro republicano de Lisboa, revelando os locais emblemáticos da revolução de há 100 anos, desta vez com o grão mestre da maçonaria como cicerone. As viagens decorrem até final do mês....
quinta-feira, setembro 30, 2010
Nacional Geographic Channel comemora centenário da República
Maçonaria prejudica mais do que beneficia carreiras políticas e profissionais - grão-mestre do Grande Oriente Lusitano
LUSA
Lisboa, 24 set (Lusa) -- O grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL) afirmou que os maçons correm mais risco de serem prejudicados nas suas carreiras políticas, profissionais e académicas por pertencerem a esta organização do que serem beneficiados por isso.
"Há muito mais perigo das pessoas serem prejudicadas pelo facto de pertencerem à maçonaria do que serem beneficiadas", disse António Reis à Agência Lusa, numa entrevista a propósito do centenário da República.
António Reis garante que, "infelizmente", existem vários exemplos que apontam para maçons prejudicados por pertencerem ao GOL.
Lisboa, 24 set (Lusa) -- O grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL) afirmou que os maçons correm mais risco de serem prejudicados nas suas carreiras políticas, profissionais e académicas por pertencerem a esta organização do que serem beneficiados por isso.
"Há muito mais perigo das pessoas serem prejudicadas pelo facto de pertencerem à maçonaria do que serem beneficiadas", disse António Reis à Agência Lusa, numa entrevista a propósito do centenário da República.
António Reis garante que, "infelizmente", existem vários exemplos que apontam para maçons prejudicados por pertencerem ao GOL.
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