Mostrando postagens com marcador Insólito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Insólito. Mostrar todas as postagens

domingo, fevereiro 05, 2012

Padre será suspenso até explicar extorsão de prostitutas (COM VÍDEO)

CM

Caso do pároco alvo de chantagem sexual



http://videos.sapo.pt/o87YHQJwaO1s4qTUkCz3

“Missão Cavaco Silva” é o novo jogo para ajudar a pagar despesas


Após várias petições e intervenções sobre asdeclarações do Presidente Cavaco Silva, surge o jogo para apanhar dinheiro para ajudar apagar as despesas.
O jogo está a ser um tremendo sucesso e tem sido divulgado pela principal imprensa portuguesa. O jogo intitulado “Missão Cavaco Silva” tem como objectivo ajudar o presidente a pagar as suas despesas.
O jogo tem vários cenários portugueses, Santuário de Fátima, Lisboa, Porto ou Braga, e o objectivo do jogo é apanhar as notas para conseguir o dinheiro suficiente para que o Presidente Cavaco Silva possa pagar as suas despesas, se apanhar as moedas atrasa o seu objectivo.
Se quiser ser um dos “ajudantes”, siga o link para “Missão Cavaco Silva“.

domingo, janeiro 29, 2012

Coimbra vai ter a primeira turbo-rotunda de Portugal

Expresso

Rotunda escolhida é a da EN111, no Bolão junto à Estação Velha de Coimbra. Intervenção resulta de uma parceria entre a Faculdade de Ciências e Tecnologia e a Câmara Municipal.

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/coimbra-vai-ter-a-primeira-turbo-rotunda-de-portugal=f700604#ixzz1ktSMQAJa




Informático acusado de gerir site porno condenado à morte no Irão

Informático acusado de gerir site porno condenado à morte no Irão JN

O Supremo Tribunal iraniano confirmou a condenação à morte do informático Said Malekpour, acusado de ter gerido um site pornográfico na Internet.

domingo, janeiro 22, 2012

Detetives investigam empresas e empresários

SIC

Os detetives privados parecem estar em vias de extinção. São cada vez menos em Portugal e os que ainda exercem a actividade dizem que o tipo de trabalho está a mudar. Agora, em vez das alegadas infidelidades conjugais, os detectives portugueses andam a investigar empresas e empresários. Uma autêntica espionagem industrial, a preços exorbitantes e há quem os pague apesar da crise.

Tecnologias para conhecer a vida animal

SIC

O avanço e a criatividade fizeram das câmaras de filmagem máquinas capazes de se aproximarem de um urso polar ou da boca de um leão. Os equipamentos evoluíram de tal forma que nos permitem conhecer a vida animal, como nunca tinha sido possível.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Comandante do posto da GNR considerado desertor continua sem aparecer‎


Público



O comandante do posto da GNR de Alter do Chão, considerado desertor, continua sem comparecer ao serviço há mais de 15 dias, mantendo-se em parte incerta, disse hoje à Agência Lusa fonte da força de segurança.
De acordo com a mesma fonte, o militar, com a patente de 2.º sargento, “ainda não apareceu até hoje, desconhecendo-se a sua localização”.

Desde que o militar foi considerado desertor, o posto da GNR de Alter do Chão, no distrito de Portalegre, está a ser comandado interinamente pelo seu adjunto, também com a patente de 2.º sargento, funcionando com “normalidade”.

O comandante do posto de Alter do Chão da GNR é considerado desertor, por não comparecer ao serviço há mais de 15 dias, sem que tenha apresentado qualquer justificação.

Por esse motivo, o militar está, alegadamente, a incorrer num “crime militar”, previsto no Código de Justiça Militar (CJM).

Consultado pela Lusa, o CJM indica, no artigo 72.º do capítulo quinto, várias situações em que se considera que o militar comete o crime de deserção.

Uma delas, pode ler-se, é quando o militar “se ausentar, sem licença ou autorização, do seu posto ou local de serviço e se mantenha na situação de ausência ilegítima por 10 dias consecutivos”.

“A deserção mantém-se até à captura ou apresentação do agente, perda da nacionalidade portuguesa ou cessação das obrigações militares”, acrescenta.

Já o artigo 74.º do CJM estabelece as punições para a deserção, sendo referido que, quando se trata de sargentos e praças, são condenados, “em tempo de paz, com pena de prisão de um a quatro anos”.

Contudo, são previstas algumas atenuantes, nomeadamente “se a deserção não exceder o período de 20 dias, é aplicada a pena de prisão de um mês a três anos”.

“Se a deserção for cometida por negligência, é aplicada a pena de prisão de um mês a um ano”, acrescenta o documento.

domingo, janeiro 15, 2012

Mulher com duas vaginas diz que perdeu virgindade duas vezes

JN


Um britânica, de 27 anos, tem duas vaginas, uma ao lado da outra, e diz que perdeu a virgindade duas vezes. A revelação foi feita numa entrevista ao canal ITV1. Veja o vídeo.
Hezel Jones sofre de uma má formação e tem tudo a dobrar no seu sistema reprodutor. Além das duas vaginas tem dois úteros e dois colos do útero.

sábado, dezembro 03, 2011

Estripador de Lisboa: TVI investiga fuga de informação

CM

‘Casa dos Segredos’ 

Canal investiga se produção revelou a outro órgão de comunicação nome do ‘estripador de Lisboa’

quinta-feira, dezembro 01, 2011

O namoro com o poder nos bastidores de uma universidade

Capa do livro de Rui Verde e que vai ser posto à vendaPúblico

Almoços de negócios em escritórios de empresas onde quase sempre há um “mordomo fardado de branco” e se come “invariavelmente peixe”, seja com “ministros, presidentes de bancos ou empresários”. Cumplicidades. Trocas de favores. Rui Verde, ex-dirigente da extinta Universidade Independente, um homem que desde sempre teve “uma certa inclinação pelo PSD”, escreve sobre as relações desta instituição de ensino privada com os políticos. E sobre a sua própria tentativa de aproximação à política – começou por tentar singrar contratando três agências de comunicação.

Ex-dirigente da Independente revela dossier original da licenciatura de Sócrates

Pauta original de Inglês Técnico, sem assinatura do "responsável pela classificação", e de Projecto, assinada pelo professor António José Morais – <a href="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/363564?tp=UH&db=IMAGENS&">clique para aumentar</a>Público


Pauta original de Inglês Técnico, sem assinatura do "responsável pela classificação", e de Projecto, assinada pelo professor António José Morais – <a href="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/363564?tp=UH&db=IMAGENS&">clique para aumentar</a> A totalidade dos originais do processo individual relativo à licenciatura de José Sócrates na Universidade Independente (UnI), que o PÚBLICO viu e fotografou na segunda-feira, encontra-se na posse de Rui Verde, um antigo vice-reitor daquele estabelecimento. Rui Verde, que está a ser julgado, juntamente com 23 outros arguidos, pela alegada prática de numerosos crimes na gestão da UnI, diz que tem o dossier de Sócrates desde “muito antes” da abertura do inquérito judicial que, em Agosto de 2007, concluiu não ter havido “qualquer crime de falsificação de documento autêntico” na obtenção da licenciatura do então primeiro-ministro.
Pauta original de Inglês Técnico, sem assinatura do "responsável pela classificação", e de Projecto, assinada pelo professor António José Morais – <a href="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/363564?tp=UH&db=IMAGENS&">clique para aumentar</a>A ser verdade que este conjunto de 17 documentos já estava com o antigo vice-reitor quando o Procurador-Geral da República determinou, em Abril de 2007, a realização de um inquérito para averiguar se aquele crime tinha ou não sido praticado, a conclusão a que chegaram a procuradora-geral adjunta Cândida Almeida e a procuradora-adjunta Carla Dias, responsáveis pela investigação, terá tido como fundamento, entre outros, a análise de fotocópias e não de documentos originais.

A afirmação de que as peças originais do dossier do aluno não são aquelas que em Março de 2007 foram divulgados pela imprensa surge pela primeira vez num livro escrito por Rui Verde que hoje começa a chegar às livrarias. Intitulada O Processo 95385 - Como Sócrates e o poder político destruíram uma universidade, a obra é editada pelas editoras D. Quixote e Exclusivo Edições e reproduz todos os documentos do dossier, identificando-os como originais, mas sem nada dizer sobre o local onde se encontram, nem sobre o facto de serem, ou não, os mesmos que o DCIAP investigou.

O PÚBLICO tentou saber, na terça-feira de manhã, junto da directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), a procuradora Cândida Almeida, se os documentos analisados no decurso do inquérito foram os originais ou as cópias. Em resposta, o DCIAP informou, ao fim da tarde, que “os documentos que serviram de base à investigação e ao despacho de arquivamento” se encontram junto ao processo no Tribunal de Instrução Criminal, que o PÚBLICO tentará consultar nesta quarta-feira.

A natureza dos documentos que o DCIAP apreciou surge aqui como fulcral, na medida em que, de acordo com o despacho que determinou a abertura do inquérito, o que se pretendia era investigar uma denúncia de falsificação de documentos.

O ex-primeiro-ministro José Sócrates foi contactado pelo PÚBLICO mas afirmou desde logo que não iria falar sobre o livro.Pauta original de Inglês Técnico, sem assinatura do "responsável pela classificação", e de Projecto, assinada pelo professor António José Morais – <a href="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/363564?tp=UH&db=IMAGENS&">clique para aumentar</a>

“Fiel depositário”

Em declarações ao PÚBLICO Rui Verde revelou que o dossier está na sua posse desde que, “muito antes” de Março de 2007, o levou para casa, tal como fez com outros documentos que julgou importantes e guardou, “como fiel depositário”, uma vez que era presidente da direcção da SIDES, sociedade proprietária da UnI. Rui Verde salienta que nunca ninguém lhos pediu, nem perguntou por eles, e que os entregará a qualquer autoridade que tenha legitimidade para os pedir.

O autor de Processo 95385 (o número é aquele que José Sócrates tinha como aluno da UnI) explica o facto de não dizer no livro que tem o dossier com ele – nem equacionar a questão de o inquérito do DCIAP poder ter sido feito a partir de fotocópias – com o lugar secundário que atribuiu ao caso. Mesmo assim, escreve que é “muito estranho” a documentação divulgada não ser a original e afirma que isso “comprova uma tentativa posterior de sustentação do processo”.

No interior de uma capa de cartolina da UnI com o nome de José Sócrates e o número 95385 Rui Verde tem os originais dos diferentes documentos que constituem o dossier do aluno – incluindo o certificado de habilitações emitido em seu nome pelo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL) em Julho de 1996 e que servira de base, um ano antes, à atribuição das equivalências às disciplinas da UnI.

Este é um dos elementos do dossier em que mais sobressaem as características de um original. Os sulcos vincados pelo selo branco do ISEL vêem-se claramente e o selo fiscal verde, com a cruz de cristo vermelha por cima, está lá colado com a assinatura atravessada do funcionário responsável pela emissão do certificado. O mesmo sucede com um cartão-de-visita do então ainda secretário de Estado José Sócrates (que acompanhava um texto que serviu de prova de avaliação para a cadeira de Inglês Técnico e que foi entregue em mão própria ao reitor Luís Arouca) em que o relevo da esfera armilar é sensível ao tacto e visível a olho nu.

Nas restantes peças do dossier, a cor das canetas e esferográficas com que os impressos são preenchidos, bem como os logotipos coloridos da UnI, sublinham a diferença com as fotocópias que os jornalistas do PÚBLICO e do Expresso referiram terem-lhes sido mostradas em 2007. Ao jornalista do PÚBLICO, o então reitor Luís Arouca, que é também um dos arguidos do processo que está a ser julgado em Lisboa, explicou mesmo, nessa altura, que ele só podia aceder às cópias, visto que, “por questões logísticas”, os originais não estavam disponíveis.

Pauta não assinada

A análise detalhada dos originais detidos por Rui Verde não mostra, todavia, grandes diferenças de conteúdo entre estes e as cópias tornadas públicos há quatro anos. Mas as que mostra são óbvias.

Uma delas prende-se com a pauta relativa à prova de Inglês Técnico de José Sócrates. Nem cópia nem original são datadas, mas a cópia exibida aos jornalistas apresenta uma assinatura ilegível do “responsável pela classificação”. Já no exemplar de Rui Verde, a mesma pauta, idêntica em tudo o resto, mas preenchida a azul e em impressos originais, não tem qualquer assinatura.

O outro documento que não coincide com as cópias mostradas aos jornalistas é a própria prova feita por Sócrates na mesma disciplina. De acordo com o que escreveram na altura as jornalistas do Expresso que viram as cópias, as correcções efectuadas por Luís Arouca nas três páginas do texto entregue por aquele aluno estão assinaladas a vermelho. Ora no exemplar que está na posse do antigo vice-reitor elas estão inscritas a lápis.

Apesar de não se alongar no livro em relação às diferenças que encontrou entre os originais e as cópias divulgadas, o autor sustenta que a sua prisão em 21 de Março de 2007, véspera da divulgação das falhas existentes no dossier de Sócrates nas páginas do PÚBLICO, está ligada à licenciatura do antigo primeiro-ministro – embora tenha ocorrido no quadro de uma investigação relativa à gestão da universidade.

Rui Verde lembrou ontem que nessa altura o seu telefone estava sob escuta, no âmbito daquela investigação, e que na tarde do dia 21 tinha um encontro marcado com uma jornalista do Expresso a quem iria falar da existência de irregularidades no processo de Sócrates.

O ex-presidente da direcção da SIDES conta que durante as buscas à casa em que vivia foi apreendida, no dia em que foi preso, uma cópia do dossier de Sócrates e que, meses depois, foi levado ao DCIAP, sob prisão, para ser ouvido no inquérito ali em curso sobre a alegada falsificação, não tendo prestado declarações. Ao PÚBLICO disse ontem que não foi confrontado com qualquer documento, pelo que não sabe se o que o DCIAP tinha eram cópias ou originais. “Mas originais não eram seguramente porque os originais, verifiquei depois, tinha-os eu.” Rui Verde explica o seu silêncio até agora com a circunstância de não estar preocupado com esse assunto na altura e só depois da sua libertação, em Janeiro de 2008, se ter apercebido de que a polícia não tinha levado o dossier. “Eles levaram as cópias e foram essas cópias que o juiz de instrução referiu no despacho em que ordenou a minha prisão preventiva.”

O julgamento em curso

Coincidindo com a polémica da licenciatura do ex-primeiro ministro verificou-se uma intensificação da luta pelo poder que se arrastava na UnI. Meses depois, em Outubro de 2007, o ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, ordenava o seu encerramento compulsivo por “manifesta degradação pedagógica”.

As acusações cruzadas de práticas ilegais por parte das diferentes facções da universidade dariam entretanto origem ao chamado processo da Universidade Independente. O inquérito judicial referente a estes factos foi concluído em Maio de 2010 com a decisão do juiz de instrução criminal Carlos Alexandre de levar a julgamento 24 arguidos, entre os quais Luís Arouca e Rui Verde. A acusação imputa-lhes a prática de dezenas de crimes, desde associação criminosa, a burla, falsificação de documentos e fraude fiscal.O julgamento teve início em Maio deste ano, no Tribunal de Monsanto, e vai agora a meio. O colectivo de juízes é presidido por Ana Peres, a magistrada que dirigiu o julgamento do processo Casa Pia.

domingo, setembro 25, 2011

GNR baleado por homem que juiz acabara de libertar

‎ PT Jornal

Agente da GNR atingido a tiro, em Bragança, por um homem que tinha sido presente a juiz, por conduzir uma viatura roubada. Acabou por ser libertado, apesar dos antecedentes criminais, e logo a seguir voltou a cometer diversos crimes: feriu um agente da polícia, disparou contra uma patrulha e escapou às autoridades.
O incidente deu-se às 03h00 desta sexta-feira, quando o homem disparou por diversas vezes contra uma patrulha da Guarda Nacional Republicana, em Carrazeda de Ansiães. Além de ter acertado no carro da GNR, feriu um militar.

O elemento da guarda foi transportado ao hospital, tendo recebido tratamento, com um prognóstico favorável: livre de perigo, apenas com os ferimentos. Encontra-se estável e em recuperação.

Não se conhecia o autor dos disparos, apesar de as autoridades terem identificado a arma (uma caçadeira), através das balas que recolheram no local. Mais tarde, a agência Lusa avançou com a informação de que o homem fora presente a juiz, nesse dia.

Com antecedentes criminais, foi detido no dia anterior, durante uma operação de fiscalização de trânsito. Conduzia uma viatura furtada e recebeu ordem de detenção. Segundo fonte policial, acabou por ser libertado, mais tarde, pelo Tribunal.

Essa detenção, além do carro roubado, foi seguida de diversos insultos aos agentes e de ameaças de morte, feitas aos militares e ao comandante do destacamento.

A GNR estava precisamente a levar a cabo uma operação de dimensão internacional, que pretendia travar o furto de carros em diversos países europeus. O detido tinha furtado a viatura em Espanha.
Homem que baleou GNR tinha sido solto horas antesDiário IOL
Tiro de caçadeira contra patrulha da GNR fere um militarJornal de Notícias
Crime: Militar da GNR é baleado durante patrulhaCorreio do Minho
JN Mobile - A Bola

terça-feira, setembro 06, 2011

Ainda o cancelamento da Festa Gay pela ASAE

Jornal Hardmusica


Conforme o Hardmusica oportunamente informou, a ASAE cancelou uma festa temática que decorria no Palácio Ribeiro da Cunha ao Principe Real sem justificação ...

sábado, setembro 03, 2011

PSP quis cobrar 3,34 euros de Via Verde a agente

DN


O agente principal Mário Almeida foi intimado a pagar 3,34 euros de portagem Via Verde, por onde tinha passado em Novembro de 2010 quando acompanhava uma comitiva estrangeira participante na Cimeira da NATO, que se realizou em Lisboa nessa altura.
O automóvel que conduzia, uma viatura caracterizada com os símbolos da PSP, pertencia a equipa de segurança pessoal da comitiva da Eslovénia.
Relativamente a este caso, só os ofícios - a que o DN teve acesso - são vários: da Direcção Nacional para o Comando Metropolitano do Porto, deste para a Divisão de Gaia, daqui para a esquadra de Oliveira do Douro, onde se encontra actualmente o agente, e respectivas respostas. A justificação do agente foi feita dia 23 deste mês mas ainda não tem resposta da hierarquia....

sexta-feira, setembro 02, 2011

Menina faz queixa na polícia porque lhe roubaram a boneca

TVI24


Preocupada com «Rafaela», Rita já não conseguia dormir e foi à PSP pedir ajuda

Rita,de sete anos,deslocou-se à da PSP de São Pedro da Afurada, em Vila Nova de Gaia, na terça-feira à noite, de mão dada com o amigo Pedro, de 10. A menina entrou na esquadra para fazer queixa do suposto roubo de «Rafaela», a sua boneca preferida que tinha desaparecido quando fazia mudanças para uma casa nova. A história é contada, esta sexta-feira, pelo «Diário de Notícias» (DN).

Em 27 anos de carreira, o agente Américo Cartucho «julgava ter visto de tudo», até que Rita entrou na esquadra. «Quero fazer uma queixa. É que me roubaram a minha boneca. Estava numa caixa debaixo da minha varanda e desapareceu, estou preocupada e já nem durmo», disse Rita.

Américo Cartucho, sensibilizado com a história, fingiu anotar a queixa para acalmar Rita, e indicou que iria «mandar um carro-patrulha» à procura de «Rafaela».

O desaparecimento da boneca aconteceu há cerca de um mês, quando a família de Rita estava em mudanças.

A menina já tinha insistido com os familiares sobre o desaparecimento, e a tia, Graça Campota, disse que ia fazer queixa à polícia, em tom de brincadeira. Rita não se esqueceu e continuava a insistir, até que Graça sugeriu «vai tu com o Pedro». E ela foi.

Os familiares da menina de 7 anos não conseguem parar de rir com a sua história. Os avós, babados, dizem que a neta é uma menina «muito engraçada e despachada».

A PSP, impressionada com a perseverança e sensibilidade da menina, ofereceu uma boneca nova a Rita.

Agentes da PSP fazem 15 quilómetros para tirar fotocópias

DN

Os agentes da esquadra da PSP da Póvoa de Santa Iria (Vila Franca de Xira), inaugurada em maio, têm de fazer cerca de 15 quilómetros para tirar uma fotocópia, já que a sua fotocopiadora está avariada há várias semanas.
O 'scanner' também avariou há alguns dias e, sempre que precisam da cópia de algum documento, os polícias de serviço são obrigados a deslocar-se até à esquadra mais próxima, que fica em Alverca do Ribatejo.
"Na esquadra funcionam três serviços [investigação criminal, intervenção e fiscalização e um balcão de atendimento ao público 24 horas]", o que obriga os agentes a terem de ir "pelo menos cinco a seis vezes por dia tirar fotocópias a Alverca", afirma fonte policial.
Questionada pela agência Lusa, a direção nacional da PSP "confirma as avarias mencionadas" e adianta que "já contactou a empresa fornecedora do equipamento para que proceda à sua reparação ou substituição, uma vez que ainda se encontra dentro da garantia de fábrica".
Sobre a demora na reposição do equipamento, a PSP diz "que não é da sua responsabilidade", mas salienta que "está a encetar todos os esforços para que a situação se resolva o mais rapidamente possível e seja reposta a normalidade do serviço em causa".
Ainda nesta esquadra com apenas três meses e meio de funcionamento, o procedimento para contratar uma empresa de limpeza ainda não foi concluído. 
"Muitas vezes são os próprios agentes que se voluntariam e fazem esse trabalho, já que ninguém gosta de trabalhar num sítio sujo", revela fonte policial.
A direção nacional da PSP avança "que já foi lançado um concurso para a contratação de uma empresa de limpeza, cujo processo irá ser concluído a breve prazo".
A força de segurança acrescenta que "para colmatar as necessidades de manutenção e limpeza das instalações, duas a três vezes por semana, desloca-se uma funcionária de limpeza do COMETLIS [Comando Metropolitano de Lisboa] à Esquadra da Póvoa de Santa Iria".
As instalações da esquadra da PSP da Póvoa de Santa Iria foram inauguradas a 14 de maio pelo então ministro da Administração Interna, Rui Pereira. A obra custou cerca de um milhão de euros e o terreno foi cedido pela autarquia vila-franquense, que também investiu perto de cem mil euros nos arranjos exteriores.
O equipamento contempla as valências de investigação criminal e de intervenção e fiscalização (piquete) e funciona com um balcão de atendimento ao público 24 horas por dia para servir os 37 mil cidadãos das freguesias da Póvoa de Santa Iria e do Forte da Casa.
Polícias fazem 15 kms para tirar fotocópiasExpresso

terça-feira, agosto 23, 2011

Hacker apanha ladrão através do Facebook


domingo, julho 24, 2011

Suspeito admite matança mas não reconhece acto como crime

JN

O pai de Anders Breivik confessou a comoção de ver o filho como único suspeito do massacre de mais de 90 pessoas na Noruega. Autor confesso, não reconhece os actos como crime e é um exemplo do extremismo de direita que escapou ao radar, ...
Terra Brasil - G1.com.br - Diário de Notícias - Lisboa - A Bola