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domingo, dezembro 26, 2010

PJ: Investigadores criminais reiteram "êxito" da greve e admitem "endurecer a luta"

LUSA


Lisboa, 25 dez (Lusa) -- O balanço da greve dos funcionários de investigação criminal da Polícia Judiciária (PJ), iniciada a 15 de dezembro, continua a ser "um êxito", disse hoje fonte sindical, admitindo a necessidade de "endurecer a luta e as medidas".
O presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária (ASFIC/PJ), Carlos Garcia, disse à agência Lusa que "desde o início da greve que a adesão tem sido elevadíssima", com uma "média superior a 95 por cento e, em alguns departamentos, é de cem por cento".

quarta-feira, dezembro 22, 2010

Investigadores da PJ ameaçam com greve total

A Bola

Os investigadores da Polícia Judiciária (PJ) estão de greve às horas extraordinárias, uma paralisação que segundo o presidente da Associação Sindical dos ...
PJ: Investigadores criminais fazem balanço positivo da greve Diário Digital
Sol

terça-feira, dezembro 21, 2010

Tensão na cadeia da Carregueira

DN


Tensão na cadeia da Carregueira
"Houve momentos de grande tensão entre os guardar prisionais que estão em greve e a direcção da cadeia mas o problema acabou por se resolver", disse há pouco ao DN, Júlio Rebelo, presidente do Sindicato...

quinta-feira, dezembro 16, 2010

segunda-feira, dezembro 13, 2010

Criminalidade violenta vai ser menos vigiada

CM

Paragem de investigadores criminais da Polícia Judiciária aumenta o risco de delitos violentos...
....
Carlos Garcia lembra que a ASFIC deu um prazo de duas legislaturas – de oito anos – para que as exigências salariais fossem todas acatadas. Mais urgentes, esclarece, são "as condições laborais".
"ISTO AINDA NÃO EXPLODIU DEVIDO AOS SINDICATOS"
"O descontentamento é generalizado nos agentes da PSP, assim como a desmotivação perante todos os cortes e a falta de cumprimento do novo estatuto." É o que dizem os representantes das forças de segurança tuteladas pelo Ministério da Administração Interna.
António Ramos, do Sindicato dos Profissionais de Polícia, vai mais longe: "Isto só ainda não explodiu devido à ponderação dos sindicatos". Segundo António Ramos, "a situação tem piorado desde 2006. Para umas coisas somos funcionários públicos, mas para outras somo agentes da autoridade. Nós já só pedimos que o novo estatuto seja aplicado".
Paulo Rodrigues, da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia, adiantou ao CM que hoje vai "entrar com uma Acção Comum, no Tribunal Administrativo de Lisboa, pelo não cumprimento do estatuto no que obriga à colocação do pessoal nas novas posições remuneratórias". Quanto ao subsídio para fardamento, "só foram pagos 50 euros e não foi a todos. Estando estabelecido para este ano 150 euros". Por isso, Paulo Rodrigues pergunta: "Quem anda a utilizar esse dinheiro e com que autorização?"
Os representantes manifestam "grande preocupação quanto ao futuro". "Temos um défice de 86 milhões de euros, só para salários. O Governo terá de arranjar um complemento para as despesas correntes, ordenados e equipamento", diz Paulo Rodrigues.
AS REIVINDICAÇÕES
Há um ponto comum a todas as forças de segurança quando se fala em reivindicações: o cumprimento do novo Estatuto da Carreira
GNR: ATRASO NAS PROMOÇÕES DE MILITARES DA GUARDA
A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda reclama um horário de referência, regulamentação da reforma, a questão das promoções, que estão paradas desde 2008, e do sistema remuneratório. Reivindicações que são comuns à Associação Profissional da Guarda, que fala também no congelamento dos concursos para novas admissões, o que "levará a uma difícil renovação do quadro".
PSP: LUTA PARA CUMPRIR NOVO ESTATUTO
Tanto a Associação Sindical dos Profissionais de Polícia como o Sindicato dos Profissionais de Polícia reclamam o cumprimento do estatuto, que entrou em vigor a 1 de Janeiro deste ano. Actualização do subsídio de fardamento, gestão do suplemento das forças de segurança, que contempla os ordenados mais baixos, transição dos escalões remuneratórios e promoções são outras reivindicações.
INVESTIGADORES CRIMINAIS: QUESTÕES LABORAIS DOMINAM GREVE
Questões laborais, estatuto pessoal e de carreira estão em cima da mesa das exigências da ASFIC, a associação sindical que reúne os investigadores criminais da Polícia Judiciária. Os dirigentes sindicais reconhecem o momento de crise e, por isso mesmo, todas as reivindicações com impacto orçamental foram calendarizadas num período de oito anos.
GUARDAS PRISIONAIS: EXIGEM O PAGAMENTO DAS HORAS EXTRA
O Sindicato dos Guardas Prisionais exige o início da discussão do Estatuto Profissional e pagamento do subsídio nocturno, regulamentação da pré-reforma, pagamento das horas extras e a abertura de, pelo menos, um concurso para novas admissões. O Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional reclama também a progressão na carreira e promoções.

sábado, dezembro 11, 2010

Os funcionários de investigação criminal da Judiciária vão fazer greve

RTP

É uma paralisação por tempo indeterminado que começa na próxima quarta-feira. A associação que representa os investigadores queixa-se de apatia e falta de vontade do ministério da Justiça.

segunda-feira, novembro 29, 2010

Greve no SEF adiada para 27 de Dezembro

Diário de Notícias

A paralisação que a Secção Regional da Madeira do Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização (SCIF/SEF) tinha prevista para hoje foi alterada para ...

quarta-feira, novembro 24, 2010

Sondagem

É A FAVOR DE GREVE NA PSP
Não
  
 
10 (27%)
 
Greve 19 a 21 (SINAPOL)
  1 (2%)
 
Greve 24 (Geral)
  5 (13%)
 
Greve de zelo
  6 (16%)
 
Sim
  14 (38%)
 

Greve foi um "sucesso" para os sindicatos das forças de segurança

Rádio Renascença



ASAE, SEF, Guarda Prisional paralisaram, enquanto que GNR, PSP e Polícia Marítima fizeram greve de zelo.

A comissão coordenadora que reúne sindicatos e associações de seis forças e serviços da área da segurança diz que a greve geral de hoje foi um sucesso.
Pelas contas sindicais, na Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) a adesão geral foi de 70% e nalguns casos, como Coimbra, atingiu mesmo os 100%.
No Corpo da Guarda Prisional a adesão foi de 93%, com 15 estabelecimentos prisionais a chegarem aos 100% de adesão e a viverem apenas dos serviços mínimos.
No Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) a adesão foi de apenas 10%.
Nas restantes forças que não têm direito à greve, mas que hoje estiveram solidárias fechando os olhos às infracções, a Associação da GNR diz que houve uma grande adesão dos militares que fiscalizam o trânsito.
O mesmo diz o sindicato da PSP, que estima mesmo em 50% a redução no número de contra-ordenações aplicadas. Também a Associação da Polícia Marítima revela terem ficado por aplicar 90%  das contra-ordenações detectadas hoje.

Greve Geral

Económico

Adesão da Administração Central foi de 28,35% Com a greve de zelo do Governo instalada desde a tomada de posse, as centrais sindicais convocam uma Greve Geral nacional para combater a greve do Governo. ...

500 polícias fintam greve com baixas

CM

Recorde-se que, perante as restrições de acesso à greve, desde o dia 19 que está a decorrer uma greve de zelo - evitam passar multas - entre as forças de ...

Forças e serviços de de segurança também vão fazer greve

Rádio Renascença

Na PSP, na GNR e na Polícia Marítima, sindicatos apelam à greve de zelo. A greve geral desta quarta-feira deverá ter efeitos significativos na área da ...

gnr
DianaFM (Blogue)

Sindicatos da polícia alargam apelo para greve de zelo

A Bola
... aos polícias para que, entre os dias 19, quando começa a cimeira da NATO em Lisboa, e 24 deste mês (greve geral), se faça uma espécie de greve de zelo. ...
Sindicatos de polícia apelam a greve de zelo TVI24 

70% dos inspectores da ASAE em greve

Sol

Cerca de 70 por cento dos inspectores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) aderiram à greve geral de hoje, segundo dados da associação ...

Sindicato da polícia fala em “grande adesão” à greve

Económico 

O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia Paulo Rodrigues garantiu ao Diário Económico que a greve de zelo que as polícias estão a realizar desde dia 19 e que se prolonga até à próxima quinta-feira, dia 25, “tem tido um grande nível de adesão”.
"A avaliação será feita apenas no final, mas pelo que nos chega, tem havido das parte das polícias uma grande solidariedade com o protesto", acrescentou.
A ASAE, o SEF e a Guarda Prisional são os únicos serviços policiais que participarão activamente na greve geral convocada pela CGTP e pela UGT - com a obrigatoriedade de cumprir serviços mínimos, sobretudo no caso dos guardas prisionais - limitando-se as restantes autoridades à referida greve de zelo.
Esta pressupõe que em vez de multas a automobilistas e outros, os polícias farão apenas "pedagogia" sobre as respectivas condutas, no período que termina no dia 25. "A greve de zelo das polícias - que envolve a PSP, Polícia Marítima e GNR - foi decidida pela Comissão Coordenadora Permanente que inclui os seis sindicatos de polícia mais importantes", disse ainda Paulo Rodrigues.

“Mais de três milhões” em greve, garantem CGTP e UGT

Público

Em conferência de imprensa conjunta entre a CGTP ea UGT, Manuel Carvalho da Silva e João Proença reafirmaram os princípios da greve e garantiram a participação de “mais de três milhões de trabalhadores” da função pública e do sector privado no protesto ...
RTP - Jornal de Notícias - AFP - Diário de Notícias - Lisboa

Tribunais em greve

Greve geral paralisa Algarve (em atualização)

Observatório do Algarve
A greve afetou ainda vários serviços das autarquias locais. ... avança que a adesão à greve geral foi de 100 por cento em tribunais como Olhão e Faro. ...

Greve Geral afectou serviços no distrito da Guarda

Jornal Nova Guarda
A Greve Geral encerrou escolas, câmaras e tribunais no distrito da Guarda, e muitos organismos públicos funcionaram a meio gás. ...
Vários serviços públicos a meio gás no distrito da Guarda- As Beiras Online

Tribunais encerrados e julgamentos adiados em todo o país

Público
Apesar dos juízes não terem feito greve, a adesão da grande maioria dos funcionários ... serviço naqueles tribunais e que conversavam animadamente em grupo. ...
Funcionários da Justiça com 53,5% de adesão à greve- Diário de Notícias - Funchal

Quase 90% dos magistrados do MP em greve

Diário IOL
A adesão à greve geral por parte dos magistrados do Ministério Público ... muitos dos tribunais, a nível nacional, estão fechados porque se conjugou a greve ...
Greve Geral: 87 por cento dos magistrados do Ministério Público ...- Diário de Notícias - Lisboa
   

terça-feira, novembro 23, 2010

Saiba quais os serviços que paralisam com a greve geral

CM


Paragens por todo o País
A greve geral de quarta-feira irá paralisar ou condicionar vários sectores, um pouco por todo o país. Saiba, com o CM, o que vai ou não parar:

TRANSPORTES
Lisboa
Fonte do Metropolitano de Lisboa garantiu ao CM que os comboios saem das estações terminais pela última vez às 23h20. As estações reabrem apenas às 6h30 de quinta-feira. O Metro de Lisboa não conta com serviços mínimos nem a empresa assegura transportes alternativos. 
Quanto aos comboios suburbanos, as perturbações à circulação irão começar a verificar-se a partir das 22h00. No entanto, durante o dia da greve, estão assegurados serviços mínimos.

Entre Barreiro e Setúbal (Linha do Sado), estão assegurados apenas dois comboios em cada sentido durante a manhã, entre as 5h00 e as 7h15, e quatro em cada sentido à tarde, entre as 17h00 e as 20h25.

Quanto à Linha de Cascais, a circulação decorre entre as 6h30 e as 10h00, e mais tarde, entre as 16h20 e as 21h30.

Nas Linhas de Sintra, Cintura e Azambuja os comboios circulam entre as 5h00 e as 10h00. À tarde voltam ao activo entre as 14h00 e as 21h00.

Entre Setúbal e Lisboa, a Fertagus tem expectativas de manter os seus serviços normais, não ser que a paragem na Refer o impeça.
Porto
A greve geral vai começar a fazer-se sentir já hoje na circulação ferroviária. Os grevistas do sector ferroviário com turnos que terminem ou comecem dentro do período de protesto já não entrarão ao serviço, pelo que os atrasos e suspensões nos comboios urbanos do grande Porto se farão sentir já a partir das 17h00 desta terça-feira e até ao final da manhã do dia 25.
Em relação à circulação de autocarros na zona do grande Porto, a greve terá especial impacto durante a madrugada do dia 24. O Sindicato Nacional de Motoristas avança com uma previsão de adesão à greve de 100 por cento dos trabalhadores com turnos entre as 00h00 e as 06h00. O impacto continuará a fazer-se sentir durante todo o dia, com previsões de adesão na ordem dos 80 por cento.
No que diz respeito aos serviços do Metro do Porto para o dia 24, fonte oficial avança que a circulação estará limitada à Linha Amarela (D) e tronco comum Senhora da Hora – Estádio do Dragão, entre as 7h00 e as 22h00, com um máximo de duas passagens por hora/sentido. As Linhas Azul (A), Vermelha (B), Verde (C) e Violeta (E) estarão sem serviço durante todo o dia.
SEGURANÇA
Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e os guardas prisionais aderem à greve. SEF e guardas prisionais garantem serviços mínimos. ASAE afirma que pela natureza e duração da greve, não será afectado o “regular funcionamento dos serviços”.
GNR, PSP e Polícia Marítima não podem fazer greve por “restrições legais”, mas vão adoptar uma “postura mais pedagógia e preventiva em todas as fiscalizações”, como forma de apoio.
A Comissão Coordenadora Permanente afirma que espera uma “participação elevada em todos os sectores”.
AEROPORTOS
Os efeitos da greve geral nos aeroportos nacionais começam-se a fazer sentir a partir das 22h00 desta terça-feira. A empresa Aeroportos de Portugal (ANA) aconselha passageiros com voos programados a confirmar as viagens junto das respectivas companhias aéreas. Apenas estão assegurados os serviços mínimos, isto é ligações aos Açores e à Madeira.

A comissão arbitral do Conselho Económico e Social definiu cinco voos como serviços mínimos: uma ligação de ida e outra de volta entre Lisboa e a Madeira, outra de ida e volta para os Açores e uma outra ligação entre as duas ilhas.  


ESTACIONAMENTO
 
A adesão à greve por parte dos funcionários da EMEL – Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa vai retirar os fiscais e bloqueadores das ruas da cidade. Segundo Ana Pires, trabalhadora da empresa e dirigente do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), as expectativas são as melhores.

Existem cerca de 300 trabalhadores na EMEL, dos quais 150 são fiscais de rua e bloqueio.

SEF, ASAE e guardas prisionais fazem greve

CM


Forças policiais apoiam greve
O SEF, a ASAE e os guardas prisionais vão aderir à greve geral desta quarta-feira. Por "restrições legais", as restantes forças policiais vão adoptar uma “postura mais preventiva do que repressiva”, não podendo paralisar.
O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, o Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e a Associação Sindical dos Funcionários da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica vão aderir à greve.

A GNR, a PSP e a Polícia Marítima vão manifestar o seu apoio através de uma "postura mais pedagógia e preventiva em todas as fiscalizações", apesar de não poderem participar na greve, por serem insituições mais representativas do sector da segurança interna.
Segundo o secretário nacional da Comissão Coordenadora Permanente, o protesto começou a passada sexta-feira e está a ter uma "participação elevada em todos os sectores". A Comissão optou por uma greve de zelo contra o plano de austeridade do Governo, que considera pôr "em causa a segurança do País".
Nos pré-avisos de greve, tanto o SEF como os guardas-prisionais garantem que serão assegurados serviços mínimos.
A ASAE afirma que, pela natureza e duração da greve, não será afectado o "regular funcionamento dos serviços".

sábado, novembro 20, 2010

Guardas Prisionais convocam greve para Dezembro

CM

O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, vai convocar dois períodos de greve em Dezembro, além de aderir à greve geral de quarta-feira, afirma o presidente daquela estrutura.(...)