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terça-feira, março 12, 2013

GNR de Castelo Branco registou 13 burlas a idosos este ano, metade do total de 2012


Castelo Branco, 12 mar (Lusa) - O comando distrital da GNR de Castelo Branco registou 13 burlas a idosos desde o início do ano, atingindo no início de março metade do total de casos registado em 2012, disse hoje à agência Lusa fonte daquela força de segurança.
O valor total das burlas registadas este ano no distrito ascende a 11 mil euros, detalhou o major José Luís Alves, oficial de relações públicas do Comando Territorial distrital de Castelo Branco.
"Houve dois casos no valor aproximado de três mil euros cada e todas as outras foram de menor valor", referiu.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/gnr-de-castelo-branco-registou-13-burlas-a-idosos-este-ano-metade-do-total-de-2012=f792907#ixzz2NLxIfely

EuroCop: Portugal entre países europeus que mais condicionam sindicatos de polícias


A Confederação Europeia de Polícia (EuroCop) considera que Portugal é um dos quatro países europeus onde a actividade dos sindicatos de polícia é condicionada, devido às medidas disciplinares instauradas aos seus dirigentes.

EuroCop: Portugal entre países europeus que mais condicionam sindicatos de políciasAs restrições à actividade sindical das polícias de Portugal, Grécia, Hungria e Turquia constam de uma resolução aprovada pela EuroCOP, que esta semana realizou em Barcelona o congresso extraordinário.
Na resolução, a EuroCop refere que as políticas governamentais em Portugal “restringem directamente a actividades dos sindicatos de polícia”, através das medidas disciplinares instauradas aos dirigentes sindicais.
A EuroCop considera estas acções “como um abuso de poder do Estado”, adiantando que este “comportamento antidemocrático deve ser publicamente condenado” pelos outros países europeus e pela Comissão Europeia.
A Confederação Europeia de Polícia é uma organização que congrega 36 sindicatos e estruturas de polícias de 27 países europeus, representando os interesses de cerca de 500.000 polícias de toda a Europa.
A Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) e o Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL) são as estruturas portuguesas que fazem parte da EuroCOP.
Em declarações à agência Lusa, o presidente do SINAPOL, Armando Ferreira, lamentou que Portugal esteja entre os quatro países europeus com “mais restrições” à actividade sindical.
“Desde que existem sindicatos na PSP, que a Polícia tem usado o regulamento disciplinar para controlar os sindicatos e os seus dirigentes”, afirmou Armando Ferreira, adiantando que partilha da resolução aprovada pelo EuroCop.

domingo, março 10, 2013

Operação Baco



A Guarda Nacional Republicana realiza, entre as 23:00 horas do dia 9 e as 07:00 horas do dia 10, uma operação de fiscalização da condução sob influência de álcool e de substâncias psicotrópicas e de combate à criminalidade nas estradas.

Desde o início do ano foram detidos 1867 condutores (por conduzirem com taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l), tendo sido controlados 4727 com taxa de álcool superior ao permitido por lei. A GNR continua empenhada em combater a sinistralidade, tendo definido a segurança rodoviária como um dos objetivos prioritários para 2013.

Forças de segurança participam na manif de 15 de março

TVI24

Protesto está a ser organizado pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública.

A Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos sindicatos e associações profissionais das forças e serviços de segurança anunciou esta sexta-feira que vai participar na manifestação de 15 de março convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública.

A estrutura que representa os principais sindicatos e associações profissionais das forças e serviços de segurança decidiu participar na manifestação, que se vai realizar em Lisboa, porque «são funcionários públicos» e estão a ser abrangidos «por todas as penalizações», disse à agência Lusa o secretário nacional da CCP.

Paulo Rodrigues adiantou que os elementos dos serviços e forças de segurança são tratados de «uma forma dupla», sendo penalizados quando há cortes para os funcionários públicos, mas não são considerados como tal, em caso de benefícios, devido à «missão especial que desempenham».

«É uma manifestação contra os cortes, nomeadamente os cortes de direitos», sublinhou Paulo Rodrigues, que é também o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP).

O sindicalista afirmou também que os funcionários públicos, inclusive os polícias, «têm sofrido penalizações e têm perdido os principais direitos» nos últimos anos.

Além dos cortes dos salários, subsídios e suplementos, os elementos das forças e serviços de segurança queixam-se das alterações no subsistema de saúde e da entrada para pré-aposentação e reserva, adiantou.

«Justifica-se que a CCP participe nesta manifestação», sustentou, adiantou que não são apenas os polícias que estão a ser penalizados, mas também os serviços públicos que prestam à sociedade.
A CCP dos sindicatos e associações profissionais das forças e serviços de segurança, que integra profissionais da PSP, GNR, Polícia Marítima, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Guarda Prisional e da ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), já participou em outras manifestações convocadas pela CGTP.