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sábado, fevereiro 05, 2011

Não queremos ficar a dever horas à Polícia - Jornal Nova Guarda

Jornal Nova Guarda

... Porque o grande problema é ficarmos a dever horas à Polícia, que depois têm que ser cumpridas em qualquer altura. Não queremos ficar a dever ...

Não queremos ficar a dever horas à Polícia. PDF | Versão para impressão |  - SPP PSP

domingo, outubro 24, 2010

Braga: Novos horários contestados na PSP

Correio do Minho

...Polícia de Segurança Pública (PSP). Os representantes de cinco estruturas sindicais da PSP reuniram-se, na passada sexta...de Profissionais de Polícia (SPP), Sindicato Independente dos...esclarecimentos ao director nacional da PSP e solicitar a manutenção dos horários...

quarta-feira, setembro 29, 2010

É preciso bom senso

CM
Após dois meses à espera de uma audiência com o MAI, a APG/GNR foi finalmente recebida pelo Secretário de Estado. Os assuntos em discussão na reunião não são novos, todos os conhecemos – foram promessas do governo mas até ao momento não cumpridas.

A ausência do horário de referência na GNR, a transição para a nova tabela remuneratória, as promoções em atraso, a degradação na assistência na doença, os Serviços Sociais e as deplorantes condições de trabalho foram as matérias que mereceram do responsável político o mais profundo desprezo. Enquanto isso, o governo confrontado com o firme protesto dos profissionais da polícia acabou por autorizar a concretização das promoções em atraso na PSP e iniciar o processo de transição para a nova tabela remuneratória. Foi uma vitória importante e a prova inequívoca de que o único caminho é o da luta.
Também a resignação nunca foi a postura da APG e muito menos será no actual momento. Se uma eventual discriminação no tratamento para com os profissionais da GNR estiver subjacente às intenções do MAI, não conte o Sr. Ministro com a complacência da APG, porque encontrará nos profissionais da Guarda a expressão da mais pura da revolta na GNR.

GNR sem horário

CM
Após 62 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e 36 de democracia, que garantiram a universalidade do direito ao horário de trabalho, a GNR é a triste excepção.
Heranças militaristas do Estado Novo, que entendia o pessoal da GNR como números, e de um Regulamento Interno, que resiste ao tempo que passa, têm-se traduzido na imposição de horários desumanos, que afectam o bem-estar físico e psíquico dos profissionais, destruindo as relações da sua vida familiar e comprometendo o serviço prestado aos cidadãos.
Esta é uma verdade incómoda para quem, sistematicamente, tem compactuado com este sistema despótico, que desconsidera os elementos da Guarda Nacional Republicana, a sua condição humana e a própria Constituição.
As funções civilistas de segurança pública não são compatíveis com esta forma de iludir, dissimulando no Estatuto por uma alusão a um horário de referência, cujos moldes e aplicação se desconhecem. Choca a falta de vontade política sobre a sua regulamentação e a negação da promessa feita aos profissionais.
Esta é uma questão civilizacional, de democracia, de respeito pela dignidade humana que algumas conveniências obscuras têm vedado àqueles que são o garante da ordem e das liberdades Democráticas.

sábado, agosto 21, 2010

Novos horários causam mal-estar na Polícia

Diário de Coimbra
Reunião na 2.a Esquadra da PSP de Coimbra serviu para discutir horários de serviço
A prevista entrada em vigor de novos horários de trabalho está a causar algum mal-estar entre os agentes da PSP, tanto de Coimbra como de outras localidades do país.
Para dar a conhecer os novos horários decorreu ontem de manhã uma reunião entre um oficial da PSP, mandatado pela Direcção Nacional, e cerca de meia centena de agentes.
O encontro realizou-se ao longo de duas horas, entre as 8h30 e as 10h30, na área de atendimento ao público da 2.a Esquadra da PSP, na Rua Olímpio Nicolau Fernandes.
Perante a situação, aquela área da Esquadra ficou cheia o que terá inviabilizado o atendimento das pessoas que ali se dirigiram naquele período. Segundo nos foi possível apurar, de acordo com o novo despacho que poderá entrar em vigor para a semana, os agentes terão de fazer um total de 936 horas em seis meses. Acontece que até agora os agentes tinham dois dias de folga mas com os novos horários terão que trabalhar num desses dias para compensar as tais 936 horas em seis meses.
Por outro lado, os agentes consideram-se equiparados à Função Pública de acordo com a Lei. Se assim fosse, teriam um horário de trabalho de 35 horas semanais que corresponderia a 910 horas em seis meses. Trabalhariam assim menos horas.
A situação, ao que foi possível apurar, não afecta contudo os polícias que trabalham em “horário de expediente”. Fonte oficial da PSP de Coimbra confirmou a realização da reunião em que «foram discutidos horários de serviço» mas desmentiu que qualquer pessoa não tivesse sido atendida devido ao referido encontro.
De acordo com a mesma fonte, que classificou o assunto de «questão interna da Direcção Nacional», não está prevista para a próxima semana a entrada em vigor de novos horários.

"FENPOL" INTERPÕE PROVIDÊNCIA CAUTELAR PARA CONTESTAR ALTERAÇÃO DE HORÁR...

quarta-feira, agosto 18, 2010

HORÁRIOS

Num momento em que se vivem momentos algo conturbados no seio da Polícia de Segurança Pública.
Em que a implementação de novos horários origina providências cautelares.
Em que o Director Nacional irredutível avança com essas alterações.
Recebo este e-mail, o qual não poderia deixar de partilhar convosco:

Estudo comparativo do número de horas, efectivamente, trabalhadas pelos funcionários públicos sem funções policiais e os Servidores da Polícia de Segurança Pública com funções operacionais por turnos.

Considerações**:

1. Foram tomados em consideração dois anos civis consecutivos (um encontra-se registado na pág. 1 a folha de cálculo o outro, 2011, na pág. 2);
2. Foi considerado (a vermelho) o horário normal de trabalho semana de 35 horas com direito a gozo dos fins-de-semana, noites, e feriados;
3. Não foram considerados os feriados municipais;
4. Não foram consideradas as pontes;
5. Foi considerado um horário (o horário implementado até 31 de Julho de 2010 desde há já longos anos) de oito dias seguidos de trabalho, cada um de seis horas, após os quais existiam duas folgas e tudo se repetia novamente (8+2+8+2…) esta situação encontra-se registada a preto;

Conclusões:
No ano 2010 os polícias trabalharão 1758 horas
No mesmo ano os outros trabalhadores 1764 horas
Aqui os polícias trabalharão menos 6 horas.
Se considerássemos que todos os funcionários têm direito ao feriado municipal o polícia teria trabalhado o mesmo número de horas


No ano 2011 os polícias trabalharão 1746 horas
No mesmo ano os outros trabalhadores 1743 horas
Aqui os polícias trabalharão mais 3 horas.
Se considerássemos que todos os funcionários têm direito ao feriado municipal o polícia teria trabalhado mais 9 de horas.

O polícia trabalhou em 2010: 432 horas desde as 01H00 às 07H00
No mesmo ano os outros trabalhadores 0 horas.
Não contabilizamos o período 19H00/01H00 (em ambos poderia estar com a família)

O polícia trabalhou em 2011: 432 horas desde as 01H00 às 07H00
No mesmo ano os outros trabalhadores 0 horas.
Não contabilizamos o período 19H00/01H00 (em ambos poderia estar com a família)

O polícia trabalhou em 2010: 80 Fins-de-semana em 104 possíveis.
No mesmo ano os outros trabalhadores 0.

O polícia não gozou, durante os dois anos, nenhum feriado, a não ser que se encontrasse de folga.
Nos dois anos os outros trabalhadores gozaram 30 feriados (todos), fossem à semana ou em qualquer outro dia.

Parece-me claramente elucidativo.

domingo, agosto 08, 2010

"Há sempre um homem para mostrar a farda. E uma mão-cheia de nada"

Ionline
Associações da GNR referem que no Algarve, este ano, se "trabalha nos limites", com os militares a fazerem horários de 60 horas

quinta-feira, julho 29, 2010

SEF Regulamento interno de horário de trabalho

Despacho n.º 10932/2010

Ministério da Administração Interna - Serviço de Estrangeiros e Fronteiras

Regulamento interno de horário de trabalho do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras

Novos horários e atraso nas promoções criam conflito "grave" na PSP

As novas escalas de horários, que vão entrar em vigor no próximo dia 1 de Agosto na PSP, estão a provocar uma cisão entre oficiais de comando e os milhares ...